Duque comparece ao Todos por PE e leva a Câmara demandas de Serra Talhada
Por Nill Júnior
Duque e Câmara se cumprimentam: pauta de Serra leva várias demandas como Aeroporto e IML regional
Duque e Câmara se cumprimentam: pauta de Serra leva várias demandas como Aeroporto e IML regional
Prefeito foi a tarde e levou comitiva com 40 integrantes. Câmara e CDL também se fizeram representar
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT) reservou esta tarde para participar do Seminário Todos Por Pernambuco. O gestor não compareceu pela manhã porque segundo sua Assessoria tinha uma atividade ligada ao Sebrae, na Capital do Xaxado. Ao chegar foi recebido com um abraço do governador Paulo Câmara.
Ainda segundo com seus assessores, Duque participa do evento com uma caravana de cerca de 40 representantes da Prefeitura, que participaram dos debates nas salas temáticas.
Na pauta da equipe de Duque, temas como Hospital do Sertão, IML Regional, apoio à demanda do aeroporto, dentre outras. Duque ainda informou que vai solicitar uma audiência com o governador para tratar de vários temas. O Prefeito afirmou que não colocará a pauta política no debate. Ele é ligado à oposição ao governo, como escudeiro da Presidenta Dilma.
Marcos Oliveira e Sebastião (Transportes) em sala temática
Outros nomes como o suplente de vereador serra-talhadense Marcos Oliveira reforçaram as solicitações da população. “Solicitamos um novo terminal rodoviário, reforma e ampliação do aeroporto, restauração da PE 340 e nova estrada entre Betânia e Serra, passando por Caiçarinha e Varzinha”. A proposta também foi defendida pelos vereadores Nailson Gomes, CDL e pela Câmara de Serra.
Fausto Silva, 73, internado há 15 dias, recebeu a indicação médica para um transplante cardíaco. A notícia foi divulgada na noite de hoje em um novo boletim médico enviado à imprensa pelo Hospital Albert Einstein. O comunicado é assinado pelo médico Fernando Bocal, cardiologista. A nota diz ainda que Faustão encontra-se “sob cuidados intensivos”, está […]
Fausto Silva, 73, internado há 15 dias, recebeu a indicação médica para um transplante cardíaco. A notícia foi divulgada na noite de hoje em um novo boletim médico enviado à imprensa pelo Hospital Albert Einstein. O comunicado é assinado pelo médico Fernando Bocal, cardiologista.
A nota diz ainda que Faustão encontra-se “sob cuidados intensivos”, está em diálise e necessitando de medicamentos para ajudar na força de bombeamento do coração. O comunicado afirma que Faustão já foi incluído na fila de transplantes.
Em 05 de agosto, Fausto Silva deu entrada no Hospital Israelita Albert Einstein para tratamento de insuficiência cardíaca, condição que vem sendo acompanhada desde 2020. Ele encontra-se sob cuidados intensivos e, em virtude do agravamento do quadro, há indicação para transplante cardíaco. O paciente está em diálise e necessitando de medicamentos para ajudar na força de bombeamento do coração. Fausto Silva já foi incluído na fila única de transplantes, regida pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, que leva em consideração, para definição da priorização, o tempo de espera, a tipagem sanguínea e a gravidade do caso.
A nota sobre o estado de saúde foi assinada também por Miguel Cendoroglo Neto, diretor-médico e de serviços hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein.
O apresentador, que deixou a Band no fim de maio, é atendido pelo cardiologista Fernando Bacal. A nota sobre o estado de saúde foi assinada também por Miguel Cendoroglo Neto, diretor-médico e de serviços hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein.
Na tarde deste sábado (17), um arrastão marcou oficialmente a abertura da campanha de rua da candidata do PSB, Madalena Britto em Arcoverde. Segundo a organização do evento, “mais de 8 mil pessoas participaram do evento” ao lado da candidata a prefeita, Madalena Brito e de seu candidato a vice Gilsinho Duarte. O deputado estadual […]
Na tarde deste sábado (17), um arrastão marcou oficialmente a abertura da campanha de rua da candidata do PSB, Madalena Britto em Arcoverde. Segundo a organização do evento, “mais de 8 mil pessoas participaram do evento” ao lado da candidata a prefeita, Madalena Brito e de seu candidato a vice Gilsinho Duarte. O deputado estadual Diogo Moraes e mais de 40 candidatos a vereadores também participaram.
“Foi inesquecível! Ontem as ruas da cidade foram tomadas por muita animação, amor e esperança com o Arrastão da Alegria 40! Só temos a agradecer tanto carinho, apoio e dedicação de cada um que caminhou com Madalena e Gilsinho pelo futuro de nossa Arcoverde. E vem muito mais pela frente, porque o tempo de cuidar do povo de nossa terra está voltando”, disse Madalena.
Em sua fala, Diogo Moraes atacou a chapa adversária: “do outro lado se juntaram o pior deputado federal da história com o pior prefeito que Arcoverde já viu. E aqui, tem o palanque do trabalho, da união, o palanque de uma mulher guerreira e que vai voltar para cuidar do povo de Arcoverde”.
Já o candidato a vice-prefeito Gilsinho Duarte disse que estava emocionado diante da multidão que avermelhou as avenidas José Bonifácio, Joaquim Nabuco e Pedro II. “Chegamos aqui ao São Geraldo (o arrastão terminou na Praça do Água de Beber) ainda mais confiantes de que Arcoverde vai fazer a verdadeira mudança em 6 de outubro, elegendo Madalena prefeita e Gilsinho vice para que possamos recolocar Arcoverde de volta ao caminho do desenvolvimento e possamos cuidar de nossa cidade que está abandonada”, disse.
Candidato ao governo de Pernambuco, Armando Monteiro Neto (PTB) defendeu, nesta terça-feira (26) a necessidade de uma “moderação” no volume de concessões de incentivos fiscais. Ainda de acordo com ele, o estado precisa desacelerar o ritmo do endividamento sob o risco de comprometer mais da receita do que o aceitável. “Se a gente continuar a […]
Candidato ao governo de Pernambuco, Armando Monteiro Neto (PTB) defendeu, nesta terça-feira (26) a necessidade de uma “moderação” no volume de concessões de incentivos fiscais. Ainda de acordo com ele, o estado precisa desacelerar o ritmo do endividamento sob o risco de comprometer mais da receita do que o aceitável. “Se a gente continuar a se endividar com a velocidade dos últimos dois anos, logo, logo a gente estará fora do limite”, disse na manhã desta terça-feira (26) durante visita ao Mercado do Cordeiro.
Para driblar a guerra fiscal e manter o atração de empresas, o candidato aposta, como saída, no investimento em infraestrutura, especialmente a melhoria das estradas. A matemática capaz de combinar essas três posturas seria, na opinião do candidato, uma “caça” a parcerias e convênios com o governo federal. “Precisamos fazer com que o estado não faça investimentos apenas com empréstimos. Convênios não são dívidas. Por exemplo, o Arco Metropolitano. A contrapartida é pequena, quase não afeta o endividamento do estado”, comentou Armando Monteiro.
Pernambuco é o 13º estado do país, em nível de comprometimento. Em dezembro de 2013, conforme dados da Secretaria da Fazenda, era acumulada uma dívida consolidada da ordem de R$ 9,061 bilhões. Números do Tesouro Nacional atestam que em abril de 2014, estavam comprometidos 45% da Receita Corrente Líquida. “Até 50% da receita corrente líquida anual, é algo administrável”, ponderou Armando Monteiro.
Foto: Nelson Almeida/AFP Diário de Pernambuco O laboratório AstraZeneca e o governo federal assinaram, nesta sexta-feira (31), um documento para atuar como parceiros na produção de uma vacina contra a Covid-19. O documento ainda é uma fase preliminar, ou seja, funciona como base para o acordo de parceria. De acordo com o Ministério da Saúde, […]
O laboratório AstraZeneca e o governo federal assinaram, nesta sexta-feira (31), um documento para atuar como parceiros na produção de uma vacina contra a Covid-19. O documento ainda é uma fase preliminar, ou seja, funciona como base para o acordo de parceria. De acordo com o Ministério da Saúde, a expectativa é que o início da produção ocorra a partir de dezembro deste ano.
Ainda segundo a pasta, o documento assinado garante a transferência de tecnologia e da produção de 100 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus, caso a eficácia e a segurança sejam comprovadas.
O ministério explicou, ainda, que o processo ainda está na segunda etapa das negociações entre o governo federal, o laboratório AstraZeneca e a Embaixada Britânica. A primeira etapa aconteceu em 27 de junho, quando a parceria foi anunciada.
De acordo com a nota emitida pela pasta, há a previsão do investimento de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos. Além disso, outros R$ 1,3 bilhão são referentes a pagamentos previstos no contrato de Encomenda Tecnológica.
No documento divulgado pelo ministério, está, ainda, estipulado pelo acordo o início da produção da vacina no país: a partir de dezembro deste ano. Além de garantir “total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente”. Consta, ainda, que a vacina produzida será distribuída pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), que atende o Sistema Único de Saúde (SUS).
Do Correio Braziliense A defesa de Marcos Valério Fernandes de Souza propôs aos procuradores da Operação Lava-Jato, em Curitiba, um acordo de delação premiada em troca de benefícios em eventuais novos processos e mesmo redução da pena de 37 anos de prisão que cumpre por participação no esquema do mensalão. Valério, por meio de seu […]
A defesa de Marcos Valério Fernandes de Souza propôs aos procuradores da Operação Lava-Jato, em Curitiba, um acordo de delação premiada em troca de benefícios em eventuais novos processos e mesmo redução da pena de 37 anos de prisão que cumpre por participação no esquema do mensalão. Valério, por meio de seu advogado Marcelo Leonardo, afirma que está disposto a revelar elos entre os dois escândalos.
Leonardo levou a proposta aos procuradores do Paraná nos últimos dias do ano passado, mas o caso terá de ser analisado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pois todos os réus do mensalão foram julgados pelo Supremo Tribunal Federal, inclusive os que não possuíam foro privilegiado.
Ao pedir a prisão do pecuarista José Carlos Bumlai, a força-tarefa da Lava-Jato citou um trecho do depoimento prestado por Valério em setembro de 2012 à Procuradoria-Geral da República. Na ocasião, na reta final do julgamento no STF, o empresário mineiro tentou, sem sucesso, um acordo de delação premiada – um mês depois a Corte o condenou a 40 anos de prisão, pena que foi reduzida posteriormente com a anulação da sentença pelo crime de quadrilha.
Valério afirmou na época que foi informado pelo ex-secretário-geral do PT Silvio Pereira que o pecuarista havia captado empréstimo de R$ 6 milhões no Banco Schahin e depois ficou sabendo que esse montante foi transferido para Ronan Maria Pinto, empresário de Santo André (SP) que estaria chantageando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os ex-ministros José Dirceu e Gilberto Carvalho no episódio envolvendo o assassinato do ex-prefeito da cidade Celso Daniel (PT), em 2002.
Após ser preso, em novembro do ano passado, Bumlai admitiu em depoimento que o empréstimo de R$ 12 milhões captado em 2004 no Banco Schahin foi repassado para o caixa 2 do PT e metade desse valor transferido para Ronan Maria Pinto.
Valério havia relatado também que a “dívida” com o Banco Schahin teria sido viabilizada por meio da aquisição de sondas de petróleo alugadas pela Petrobras. Em dezembro, o Ministério Público Federal denunciou Bumlai e outros 10 investigados – incluindo a cúpula do grupo Schahin, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari, os ex-diretores da Petrobrás – por corrupção, lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta. Eles foram acusados de participar de um esquema de propinas na contratação da Schahin Engenharia, em 2009, como operadora do navio-sonda Vitória 10000
“Ele de fato fez um depoimento que coincide com coisas que agora foram apuradas e que já poderiam ter sido apuradas desde 2012 porque ele já tinha narrado”, disse Leonardo, garantindo que seu cliente – que cumpre pena em regime fechado na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem (MG) – pode “avançar” nas informações já prestadas. “Agora só se tiver efetiva disposição do Ministério Público de fazer acordo de colaboração. Se não tiver, ele não tem interesse em colaborar com nada.”
‘Efeito Marcos Valério’
A Lava Jato já contabiliza ao menos cinco dezenas de contribuições premiadas entre as já homologadas e em processo. O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa em Curitiba, atribuiu o alto número de delações ao que chamou de “efeito Marcos Valério”. O ex-sócio das agências de publicidade SMPB e DNA, apontado durante as investigações como o principal operador do mensalão, recebeu a maior pena ao final do processo.
“As pessoas viram que um caso de repercussão gerou punição severa ao Marcos Valério e nós obtivemos o efeito Marcos Valério Ninguém quer ser um segundo Marcos Valério”, disse o procurador em setembro, durante evento em São Paulo.
Para Dallagnol, mensalão e Lava Jato são parte de um mesmo esquema de corrupção sistematizado no governo federal a partir de 2004, durante a gestão Lula. Rubens Glezer, professor da FGV Direito SP especialista na área constitucional, afirma que há previsão legal para Valério firmar acordo de delação premiada na Operação Lava Jato, ainda que julgado e condenado em outro processo.
A lei que define as organizações criminosas (12.850, de 2013) estabelece que a colaboração com a Justiça pode ser feita a qualquer tempo e independe de uma condenação anterior, desde que a colaboração resulte em resultados como a identificação de coautores e partícipes da organização criminosa e dos crimes; revelação da estrutura hierárquica e da divisão de tarefas da organização, entre outros. “Ele pode fazer a delação tanto depois de ser condenado quanto tratar de um processo que não tenha sido dele, desde que, sendo uma delação, ele fale sobre a organização criminosa”, disse Glezer.
“Eu já conversei sobre isso (contribuição premiada) com membros da força-tarefa em Curitiba. Eles se interessaram pelo depoimento e eu disse que eles tinham de conversar com o procurador-geral (da República). Isso foi na virada do ano”, afirmou o advogado de Valério.
Procurados, representantes da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba não haviam se pronunciado até esta edição ser concluída Por meio de sua assessoria, Ronan Maria Pinto divulgou nota: “Reafirmo que apoio e aguardo com total tranquilidade as investigações que vêm sendo feitas no âmbito da Operação Lava Jato, e que – espero – devem encerrar de vez esse assunto no qual toda hora me citam. A propósito: não conheço José Carlos Bumlai; não conheço Marcos Valério. Não tenho ou tive qualquer relação com esses fatos”. O Instituto Lula não quis se pronunciar. Os ex-ministros petistas já rechaçaram as declarações de Valério.
Você precisa fazer login para comentar.