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Doleiro Alberto Youssef é internado em Curitiba

Por Nill Júnior

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do Blog do Josias

Nas pegadas da internação de Alberto Youssef num hospital de Curitiba, espalhou-se pela internet e por serviços de mensagem via celular o rumor de que o delator teria sido envenenado na carceragem da Polícia Federal. O alarido foi tão forte que o governo decidiu refutá-lo na noite da véspera da eleição presidencial. Em combinação com o Ministério da Justiça, coube à PF divulgar a nota de desmentido. “São infundadas as informações de possível envenenamento”, anota o texto.

Youssef foi ao estaleiro num instante em que sua foto ilustra a capa  da última edicão de Veja. À beira da urna, a revista noticiou que, em sua delação premiada, o doleiro informou aos investigadores da Operação Lava Jato que Lula e a presidente Dilma Rousseff tinham conhecimento dos roubos praticados na Petrobras.

Dilma acusou Veja de fazer “terrorismo eleitoral”. O adversário Aécio Neves levou o tema ao último debate presidencial, transmitido pela Globo na noite de sexta. Militantes da autodenominada Juventude Socialista praticaram ato de vandalismo defronte da sede da revista. E o TSE censurou  publicidade de Veja sobre sua capa.

Foi contra esse pano de fundo que Youssef desceu ao estaleiro. No início da tarde deste sábado, levaram-no de uma cela na superintendência da PF na capital paranaense para a UTI do hospital Santa Cruz. De acordo com a PF, deve-se a hospitalização “a uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doença cardíaca crônica.” Eis a íntegra da nota:

“A Polícia Federal informa que Alberto Youssef foi hospitalizado hoje (25/10), no início da tarde, devido a uma forte queda de pressão arterial causada por uso de medicação no tratamento de doenca cardíaca crônica. Esta é a terceira vez que ocorre atendimento médico de urgência após a sua prisão.

São infundadas as informações de possível envenenamento. Alberto Youssef permanecerá hospitalizado para a adequação da medicação e retornará à carceragem da Polícia Federal na Superintendência em Curitiba, após o seu pleno restabelecimento.”

Outras Notícias

Dilma afasta Diretores do Dnocs e Conab, ligados ao PMDB

De olho na votação do impeachment, a presidente Dilma Rousseff demitiu nesta quarta-feira (30) o diretor-geral do Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra a Seca), Walter Gomes de Sousa, e o diretor da Companhia Nacional de Abastecimento, Rogério Abdalla. Ambos foram indicados pelo PMDB, partido que rompeu com o governo na última terça-feira (29). Ambas as […]

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O agora ex diretor-geral do DnocsWalter Gomes de Sousa

De olho na votação do impeachment, a presidente Dilma Rousseff demitiu nesta quarta-feira (30) o diretor-geral do Dnocs (Departamento Nacional de Obras contra a Seca), Walter Gomes de Sousa, e o diretor da Companhia Nacional de Abastecimento, Rogério Abdalla. Ambos foram indicados pelo PMDB, partido que rompeu com o governo na última terça-feira (29). Ambas as exonerações estão publicadas na edição desta quinta-feira do Diário Oficial da União.

A direção do Dnocs é um dos cargos de segundo escalão mais cobiçados na região Nordeste. Sousa havia sido indicado para o posto pelo ex-deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Na segunda-feira (28), Alves pediu exoneração do cargo de ministro do Turismo, o qual ocupava desde o ano passado.

A decisão foi tomada em sinal de apoio ao rompimento do partido. Até agora, porém, Alves foi o único dos sete ministros do PMDB a deixar o cargo. Como mostra reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” desta quinta-feira (31), alguns ministros do partido resistem a deixar seus postos, como é o caso de Katia Abreu, da Agricultura.

Em outra frente, Dilma negocia o espaço do PMDB no governo com os demais partidos da base –principalmente PP, PSD e PR– para evitar que essas siglas votem a favor do impeachment. Além da Conab e Dnocs, já houve mudanças na Funasa. Na semana passada, Antonio Pires foi demitido do cargo de presidente. Pires é ligado ao vice-presidente Michel Temer.

Prefeitura de Afogados leva operação tapa-buraco à rua da Felicidade, no São Brás

As equipes e máquinas da operação tapa-buraco chegaram nesse feriado de 1º de Maio à Rua da Felicidade, no bairro São Brás.  A rua era uma das mais críticas quanto a sua trafegabilidade, e uma que teve o piso dos mais castigados com as chuvas intensas desse primeiro semestre em Afogados da Ingazeira.  O trabalho […]

As equipes e máquinas da operação tapa-buraco chegaram nesse feriado de 1º de Maio à Rua da Felicidade, no bairro São Brás. 

A rua era uma das mais críticas quanto a sua trafegabilidade, e uma que teve o piso dos mais castigados com as chuvas intensas desse primeiro semestre em Afogados da Ingazeira. 

O trabalho continuou durante todo o dia desta quinta-feira (2), com máquinas retro, trator, caçamba e rolo compactador na operação, de modo a recuperar o piso da rua e garantir sua trafegabilidade.

São Jose do Egito é o campeão da dengue no Pajeú

por Anchieta Santos A informação é da Secretaria Estadual de Saúde: foram notificados 16.390 casos de dengue em 176 municípios de Pernambuco até o início deste mês. Desse total, 5.825 foram confirmados. Recife, Salgueiro, Petrolina e Jaboatão dos Guararapes foram os quatro municípios que tiveram maior número de notificações. No Pajeú a cidade com maior […]

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por Anchieta Santos

A informação é da Secretaria Estadual de Saúde: foram notificados 16.390 casos de dengue em 176 municípios de Pernambuco até o início deste mês. Desse total, 5.825 foram confirmados.

Recife, Salgueiro, Petrolina e Jaboatão dos Guararapes foram os quatro municípios que tiveram maior número de notificações. No Pajeú a cidade com maior incidência de casos de dengue é São Jose do Egito.

Outros municípios em igual situação em Pernambuco são Passira, Itacuruba, Cabo de Santo Agostinho, Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Lagoa do Ouro, Jataúba, e Condado.

A chuva voltou para salvar plantações no Pajeú

Por Anchieta Santos A trégua do inverno registrada no mês de abril, tinha colocado em risco as plantações de milho e feijão nos municípios do sertão do Pajeú, de acordo com depoimentos de vários agricultores no Programa Rádio Vivo de hoje. O final de semana foi de chuva entre sexta e domingo na maioria das […]

Foto: André Luis

Por Anchieta Santos

A trégua do inverno registrada no mês de abril, tinha colocado em risco as plantações de milho e feijão nos municípios do sertão do Pajeú, de acordo com depoimentos de vários agricultores no Programa Rádio Vivo de hoje.

O final de semana foi de chuva entre sexta e domingo na maioria das cidades. Na noite do domingo, Afogados da Ingazeira somou 12,5mm, Carnaíba foram 16mm. Choveu também em Tabira e Iguaraci.

Ouvintes da Pajeú FM registraram chuvas nas comunidades rurais com destaque para Capim Grosso 25mm, Lage Grande 36mm, Boqueirão 10mm, Caldeirão Dantas 42mm, Riacho do Peixe 26mm, Pitombeiras 21mm, Serrinha 14mm e cajazeira dos Marques 18mm. 80% é a previsão da meteorologia para a chuva continuar caindo em Afogados da Ingazeira.

Ministro do Turismo obteve recursos desviados da Petrobras, diz Janot

Em despacho enviado no fim de abril ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, atuou para receber recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS. A informação é do jornal Folha de S.Paulo. De acordo com o jornal, uma […]

henrique-eduardo-alves-abrEm despacho enviado no fim de abril ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, atuou para receber recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o jornal, uma parte do dinheiro do esquema investigado na Operação Lava Jato teria sido utilizado para abastecer a campanha de Henrique Eduardo Alves ao governo do Rio Grande do Norte nas últimas eleições, em 2014. Na ocasião, Alves foi derrotado.

Janot afirmou ainda que a negociação também envolveu o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. Cunha e Alves teriam atuado para beneficiar empreiteiras no Congresso Nacional em troca de doações.

Ainda segundo Janot, “houve, inclusive, atuação do próprio Henrique Eduardo Alves para que houvesse essa destinação de recursos, vinculada à contraprestação de serviços que ditos políticos realizavam em benefício da OAS […] Tais montantes (ou, ao menos, partes deles), por outro lado, adviriam do esquema criminoso montado na Petrobras e que é objeto do caso Lava Jato”.

Henrique Eduardo Alves foi ministro do Turismo na gestão da presidente afastada Dilma Rousseff e agora novamente no governo Temer.

O processo se encontra oculto e, portanto, não é possível saber se houve decisão do STF pela abertura do inquérito. As suspeitas são de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O pedido de inquérito cita ainda outros nomes fortes do governo Temer, inclusive o próprio presidente em exercício, e ainda o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, e Moreira Franco, secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimento.

A Procuradoria-Geral da República baseia a investigação em mensagens apreendidas no celular de Léo Pinheiro.

Em nota, o ministro Henrique Alves afirmou que todas as doações recebidas em 2014 foram registradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.