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Direitos ao público LGBT são debatidos por serviços de proteção de Itapetim

Por Nill Júnior

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Os direitos ao público LGBT foram discutidos na manhã da última quinta-feira (09/10) em uma reunião realizada pelo Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Itapetim, em parceria com o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) Regional Sertão do Pajeú.

Segundo a coordenadora do CRAS de Itapetim, Lucila Marques, o encontro, conduzido pela educadora social Juliana Ferreira, foi de grande importância para os profissionais dos serviços de proteção do município e serviu para serem debatidos temas relativos à diversidade sexual e cidadania LGBT.

reunião 2

O CREAS Regional Sertão do Pajeú, que tem sede na cidade de Afogados da Ingazeira, atende os 17 municípios da microrregião do Pajeú, e presta serviços especializados e continuados a famílias e indivíduos que se encontram em situação de risco pessoal ou social, de ameaça ou violações de direitos.

Outras Notícias

Vídeo de criança autista sendo agredida por professor gera revolta

No Rio de Janeiro, um professor responde por agressão contra uma criança autista, de 11 anos. Ele deu uma rasteira no aluno. Na semana de conscientização do Autismo, o Fantástico mostrou como escolas podem – e devem – garantir o acolhimento das crianças em sala de aula. A defesa do professor Vitor Barbosa afirma que […]

No Rio de Janeiro, um professor responde por agressão contra uma criança autista, de 11 anos. Ele deu uma rasteira no aluno.

Na semana de conscientização do Autismo, o Fantástico mostrou como escolas podem – e devem – garantir o acolhimento das crianças em sala de aula.

A defesa do professor Vitor Barbosa afirma que a intervenção foi uma técnica de imobilização para impedir novas agressões e que a situação foi prontamente controlada.

O Centro Educacional Meireles Macedo informou, em nota, que adotou todas as providências cabíveis e que o professor não está mais vinculado à instituição.

 

Márcia anuncia início da coleta de lixo seletiva em Serra Talhada

Segundo a gestora a ação é uma parceria entre a Prefeitura e o Instituto Recicleiros Por André Luis A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, divulgou em suas redes sociais nesta terça-feira (4), que o município dará início a coleta de lixo seletiva. O anúncio foi feito após a gestora fazer uma visita a Unidade […]

Segundo a gestora a ação é uma parceria entre a Prefeitura e o Instituto Recicleiros

Por André Luis

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, divulgou em suas redes sociais nesta terça-feira (4), que o município dará início a coleta de lixo seletiva.

O anúncio foi feito após a gestora fazer uma visita a Unidade de Processamento de Materiais Recicláveis de Serra Talhada. “Que momento feliz para a história de Serra Talhada”, destacou Márcia.

A prefeita disse ainda que a ação só será possível graças a parceria da Prefeitura Municipal com o Instituto Recicleiros. 

“Essa semana o Instituto já passará nos bairros explicando a população como funcionará e quais serão os dias de coleta nas ruas, para já na próxima segunda-feira a equipe começar o trabalho de coleta de lixo reciclado”, informou.

Segundo Márcia Conrado, a ação significa dias melhores para o futuro do município. “Para nossos filhos e netos. Estamos sempre pensando em sustentabilidade e no melhor para o nosso povo”, destacou.

Márcia fez um agradecimento em nome do secretário Sinézio Rodrigues e parabenizou todo o time da Secretaria de Meio Ambiente, “que não mede esforços para superar os novos desafios, e em nome de Amanda agradeço toda a parceria do Instituto Recicleiros com o município”, pontuou Márcia.

Clima esquenta entre vereadores governistas na sessão da Câmara de Tabira

Por Anchieta Santos Ao usar a Tribuna da Câmara durante a sessão de ontem o vereador Aristóteles Monteiro(PT) entre outros assuntos ao abordar a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, citou mais de uma vez o nome do vereador Marcílio Pires, seu colega de bancada governista. Líder do governo, Marcílio pediu um aparte e […]

Por Anchieta Santos

Ao usar a Tribuna da Câmara durante a sessão de ontem o vereador Aristóteles Monteiro(PT) entre outros assuntos ao abordar a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, citou mais de uma vez o nome do vereador Marcílio Pires, seu colega de bancada governista.

Líder do governo, Marcílio pediu um aparte e partiu para o ataque. “Nobre colega, que trabalhador é esse que o seu partido (PT) tanto defende pois na última eleição não conseguiu eleger nenhum deputado estadual ou federal?”.

Monteiro disse que o povo é livre e escolhe quem quer. O tempo de Aristóteles logo acabou e o debate também.

Vereador reclama de ausência de Folha de Pessoal de Tabira no Portal da Transparência – Desde maio de 2016 que o Governo Sebastião Dias não apresenta a folha de pessoal no Portal da Transparência. A reclamação foi feita ontem durante a sessão da Câmara pelo vereador e médico Alan Xavier.

O vereador aproveitou seu tempo na tribuna para citar que até agosto/2016 a administração aumentou 8% de suas despesas em relação ao mesmo período de 2015.

Flávio Marques discute responsabilidade fiscal em festividades municipais durante Plenária do CIMPAJEÚ 

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, participou nesta quarta-feira (25) da 1ª Plenária Ordinária de 2026 do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – CIMPAJEÚ, realizada no CS Eventos, em Afogados da Ingazeira. O encontro reuniu prefeitos e representantes municipais da região para discutir pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento da gestão pública regional. A […]

O prefeito de Tabira, Flávio Marques, participou nesta quarta-feira (25) da 1ª Plenária Ordinária de 2026 do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – CIMPAJEÚ, realizada no CS Eventos, em Afogados da Ingazeira. O encontro reuniu prefeitos e representantes municipais da região para discutir pautas estratégicas voltadas ao fortalecimento da gestão pública regional.

A plenária foi convocada pelo presidente do consórcio e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, e contou com a presença da prefeita Márcia Conrado (Serra Talhada), do prefeito Sandro Palmeira (Afogados da Ingazeira), de Delson Lustosa (Santa Terezinha), Berg Gomes (Carnaíba), José Pereira Nunes (Quixaba), Mayco da Farmácia (Solidão), Gilson Bento (Brejinho), do vice-prefeito de São José do Egito, Zé Marcos de Lima e do vice-prefeito de Iguaracy, Marcos Melo.

Entre os principais temas debatidos esteve o desmatamento no território do Pajeú. O bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo e o padre Luiz Marques Ferreira, participaram da reunião e alertando para a necessidade de maior conscientização e ações conjuntas dos municípios para preservar o meio ambiente e garantir sustentabilidade para as futuras gerações.

Outro ponto importante da pauta foi a implementação do serviço de acolhimento institucional para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. A discussão contou com a participação dos promotores Dr. Samuel Farias, de Itapetim, e Dr. Romero Borja, de Afogados da Ingazeira, que reforçaram a importância da estruturação regional do serviço, assegurando proteção integral e cumprimento da legislação vigente.

Um dos momentos centrais da plenária foi o debate sobre o limite de despesas com festividades municipais. A discussão foi mediada pelo prefeito Flávio Marques, juntamente com o presidente da AMUPE e prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia. Durante o diálogo, foi destacada a importância de estabelecer parâmetros responsáveis para a contratação de atrações artísticas, especialmente diante de cachês elevados, buscando equilíbrio entre a valorização cultural e a responsabilidade fiscal dos municípios.

A programação também incluiu a entrega dos primeiros Selos de Inspeção Municipal (SIM) do consórcio a unidades de produção de São José do Egito, fortalecendo a economia local e regional.

Venezuelanos na PB enviam a maior parte do salário mínimo que ganham para as famílias

G1 PB Trabalhar no Brasil para sustentar a família que ficou no país de origem é o objetivo dos venezuelanos que chegaram a Campina Grande, na Paraíba, entre agosto e setembro deste ano. Hoje, com carteira assinada, a maior parte do salário mínimo de R$ 954 que eles ganham, enviam para as famílias que estão na […]

Venezuelanos que vivem em Campina Grande mandam a maior parte do dinheiro para as famílias e ainda planejam distribuir quentinhas para moradores de rua — Foto: Érica Ribeiro/G1

G1 PB

Trabalhar no Brasil para sustentar a família que ficou no país de origem é o objetivo dos venezuelanos que chegaram a Campina Grande, na Paraíba, entre agosto e setembro deste ano. Hoje, com carteira assinada, a maior parte do salário mínimo de R$ 954 que eles ganham, enviam para as famílias que estão na Venezuela ou que migraram para outros países da América Latina.

A ideia de ficar no Brasil só existe até que o país de origem mude. Todos pretendem voltar para a Venezuela quando acabar a crise no país. Para os venezuelanos, mesmo com perspectivas de promoção nos empregos, recomeçar em um lugar diferente e permanecer sem a família é muito difícil. A saudade das pessoas e de onde viviam é maior do que tudo.

A Paraíba já recebeu mais de 100 refugiados venezuelanos. A Casa de Acolhida do Migrante, no Conde, Litoral Sul paraibano, recebeu 98 venezuelanos. Destes, 25 ainda permanecem no abrigo. No Agreste, 9 refugiados passaram por um abrigo na Fazenda do Sol, em Campina Grande, de onde já saíram; 2 foram para o convento Ipuarana, em Lagoa Seca, onde permanecem. Dos que foram acolhidos inicialmente em Campina Grande, 4 ainda moram na cidade, 3 moram em Areia e 2 foram para João Pessoa.

Dionmer Francisco Zambrano, de 39 anos, foi um dos últimos dos 7 venezuelanos a chegarem à cidade através da ONG Fraternidade sem Fronteiras. Natural da cidade de Maturín, no estado de Monagas, ele está no Brasil desde setembro de 2017.

Antes de chegar em Campina Grande, Francisco, como prefere ser chamado, passou um ano e quatro meses em Boa Vista (RO) trabalhando como voluntário na FSF, ajudando outros refugiados. Francisco veio para o Brasil com a esposa Yamileth. Mas a companheira, que estava grávida, retornou à Venezuela para ficar perto da família.

Após o nascimento de Anamile, que hoje está com três meses, a mulher ficou doente e precisou migrar para a Colômbia com a filha em busca de tratamento médico. Além de Anamile, ele deixou na Venezuela mais dois filhos de outro casamento.

Quase todo o dinheiro que ganha, Francisco manda para a família. Além do dinheiro, o venezuelano envia fraldas e leite pelos Correios para a filha de três meses. “Faz dois meses que Francisco enviou o material pelos Correios para a filhinha dele, mas ainda não chegou lá”, disse o empresário José Hélio Leal, que ajudou a trazer os venezuelanos para Campina Grande através da Fraternidade sem Fronteiras.