Nova pesquisa Datafolha para presidente da República, divulgada nesta sexta-feira (18) pela Folha de S.Paulo, dá um novo ânimo para a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT). De acordo com o levantamento, Dilma aparece com 37% das intenções de voto no primeiro turno. Em seguida, vem a ex-senadora Marina Silva (PSB), com 30%. O senador Aécio Neves (PSDB) continua em terceiro, com 17%.
Na pesquisa anterior, divulgada em 10 de setembro, Dilma tinha 36% das intenções de voto, Marina estava com 33% e Aécio, com 15%.
Pastor Everaldo (PSC), Eduardo Jorge (PV) e Luciana Genro (PSOL) tiveram 1% cada. Os demais candidatos não atingiram 1%. Brancos e nulos mantiveram em 6%. Não souberam responder 7%.
Mesmo com ataques diários de Dilma, que vem usando seu programa eleitoral para disseminar boatos, Marina resiste. Numa simulação de segundo turno, permanece o cenário de empate técnico, com ligeira vantagem para a ex-senadora. Se as eleições fossem hoje, ela venceria Dilma por 46% a 44%. Na semana passada, o número era de 47% a 43% para Marina.
Quando o candidato no segundo turno é Aécio, Dilma venceria por 49% a 39% – no levantamento anterior, o índice era de 49% contra 38%.
A rejeição à Dilma continua em 33%. Nesse intervalo, a parcela dos que não votariam de jeito nenhum em Marina passou de 18% para 22%, enquanto a de Aécio Neves foi 23% para 21%. É a primeira vez que tal índice de Marina supera o de Aécio.
O Datafolha pesquisou ainda sobre a avaliação do governo Dilma. Em relação à sondagem da semana passada, houve oscilação apenas no índice de aprovação: passou de 36% para 37% os entrevistados que consideram o governo Dilma bom ou ótimo, 38% apontaram como regular, mesmo número da rodada passada, e 24% disseram que é ruim ou péssimo, contra iguais 24% da última pesquisa.
Cenário ruim para Marina – De acordo com a pesquisa, Dilma passou a liderar nas cinco regiões do país. No Nordeste, no Norte e no Sul, de forma isolada. No Centro-Oeste, ela está numericamente à frente de Marina. E está em situação de empate técnico no Sudeste.
Marina perdeu votos em vários segmentos. Ela recuou 4 pontos no Sudeste, 4 entre as mulheres, 4 entre os católicos, 5 junto aos moradores de cidades médias (200 mil a 500 mil habitantes) e 6 entre os eleitores de 25 a 34 anos.
A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 5.349 eleitores entre os dias 17 e 18 de setembro.
Pernambuco segue com tendência contínua de redução nos indicadores do novo coronavírus. Na Semana Epidemiológica (SE) 10, que vai de 6 a 12 de março, pela quinta semana seguida houve redução nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave com resultado positivo para a Covid-19. Foram 55 registros, o que representa uma queda de 40% e […]
Pernambuco segue com tendência contínua de redução nos indicadores do novo coronavírus. Na Semana Epidemiológica (SE) 10, que vai de 6 a 12 de março, pela quinta semana seguida houve redução nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave com resultado positivo para a Covid-19. Foram 55 registros, o que representa uma queda de 40% e de 58% em comparação às semanas epidemiológicas 9 e 8, respectivamente.
A positividade para a Covid-19 entre as amostras processadas no Laboratório Central de Saúde Pública de Pernambuco (Lacen-PE) registrou queda de 95% no período de seis semanas. Na última semana de janeiro, por exemplo, de cada 100 exames processados, 52 positivavam para a doença. O cenário mudou.
Atualmente, de cada 100 testes de RT-PCR, apenas 2,5 acabam positivando. Já os dados da Central de Regulação Hospitalar apontam que a Semana 10 registrou o menor patamar de pedidos por leitos de terapia intensiva deste ano. Foram 251 solicitações, uma queda de 19% em uma semana e de 18% em 15 dias.
Preso desde janeiro para cumprir a pena de 27 anos pela participação na trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro completa 71 anos neste sábado. Ele segue internado no Hospital DF Star, para onde foi levado no último dia 13 depois de apresentar um mal-estar na cela onde está custodiado, no 19º Batalhão da Polícia Militar, […]
Preso desde janeiro para cumprir a pena de 27 anos pela participação na trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro completa 71 anos neste sábado.
Ele segue internado no Hospital DF Star, para onde foi levado no último dia 13 depois de apresentar um mal-estar na cela onde está custodiado, no 19º Batalhão da Polícia Militar, em Brasília.
A família se reuniu neste sábado no hospital para cantar parabéns. Ao sair da unidade, o senador Flávio Bolsonaro (PL) disse a jornalistas que a defesa de Jair Bolsonaro fez a parte dela ao pedir a prisão domiciliar e agora aguarda resposta.
Pelas redes sociais, parentes fizeram homenagens ao ex-presidente pela data. A primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) disse que este dia 21 de março marca um “aniversário atípico, dentro de um hospital”, mas destacou estar grata a Deus por ter “livrado” o marido “da morte”.
“Profetizo que este seja um novo ciclo, marcado pelas novidades e bênçãos de Deus. Que venha justiça e restituição!”, escreveu Michelle. “Não olhe para o passado com peso… vamos olhar para Cristo e crer que Ele está te preparando para algo muito maior no futuro”.
Flávio Bolsonaro gravou um vídeo na casa do pai e o editou com imagens de sua infância em família e passagens da trajetória política do clã.
Carlos Bolsonaro (PL) recordou como foi crescer ao lado de Jair Bolsonaro e disse que sempre fez de tudo “para ajudar o velho a conquistar seus objetivos”.
Parentes e aliados pressionam pela concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente.
O corpo da pequena Helena Adriely, de apenas 10 anos, chegou no fim da noite à comunidade de Riacho dos Bois, onde é velado. O sepultamento ocorrerá nesta segunda, cinco da tarde, no Cemitério da Ingazeira. Helena faleceu sábado, em uma enorme fatalidade. Ela brincava com uma irmã um pouco mais velha em um balanço. […]
O corpo da pequena Helena Adriely, de apenas 10 anos, chegou no fim da noite à comunidade de Riacho dos Bois, onde é velado.
O sepultamento ocorrerá nesta segunda, cinco da tarde, no Cemitério da Ingazeira.
Helena faleceu sábado, em uma enorme fatalidade. Ela brincava com uma irmã um pouco mais velha em um balanço. A irmã teria entrado em casa e notou a demora de Helena. Quando foi verificar, a menina estava desfalecida após se enrolar na corda do balanço. O óbito lamentavelmente acabou sendo confirmado.
A família aguardava a chegada do corpo que saiu no início da noite do IML de Caruaru. O caso chocou a comunidade e o município, na véspera e Dia dos Pais.
O delírio expansionista de Trump: o mundo na ante-sala da barbárie Por André Luis – Editor executivo do blog O mundo assiste, atônito e em transe, ao que pode ser o capítulo final da diplomacia como a conhecemos. Donald Trump não é mais apenas um político isolacionista com tiques autoritários; ele se transformou em uma […]
O delírio expansionista de Trump: o mundo na ante-sala da barbárie
Por André Luis – Editor executivo do blog
O mundo assiste, atônito e em transe, ao que pode ser o capítulo final da diplomacia como a conhecemos. Donald Trump não é mais apenas um político isolacionista com tiques autoritários; ele se transformou em uma ameaça existencial à soberania das nações e à própria sobrevivência da espécie. Ao avançar sobre a Venezuela, cobiçar a Groenlândia e tratar o Canadá como um anexo imobiliário, Trump não está apenas “fazendo a América grande novamente” — ele está pavimentando o caminho para a Terceira Guerra Mundial.
A invasão da Venezuela e o sequestro de suas reservas de petróleo sob o pretexto de “combate ao crime” é o maior ato de pirataria estatal do século XXI. É um recado direto ao Brasil e ao Sul Global: para o trumpismo, a soberania é um detalhe irrelevante diante da ganância energética. Se hoje ele atropela Caracas pelo óleo, o que impedirá que amanhã ele decida “administrar” a Amazônia brasileira ou o nosso Pré-sal em nome da “segurança hemisférica”?
As sandices não param na Venezuela. A obsessão pela Groenlândia e a retórica de anexação do Canadá mostram um líder que rompeu com a realidade. Ao ignorar as fronteiras de aliados históricos da OTAN, Trump estica a corda com a Europa e a Rússia a um ponto de ruptura sem volta. O mundo não é um tabuleiro de Monopoly, mas na mente de um narcisista com acesso a códigos nucleares, a diferença entre um negócio imobiliário e um bombardeio estratégico parece ter desaparecido.
Para o Brasil, o impacto é devastador. Além da desestabilização econômica regional, que joga o câmbio e os mercados em um abismo de incertezas, sofremos a pressão de uma nova “Guerra Fria” — desta vez muito mais quente e imprevisível. A economia brasileira, que busca o equilíbrio e o desenvolvimento sustentável, é refém de um protecionismo agressivo que usa tarifas e canhões como argumentos de venda.
O que estamos vendo é a morte do direito internacional. Se o mundo não frear Trump agora, o próximo som que ouviremos não será o de um martelo de leilão, mas o de uma explosão global.
Não se enganem: o fascismo de mercado de Trump é o combustível perfeito para um conflito em escala mundial. Ao desrespeitar tratados e humilhar nações soberanas, ele empurra potências nucleares rivais para um canto onde a única resposta é a retaliação.
Defender a democracia brasileira e a soberania do nosso povo hoje significa, necessariamente, denunciar o banditismo geopolítico que emana da Casa Branca. O silêncio diante dessas atrocidades não é neutralidade; é cumplicidade com o caos. Se a comunidade internacional não reagir com dureza extrema, a história não será escrita pelos vencedores — porque, em uma terceira guerra mundial provocada por delírios expansionistas, não sobrará ninguém para segurar a caneta.
Vassalagem explícita
Seguindo o roteiro do irmão e do pai, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não economizou na retórica golpista. Ao comemorar o sequestro de Nicolás Maduro por forças americanas, o senador sinalizou que o Brasil deveria ser o próximo alvo. Em suas redes, Flávio associou o atual governo brasileiro ao “tráfico internacional” e ao “terrorismo”, fornecendo a narrativa exata que Trump utiliza para justificar intervenções militares sob o pretexto de “segurança hemisférica”.
O cavalo de troia legislativo
O perigo reside também nas letras miúdas das leis. O PL 1283/2025, que tem Nikolas Ferreira como uma de suas figuras centrais na articulação, busca classificar organizações criminosas brasileiras como “grupos terroristas”. Na prática, isso cria o tapete vermelho jurídico para que Trump ordene operações militares em solo brasileiro — como bombardeios ou incursões em comunidades — sem passar pelo Congresso Nacional, sob a desculpa de “ajuda no combate ao crime”.
Crime de lesa-pátria
A resposta institucional começou a se desenhar. A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) protocolou uma denúncia na Procuradoria-Geral da República contra Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira por apologia ao crime de golpe de Estado. “Ambos fizeram um juramento pelo país, mas propõem que os Estados Unidos ataquem a nossa soberania”, afirmou a parlamentar. O uso de cargos públicos para incitar invasões estrangeiras pode levar à cassação e prisão dos envolvidos.
A Reação das Forças Armadas Brasileiras
O Alto Comando militar brasileiro tem demonstrado profunda preocupação com a fragilidade da aliança com os EUA. Analistas de defesa apontam que o Brasil enfrenta um “risco existencial” e que a vulnerabilidade militar se tornou crítica diante de uma superpotência agressiva. O governo Lula respondeu atualizando a Estratégia Nacional de Defesa (Decreto nº 12.725/2025) para reforçar a necessidade de dissuasão e repelir ameaças externas à soberania.
Dobradinha à vista
O cenário político de Afogados da Ingazeira começa a se movimentar com a confirmação de uma aliança estratégica no partido Novo para o pleito de 2026. Em conversa com a nossa redação, Junior Santiago confirmou que está “fechado” com o policial militar Nelsinho para uma dobradinha que visa cadeiras na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e na Câmara Federal.
A estratégia da farda e do bastidor
Nelsinho, que atua como policial militar, aparece como o nome de “100% de certeza” para disputar uma vaga de deputado federal. Devido às restrições da sua função ativa na PM, sua pré-campanha tem sido cautelosa, focando em temas como segurança e empreendedorismo para evitar sanções disciplinares. No entanto, o entusiasmo nos bastidores é grande. “Fui recepcionado bem pelo Novo, o pessoal teve um interesse real”, afirmou Nelsinho em conversa com a Coluna.
Já Júnior Santiago, nome conhecido na política local e que já disputou eleições anteriores pelo partido, deve assumir a pré-candidatura a deputado estadual. Santiago admite que a decisão partiu de um pedido do próprio Nelsinho para fortalecer a chapa. “É um pedido dele. A minha candidatura é 90% de certeza, mas o foco total é viabilizar o nome do Nelsinho para Federal”, revelou Junior a Coluna.
De olho em 2028
A articulação, contudo, vai além de 2026. Santiago deixou claro que o objetivo principal é “pavimentar o espaço” para o pleito municipal de 2028. A entrada de um militar na política partidária direta é vista pelo grupo como uma forma de angariar força eleitoral.
Saia justa
O deputado federal Fernando Monteiro (PSD) deve enfrentar um teste de equilíbrio diplomático no próximo dia 16, durante a entrega das 902 casas do Residencial Vanete Almeida. Aliado histórico da prefeita Márcia Conrado (PT) e, agora, integrante da base da governadora Raquel Lyra (PSD), Monteiro se vê no centro de um embate direto. Enquanto Márcia credita a ele e ao presidente Lula o sucesso da obra, a presença da governadora no evento impõe ao deputado o desafio de não desagradar nem sua principal base local, nem sua nova aliada no Palácio do Campo das Princesas.
Guerra de narrativas
Em uma postagem incisiva nas redes sociais, a prefeita Márcia Conrado já deu o tom do palanque: a obra é fruto do governo federal e de sua gestão. Ao afirmar que “os poderosos podem até arrancar algumas rosas, mas nunca vão impedir a chegada da primavera”, Márcia envia um recado direto à Raquel Lyra e ao seu ex-padrinho político, Luciano Duque (Solidariedade). A estratégia petista é clara: isolar a influência da governadora e do parlamentar, colando a entrega das chaves exclusivamente à figura de Lula e ao trabalho de Fernando Monteiro.
O terceiro elemento
A presença confirmada de Luciano Duque ao lado de Raquel Lyra no evento de entrega das casas adiciona combustível à crise política em Serra Talhada. Duque, que rompeu com sua afilhada política Márcia Conrado, usará a proximidade com o governo do estado para reafirmar seu protagonismo na região. Para a prefeita Márcia, que também rompeu com Raquel, o evento será um campo de batalha simbólico, onde cada aperto de mão e cada citação no microfone serão contabilizados para a acirrada disputa política local.
Frase da semana
“O preço da democracia e da liberdade é uma eterna vigilância”.
Do presidente do STF, ministro Edson Fachin, durante discurso em evento realizado na última quinta-feira (8). O evento “8 de janeiro – Um dia para não esquecer”, marcando os três anos dos ataques que depredaram as sedes dos Três Poderes em Brasília.
G1 No dia em que o Senado deverá aprovar o impeachment de Dilma Rousseff, jornais no exterior destacam que o afastamento definitivo da presidente está longe de resolver os problemas do país. Para o jornal americano The Washington Post, o longo processo de impeachment, que se estende por nove meses, pode servir apenas para “alienar […]
No dia em que o Senado deverá aprovar o impeachment de Dilma Rousseff, jornais no exterior destacam que o afastamento definitivo da presidente está longe de resolver os problemas do país.
Para o jornal americano The Washington Post, o longo processo de impeachment, que se estende por nove meses, pode servir apenas para “alienar mais ainda eleitores desencantados com o sistema político”.
A publicação afirma que o processo desorganizou a esquerda no país – como exemplo disso, cita a baixa adesão aos protestos pró-Dilma em Brasília nesta semana e a postura “desapaixonada” de congressistas do PT em defesa da presidente afastada.
O jornal aponta que o presidente interino, Michel Temer, se revelou tão impopular quanto Dilma – segundo pesquisa Ibope de julho, apenas 13% dos brasileiros consideravam o governo bom ou ótimo.
Diz ainda que o atual processo expôs fraquezas no sistema político do país, em que o presidente depende de acordos com “inúmeros partidos sem ideologia clara”, em arranjos que “incentivam a corrupção”.
Para a publicação americana, um “vácuo de poder” está se abrindo na política nacional – e sendo preenchido por siglas menores de esquerda e candidatos evangélicos.
Incerteza na economia: Em texto sobre as perspectivas econômicas do país, o Wall Street Journal afirma que “investidores podem estar dando muito crédito a políticos do país e desconsiderando os problemas”.
O diário lembra que o real se apreciou mais de 8% ante o dólar – é a moeda que mais se valorizou no mundo neste ano – e o Ibovespa avançou 9,9% desde o afastamento provisório de Dilma em maio, mas desde então Temer “fez muito pouco” para enfrentar o rombo nas contas públicas do país.
Afirma que propostas neste sentido – como uma possível reforma da Previdência e um limite constitucional aos gastos públicos – provavelmente não passarão no Congresso, enquanto as “primeiras ações” de Temer no cargo vão em sentido oposto: carência a Estados endividados com a União e “aumentos para servidores públicos muito bem pagos”.
“É difícil imaginar uma medida pior”, disse ao jornal Marcos Lisboa, ex-secretário de Política Econômica no governo Luiz Inácio Lula da Silva e diretor-presidente do centro de ensino e pesquisa Insper.
Em texto de opinião na revista Fortune, João Augusto de Castro Neves, diretor de América Latina da consultoria Eurasia Group, diz que o impeachment não irá solucionar “meses de turbulência política e econômica”.
O consultor descreve a permanência, no Brasil, de um cenário de “tempestade perfeita”: economia global menos favorável, recessão profunda, desequilíbrio fiscal, escândalo de corrupção em curso e o usual embate político.
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