Em referência ao Dia do Choro, quando Pixinguinha faria 120 anos, a escola de Música Bernardo Delvanir Ferreira realiza apresentação alusiva à data. Será às 19h, após a missa dominical, na Praça Arruda Câmara, em Afogados da Ingazeira.
O evento é coordenado pela Escola de Música Bernardo Delvanir Ferreira, com apoio da Prefeitura Municipal e Secretaria de Educação.
Na programação, participação dos músicos Edinho Oliveira, Ederck José, Milsinho Medeiros, Joseildo Medeiros, Antônio Marcos, Alexandre Amorim, Francisco das Chagas, Emanoel e Antônio Carlos Jesus.
Haverá também a participação especial do grupo carnaibano Chorões do Pajeú, formado por Gilson Malaquias, Baba, Manoelzinho Sanfoneiro, Sivuca e Gianot. O grupo já se apresenta há alguns meses.
Participando do Debate das Dez da última sexta, na Rádio Pajeú, Edinho Oliveira e Crisângela Rodrigues, esta última diretora da escola destacaram o ineditismo na atividade.
No Brasil, são poucos grupos a dar sequência e vida ao gênero genuinamente brasileiro.
Por José Edson de Moura* Sou médico há cinquenta e oito anos. Cirurgião de ofício, servo da vida por vocação. Passei décadas lutando pela vida alheia, mas nada me preparou para me tornar o paciente, chegando à beira do limite, com o corpo cansado e a alma em súplica. Cheguei à UTI Coronariana do Hospital […]
Sou médico há cinquenta e oito anos. Cirurgião de ofício, servo da vida por vocação. Passei décadas lutando pela vida alheia, mas nada me preparou para me tornar o paciente, chegando à beira do limite, com o corpo cansado e a alma em súplica.
Cheguei à UTI Coronariana do Hospital Português, vindo de Afogados da Ingazeira, trazido às pressas por minha filha, Dr.ᵃ Michele Soares de Moura, que, ao perceber a gravidade do meu estado, decidiu me conduzir no próprio carro, pois não havia tempo de solicitar ambulância. Durante o trajeto, ela manteve-me amparado, fornecendo oxigênio, enquanto eu sentia o ar tornar-se precioso.
Graças à presença firme e ao atendimento do professor doutor Ricardo Bandeira Filho, pneumologista, recuperei fôlego, esperança e fé na vida. No Hospital Português, com seus 170 anos de história, encontrei uma equipe humana, dedicada e competente — um verdadeiro santuário da vida, onde ciência e compaixão caminham juntas.
Lembro com gratidão do saudoso professor William Stanford, pioneiro em transplantes no Estado, que me ensinou que a medicina nasce no olhar e floresce na compaixão, mais do que nos livros.
Durante a internação, refleti profundamente sobre vida, família e ciência. A ciência é pilar que sustenta o dom divino da vida, devolve esperança e prolonga o tempo. A vida é o maior presente de Deus, e a família, o templo onde esse presente se renova.
Hoje, fora da UTI, preparo-me para retornar ao Sertão do Pajeú, onde exerço a medicina há 55 anos. Volto com o coração refeito, para o povo que me acolheu em 28 de fevereiro de 1970, certo de que cada amanhecer é um novo milagre da ciência e da fé.
A medicina é, afinal, o sopro da ciência — e a vida, o milagre que esse sopro perpétua.
*José Edson de Moura é cirurgião há 58 anos. Atuou nos hospitais Sandu, Getúlio Vargas, e concluiu sua formação como cirurgião geral no Hospital da Restauração, a maior escola de cirurgia do Estado de Pernambuco.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira entregou na noite deste domingo (7) a decoração e iluminação natalinas. O evento iniciou logo após a missa dominical, com a apresentação dos músicos da escola de música Bernardo Delvanir Ferreira, interpretando clássicos do Natal. A noite foi abrilhantada por uma performance dos artistas Marilia e Everton Leão, encenando […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira entregou na noite deste domingo (7) a decoração e iluminação natalinas. O evento iniciou logo após a missa dominical, com a apresentação dos músicos da escola de música Bernardo Delvanir Ferreira, interpretando clássicos do Natal.
A noite foi abrilhantada por uma performance dos artistas Marilia e Everton Leão, encenando a aparição do anjo Gabriel a Maria, anunciando a chegada de Jesus.
Presenças registradas do Prefeito Sandrinho Palmeira, do vice-prefeito Daniel Valadares, dos vereadores César Tenório e Mário Martins, Padre Renato, do secretário de cultura, Augusto Martins, e de Mateus Abel, responsável pela decoração e iluminação desse ano.
“Gratidão a toda equipe que me ajudou a deixar pronta a decoração e iluminação, para que pudéssemos entregar à população logo no começo de dezembro,” destacou Mateus Abel.
“Estamos vivenciando um momento de contenção de despesas e buscamos fazer essa decoração e iluminação com muito zelo e economia. Toda a nossa ornamentação foi comprada aqui no comércio de afogados, gerando emprego e movimentando a nossa economia,” afirmou Sandrinho Palmeira.
Ele informou ainda que para o próximo ano, a prefeitura vai contratar uma empresa para realizar a decoração, e que os bairros também irão receber decoração natalina. No dia 22 de dezembro a prefeitura irá inaugurar a iluminação cênica da catedral, no mesmo dia em que ocorrerá a Cantata Natalina.
Na iluminação foram utilizados 600 metros de fita led, 400 caixas de 15 metros de luzes-pisca, e instalados mais de 10 cenários (presépio, casa do papai noel, urso gigante e espaço lúdico com Trenzinho natalino). Além da praça Arruda Câmara, também foram instalados pontos de ornamentação ao longo da Avenida Rio Branco e na Prefeitura de Afogados.
Pelo Afogados, Wallef foi um dos responsáveis pela maior derrota da história do clube, para muitos o pontapé da virada que gerou mudanças até o título brasileiro A gratidão da torcida do Atlético-MG pelo goleiro de boné vai deixar as redes sociais para um encontro presencial. A informação é do GE Pernambuco. Wallef foi convidado […]
Pelo Afogados, Wallef foi um dos responsáveis pela maior derrota da história do clube, para muitos o pontapé da virada que gerou mudanças até o título brasileiro
A gratidão da torcida do Atlético-MG pelo goleiro de boné vai deixar as redes sociais para um encontro presencial. A informação é do GE Pernambuco.
Wallef foi convidado por torcedores para acompanhar o jogo da entrega da taça do Campeonato Brasileiro, no estádio Mineirão. O Galo vai fazer a festa com a torcida no domingo, às 16h, contra o Bragantino, pela 37ª rodada.
Após a conquista do título, torcedores colocaram o “goleiro de boné” como um dos responsáveis pela mudança de patamar do clube e usaram as redes sociais para agradecer. Mas, um grupo levou a brincadeira a sério.
“Já comprei até a passagem pra Belo Horizonte. Vou ficar em um hotel perto do Mineirão. Um torcedor já arrumou o ingresso e estão bancando toda minha viagem. Fui convidado e já me prontifiquei a ir. Já tenho uma confraternização com os torcedores neste sábado”, comentou Wallef.
Wallef foi o grande destaque do Afogados na eliminação do Atlético-MG na segunda fase da Copa do Brasil 2020. No duelo do dia 26 de fevereiro, o goleiro de boné garantiu o empate em 2 a 2, no Vianão, no Sertão de Pernambuco, e levou a decisão para os pênaltis.
Nas penalidades, ele defendeu as cobranças do volante Allan e do meia Nathan, quebrou a internet, virou personagem de anime e herói da “impossível” classificação. Logo após a queda histórica, o técnico Dudamel foi demitido do clube com toda a comissão técnica. Depois disso, os bons resultados começaram a chegar. Além de “mudar os rumos” do Atlético-MG, o jogo também mudou a vida do goleiro de 26 anos.
Após o sucesso no Afogados em 2020, o goleiro defendeu quatro clubes na temporada 2021: Crato-CE, Central-PE, Castelo-ES e Campos-RJ. Atualmente, mantém a preparação física na cidade de São José do Calçado-ES e aguarda a definição do futuro.
Júlio Lóssio pediu que os eleitores não escolham candidatos pensando no nome de Miguel Arraes, Eduardo Campos ou Lula Do JC Online Pré-candidato ao governo de Pernambuco pela Rede Sustentabilidade, Júlio Lóssio criticou o “voto terceirizado”. Na visão dele, candidatos tentam se apegar à imagem de Lula, Miguel Arraes e Eduardo Campos para aumentar a […]
Júlio Lóssio pediu que os eleitores não escolham candidatos pensando no nome de Miguel Arraes, Eduardo Campos ou Lula
Do JC Online
Pré-candidato ao governo de Pernambuco pela Rede Sustentabilidade, Júlio Lóssio criticou o “voto terceirizado”. Na visão dele, candidatos tentam se apegar à imagem de Lula, Miguel Arraes e Eduardo Campos para aumentar a popularidade, mas as pessoas não deveriam seguir esse caminho.
“Arraes e Eduardo foram importantes, mas não vão voltar. Não se pode terceirizar votos, usam até o nome de Lula. Minha candidata é Marina Silva, mas não vou usar o nome dela. O cidadão que escolha o candidato, porque quem vai estar lá no Palácio do Campo das Princesas em janeiro somos nós. Sabemos que padrinho e poste não deu certo no Brasil, nem em Pernambuco. O governador tem que sair do coração das pessoas”, comentou.
Lóssio defendeu Marília
O pré-candidato concedeu entrevista, na manhã desta sexta-feira (10), à Rádio Cultura do Nordeste, em Caruru e afirmou que a retirada do nome da vereadora Marília Arraes (PT) da disputa ao Palácio do Campo das Princesas foi um erro do PT. “Marília seria a governadora de Pernambuco. Estávamos, inclusive, conversando para ter uma chapa com ela e eu e seria o vice, mas eu estava tentando convencer a Rede no âmbito nacional”, comentou.
Apesar de não haver dados consolidados recentes com perfil etário dos infectados, médicos dizem que tendência é observada em muitos hospitais e regiões do país Especialistas ouvidos pela CNN indicam que a percepção de grande parte dos médicos que atua diretamente contra a Covid-19 é de que o número de pessoas de faixas etárias mais […]
Apesar de não haver dados consolidados recentes com perfil etário dos infectados, médicos dizem que tendência é observada em muitos hospitais e regiões do país
Especialistas ouvidos pela CNN indicam que a percepção de grande parte dos médicos que atua diretamente contra a Covid-19 é de que o número de pessoas de faixas etárias mais jovens que precisam de auxílio hospitalar está crescendo. A reportagem é de Murillo Ferrari/CNN.
Essa tendência também seria uma das explicações para a elevação no número de pacientes nessas faixas etárias que acabam em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
“Fazemos a consolidação dos dados a cada três meses, então só devemos ter números definitivos em abril”, afirmou à CNN Suzana Lobo, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).
Ainda de acordo com a especialista, os intensivistas em várias regiões do Brasil têm a mesma percepção de que muitos pacientes internados são mais jovens e que há, também, uma maior gravidade nos casos.
Diminuição na faixa dos 65 anos e maior tempo de UTI
Lobo destacou que uma análise preliminar dos dados mais recentes do Hospital de Base de São José do Rio Preto, centro de referência regional no interior de São Paulo onde ela chefia o tratamento intensivo, indica que, nos primeiros meses de 2021, houve um aumento de casos do novo coronavírus na faixa etária entre 45 e 64 anos e uma diminuição entre as pessoas com mais de 65 anos.
“Hoje estamos vendo muito mais pacientes jovens, na faixa de 20 a 30 anos, coisa que não se observava tanto em 2020. Também notamos que, entre os pacientes internados, aumentou a incidência de casos entre os homens”, completou.
Essa percepção sobre o rejuvenescimento dos pacientes de Covid-19 foi destacada recentemente também pelo secretário da Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.
“Antes eram idosos e portadores de doenças crônicas, o que chamamos de comorbidade. Hoje é de 60% mais jovens, na faixa de 30 a 50 anos, sem doença prévia”, disse Gorinchteyn ao jornal.
“E o tempo que estão ficando na UTI é maior. Tínhamos antes média de 7 a 10 dias de internação, agora está em 14 a 17 dias de internação no mínimo em UTI”, completou.
Casos mais graves e novas variantes
Roberto Kalil Filho, professor de cardiologia da Universidade de São Paulo (USP) e presidente do Conselho Diretor do InCor, em São Paulo, afirmou que também tem observado, empiricamente, cada vez mais pessoas jovens contaminadas pela Covid-19 – muitas evoluindo para quadros graves.
“Em agosto de 2020, por exemplo, a média de idade dos internados no InCor com Covid-19 era de 78 anos. Em fevereiro deste ano, essa idade caiu para 74 anos. Porém, agora vemos muito mais casos entre jovens”, afirmou.
Kalil afirmou que essa tendência também já foi observada em outros países, como o Reino Unido, onde estudos comparando a primeira e a segunda onda de casos de Covid-19 também observaram maior infecção em pacientes mais jovens no recrudescimento da doença.
Além dessa tendência de mudança etária das contaminações, Thaís Guimarães, médica infectologista e presidente da Comissão de Infectologia do Hospital das Clínicas, destaca ainda o fato de que cada vez mais pessoas precisam de atendimento médico ao mesmo tempo.
“O que temos visto são pacientes mais graves e que necessitam de mais ventilação mecânica. E, no caso das novas variantes, como elas são mais contagiosas fazem mais pessoas adoecerem ao mesmo tempo”, disse.
Ela destacou que isso contribui para o aumento da pressão sobre o sistema de saúde. “O que precisa ser contabilizado neste momento é o número de vagas que temos em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), porque isso significa a quantidade de respiradores que temos para atender as pessoas com insuficiência respiratória”, explicou.
Achatar a curva de casos
Kalil foi direto ao ponto quando questionado sobre o que precisa ser feito para evitar o colapso dos sistemas de saúde nesse momento crítico da pandemia no país.
“Ou se toma uma atitude mais radical, ou não sabemos onde se vai parar. O mês de março deve ser uma tragédia pelas projeções. Estamos em uma guerra contra o vírus e parece que ele está vencendo várias batalhas”, afirmou.
O médico destacou que a única ferramenta eficaz contra o vírus são as vacinas, mas que o país ainda não pode contar com o efeito delas para amenizar a situação porque o número de brasileiros imunizados é muito baixo. E apelou para que a população faça sua parte e se una para evitar aglomerações e, assim, frear o avanço da pandemia no país.
Já Suzana Lobo opinou que, com base na experiência de outros países, é preciso achatar a curva de contágio para evitar o colapso do sistema.
“Para problemas complexos, não há solução simples. Precisamos diminuir o número de casos para os hospitais darem conta de atender todo mundo”, indicou.
“Não adianta só restringir a circulação. Precisamos de um lockdown até acomodar todos os pacientes que já aguardam em filas de atendimento para, então, ir reabrindo aos poucos. Não vou dizer que o Brasil todo precisa, mas muitos estados já estão em situação crítica.”
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