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Dessoles diz que consultará população para escolha do nome. Dêva já se coloca como pré-candidato

Por Nill Júnior
Debate foi conduzido por Aldo Vidal

Dessoles defendeu voto em Bolsonaro e criticou Paulo Câmara e a pesquisa Múltipla. Dêva disse que já se coloca como nome do grupo mas que há outros quadros.

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta quinta-feira (9), os ex-prefeitos, Francisco Dessoles (Iguaracy) e Deva Pessoa (Tuparetama), falaram sobre a rotina e os trabalhos na oposição após deixarem os comandos do executivo de seus respectivos municípios.

Dessoles disse que tem se dedicado ao trabalho de advogado. Já Deva, que tem se dedicado ao Instituto Agronômico de Pernambuco – IPA, do qual ele é servidor, além de professor municipal afastado.

Sobre as ações na oposição, Dessoles disse estar ativo na vida pública, mas não se sente confortável em ficar “batendo” na gestão do prefeito Zeinha.

“Eu tenho claro, usado meu tempo para falar de política, mas de uma forma mais construtiva, diferente do tipo de perseguição de oposição que tenho sofrido ao longo do tempo”, disse. E considerou ter feito um bom trabalho dentro do que podia ser feito quando gestor.

Já Deva, disse que Tuparetama tem hoje uma oposição que trabalha fervorosamente para demonstrar à população os fatos que possivelmente venham a acontecer na gestão Sávio Torres.

Também defendeu sua gestão. “Sabemos das dificuldades pelos quais passam os municípios, mas entendemos que o período de 2013 a 2016 foi muito difícil para os prefeitos da região com a seca. Foi também período de crise financeira”, justificou.

“Em 2018 e 2019 praticamente não tivemos seca”, justificando que os atuais prefeitos estão em melhor posição do que eles.

Dessoles não se arrepende de voto em Bolsonaro. Perguntados sobre o seu voto em Bolsonaro, Dessoles justificou. “Votei com o mesmo sentimento de mudança que levou Bolsonaro à vitória. Eu acredito que essa equipe que está aí, vai mudar alguma coisa, não acredito que vá mudar tudo, mas eu tenho a convicção que vai mudar o nosso Brasil pra melhor, votei nessa expectativa. Não me arrependo”, afirmou Dessoles.

Questionado se será candidato nas eleições de 2020, Dessoles disse que primeiro é preciso consultar o grupo, depois a população de Iguaracy pra ver a aceitação do nome e então decidir o candidato.

“É lógico que estamos nessa luta e a gente não sabe dizer qual vai ser a nossa representação na próxima eleição. Posso dizer que conversaremos com o nosso grupo político e com a população, através de uma consulta séria, para então definir o nome que disputará as próximas eleições de Iguaracy”, disse.

Respondendo ao mesmo questionamento, Deva disse que tem vários nomes que podem surgir, mas que tem que ser uma candidatura discutida, analisada e que “todos da frente de oposição estejam unidos com esse propósito”.

“Nós já nos colocamos ai como pré-candidato, como um dos pré-candidatos, mas precisa ser discutido”, analisou.

Dessoles questionou a pesquisa do Instituto Múltipla divulgada pelo blog  mostrando aprovação de quase 80% para gestão do atual prefeito Zeinha Torres.

Realizada nos dias 11 e 12/04/2019, ela ouviu 220 moradores e aferiu que 77,7% da população aprova a gestão, com  intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,5%, segundo o instituto. Dessoles discordou dos números.

“O prefeito atual que tiver 50% de aprovação deve se considerar muito satisfeito. Não acredito nessa história de quase 80% de satisfação isso é um semideus. Se for assim pode cancelar a eleição e dar o paletó novo para o gestor”, afirmou Dessoles.

Deva disse que não iria discutir a pesquisa de Tuparetama, pelo fato de não ter sido divulgada oficialmente.

Sobre a gestão Paulo Câmara, Dessoles criticou, dizendo ser “um governo pequeno para Pernambuco”. A afirmação foi feita em comparação ao governo Eduardo Campos.

Já Deva defendeu o governo do Estado, dizendo que “o governo Eduardo foi diferenciado, pois ele tinha apoio do Governo Federal, além de uma maior dimensão”.

Outras Notícias

Afogados: Rubinho do São João é oficializado como Líder da Bancada Governista

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu na noite de ontem (05 de julho) para realizar sua décima nona sessão ordinária. Na pauta, vários requerimentos e projetos de lei, destaque para o requerimento 231/2017, de autoria do vereador Augusto Martins que solicita a pavimentação da área do Centro Desportivo onde é realizada […]

A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu na noite de ontem (05 de julho) para realizar sua décima nona sessão ordinária.

Na pauta, vários requerimentos e projetos de lei, destaque para o requerimento 231/2017, de autoria do vereador Augusto Martins que solicita a pavimentação da área do Centro Desportivo onde é realizada a Expoagro e o requerimento 228/2017, de autoria do vereador Luiz Bisorão que solicita um poço artesiano comunitário no sítio Corisco.

A Câmara de Vereadores também aprovou o requerimento 236/2017, de autoria de coletiva, que concede Voto de Aplauso para todos os associados e grupo de voluntários que compõe a ASAVAP – Associação de Saúde do Vale do Pajeú, pela conclusão da obra do lar do idoso. Na justificativa os vereadores destacaram o amor de todos os guerreiros (as) envolvidos (as) na trajetória de construção desta obra.

Líder de Bancada do Governo – Foi oficializado através do Presidente Igor Mariano (PSD) o nome do vereador Cícero Rubens de Lima Marinheiro, o Rubinho do São João,  como novo líder da bancada de governo. O vereador Rubinho agradeceu a confiança dos parlamentares e destacou que vai se empenhar ao máximo na nova função.

O golpe começou

Por Merval Pereira/O Globo Bolsonaro oficializou o golpe que pretende dar, acumpliciado pelos generais da reserva que o assessoram e pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, incapaz de reagir ao verdadeiro descalabro que foi a fala presidencial diante de embaixadores estrangeiros convidados para ser informados de que as eleições brasileiras são comumente fraudadas e que, […]

Por Merval Pereira/O Globo

Bolsonaro oficializou o golpe que pretende dar, acumpliciado pelos generais da reserva que o assessoram e pelo presidente da Câmara, Arthur Lira, incapaz de reagir ao verdadeiro descalabro que foi a fala presidencial diante de embaixadores estrangeiros convidados para ser informados de que as eleições brasileiras são comumente fraudadas e que, desta vez, isso só não acontecerá se as sugestões das Forças Armadas ao TSE forem acatadas.

Faz como o ex-presidente Donald Trump, seu espelho, que, ao perceber que perderia para o democrata Joe Biden, começou a levantar dúvidas sobre a contagem de votos, especialmente os votos pelo correio, uma tradição americana. 

Todos nós sabemos onde isso quer desaguar: numa tentativa de inviabilizar a eleição caso as últimas cartas tiradas da manga do ministro da Economia, Paulo Guedes, não consigam reverter a tendência do eleitorado a favor do ex-presidente Lula até o momento. 

Bolsonaro viola todas as leis, eleitorais e fiscais, para executar decisões eleitoreiras de última hora. Como é comum, seu timing político é apurado, mas defasado das necessidades dos cidadãos comuns. Se tivesse apoiado a vacinação em massa, teria uma reação favorável de parte do eleitorado que hoje o renega.

Se tivesse mantido o auxílio emergencial, sem querer acabar com a pandemia antes da hora, teria mais sucesso do que possivelmente terá com o aumento do Auxílio Brasil e dos vales gás, alimentação e diesel que está distribuindo um pouco tarde, quando a inflação descontrolou-se e comerá parte da “bondade”que está fazendo com o dinheiro da União em benefício próprio.

Reunir embaixadores para criticar nosso sistema eleitoral é mandar um aviso internacional de que pretende questionar o resultado das eleições se não for o vencedor. O que espanta, em Bolsonaro, é ele fazer coisas de que até Deus duvida. Já era assim quando militar subalterno e deputado federal do baixo clero.

Continua sendo o mesmo Bolsonaro de baixa extração no exercício da Presidência da República, aonde chegou por um equívoco histórico do eleitorado brasileiro, que acertou ao ver nele o candidato capaz de derrotar o petismo em 2018, mas errou ao considerá-lo capaz de exercer a Presidência de um país que precisava, e continua precisando, de um estadista para enfrentar seus graves problemas de desigualdade social. Esses problemas não serão resolvidos por auxílios emergenciais, bolsas disso ou daquilo, Bolsa Família ou Auxílio Brasil.

São remédios circunstanciais, não estruturais. Não vemos no país, desde o Plano Real, um programa de governo que seja de caráter permanente, estrutural. Não por acaso, o Plano Real continua vivo até hoje, baseado em premissas sólidas, que são atacadas há anos por governos de diferentes matizes, e mesmo internamente no PSDB, que hoje acolhe até bolsonaristas.

O PSDB não assumiu o lugar de partido de centro-esquerda original, nem foi capaz de conter o avanço da direita. Ao contrário, assumiu um papel de centro-direita que nunca foi dele e que o PT inventou para não ter competidor na esquerda social-democrata. Mas o Plano Real foi o único programa de governo depois da redemocratização que não se baseava em medidas populistas, embora fosse popular, e, por tocar no bolso do cidadão comum, teve a acolhida extraordinária que levou Fernando Henrique Cardoso a se eleger duas vezes, vencendo no primeiro turno.

Foi criado para resolver problemas estruturais do país, e não para dar soluções efêmeras a nossos graves problemas. Até mesmo os programas sociais criados no governo Fernando Henrique, que, unidos por uma boa cabeça marqueteira, transformaram-se no Bolsa Família, não tinham o caráter populista que marca esse tipo de programa.

Eram medidas paliativas, até que o país recuperasse sua capacidade de crescimento organizado e sustentável. Transformaram-se em programas permanentes, que foram sendo modificados à medida que os interesses eleitoreiros apareciam.

O tripé macroeconômico do Plano Real — câmbio flutuante, meta de inflação e meta fiscal — foi sendo flexibilizado em vários momentos, ora para forçar um crescimento artificial do PIB para eleger uma candidata, ora para arranjar mais dinheiro para investimentos fisiológicos capitaneados pela parte da classe política que apoia quem abre as burras da União, seja de maneira ilegal, por meio da corrupção, seja tornando legais mecanismos que são, no mínimo, imorais, como o orçamento secreto.

PF erradica 214 mil pés de maconha no Sertão de Pernambuco

A ação evitou a produção de aproximadamente 43 toneladas da droga Recife/PE – A Polícia Federal, entre os dias 13 e 20 de junho, deflagrou a Operação Polígono III, no sertão de Pernambuco, com o objetivo de reduzir a produção e oferta de maconha na região. A operação contou com o apoio da Polícia Militar […]

A ação evitou a produção de aproximadamente 43 toneladas da droga

Recife/PE – A Polícia Federal, entre os dias 13 e 20 de junho, deflagrou a Operação Polígono III, no sertão de Pernambuco, com o objetivo de reduzir a produção e oferta de maconha na região. A operação contou com o apoio da Polícia Militar de Pernambuco.

Durante a ação, foram localizados e destruídos 58 plantios, resultando na erradicação de cerca de 214 mil pés de maconha e na destruição de 16 mil mudas. As plantações foram encontradas em ilhas do Rio São Francisco, nas regiões de Orocó, Salgueiro, Cabrobó, Belém do São Francisco, Betânia, Flores, Carnaubeira da Penha e Parnamirim, todas em Pernambuco.

Além disso, uma plantação com 60 mil pés de maconha foi descoberta e destruída na Zona Rural de Itacuruba/PE, o que impediu a produção de aproximadamente 12 toneladas da droga.

Confira os resultados das operações de combate ao tráfico de drogas em Pernambuco em 2022:

Erradicação de 1.604.000 pés de maconha.

Prevenção da produção de 320 toneladas de maconha.

Apreensão de 5 toneladas de maconha pronta para o consumo.

Destruição de 320 plantios.

Resultados das operações de combate ao tráfico de drogas em Pernambuco em 2023:

Erradicação de 618.000 pés de maconha.

Prevenção da produção de 124 toneladas de maconha.

Destruição de 168 plantios.

Calumbi ganha patrol

O prefeito de Calumbi, Joelson, do Avante, comemorou a chegada de uma patrol ao município. O equipamento chegou esta manhã e vai auxiliar o município em ações na zona rural e urbana do município. Ele foi fruto de emenda do Deputado Federal Sebastião Oliveira, do Avante. “Agradecemos ao Deputado Sebastião Oliveira pela chegada dessa máquina […]

O prefeito de Calumbi, Joelson, do Avante, comemorou a chegada de uma patrol ao município.

O equipamento chegou esta manhã e vai auxiliar o município em ações na zona rural e urbana do município.

Ele foi fruto de emenda do Deputado Federal Sebastião Oliveira, do Avante.

“Agradecemos ao Deputado Sebastião Oliveira pela chegada dessa máquina que vai auxiliar muito na vida da população do nosso município”, disse o gestor.

Reforma trabalhista: comissão do Senado rejeita parecer favorável ao texto

202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto. Do G1 Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo […]

202Mesmo assim, a reforma seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça. Segundo líder do governo, a derrota ‘nada muda’ no plano do Planalto de aprovar o texto.

Do G1

Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado rejeitou nesta terça-feira (20), por 10 votos a 9, o relatório da reforma trabalhista elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), que era favorável ao texto aprovado pela Câmara.

No lugar do parecer de Ferraço, a comissão aprovou um texto alternativo, do senador oposicionista Paulo Paim (PT-RS). O relatório de Paim recomenda a rejeição integral da reforma.

O resultado representa uma derrota para o governo Michel Temer, que vê na reforma trabalhista uma das principais medidas para a área econômica.

Apesar de o texto do governo ter sido rejeitado na Comissão de Assuntos Sociais, a reforma trabalhista ainda vai passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, por fim, pelo plenário do Senado.

Segundo a Mesa Diretora do Senado, os relatórios da CAE, CAS e CCJ vão servir de orientação para a votação em plenário. O texto que vai ser analisado em plenário é a matéria que veio da Câmara.

Após o fim da sessão na CAS, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou que o resultado “não deixa de ser uma derrota” para o governo. Na avaliação dele, porém, “nada muda”, porque os três relatórios – da CAE, da CAS e da CCJ – serão enviados a plenário e analisados separadamente.

“Os três relatórios irão para o plenário. Não muda nada, não muda a posição do governo, não muda o plano de aprovar”, disse.

Para Jucá, o governo perdeu votos na comissão com a ausência do senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e os votos contrários de Otto Alencar (PSD-BA), Hélio José (PMDB-DF) e Eduardo Amorim (PSDB-SE), todos da base do governo.

A reforma foi enviada ao Congresso pelo presidente Michel Temer no ano passado. Um dos principais dispositivos do projeto é estabelecer pontos que poderão ser negociados entre patrões e empregados. Em caso de acordo coletivo, esses pontos passam a ter força de lei.

No Senado, o texto já havia sido aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Na última terça-feira (13), o relator Ricardo Ferraço leu parecer favorável à aprovação da reforma. Ele rejeitou todas as emendas que haviam sido apresentadas ao texto e manteve todo teor do projeto que foi aprovado pela Câmara.

Sessão tumultuada

A sessão da Comissão de Assuntos Sociais teve momentos de debates acalorados entre senadores desde o início.

Logo que a sessão foi aberta, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) fez críticas à votação do projeto em um momento que, para ele, é inoportuno, porque o Brasil passa por uma crise. “Não vamos dar ares de normalidade ao que está acontecendo aqui. Isso é um escândalo”.

A presidente da comissão, Marta Suplicy (PMDB-SP), respondeu em tom ríspido e, ao ser confrontada com um pedido de “calma”, afirmou que não tinha que se acalmar. Em seguida, ela disse para Lindbergh: “Olha o machismo e seu cuida, tá?” (veja o vídeo abaixo).

A senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), que fez discurso contrário à aprovação do parecer de Ferraço, também bateu boca com a presidente da comissão. Para ela, Marta Suplicy, que veio do PT, estaria incomodada em conduzir a aprovação do projeto. “Se a senhora está incomodada, retire-se da comissão”, afirmou. Marta respondeu que não está incomodada e que faz o trabalho de presidente do colegiado.

Críticas de Renan

O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi outro senador do mesmo partido de Temer a criticar a reforma trabalhista. Durante a sessão, ele disse que a proposta causará “males” ao país.

“Quando nós somarmos essa reforma trabalhista – com o que de maldade ela contém – com a reoneração de setores da economia, vamos ter um desemprego alarmante no Brasil”, afirmou.

Nesse momento, Jucá, antigo aliado de Renan, rebateu as críticas do colega. “Não se está abrindo a porteira, é falta de responsabilidade dizer isso. Retirar décimo terceiro, não é verdade. Estamos fazendo um ajuste para melhorar a situação de empregabilidade do país”, afirmou, argumentando que o projeto também não trará redução de salários.

Veja como cada senador da CAS votou no relatório de Ferraço:

  • Hélio José (PMDB): Não
  • Waldemir Moka (PMDB): Sim
  • Elmano Férrer (PMDB): Sim
  • Airton Sandoval PMDB): Sim
  • Ângela Portela (PDT): Não
  • Humberto Costa (PT): Não
  • Paulo Paim (PT): Não
  • Paulo Rocha (PT): Não
  • Regina Souza (PT): Não
  • Dalírio Beber (PSDB): Sim
  • Eduardo Amorim (PSDB): Sim
  • Flexa Ribeiro (PSDB): Sim
  • Ricardo Ferraço (PSDB): Sim
  • Ana Amélia (PP): Sim
  • Otto Alencar (PSD): Não
  • Lídice da Matta: Não
  • Randolfe Rodrigues (Rede): Não
  • Cidinho Santos (PR): Sim
  • Vicentinho Alves (PR): Sim