Desemprego recua para menor nível histórico e ocupação bate recorde, aponta IBGE
Trabalhadores rurais de várias regiões de Pernambuco participam, nesta terça-feira (14) da reunião do Conselho Deliberativo da Federação dos Trabalhadores Rurais no Estado de Pernambuco (Fetape). Considerado o mais importante encontro da categoria, o evento contou com diversas lideranças políticas, entre elas o senador Humberto Costa, líder do PT no Senado Federal e coordenador da […]

Trabalhadores rurais de várias regiões de Pernambuco participam, nesta terça-feira (14) da reunião do Conselho Deliberativo da Federação dos Trabalhadores Rurais no Estado de Pernambuco (Fetape). Considerado o mais importante encontro da categoria, o evento contou com diversas lideranças políticas, entre elas o senador Humberto Costa, líder do PT no Senado Federal e coordenador da campanha da presidenta Dilma Rousseff em Pernambuco. Durante o evento, que acontece em Carpina, na Mata Norte do Estado, dezenas de sindicatos e movimentos sociais do interior afirmaram o apoio à candidatura de Dilma para o segundo turno.
Além de Humberto Costa, participam também da reunião o ministro-chefe da Secretaria-geral da Presidência, Gilberto Carvalho; o presidente da Fetape, Doriel Barros, além de prefeitos e vereadores de municípios pernambucanos. A plenária reforçou a decisão da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que na última quinta-feira também declarou apoio à campanha presidencial do PT.
Durante pronunciamento, o senador fez questão de lembrar o apoio dos governos Lula e Dilma aos trabalhadores rurais. “Todos vocês sabem porque devemos reeleger a presidente Dilma. Conquistamos avanços importantes que olhou para os trabalhadores rurais e para a agricultura familiar, aqueles que vivem no campo”, lembrou Humberto. “Nosso governo, no essencial, representa os pobres, oprimidos e esses trabalhadores do Brasil”, ressaltou.
O cientista político Michel Zaidan, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) que acompanhou a reunião, fez questão de manifestar a importância de debates como esse, promovido pela Fetape. “Principalmente nesta época. Os sindicatos devem lembrar a luta de classes e como o atual governo apoiou tanto essa questão”, citou. O encontro segue em Carpina até o final da tarde.
A decisão de Donald Trump de taxar em 50% produtos brasileiros, alegando perseguição a Jair Bolsonaro é na verdade um tiro no pé do ex-presidente. Isso porque a decisão gera efeitos principalmente para os setores econômicos mais alinhados ao bolsonarismo, como a siderurgia nacional e o agronegócio. Bolsonaro será certamente pressionado pelos setores econômicos para […]
A decisão de Donald Trump de taxar em 50% produtos brasileiros, alegando perseguição a Jair Bolsonaro é na verdade um tiro no pé do ex-presidente.
Isso porque a decisão gera efeitos principalmente para os setores econômicos mais alinhados ao bolsonarismo, como a siderurgia nacional e o agronegócio.
Bolsonaro será certamente pressionado pelos setores econômicos para voltar a Trump e tentar fazer com que ele aborte as medidas. Todo o setor produtivo será afetado e isso caíra na conta de Bolsonaro, Eduardo e entorno. É o tiro pela culatra.
Se Trump já é mais rejeitado que apoiado dentro do seu país hoje, pelas medidas sem pé nem cabeça, imagina no Brasil. A sociedade brasileira rejeita intromissões que ameacem nossa soberania. No Canadá e México, as ameaças de Trump, ao contrário, aumentaram a rejeição americana nesses territórios. Aqui não será diferente.
No mais, Eduardo e Bolsonaro jogam os setores econômicos a um apoio, mesmo sem alinhamento ideológico, à política de relações econômicas do Brasil, que vinha buscando uma relação civilizada e justa, apesar das diferenças, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin. Agora, por pressão de Bolsonaro e Eduardo, isso cai por terra.
No campo jurídico, a fala de Trump tem zero impacto. As investigações não sofrerão descontinuidade.
Lula já havia capitalizado, pelo que começaram a dizer as pesquisas, o embate com o Congresso, Hugo Motta e Alcolumbre, no debate do IOF e na rejeitada decisão de aumento de deputados, além das tentativas de rasteira do Centrão contra as emendas impositivas. Agora, a carta de Trump a Lula vai reforçar o sentimento de que a direita se alinha a Trump contra o pais, empresas e empregos gerados. O efeito será inverso.
A análise foi tema de meu comentário no Sertão Notícias, na Cultura FM. Assista:
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O País está prestes a ganhar mais uma área de livre comércio de importação e exportação. Depois de quase meio século da implantação da Zona Franca de Manaus, na região Norte, o Nordeste poderá receber uma nova área com incentivos fiscais especiais. A comissão especial que analisará a criação da Zona Franca do Semiárido Nordestino, […]
O País está prestes a ganhar mais uma área de livre comércio de importação e exportação. Depois de quase meio século da implantação da Zona Franca de Manaus, na região Norte, o Nordeste poderá receber uma nova área com incentivos fiscais especiais.
A comissão especial que analisará a criação da Zona Franca do Semiárido Nordestino, resultado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 19/11, já foi instalada na Câmara dos Deputados. A área, que, segundo a proposta, será sediada no município de Cajazeiras (PB), irá abranger, também, municípios dos estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte e Ceará.
O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB/PE) será o relator da comissão especial que analisará a criação da Zona Franca do Semiárido. “Há pouco tempo, prorrogamos a Zona Franca de Manaus por 50 anos, que é quem sustenta o Norte do Brasil. Por isso, temos que olhar para o Semiárido”, ressaltou.
A nova zona franca, de acordo como texto, que será semelhante a de Manaus, terá benefícios fiscais pelo prazo de 30 anos. Caberá ao Governo Federal demarcar a extensão da região, com um raio mínimo de 100 quilômetros, a partir de Cajazeiras.
Segundo dados do Ministério da Integração, o semiárido tem uma área de mais de 981 mil quilômetros quadrados, abrangendo 1.134 municípios dos nove estados do Nordeste. No total, são mais de 22 milhões de habitantes.
O chefe de gabinete da prefeitura de Afogados da Ingazeira, Rui Acioly, está deixando o governo Totonho Valadares. Este blog apurou que o prefeito Totonho teria convidado o petista a deixar o cargo. Os motivos seriam políticos : Rui é tido como integrante da “ala radical” do PT em Afogados, que questiona o governo municipal […]
O chefe de gabinete da prefeitura de Afogados da Ingazeira, Rui Acioly, está deixando o governo Totonho Valadares. Este blog apurou que o prefeito Totonho teria convidado o petista a deixar o cargo.
Os motivos seriam políticos : Rui é tido como integrante da “ala radical” do PT em Afogados, que questiona o governo municipal a exemplo de Emídio Vasconcelos. Nilson Macário, Presidente da legenda e da chamada “ala moderada e governista”, continua.
O partido deve se reunir nos próximos para decidir se é ou não governo. Por enquanto, o PT consegue ao mesmo tempo “ser e não ser” ligado ao governo Totonho.
Ângelo Ferreira tenta sair na frente na indicação de cargos: O Deputado Estadual eleito Ângelo Ferreira(PSB) já está articulando junto à sua base de prefeitos no Pajeú a construção de um eixo político para ter peso na indicação de cargos nos órgãos regionais de Afogados da Ingazeira. A atitude estaria deixando insatisfeitos outros socialistas como o prefeito Totonho Valadares, que considera “precipitação”.
Em 27 de novembro de 2006.
O ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad foi morto nos ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel ao Irã, neste sábado (28), noticiou a mídia estatal iraniana. Ahmadinejad era um linha-dura conhecido por liderar uma repressão sangrenta contra manifestantes após sua controversa reeleição, em 2009. Críticos do regime contestaram a vitória e alegaram fraude eleitoral generalizada. Milhões […]
O ex-presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad foi morto nos ataques conjuntos de Estados Unidos e Israel ao Irã, neste sábado (28), noticiou a mídia estatal iraniana.
Ahmadinejad era um linha-dura conhecido por liderar uma repressão sangrenta contra manifestantes após sua controversa reeleição, em 2009.
Críticos do regime contestaram a vitória e alegaram fraude eleitoral generalizada.
Milhões de iranianos foram às ruas em protesto. Mas o regime rejeitou a realização de novas eleições, intensificou a censura e reprimiu os manifestantes, o que resultou em dezenas de mortes e milhares de detenções.
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