Desafios de Márcia Conrado para acomodar aliados no governo 2.0
Por André Luis
Reeleita com um dos palanques mais amplos de Pernambuco, a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), enfrenta um desafio proporcional ao tamanho de sua base política: acomodar os aliados no chamado governo 2.0.
A análise publicada pela Coluna do Domingão, do Blog, neste domingo (8), aponta que a composição do primeiro e segundo escalões do próximo mandato não será suficiente para contemplar todos os grupos que apoiaram a prefeita. O cenário exige uma gestão cuidadosa para evitar descontentamentos e manter a unidade da ampla coligação que garantiu sua reeleição.
Márcia Conrado terá que lidar com as expectativas dos diferentes setores que integram sua base, equilibrando interesses e evitando desgastes políticos. O processo de distribuição de cargos e funções será fundamental para consolidar seu segundo mandato e manter o apoio necessário para a continuidade de seu projeto de gestão.
Após o Senado votar pela admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa questionou a maneira como o processo foi conduzido e, embora tenha admitido que Dilma falhou como presidente, disse que Michel Temer não tem legitimidade para governar o País. Para ele, o ideal seria […]
Após o Senado votar pela admissibilidade do processo de impeachment de Dilma Rousseff, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa questionou a maneira como o processo foi conduzido e, embora tenha admitido que Dilma falhou como presidente, disse que Michel Temer não tem legitimidade para governar o País. Para ele, o ideal seria que novas eleições fossem convocadas, mas admitiu que dificilmente o STF aprovaria algo desse tipo.
Barbosa participou nesta quinta-feira (12) de evento em São Paulo, para o qual foi convidado para discorrer sobre as instituições brasileiras. Afirmou ter sido uma coincidência o evento ter caído no mesmo dia em que o Senado votou o processo de impeachment. Aproveitou, portanto, para fazer algumas provocações aos parlamentares. “Tenho sérias duvidas quanto à integridade e à adequação desse processo pelo motivo que foi escolhido. Se a presidente tivesse sendo processada pelo Congresso por sua cumplicidade e ambiguidade em relação à corrupção avassaladora mostrada no País nos últimos anos, eu não veria nenhum problema. Mas não é isso que está em causa”, afirmou.
Para Barbosa, o descumprimento de regras orçamentárias, principal motivo apontado no pedido de impeachment, não é forte o suficiente para afastar um presidente. “Temos um problema sério de proporcionalidade, pois a irresponsabilidade fiscal é o comportamento mais comum entre nossos governantes em todas as esferas. Vejam a penúria financeira dos nossos Estados, o que é isso senão fruto da irresponsabilidade orçamentária dos governadores”, provocou.
O ex-ministro reconheceu que, “do ponto de vista puramente jurídico”, o impeachment pode ser justificado, mas disse que tem “dúvidas muito sinceras” quanto à sua “justeza e ao acerto político que foi tomado para essa decisão”. “O impeachment é a punição máxima a um presidente que cometeu um deslize funcional gravíssimo. Trata-se de um mecanismo extremo, traumático, que pode abalar o sistema político como um todo, pode provocar ódio e rancores e tornar a população ainda mais refratária ao próprio sistema político”, alertou Barbosa.
Ele também não poupou críticas a Dilma Rousseff. Para ele, a petista não soube conduzir o País, não soube se comunicar com a população, fez péssimas escolhas e limitou-se a governar para seu grupo político e aliados de ocasião. “Não digo que ela compactuou abertamente com segmentos corruptos em seu governo, em seu partido e em sua base de apoio, mas se omitiu, silenciou-se, foi ambígua e não soube se distanciar do ambiente deletério que a cercava, não soube exercer comando e acabou engolida por essa gente”, disse.
Apesar das críticas a Dilma, Barbosa afirmou que Temer não tem legitimidade para governar o Brasil. “É muito grave tirar a presidente do cargo e colocar em seu lugar alguém que é seu adversário oculto ou ostensivo, alguém que perdeu uma eleição presidencial ou alguém que sequer um dia teria o sonho de disputar uma eleição para presidente. Anotem: o Brasil terá de conviver por mais 2 anos com essa anomalia”, afirmou o ex-ministro, que também criticou o PSDB. “É um grupo que, em 2018, completará 20 anos sem ganhar uma eleição”.
A solução, disse Barbosa, seria a convocação de novas eleições. “Eliminaria toda essa anomalia e o mal estar com o qual seremos obrigados a conviver nos próximos dois anos”. Admitiu, no entanto, que provavelmente o STF rejeitaria a aprovação no Congresso de uma emenda constitucional para a convocação de novas eleições. Diante disso, afirmou que Dilma deveria ter renunciado há alguns meses, sob a condição de que Temer fizesse o mesmo e, assim, o Congresso fosse obrigado a convocar novas eleições, sem necessidade de emendas.
Ao fim de sua palestra, Barbosa ressaltou que está preocupado com o futuro das instituições brasileiras. “Eu me pergunto se esse impeachment não resultará em golpe certeiro em nossas instituições, eu me pergunto se elas não sairão fragilizadas, imprestáveis”, questionou. “E vai aqui mais uma provocação: quem, na perspectiva de vocês, vai querer investir em um País em que se derruba presidente com tanta ligeireza, com tanta facilidade e com tanta afoiteza? Eu deixo essa reflexão a todos”, concluiu.
A Feira de Negócios de Tabira – FENET é uma feira com oportunidade reais de negócios, que reúne eventos sociocultural e econômicos, com uma visão macro estratégica de desenvolvimento municipal e regional. Será realizada nos dias 28, 29 e 30 de setembro de 2023, no estádio O Cordeirão, com a expectativa de um público superior […]
A Feira de Negócios de Tabira – FENET é uma feira com oportunidade reais de negócios, que reúne eventos sociocultural e econômicos, com uma visão macro estratégica de desenvolvimento municipal e regional.
Será realizada nos dias 28, 29 e 30 de setembro de 2023, no estádio O Cordeirão, com a expectativa de um público superior a 25 mil pessoas, mobilizando o comércio local, a rede hoteleira e gastronômica da cidade e região. Com uma média de oitenta empresas expositoras dos mais variados ramos de atividade econômica, além de fomentar a cultura local e regional do verso, prosa, poesia e repente.
A FENET vem em um processo de expansão em sua 6ª edição. Até a 4ª edição era vivenciada como Feira do Empreendedor. Retomando as atividades pós-pandemia, a edição de 2022, consolidada entre uma das maiores feiras de negócios do interior de Pernambuco e Paraíba.
A FENET é a junção de empreendimentos do comércio, serviços, indústria com destaque nas áreas de alimentos, produtos de limpeza, quadros decorativos, impressão de fotografias, porcelana, entre outros. Assim como os artistas do artesanato, da poesia e do repente de exporem o que tem de melhor para o público presente, gerando assim oportunidades de negócios nos dias de feira e pós-FENET.
Destacando-se no cenário de feiras do Estado de Pernambuco e Nordeste, uma feira realizada com projeção não só para a indústria que está presente em Tabira, mas também no interior, mostrando assim a força e capacidade dos empreendimentos locais.
Tabira é concebida em sua história pela feira livre, onde já recebeu a denominação de Toco do Gonçalo, antes de receber o nome atual da cidade, possui um comércio forte e um segmento industrial em ascensão.
A CDL Tabira, entidade promotora da feira, possui mais de 130 empresas associadas. A cidade é polo no Pajeú devido a sua força comercial que também é puxada pela maior feira de gado do interior do estado realizada semanalmente há décadas, assim como o grande número de cidadãos tabirenses que todos os meses estão espalhados pelo Brasil, vendendo produtos e serviços produzidos principalmente por empreendimentos locais, hoje estima-se mais de 5 mil vendedores tabirenses que saem todos os meses da cidade e injetam milhares de reais na economia local.
A FENET se consolida como uma vitrine que dá mais visibilidade a produtividade e ao empreendedorismo tabirense e regional fazendo com que as empresas locais ultrapassem fronteiras ainda mais distantes com atendimento comercial ainda mais abrangente.
Nesse sentido, realizar a FENET justifica-se pelo sucesso que foi a edição de 2022, superando todas as expectativas de público, negócios e principalmente de empresas envolvidas com sucesso de negócios e projeções de crescimento, além da possibilidade de dar mais visibilidade às empresas expositoras: Comércio e indústria. Visa, também, atrair mais demanda de produção para as indústrias e visitação ao comércio, visto que Tabira, segundo o SEBRAE, tem mais de 180 CNAIS de Indústria em Tabira, registradas na base de dados da FIEPE, 48 indústrias.
A FENET 2023 possibilitará a criação de novos negócios e também mercados, onde o público presente poderá acompanhar as novidades, mas também variedade de produtos e serviços disponíveis através de empresas, muitas delas genuinamente tabirenses e sertanejas, o que valoriza e mostra a capacidade e coragem de empreender distante dos grandes centros urbanos que são as capitais e regiões metropolitanas. Trazendo assim desenvolvimento, sustentabilidade e geração de emprego e renda para o interior.
Assim como a FENET se torna um evento turístico visto o fluxo de turistas/visitantes da região do Pajeú, como também o Sertão e Cariri Paraibano, além de outras regiões e estados, mobilizando as cidades circunvizinhas com a movimentação da rede hoteleira e gastronômica, gerando assim emprego e renda.28, 29 e 30 de setembro de 2023.
Local: Estádio de futebol O Cordeirão (mais de 7.000m² de área)
Novidades esse ano piso sintético em toda área de corredores da Feira; estandes com elevação; sistema de segurança e monitoramento 24h.
A FENET vai contar com a parceria do Sebrae para apresentações e realização de rodadas de negócios, sala de negócios e praça de alimentação. A programação do evento será distribuída em três dias, sendo aberto ao público gratuitamente das 19h às 22h.
Feira de Negócios de Tabira (FENET), no Sertão pernambucano. O objetivo é fomentar o desenvolvimento do comércio local em convergência com a indústria. As informações são do Blog do Marcello Patriota.
O Ministério Público de Contas encaminhou ofício para a Amupe alertando os prefeitos pernambucanos para que evitem promover gastos durante as festas juninas sem que o pagamento dos salários dos servidores esteja em dia. O órgão alerta que o pagamento aos servidores vale para todas as categorias, incluindo os que trabalham em cargos comissionados. De […]
O Ministério Público de Contas encaminhou ofício para a Amupe alertando os prefeitos pernambucanos para que evitem promover gastos durante as festas juninas sem que o pagamento dos salários dos servidores esteja em dia.
O órgão alerta que o pagamento aos servidores vale para todas as categorias, incluindo os que trabalham em cargos comissionados. De acordo com informações do Ministério Público de Contas, várias prefeituras estão atrasando os salários dos comissionados e temporários.
“Este ministério Público de Contas está ciente das graves dificuldades financeiras dos municípios de nosso Estado. Em paralelo, acompanhamos com preocupação os atrasos recorrentes no pagamento de folha salarial de servidores municipais”.
Mas alerta que prefeituras nessa situação cometem violação aos princípios da administração pública especialmente aos princípios da eficiência e moralidade administrativa casos em que prefeituras em atraso realizem gastos com São João, especificamente festividades e shows no período”.
O Ministério Público de Contas já adiantou que irá pedir ao Tribunal de Contas a rejeição das contas de cada prefeito que utilizar deste artifício.
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado assinou nesta quinta-feira, 14 de maio, a ordem de serviço para pavimentação de cinco ruas no bairro da Cohab. A iniciativa terá um investimento de R$ 1,5 milhão de reais, através de parcela de emenda do senador da República, Humberto Costa. Nesta primeira etapa serão pavimentadas as ruas […]
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado assinou nesta quinta-feira, 14 de maio, a ordem de serviço para pavimentação de cinco ruas no bairro da Cohab. A iniciativa terá um investimento de R$ 1,5 milhão de reais, através de parcela de emenda do senador da República, Humberto Costa.
Nesta primeira etapa serão pavimentadas as ruas Honorina Alves de Lima, Maria da Penha da Silva, José Albérico de Souza, além das travessas João de Souza Santos e Edimicio Luiz da Silva (travessa Rita Eliodoro). Quando a emenda do senador Humberto Costa atingir a sua totalidade, cerca de R$ 7 milhões, serão pavimentadas mais 17 ruas, nos bairros da Caxixola e Quitandinha.
“Para alguns, assinar a ordem de serviço de pavimentação de ruas é um mero documento, uma simples assinatura. Mas eu sou diferente, eu faço questão de vir aqui, olhar no olho de cada uma e cada um de vocês e dizer que o que assinamos hoje vai entregar dignidade, segurança e cuidado, de uma gestão que melhora a vida do povo de Serra Talhada com muito trabalho”, frisou a prefeita Márcia Conrado.
Ainda em janeiro, a prefeita Márcia Conrado lançou um desafio: entregar 50 novas ruas até junho, já foram inauguradas 29 delas. Com essas cinco ruas que tiveram sua ordem de serviços dadas ontem, Serra Talhada tem 28 logradouros sendo pavimentados simultaneamente. “É o reflexo do compromisso com o povo, do trabalho de quem dorme tarde e acorda cedo. Agradeço ao senador de Serra Talhada, Humberto Costa, pelo compromisso com nosso município. Vamos seguir em frente porque ainda temos muitas vidas para melhorar”, concluiu Márcia Conrado.
A nova pesquisa Quaest, divulgada na última semana, mostra como dado mais impressionante que 66% dos brasileiros são contra a candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição em 2026. Enquanto isso, 65% dizem que Bolsonaro (PL) também deveria abrir mão de concorrer e apoiar outro candidato. Só 32% apoiam candidatura de Lula à reeleição, e […]
A nova pesquisa Quaest, divulgada na última semana, mostra como dado mais impressionante que 66% dos brasileiros são contra a candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição em 2026.
Enquanto isso, 65% dizem que Bolsonaro (PL) também deveria abrir mão de concorrer e apoiar outro candidato.
Só 32% apoiam candidatura de Lula à reeleição, e 26%, a de Bolsonaro.
Mais uma vez, Lulismo e Bolsonarismo vão se encontrar nas urnas e a população vai definir pelo menos rejeitado.
Isso porque mesmo se Bolsonaro não puder concorrer, vai ter um nome alinhado à sua vontade e não de um determinado modelo político: não for ele, será Michelle Bolsonaro ou outro nome do seu espectro. Bolsonaro não considera nem Tarcísio de Freitas, o mais moderado dos quadros próximos a ele.
Já do lado de Lula, o único caminho parece ser melhorar a popularidade até ano que vem. Como o PT não confia em ninguém fora dos seus quadros – vide o que fez com Ciro Gomes e a arapongagem com Eduardo – lhe resta praticamente zero opção. Haddad, o candidato de 2018, sangra diante das dificuldades de implementar sua agenda econômica, paga o preço da má comunicação no episódio do pix e do IOF.
O mais complicado, não aparece ninguém com um real projeto de pais que rompa a bolha da polarização. Ciro Gomes, por exemplo, vice tentando, em vão.
Isso sem contar em uma Câmara e um Senado em.sua maioria fisiologista, com único olhar para carcomer o país economicamente, acabar a pauta ambiental e desequilibrar a relação entre os poderes. Não é errado dizer que o Congresso manda no país com orçamento secreto, derrubada de vetos e imposição de pautas anti nacionais.
Ou seja, o Brasil chegou a uma enorme encruzilhada sobre seu futuro.
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