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Márcia debate mudanças climáticas em fórum ambiental de prefeitos na Argentina

Por Nill Júnior

A prefeita Márcia Conrado e o secretário municipal de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues, representam a cidade de Serra Talhada no I Encontro do Fórum de Prefeitos e Prefeitas promovido pelo Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia (GCoM) na América Latina, projeto financiado pela União Europeia, que acontece até esta sexta-feira (21), na cidade de Buenos Aires, na Argentina.

O Fórum de Prefeitos é uma nova instância de governança do Pacto de Prefeitos na América Latina, que reúne prefeitos e prefeitas de municípios signatários do Pacto localizados em diversos países da região e que se destacam pelo trabalho e compromisso com a mudança climática. Seu objetivo é fortalecer a voz das cidades na estratégia e prioridades de apoio do Pacto na América Latina.

O município de Serra Talhada faz parte do grupo das 130 cidades brasileiras membros do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia. Do total de municípios, apenas duas foram selecionadas para o Fórum: Serra Talhada-PE e Salvador-BA. “Nosso município vem se destacando dentro das pautas ambientais, adotando estratégias e ações significativas, superando importantes passos para reduzir os impactos da crise climática e trabalhando para construir uma cidade mais sustentável para as próximas gerações. E é com esse objetivo de fortalecer cada vez mais a nossa política ambiental que estamos representando Serra Talhada, Pernambuco e o Brasil no fórum de prefeitos da América Latina em Buenos Aires, uma oportunidade para discutirmos os melhores caminhos contra as mudanças climáticas e os impactos sobre nossas vidas”, comentou a prefeita Márcia Conrado.

O secretário de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues, detalhou as iniciativas implementadas em Serra Talhada que estão sendo compartilhadas com outras cidades e países. “O fórum discute as dificuldades que o mundo enfrenta para colocar em prática as ações que amenizem às mudanças climáticas, um momento bastante importante de troca de experiência com outras cidades e outros países, conhecendo as dificuldades de cada um e podendo apresentar as ações exitosas de Serra Talhada, como os nossos planos de arborização urbana, de ação climática, de educação ambiental, o programa Arboriza Serra, o Disque Verde que vamos implantar, a coleta seletiva, nossa meta de ciclofaixa, a substituição do parque de iluminação por LED e as áreas verdes que estão sendo implantadas na cidade, entre inúmeras outras iniciativas. A partir desse fórum serão tirados encaminhamentos para a COP-27, que vai debater de forma global todos os problemas relacionados à ação climática e a energia”, explicou o.

A participação da prefeita Márcia Conrado no encontro está sendo financiada pela União Europeia, incentivadora do Pacto Global de Prefeitos pelo Clima e a Energia (GCoM) na América Latina.

Outras Notícias

Teresa ironiza André: “faça um gargarejozinho”

A candidata ao Senado,   Teresa Leitão,  do PT, aproveitou a ausência do candidato André de Paula, do PSD,  ao debate da Maranata FM, para ironizá-lo. André se ausentou alegando um problema de garganta.  “Está sem voz”, afirmou sua assessoria. “Quero desejar melhoras ao candidato André de Paula.  Faça um gararejozinho com Água Rabelo, que é bom […]

A candidata ao Senado,   Teresa Leitão,  do PT, aproveitou a ausência do candidato André de Paula, do PSD,  ao debate da Maranata FM, para ironizá-lo.

André se ausentou alegando um problema de garganta.  “Está sem voz”, afirmou sua assessoria.

“Quero desejar melhoras ao candidato André de Paula.  Faça um gararejozinho com Água Rabelo, que é bom para as cordas vocais”, ironizou.

Ainda cutucou:  “Tem gente chateada porque digo que sou Senadora de Lula.  Porque sou do PT. Tenho é orgulho”. Ainda acusou o candidato de “sofrer do mesmo mal de Marília”: debatite.

Americanas descumpre decreto e é fechada

Em cidades do interior e até em alguns grandes centros, as Americanas tentaram descumprir o decreto estadual de fechamento do comércio a partir de hoje, com abertura apenas dos serviços essenciais. Em Afogados da Ingazeira, a Polícia Militar teve que ir ao local para fazer cumprir o decreto. O gerente teve que prestar esclarecimentos. Uma […]

Em cidades do interior e até em alguns grandes centros, as Americanas tentaram descumprir o decreto estadual de fechamento do comércio a partir de hoje, com abertura apenas dos serviços essenciais.

Em Afogados da Ingazeira, a Polícia Militar teve que ir ao local para fazer cumprir o decreto. O gerente teve que prestar esclarecimentos.

Uma outra preocupação é com as cidades que mantiveram as feiras livres. Iguaracy no Pajeú é uma das cidades a tomar a medida.

Mas há preocupação com aglomerações comuns nas outras cidades. A PM teve algum trabalho para, por exemplo, obrigar o fechamento de bares e restaurantes em cidades como Tuparetama.

“Pernambuco nunca teve tanto dinheiro. O que falta é gestão”, diz Deputado

O deputado estadual Mário Ricardo (Podemos) fez duras críticas à gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), nesta segunda-feira (20), em entrevista à Rádio Folha. Ao comentar o impasse envolvendo a Lei Orçamentária Anual (LOA) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o parlamentar afirmou que o problema do estado não é falta de recursos, mas sim […]

O deputado estadual Mário Ricardo (Podemos) fez duras críticas à gestão da governadora Raquel Lyra (PSD), nesta segunda-feira (20), em entrevista à Rádio Folha.

Ao comentar o impasse envolvendo a Lei Orçamentária Anual (LOA) na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), o parlamentar afirmou que o problema do estado não é falta de recursos, mas sim de administração.

“Pernambuco nunca teve tanto dinheiro. O que falta é gestão, planejamento e execução de verdade”, declarou. Apesar de falar que mantém respeito pessoal pela governadora, Mário Ricardo repreendeu a condução política da gestão Lyra. Para ele, o governo tem priorizado o debate político em detrimento da execução de ações concretas.

“O governo está se desculpando com essa discussão. Mas não é isso que impede o Estado de andar. Tem dinheiro e tem ferramentas para agir”, assegurou o deputado.

O parlamentar também afirmou que a gestão tem foco eleitoral antecipado. “Desde o primeiro momento, se pensou na reeleição e não na gestão. O discurso é uma coisa, mas a prática mostra outra”, disse.

Sobre o embate em relação à Lei Orçamentária, Mário Ricardo ainda destacou que o orçamento já foi aprovado dentro do prazo, ainda em 2025, agora com a polêmica girando em torno do percentual de remanejamento pedido pelo governo.

O deputado também destacou que a própria base governista votou a favor da redução do percentual nas comissões e em plenário. “Se não estava de acordo com o que a governadora queria, faltou articulação com a própria base. Foi tudo aprovado normalmente”, afirmou.

Mário Ricardo reforçou que atua com independência política, mesmo após deixar o Republicanos e se filiar ao Podemos, partido que integra a base da governadora. Ele afirmou que sua posição foi previamente alinhada dentro da legenda. “Minha formação política sempre foi independente. Apoio o que é positivo e critico o que é negativo”.

O deputado também confirmou apoio a João Campos na disputa pelo governo do Estado. “Eu acredito que João tem capacidade de ser um grande governador. Por isso estou ao lado dele”, afirmou.

Contas públicas acumulam resultado negativo de R$ 1,1 bilhão até agosto

Agência Brasil – O setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 7,310 bilhões, em agosto, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (30). No mesmo mês de 2014, houve déficit primário de R$ 14,460 bilhões. O governo tem uma meta de […]

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Agência Brasil – O setor público consolidado – governos federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 7,310 bilhões, em agosto, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (30). No mesmo mês de 2014, houve déficit primário de R$ 14,460 bilhões.

O governo tem uma meta de superávit primário, economia de recursos para pagar os juros da dívida pública, de 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, este ano. Desse total do setor público, 0,10% correspondem ao Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência). O superávit primário ajuda a conter o endividamento do governo, no médio e no longo prazos.

Mas o governo não conseguiu fazer essa economia em agosto e nos resultados acumulados do ano e em 12 meses. Nos oito meses do ano, o setor público registrou déficit primário de R$ 1,105 bilhão, o pior resultado para o período registrado na série histórica do BC, iniciada em dezembro de 2001. Em 12 meses encerrados em agosto, o setor público apresentou déficit primário de R$ 43,845 bilhões.

Nos oito meses do ano, o Governo Central registrou déficit primário de R$ 14,884 bilhões, enquanto os governos estaduais registraram superávit primário de R$ 13,860 bilhões. Os governos municipais registram superávit primário de R$ 2,092 bilhões. Já as empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídos os grupos Petrobras e Eletrobras, registraram déficit primário de R$ 2,172 bilhões.

Os gastos com os juros que incidem sobre a dívida chegaram a R$ 49,703 bilhões, em agosto, e acumularam R$ 338,326 bilhões, nos oito meses do ano.

O déficit nominal, formado pelo resultado primário e as despesas com juros, chegou a R$ 57,013 bilhões, no mês passado. De janeiro a agosto, o resultado negativo ficou em R$ 339,431 bilhões.

A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 1,929 trilhão em agosto, o que corresponde a 33,7% do PIB. Em julho, essa proporção estava em 34,2%. A dívida bruta (contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 3,743 trilhões ou 65,3% do PIB, aumento de 0,7 ponto percentual em relação a julho.

TSE teme que relatório da Defesa dê fôlego a manifestações golpistas

A avaliação é de que qualquer declaração que não seja contundente a favor da segurança das eleições pode ser lida como motivação para manter mobilização Por Juliana Braga/Painel/Folha de S. Paulo Integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) temem que o relatório do Ministério da Defesa sobre as urnas eletrônicas, cuja divulgação é prevista para esta […]

A avaliação é de que qualquer declaração que não seja contundente a favor da segurança das eleições pode ser lida como motivação para manter mobilização

Por Juliana Braga/Painel/Folha de S. Paulo

Integrantes do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) temem que o relatório do Ministério da Defesa sobre as urnas eletrônicas, cuja divulgação é prevista para esta quarta-feira (9), acabe por estimular os atos golpistas espalhados pelo país.

Não pela possibilidade de o material trazer qualquer indício de fraude no processo eleitoral, considerada inexistente. O risco, avaliam integrantes da corte, é de o documento não ser contundente em relação à lisura do sistema de votação e ser lido por manifestantes insatisfeitos com o resultado das eleições como uma senha para manter a mobilização.

Generais ouvidos pelo Painel, desde o primeiro turno, evitam garantir a segurança das urnas e afirmam, apenas, que os técnicos destacados para a missão “não conseguiram provar” as fraudes.

Qualquer declaração dúbia, avaliam juízes e técnicos da área de inteligência do tribunal, pode ser suficiente para estimular manifestantes a permanecerem nas ruas. Nos últimos dias, até uma notícia falsa de prisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes serviu para dar mais fôlego às mobilizações.

Nesta terça-feira (8), o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, evitou reconhecer o resultado da eleição que alçou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto pela terceira vez.

Em sua primeira entrevista coletiva desde que ocorreu o mensalão, escândalo que acabou com sua prisão, o dirigente partidário condicionou o reconhecimento da derrota de Jair Bolsonaro (PL) ao relatório que o Ministério da Defesa apresentará sobre as urnas eletrônicas.