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Deputado Federal Rômulo Gouveia morre na madrugada deste domingo

Por André Luis

Do PB Agora

Um dos políticos mais carismáticos da Paraíba, o Deputado Federal e presidente do PSD da Paraíba, Rômulo Gouveia faleceu na madrugada deste domingo (13) no Hospital Antônio Targino, vítima de um infarto fulminante na cidade de Campina Grande.

O deputado estava internado no Hospital da Santa Clara recuperando-se de uma infecção, recebeu alta no sábado e estava em casa. A assessoria do deputado confirmou o falecimento informando que por volta das 2h da madrugada sentiu fortes dores e foi levado ao Hospital Antonio Targino, durante 30 min a equipe médica tentou reanimá-lo mas não teve sucesso.

Rômulo tinha 53 anos de idade completados no último dia 19 de março. Foi vereador de Campina Grande, deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, vice governador e deputado federal.

Na Câmara Federal, o suplente da coligação Marcondes Gadelha vai assumir o mandato e o deputado estadual Manoel Ludgério assumirá a presidência do PSD.

Confira a nota da assessoria

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do deputado federal Rômulo Gouveia, presidente estadual do PSD. Seu velório acontece a partir da tarde deste domingo no cemitério Campo da Paz e o sepultamento na tarde desta segunda-feira.

Rômulo foi vítima de um infarto fulminante. Após uma semana hospitalizado, para tratar uma infecção urinária, ele recebeu alta na noite deste sábado. Ao sentir os sintomas do infarto, o deputado foi socorrido para o hospital Antônio Targino, mas não resistiu.

Rômulo foi vereador de Campina Grande, presidente da Câmara, deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, vice-governador da Paraíba e atualmente era o quarto-secretário da Câmara Federal, tendo recebido a maior votação para ocupar um cargo da Mesa Diretora na história do Congresso Nacional.

Filho de José Antônio de Gouveia e Berenice de Almeida Gouveia. Rômulo era casado com a pedagoga e ex-deputada estadual Eva Gouveia. Ele também era pai de quatro filhos: Robson, Lucas, Pablo e Rômulo Filho.

Rômulo Gouveia foi administrador, bacharel em Direito e funcionário público, foi presidente SAB (Sociedade de Amigos de Bairro) do Jardim Tavares em Campina Grande e da UCES (União Campinense de Equipes Sociais). Em 1989 foi convidado para ocupar o cargo de coordenador da Merenda Escolar da 3ª Região de Ensino em Campina Grande, depois, Diretor Regional da Companhia Estadual de Habitação Popular em 1991, até entrar na política em 1992 quando foi eleito vereador.

Outras Notícias

“Senado terá de respeitar regimento para votar PEC da Maldade”, diz Humberto

A sugestão dada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de reduzir os prazos de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição que vai limitar recursos para saúde e educação, também conhecida como PEC da Maldade, foi mal recebida pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE). A matéria, bastante contestada por entidades da sociedade […]

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A sugestão dada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de reduzir os prazos de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição que vai limitar recursos para saúde e educação, também conhecida como PEC da Maldade, foi mal recebida pelo líder do PT na Casa, Humberto Costa (PE).

A matéria, bastante contestada por entidades da sociedade civil das áreas sociais, pela oposição e por estudos feitos por órgãos do próprio governo, foi aprovada em primeiro turno na Câmara dos Deputados na última segunda-feira e deve seguir ao Senado, caso seja ratificada em segundo turno.

“É inconcebível que nós tenhamos os prazos estabelecidos pelo regimento interno do Senado desrespeitados, principalmente em se tratando de uma proposta dessa importância. Já não basta a Câmara ter manobrado para abreviar as discussões em torno do seu conteúdo. Iremos batalhar aqui para seguir o rito regimental e debater o tema com profundidade, como a sociedade merece”, afirmou Humberto.

Para o senador, não é possível suprimir etapas diante de uma PEC que vai, na sua avaliação, congelar os investimentos em saúde e educação nos próximos 20 anos e prejudicar milhões de brasileiros, principalmente os que mais precisam dos serviços públicos oferecidos pelo Estado. Se for aprovada pelos deputados, a proposta será encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

“Nós, da bancada do PT, iremos atuar para que a matéria seja discutida também na Comissão de Assuntos Econômicos, antes de seguir ao plenário. O Senado não pode ser um mero homologador das decisões da Câmara”, declarou.

Diante das críticas em relação ao teor da PEC nº 241, que prevê um teto para os gastos públicos por duas décadas consecutivas, passível de revisão daqui 10 anos, Humberto acredita que o presidente sem voto Michel Temer (PMDB) já começa a dar sinais de recuo. Nessa quinta-feira, o peemedebista disse, em entrevista, que a medida poderá ser revista daqui a seis anos, caso o país volte a crescer.

“Já virou tradição em sua gestão golpista, independentemente do tema tratado: diante de críticas, ele demonstra extrema fraqueza e pouca convicção. Por isso, creio que temos chances de mostrar para o cidadão os malefícios dessa PEC e rejeitá-la aqui no Senado”, concluiu Humberto.

Água da Adutora do Moxotó chegará a oito cidades em 2018, diz COMPESA

Arcoverde, Pesqueira, Alagoinha, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Bento do Una e São Caetano serão beneficiadas. G1 PE Cerca de 300 mil pessoas, de oito municípios do Agreste pernambucano, vão receber água do Rio São Francisco na torneira já em março de 2018, garantiu o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, nesta […]

Arcoverde, Pesqueira, Alagoinha, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Bento do Una e São Caetano serão beneficiadas.

G1 PE

Cerca de 300 mil pessoas, de oito municípios do Agreste pernambucano, vão receber água do Rio São Francisco na torneira já em março de 2018, garantiu o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, nesta segunda-feira (18). O abastecimento vai acontecer a partir da conclusão da obra da Adutora do Moxotó, prevista para o mesmo mês.

“Estamos colocando esse prazo já com as conexões. Ou seja, com a entrada das cidades, abastecimento dos reservatórios e a distribuição da rede”, pontuou o presidente. As cidades atendidas são Arcoverde, Pesqueira, Alagoinha, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Bento do Una e São Caetano.

Quando pronta, a Adutora do Moxotó vai ligar a transposição do rio à Adutora do Agreste. Ainda segundo Tavares, ela vai suprir uma carência do ramal do Agreste.

“É uma adutora de 67 quilômetros e já estamos com 63 quilômetros prontos. Então, faltam apenas quatro quilômetros e toda parte de bombas e energização. Então, até março, nós vamos concluir essa adutora e poderemos trazer água do Rio São Francisco para todo eixo da BR-232, abastecendo o Agreste”, afirmou.

Com 90% do investimento, o governo federal se comprometeu a repassar R$ 568 milhões para a conclusão das duas obras, de acordo com o presidente. Ele contou que, até o momento, foram entregues R$ 68 milhões. Tavares acredita que essa demora no repasse da verba é o principal motivo para a demora em entregar a construção.

Em outubro deste ano, a Compesa iniciou a instalação dos primeiros conjuntos de motorbombas, pertencentes ao sistema de bombeamento (estações elevatórias) da Adutora do Moxotó.

Marina deixa Rede de lado e prefere fortalecer o PSB

A presidenciável Marina Silva (PSB) decidiu desacelerar o processo de criação da Rede Sustentabilidade. Segundo pessoas próximas à candidata, o cronograma de criação da sigla previa a formalização do novo partido ainda em 2014, a tempo de participar da formação de um eventual governo da ex-ministra. A ordem agora é deixar a Rede para o […]

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A presidenciável Marina Silva (PSB) decidiu desacelerar o processo de criação da Rede Sustentabilidade. Segundo pessoas próximas à candidata, o cronograma de criação da sigla previa a formalização do novo partido ainda em 2014, a tempo de participar da formação de um eventual governo da ex-ministra. A ordem agora é deixar a Rede para o ano que vem e fortalecer o PSB.

Alguns aliados de Marina viam na criação da sigla um instrumento político e legal para garantir a construção de uma base forte no Congresso, caso Marina seja eleita. Por se tratar de um novo partido, a Rede poderia receber parlamentares eleitos por outras legendas sem que eles corram o risco de ficarem sem mandato.

A estratégia, no entanto, fragilizaria o PSB, partido que ainda sob o comando de Eduardo Campos, morto no dia 13 de agosto, abrigou Marina e seus “sonháticos” quando a Justiça Eleitoral negou o registro da Rede, no ano passado. Segundo um interlocutor da candidata, Marina, caso eleita, pretende dar uma “contribuição” ao PSB e tomar posse filiada à sigla.

O coordenador nacional da Rede, Pedro Ivo Batista, disse que a formalização do novo partido ficou para 2015. “Este ano (a Rede) não sai. Estamos no meio da campanha.”

Marina costuma ser evasiva quando é questionada se ficará no PSB após a eleição. Ela costuma dizer que a Rede é “maior do que ela” e que será formalizada independentemente de sua vontade. Também afirma que tem gratidão pelo acolhimento do PSB e que vai trabalhar para fortalecer o partido, que ficou sem a sua maior liderança após a morte de Campos.

Ao participar da série Entrevistas Estadão, na semana passada, o candidato a vice-presidente, Beto Albuquerque, disse acreditar que Marina ficará no partido, mas lembrou que não há nenhuma exigência do PSB nesse sentido. Antes de confirmar o nome de Marina como candidata, o PSB chegou a aventar a possibilidade de fazê-la assinar uma carta de compromisso, garantindo que não deixaria o partido após as eleições. Diante da reação negativa de Marina, porém, a ideia foi abandonada.

Parlamentar brasileiro custa R$23,8 milhões ao país por ano

O Brasil tem o segundo Congresso mais caro do mundo, em números absolutos. Só o parlamento dos Estados Unidos – a maior economia do mundo – possui orçamento superior.  É como se cada um dos 513 deputados e 81 senadores brasileiros custasse pouco mais de US$ 5 milhões por ano, o equivalente a R$ 23,8 […]

O Brasil tem o segundo Congresso mais caro do mundo, em números absolutos. Só o parlamento dos Estados Unidos – a maior economia do mundo – possui orçamento superior. 

É como se cada um dos 513 deputados e 81 senadores brasileiros custasse pouco mais de US$ 5 milhões por ano, o equivalente a R$ 23,8 milhões na cotação da última sexta-feira. Os dados, aos quais o Estadão teve acesso, são a conclusão de um estudo de pesquisadores das universidades de Iowa e do Sul da Califórnia e da UnB.

Numa relação com a renda média dos cidadãos, o Poder Legislativo no Brasil é o primeiro em despesas. O gasto com cada congressista corresponde a 528 vezes a renda média dos brasileiros. 

O segundo lugar é da Argentina. Lá, cada congressista custa o equivalente a 228 vezes a renda média local. Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores compararam o orçamento dos parlamentos e congressos de 33 países, compilados pela União Parlamentar Internacional (IPU, na sigla em inglês); o Banco Mundial e o escritório do FED (o Banco Central dos EUA) em St. Louis (no Estado do Missouri).

Em 2020, o orçamento da Câmara e do Senado brasileiros somaram US$ 2,98 bilhões – ou 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Nos Estados Unidos, o valor total chegou a US$ 4,73 bilhões, o que representa apenas 0,02% de tudo que o país produziu naquele ano. O terceiro lugar em gastos totais ficou com o Japão (US$ 1,12 bilhão, ou 0,02% do PIB), seguido pela Argentina (US$ 1,1 bilhão). Leia a íntegra da reportagem no Estadão.

Rogério Leão comemora geração de empregos em São José do Belmonte

O deputado Rogério Leão usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco, na manhã desta quinta-feira (25), para agradecer ao governador Paulo Câmara pela iniciativa empreendedora que vai gerar mil empregos no Sertão, no município de São José do Belmonte. “A busca por desenvolvimento no Sertão é prioridade de nosso mandato e estamos comemorando esta […]

Foto: Reprodução / TV Alepe

O deputado Rogério Leão usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco, na manhã desta quinta-feira (25), para agradecer ao governador Paulo Câmara pela iniciativa empreendedora que vai gerar mil empregos no Sertão, no município de São José do Belmonte.

“A busca por desenvolvimento no Sertão é prioridade de nosso mandato e estamos comemorando esta iniciativa. Quero agradecer ao governador Paulo Câmara por este importante empreendimento para o Sertão Pernambucano”, publicou em uma rede social o deputado Rogério Leão.

O Projeto da Solares Energia, vai implantar um complexo fotovoltaico dotado de sete usinas, com capacidade para gerar 1.100 Megawatts (MW). As obras devem ser iniciadas no primeiro bimestre de 2021.

O conjunto de investimentos previstos, a ser distribuído numa área de 2.270 hectares, está em sintonia com o plano de longo prazo lançado pelo Estado, ainda em 2013, quando promoveu o primeiro leilão de energia solar do País, precedendo, inclusive, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O ato foi considerado um marco histórico pelo setor, abrindo as portas para o mercado produzir este tipo de energia em grande escala no Brasil.