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Deputado Augusto César não confirma aliança com Duque

Por André Luis

Augusto CésarPor André Luis

Na última terça-feira (19) o blog reproduziu nota que dizia que estaria consolidada a aliança do deputado estadual Augusto César (PTB) com o prefeito de Serra Talhada Luciano Duque (PT), que vai concorrer à reeleição e que o vice de Duque seria escolhido por Augusto, já que a atual vice, Tatiana Duarte, está rompida com o prefeito.

Na tarde de hoje (20), em entrevista ao blog, Augusto César não confirmou a aliança, ele disse que estaria sim, conversando com os grupos políticos de Serra e analisando. “Estamos conversando com os grupos políticos de Serra Talhada e analisando se o partido terá candidatura própria ou se apoiará alguma.”

Augusto disse ainda que existe uma possibilidade de aliança. “Existe sim uma possibilidade de aliança com o prefeito Luciano Duque, principalmente pelo seu apoio ao ministro Armando Monteiro nas últimas eleições.”

O deputado disse ainda que até o momento não houve nenhuma definição, mas que pela proximidade do período eleitoral acredita que terá que ser o mais breve possível.

Augusto está em Recife onde participará da inauguração da Via Mangue na próxima quinta-feira, junto com a presidenta Dilma Rousseff e o Ministro Armando Monteiro.

Outras Notícias

Temer e Maia apelam a empresários por reformas

As cúpulas do governo e do Congresso fizeram nesta sexta-feira (21) um apelo público ao meio empresarial para que o setor ajude na aprovação das reformas trabalhista e da Previdência, inclusive com presença na mídia em defesa dos temas. Em palestra ao setor no Fórum Empresarial, no Paraná, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu que […]

As cúpulas do governo e do Congresso fizeram nesta sexta-feira (21) um apelo público ao meio empresarial para que o setor ajude na aprovação das reformas trabalhista e da Previdência, inclusive com presença na mídia em defesa dos temas.

Em palestra ao setor no Fórum Empresarial, no Paraná, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pediu que os executivos usem sua “capacidade de mobilização” para que o texto da Previdência possa ser aprovado na Casa ainda em maio.

“A participação de cada um de vocês é muito mais importante do que vocês imaginam. Vocês têm canal de comunicação com a sociedade, têm experiência nisso”, afirmou.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, foi mais enfático e cobrou o setor pelo “acanhamento” no enfrentamento do tema.

“O governo tomou um caminho corajoso e enfrenta questões importantes. Conclamamos a todos que cada um de nós assuma a liderança, e não só nas matérias importantes da área econômica.”

Ministro da Educação, Mendonça Filho também decidiu “fazer um chamamento para os empresários presentes”.

“É muito difícil levar adiante reformas que o presidente Michel Temer tem levado. É preciso apoio na sociedade. Nos EUA, todo grande debate envolve propaganda na TV. Aqui a gente assiste a um duelo que é injusto, não tem outro lado da moeda para duelar com as inverdades que são propagadas.”

Ao final, “conclamou” os empresários a se mobilizarem “na comunicação de massa”.

Líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR) também “conclamou” que os “setores brasileiros —e o empresariado é fundamental— participem desse esforço”, e deixem para a eleição do ano que vem a discussão sobre chancelar ou não a classe política..

“Cada trincheira tem de ser vencida, cada local tem ser local de explicitar essas prioridades. O julgamento da classe política será feito em 2018. Até lá temos de trabalhar e entregar aquilo que a gente se compromete a entregar.”

O relatório da reforma da Previdência foi apresentado oficialmente na última quarta-feira (19). Mesmo com flexibilizações no texto, o governo enfrenta dificuldade para aprová-lo.

Considera, inclusive, adiar a votação na Câmara por alguns dias para que as modificações sejam assimiladas e o texto novo, “descontaminado” das resistências antigas.

Presidente da CCJ, Pacheco ganhou R$ 500 mil do PMDB em maio para quitar dívida

Do Estadão Conteúdo O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), recebeu no fim de maio R$ 500 mil do Diretório Nacional de seu partido para pagamento de dívidas contraídas durante as eleições municipais de outubro do ano passado. O parlamentar se candidatou a prefeito de Belo Horizonte e […]

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Do Estadão Conteúdo

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), recebeu no fim de maio R$ 500 mil do Diretório Nacional de seu partido para pagamento de dívidas contraídas durante as eleições municipais de outubro do ano passado. O parlamentar se candidatou a prefeito de Belo Horizonte e ficou em terceiro lugar na disputa do ano passado.

Pacheco foi eleito presidente da CCJ em março e foi o responsável pela condução do rito da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer no colegiado.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o total de receitas da campanha de Pacheco à prefeitura da capital mineira foi de R$ 5.789.176,32. Já as despesas totalizaram R$ 6.782.590,16, com saldo negativo de R$ 993.413,84.

Em nota, Pacheco informou que o PMDB assumiu cerca de R$ 1 milhão em dívidas de sua campanha. Ainda segundo o texto, os R$ 500 mil repassados no fim de maio foram para pagamento de prestadores de serviço e o restante ainda não foi pago.

O secretário-geral nacional do PMDB, deputado federal Mauro Lopes (MG), disse que foi prometido R$ 500 mil pela legenda a cada candidato do partido em capitais e que houve atraso no repasse do dinheiro.

O presidente do PMDB de Minas, o vice-governador do Estado, Antonio Andrade, afirmou, também em nota, que o dinheiro foi repassado para a legenda diretamente pelo comando nacional do partido. “O valor de R$ 500 mil foi conseguido diretamente pelo deputado federal Rodrigo Pacheco junto ao Diretório Nacional”, disse a nota.

O Estado procurou o presidente nacional do PMDB, senador Romero Jucá (RR), por quatro dias. Sua assessoria de imprensa informou que “o deputado é quem deve falar sobre prestações de conta”.

Fernando Bezerra diz no rádio que municípios menores recebem mais recursos na pandemia

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), falou ao comunicador Anchieta Santos, durante entrevista a Rádio Cidade FM de Tabira, que o país começa a reconhecer o “acerto” do governo Bolsonaro no enfrentamento a crise de saúde – mesmo estando o país sem ministro da Saúde há dois meses, e econômica, causada pela pandemia do novo […]

Foto: Ivaldo Reges/Divulgação

O senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), falou ao comunicador Anchieta Santos, durante entrevista a Rádio Cidade FM de Tabira, que o país começa a reconhecer o “acerto” do governo Bolsonaro no enfrentamento a crise de saúde – mesmo estando o país sem ministro da Saúde há dois meses, e econômica, causada pela pandemia do novo coronavírus.

Segundo o senador, a “turma do PSB” tenta minimizar os efeitos positivos das medidas e comemorou os R$15 bilhões liberados pelo Governo Federal para estados e municípios no início desta semana.

Fernando Bezerra destacou o Auxílio Emergencial ao trabalhador informal, atendendo mais de 62 milhões de brasileiros; 14 milhões de integrantes do Bolsa Família, sendo 7 milhões deles no Nordeste. Citou que a renda dos mais pobres neste período de pandemia cresceu mais de 20% e ressaltou o apoio aos trabalhadores com carteira assinada evitando a demissão de 12 milhões. 

Ele se mostrou confiante que o Brasil vai sair da crise com muito mais força do que se imaginava. 

“Quando foi desenhado o pacote de medidas de ajuda a estados e municípios que passa dos 60 bilhões que vai para compensar perda de arrecadação de ICMS, ISS, e mais 10 bilhões para o enfretamento do Coronavirus. No início se acreditava que a perda de arrecadação seria de até 35% para estados e municípios.”

Para o senador, os “municípios mais ricos perderam até um pouco mais. Nos municípios mais pobres a queda da receita foi bem menor. Assim tem município com as medidas tomadas por Bolsonaro recebendo mais do que recebiam normalmente. E vai ter município maior que vai receber igual ou um pouco menos.” 

Campanha de João Campos apresenta à justiça víde que mostra panfletagem com ataques contra ele

Radar – Veja, por Robson Bonin A Frente Popular de Pernambuco, coligação que apoia a candidatura de João Campos (PSB) ao Executivo estadual, acionou a Justiça Eleitoral nesta quarta-feira (2) para pedir uma investigação sobre um video em que quatro individuos sac filmados instalando cartazes de propaganda negativa contra o ex-prefeito do Recife. A ação […]

Radar – Veja, por Robson Bonin

A Frente Popular de Pernambuco, coligação que apoia a candidatura de João Campos (PSB) ao Executivo estadual, acionou a Justiça Eleitoral nesta quarta-feira (2) para pedir uma investigação sobre um video em que quatro individuos sac filmados instalando cartazes de propaganda negativa contra o ex-prefeito do Recife.

A ação foi registrada há mais de um mês por câmera de videomonitoramento na região central da capital pernambucana.

O material foi juntado a uma ação já impetrada por possíveis abusos de poder político e econômico da atual gestão, comandada por Raquel Lyra (PSD), oponente de Campos na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. A petição também é movida contra a vice-governadora, Priscila Krause, do PSD.

O registro anexado ao requerimento judicial visa identificar os executores e, consequentemente, rastrear toda a cadeia de financiamento logístico por trás da operação.

Os advogados solicitaram ao TRE local a realização de diligências técnicas e apoio da Polícia Federal para averiguar se existe uma conexão estruturada entre os recentes ataques.

Veja o vídeo abaixo.

 

“Grande missão é mudar cabeça do Presidente”, diz Armando sobre novo ministro da Saúde

Para o ex-senador Armando Monteiro, o novo ministro da Saúde, o paraibano Marcelo Queiroga, tem como grande missão mudar a cabeça do próprio Presidente da República, Jair Bolsonaro, que já foi inclusive apontado como o pior líder global na condução do enfrentamento à pandemia. Em suas redes sociais, Armando escreveu: “a grande missão do novo […]

Para o ex-senador Armando Monteiro, o novo ministro da Saúde, o paraibano Marcelo Queiroga, tem como grande missão mudar a cabeça do próprio Presidente da República, Jair Bolsonaro, que já foi inclusive apontado como o pior líder global na condução do enfrentamento à pandemia.

Em suas redes sociais, Armando escreveu: “a grande missão do novo ministro Marcelo Queiroga, e aí vai um crédito para a sensibilidade nordestina, é que consiga mudar a cabeça do próprio Presidente, tarefa reconhecidamente quase impossível. Esse é o maior desafio para vencermos o caos reinante no enfrentamento da pandemia”.

Nota do editor: “é preciso saber, ex-senador, se este, é o desejo do novo ministro. Eu penso que não”.