Depois de ficar frente a frente com Youssef, Costa fala novamente à PF
Depois de enfrentar mais de oito horas de acareação com Alberto Youssef na segunda-feira (22), o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa foi ouvido novamente pela Polícia Federal (PF), em Curitiba.
O ex-diretor da estatal cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro e está hospedado em um hotel em Curitiba.
De acordo com o advogado João Mestieri, que representa Paulo Roberto Costa, o depoimento esteve ligado aos inquéritos envolvendo suspeitos de participação no esquema de corrupção na Petrobras com foro privilegiado. As investigações tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-diretor e Youssef são acusados de participação no esquema de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras, descoberto pela Operação Lava Jato. Ambos já foram condenados em ações que tramitam na Justiça Federal e beneficiados nas penas pelos acordos de colaboração que firmaram com o Ministério Público Federal.
O objetivo da acareação era esclarecer pontos “conflitantes” das delações premiadas de ambos. Durante esta tarde, Costa também vai prestar depoimento à Justiça Federal, ainda na capital paranaense, como testemunha de acusação em processos que envolvem os ex-deputados Pedro Corrêa e Luiz Argolo. Ambos estão presos no Complexo Médico-Penal em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.
Meire Pozza, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, Leonardo Meirelles, considerado testa de ferro de Youssef e Carlos Pereira da Costa e Ediel Viana, que também já foram condenados pela Justiça, vão depor como testemunhas de acusação na mesma audiência.



Uma reunião foi realizada na sede do Sicoob Pernambuco, em São José do Egito, com o objetivo de discutir a criação da 12ª Companhia Independente de Policiamento Militar (CIPM).















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