Assisti agora a mais um debate entre Raquel Lyra e Marília Arraes, esse na TV Guararapes, conduzido pela competente jornalista Meiry Lanunce.
Mais uma vez, o encontro foi marcado por Paulo Câmara como granada política, com uma jogando pra outra o apadrinhamento mais indesejado dessa eleição.
Vale o registro de que, na margem de erro, no VAR, esse talvez tenha sido um pouco mais sonolento que os demais. Em alguns momentos, elas tentaram se esforçar para discutir mais os temas. Mas no resumo, foi a sequência da mesma série, no quarto episódio.
Raquel Lyra acusando Marília de representar a continuidade, que em sua defesa, disse que foi Raquel a apoiar com o pai João Lyra o atual governador. Marília voltou a cobrar a falta de posicionamento político de Raquel Lyra. “Porque tem vergonha de admitir que vota em Bolsonaro ou Lula?” Raquel: “o pernambucano quer saber como a governadora vai construir o novo caminho. Tive candidata a presidente no primeiro turno. Votei em Simone Tebet. O povo indicou outros candidatos. Vou dialogar com quem ganhar essa eleição”. “Essa eleição é da barbárie contra a civilização. E quem é conhecida por não ter diálogo é você”, acusou Marília.
Marília disse que Raquel não tinha capacidade para gerir o estado a partir de sua experiência em Caruaru. De novo invocou a questão da passagem de Raquel pela FUNASE e a morte de um adolescente esquartejado. Raquel ganhou um direito de resposta de 30 segundos. “Lamentável que use o desesperode uma mãe para um vale tudo eleitoral. Na morte desse adolescente eu estava de licença maternidade”, rebateu Raquel. “Ela fala só de minha passagem porque não tem o que mostrar”, acrescentou Raquel.
No debate da TV Nova, em uma pergunta às candidatas, falei da necessidade de uma campanha mais propositiva. O debate em Pernambuco não é dos piores do país. Há níveis muito piores. Mas, apesar os esforços aparentes, a repetição de falas prontas, ataques e briga por paternidade vai cansando a população. A conferir o debate da Globo, que talvez seja apimentado pela pesquisa IPEC que sai amanhã.
Programação terá pré-estreia de espetáculo em homenagem a Dorival Caymmi, parcerias inéditas e dois concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco Um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros, o baiano Dorival Caymmi faleceu há uma década. Para homenagear a trajetória do pai, Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o […]
Programação terá pré-estreia de espetáculo em homenagem a Dorival Caymmi, parcerias inéditas e dois concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco
Um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros, o baiano Dorival Caymmi faleceu há uma década. Para homenagear a trajetória do pai, Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, concebeu o espetáculo dramático-musical 10 Anos Sem Dorival Caymmi, cuja pré-estreia nacional acontece sábado, dentro da programação organizada pelo Conservatório Pernambucano de Música para o 28º Festival de Inverno de Garanhuns.
Mais do que levar canções ao público, Danilo contará histórias que permeiam as mais famosas obras de Dorival, a exemplo de O Que é Que a Baiana Tem? e Marina. O início da carreira na capital baiana e a posterior chegada ao Rio de Janeiro serão algumas das passagens relembradas, assim como as amizades, vida familiar e parcerias que cultivou.
O espetáculo é construído com base em uma sequência narrativa, especialidade do ator Nilson Raman, idealizador e mestre de cerimônias de espetáculos sobre Edith Piaf e Frank Sinatra, dentre outros. Já a pesquisa de texto e a direção musical ficaram por conta do músico Flávio Mendes, parceiro veterano de Danilo e Nilson.
Após a pré-estreia promovida pelo Conservatório, o espetáculo tem estreia prevista para o mês de setembro, em Salvador, onde nasceu Dorival.
Mais espetáculos
Além de Danilo Caymmi e banda, o CPM levará à Catedral de Santo Antônio dois belos concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco, regida pelo maestro José Renato Accioly. O primeiro acontece na sexta-feira (20), às 16h, com participação inédita da pianista Maria Clara Fernandes, ex-aluna do Conservatório.
Logo depois, às 21h, se apresentam juntos o grupo SaGRAMA, também oriundo do Conservatório, e o bandolinista Hamilton de Holanda, executando canções próprias e de outros grandes, como Pixinguinha, Sivuca e Geraldo Vandré. Haverá também um pot-pourri de Luiz Gonzaga.
No sábado, após a pré-estreia de 10 Anos Sem Dorival Caymmi, Ná Ozzetti, Patrícia Bastos e Dante Ozzetti apresentam um trabalho inédito como trio, a partir de composições do compositor, violonista, arranjados e produtor musical Dante e seus parceiros. Será a primeira vez que os músicos se reúnem para um show exclusivamente criado para o formato violão e vozes.
Já a segunda aparição do maestro José Renato e companhia será no domingo (22), com mais uma edição de Musicais, sucesso de público no FIG 2017. Nele, a Orquestra executará trechos de musicais famosos, a exemplo de A Bela Adormecida, O Mágico de OZ e O Rei Leão. “Todo o repertório será novo, abrangendo várias peças. Vamos repetir apenas trechos de O Fantasma da Ópera, que fizemos no ano passado, em função do sucesso”, destrincha o maestro.
Encerrando o primeiro final de semana de shows estará a soprano Carmen Monarcha, brasileira de fama internacional e parceira do maestro André Rieu na sua Johann Strauss Orchestra. Carmen levará à Cidade das Flores o recital Canções que Minha Mãe Me Ensinou, em companhia do pianista Daniel Gonçalves, integrante do Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo.
Programação CPM no FIG 2018:
20/7 (Sexta-feira)
16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco
Solista: Maria Clara Fernandes
Regência: José Renato Accioly
21h – SaGRAMA e Hamilton de Holanda
21/7 (Sábado)
16h – Show 10 Anos Sem Caymmi
Danilo Caymmi (Voz e flauta)
Flávio Mendes (Violão)
Itamar Assiere (Piano)
Paulo Vicente (Bateria)
José Luiz Maia (Baixo)
Nilson Raman (Mestre de cerimônias)
Participação especial: Carmen Monarcha
21h – Ná Ozzeti, Dante Ozzeti e Patrícia Bastos
22/7 (Domingo)
16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco, Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música e Grupo Vocal Liberi apresentam o show Musicais
Solistas: Gleyce Melo, Monica Muniz, Madson de Paula, Ciel Santos, Marcio Mênner, Catarina Rosa, Bianca Vieira e David Mitchel
Regência: José Renato Accioly
21h – Carmen Monarcha (Soprano)
Daniel Gonçalves (Piano)
23/7 – Segunda-feira
16h – Badi Assad, Lívia Matos e Claudinho Araújo com o show Volta ao Mundo em 80 Artistas
21h – Mônica Salmaso (voz) e Marco Pereira violão)
27/7 (Sexta-feira)
21h – Pianorquestra com o show Linha do Tempo
28/7 (Sábado)
16h – Francis Hime, Olívia Hime e Orquestra de Câmara de Pernambuco
Regência: José Renato Accioly
21h – Lívia Nestrovski (voz) e Fred Ferreira (guitarra)
Serviço:
Conservatório Pernambucano de Música no Festival de Inverno de Garanhuns 2018 – Dias 19, 20, 21, 22, 23, 27 e 28 de julho, na Catedral de Santo Antônio (Garanhuns). Gratuito. Informações: (81) 3183-3411 e www.conservatorio.pe.gov.br.
Os deputados Beto Accioly (SD), Professor Lupercio (SD), João Eudes (PRP), Eduino Brito (PHS) e Joel da Harpa (PROS) se reuniram, nesta quinta-feira (24), para discutir o posicionamento em relação ao pacote de medidas do Governo que aumenta impostos. A frente ficou conhecida como o “Grupo dos 5” na eleição da Mesa Diretora. O grupo […]
Os deputados Beto Accioly (SD), Professor Lupercio (SD), João Eudes (PRP), Eduino Brito (PHS) e Joel da Harpa (PROS) se reuniram, nesta quinta-feira (24), para discutir o posicionamento em relação ao pacote de medidas do Governo que aumenta impostos. A frente ficou conhecida como o “Grupo dos 5” na eleição da Mesa Diretora.
O grupo compreende o momento delicado que enfrenta o Estado, mas não concorda em “penalizar os pernambucanos por conta do desajuste fiscal”, segundo nota. Os deputados explicam que as famílias já cortaram gastos com a dificuldade financeira e não aguentam mais tantos impostos. Segundo o G5, o pacote fiscal vai contribuir para aumentar o desemprego.
O Grupo definiu que votará unido e já conta com a simpatia de outros deputados, que devem aderir ao bloco.
A promotora Lorena Medeiros, que responde pelos municípios de Itapetim e Brejinho emitiu recomendação estabelecendo regras para a retirada de água na Barragem de Serraria, em virtude de notícias de retirada sem critérios da água, sem garantia de tratamento, colocando em risco a saúde da população. A promotora considera para a recomendação as atribuições do […]
A promotora Lorena Medeiros, que responde pelos municípios de Itapetim e Brejinho emitiu recomendação estabelecendo regras para a retirada de água na Barragem de Serraria, em virtude de notícias de retirada sem critérios da água, sem garantia de tratamento, colocando em risco a saúde da população.
A promotora considera para a recomendação as atribuições do MP no sentido de fiscalizar a utilização e qualidade da água dos carros pipa na barragem de Serraria, assim como os efeitos da estiagem, a retirada da água desordenada, com mais de vinte viagens por dia, o risco da retirada sem tratamento, o Programa Água de Primeira, do MP, além de relatórios da Secretaria de Saúde indicando riscos e qualidade imprópria, quando retirada sem tratamento.
A Recomendação alerta que deve haver retirada apenas para carros autorizados, sejam particulares contratados, do governo ou exército autorizados. Em caso de descumprimento, a recomendação é de apreensão do veículo com base crime de periclitação à saúde e vida de outrem.
Nas discussões desta tarde da Marcha dos Prefeitos em Brasília, repercute a decisão do Presidente da Câmara Eduardo Cunha, que tem status de golpe ao destituir a Comissão que vinha debatendo a Reforma Política. Tudo para colocar em votação outro relatório Em um ato monocrático, Cunha destituiu o relator Marcelo Castro e nomeou Rodrigo Maia. A avaliação da […]
Debate sobre Reforma Política na Marcha dos Prefeitos
Nas discussões desta tarde da Marcha dos Prefeitos em Brasília, repercute a decisão do Presidente da Câmara Eduardo Cunha, que tem status de golpe ao destituir a Comissão que vinha debatendo a Reforma Política. Tudo para colocar em votação outro relatório
Em um ato monocrático, Cunha destituiu o relator Marcelo Castro e nomeou Rodrigo Maia. A avaliação da maioria dos gestores e da CNM é de que o relatório que vai ser votado é pior do que o sistema atual. O “Distritão” que Cunha defende vai acabar com a representação das minorias. Só o Afeganistão utiliza esse modelo.
Pesquisa da CNM mostra que 89% dos prefeitos defendem o fim da reeleição e a unificação das eleições no Brasil. Aécio Neves está falando agora em nome do PSDB. Já falaram PSD, PMDB e PSB. O PT não enviou ninguém para debater a Reforma Política com os prefeitos. Pode ser por conta da “Síndrome da Vaia Anunciada”…
G1 O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato morreu em um acidente aéreo há dois meses no litoral do Rio de Janeiro. A solenidade de posse, que durou menos de 15 minutos, reuniu […]
O ex-ministro da Justiça Alexandre de Moraes, 48 anos, assumiu nesta quarta-feira (22) a cadeira de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal (STF). O antigo relator da Lava Jato morreu em um acidente aéreo há dois meses no litoral do Rio de Janeiro.
A solenidade de posse, que durou menos de 15 minutos, reuniu no STF as mais altas autoridades do país, entre as quais o presidente Michel Temer e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Presidente da Suprema Corte, a ministra Cármen Lúcia foi a anfitriã do evento.
Magistrados de tribunais superiores, ministros aposentados do Supremo, comandantes das Forças Armadas, governadores e prefeitos também prestigiaram a posse.
O cerimonial do STF distribuiu cerca de 1,5 mil convites para a cerimônia, mas a expectativa era de que por volta de 800 pessoas comparecessem à posse do 168º ministro do tribunal.
Como o plenário principal da Suprema Corte não comportava essa multidão, a assessoria instalou telões nos salões do tribunal e nos recintos de julgamento das turmas.
Amigo de Temer, Moraes assumiu a vaga no Supremo em meio a um momento de suspense no mundo político e jurídico.
Na semana passada, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF 83 pedidos de abertura de inquérito para investigar políticos citados nas delações de ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Operação da Lava Jato.
Investigados por suspeita de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, como Eunício Oliveira e Rodrigo Maia, participaram da posse do novo ministro do Supremo.
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