Notícias

Debate republicano tem confusão na apresentação dos pré-candidatos

Por Nill Júnior

debate-gop

Do G1

A abertura do debate entre os pré-candidatos à presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano neste sábado (7) teve confusão por alguns dos pré-candidatos, que não ouviram quando foram chamados ao palco, e pelos apresentadores, que esqueceram de chamar um dos debatedores. Assista ao vídeo do jornal “Washington Post”.

O segundo pré-candidato a ser chamado ao palco, Ben Carson não ouviu quando seu nome foi anunciado e não entrou. Os apresentadores então chamaram Ted Cruz. Em seguida, foi a vez de Donald Trump, que também não ouviu seu nome e ficou ao lado de Carson no corredor que dava acesso ao palco.

Depois que Jeb Bush entrou no palco, ainda havia três lugares vagos quando os apresentadores anunciaram: “Senhoras e senhores, os candidatos republicanos”.

Então Carson e Trump foram chamados novamente, e entraram no palco. Os apresentadores se sentaram para iniciar o debate quando Marco Rubio lembrou que faltava ainda chamar John Kasich, governador de Ohio.

O debate foi republicano foi promovido pela rede ABC em New Hampshire. Depois do evento, Carson disse à CNN que não conseguia escutar o que estava sendo dito. Segundo ele, a rede de TV já havia dito que havia um problema com o som.

Os estados norte-americanos realizam prévias das eleições para o novo presidente americano, que ocorrem em novembro, para determinar o nomeado oficial dos partidos Republicano e Democrata. Iowa foi o primeiro estado a votar. Entre os republicanos, Cruz ganhou 27,7% dos votos no caucus (semelhante a assembleias comunitárias), seguido de Trump, com pouco mais de 24%, e Marco Rubio com 23%. New Hampshire é o próximo estado a votar, nesta terça-feira (9).

Quarentena para o zika: Durante o debate, dois candidatos, o governador de Nova Jersey Chris Christie e o neurocirurgião e político novato Ben Carson, .disseram que implementariam, se necessário, quarentenas para viajantes para frear a propagação do vírus da Zika.

Outras Notícias

Cidadão Recifense: leia o discurso de Magno Martins

Minhas Senhoras e Senhores vereadores, Venho do Sertão, sou de Afogados da Ingazeira, do Pajeú das Flores e como bem profetizou o poeta Rogaciano Leite, tenho razão de cantar. Trago o meu verso que se solta da garganta como um cantador que canta pelo prazer de cantar. Venho do Sertão, terra de poetas cantadores, do […]

58278186bd-1

Minhas Senhoras e Senhores vereadores,

Venho do Sertão, sou de Afogados da Ingazeira, do Pajeú das Flores e como bem profetizou o poeta Rogaciano Leite, tenho razão de cantar. Trago o meu verso que se solta da garganta como um cantador que canta pelo prazer de cantar. Venho do Sertão, terra de poetas cantadores, do verso livre, do verso parnasiano, que mesmo longe do oceano tem galope a beira mar.

Venho do Sertão, onde abelha de capoeira faz o mel da flor, mais doce do que o mel de cá. Lá, o amanhecer catingueiro é no bico do sabiá, sua majestade o sabiá, como canta Roberta Miranda. O cheiro tem cor, é verde do marmeleiro. A paisagem é triste, com uma caveira de vaca enfiada numa estaca, fazendo a fome chorar.

Venho do Pajeú das Flores, de Patrício e de Dió. De Otacílio, Dimas e Jó. Do gênio imortal de Louro, de Manoel Filó, de Bio Crisanto, que por lá é chamado do rebelde com afeto. De Dedé de Monteiro, o sumo pontífice do verso, de Rogaciano, o mais completo, que deixou este verso imortalizado:

“Eu sou da terra em que o verso/ Brota tão perfeitamente/ Que só pode ser presente/Que Deus manda do universo/ O meu sangue está imerso/ Na terra em que versejar/ É a forma singular/ De aliviar tantas dores/ Sou do Pajeú das flores/Tenho razão de cantar”.
Eu sou de uma terra que a linda cabocla, de riso na boca, zomba no sofrer, como disse Patativa do Assaré. Sou da terra em que se grudam os olhos no céu na esperança de que apareçam nuvens que se transformem em chuva. Da seca que vem tão malvada e me rouba a última flor.

Lá, os rios não correm mais, o sol queimou a sua paz. Lá, tem sede, tem fome, tem sertanejo sem nome, tem rosto maltratado pelo tempo, tem olhar profundo e vazio, o mesmo vazio a que está acostumado o prato do sertanejo. Lá, os pássaros se chamam Pintasilva, Azulão, Galo de Campina, Curió, Casaca de Couro, Rolinha, Lambú e até a seca a desertar da região, a famosa Asa Branca, imortalizada na voz de Luiz Gonzaga. Lá, de noite, tem uma ave até de espantação, a rasga-mortalha, que a minha avó dizia que era porta-voz de notícias ruins.

Venho do Sertão, de uma gente que usa alpercatas, calça de brim, saia de chita, toma uma garrafa de aguardente e, no final da feira, volta pra casa no carro de bois, com toda a família, inclusive o cachorro, magro e fiel.  No meu sertão se descansa à sombra do juazeiro, se come rapadura de sobremesa, a água é salobra do pote, a comida sai da panela de barro no fogão de lenha.

As casas são de taipa, com portas de duas bandas, a de baixo e a de cima, a de cima sempre aberta, parecendo uma arquitetura do bem receber. Uma gente que não esmorece nem quando vem o mormaço da seca que queima tudo, até mesmo o juízo dos mais fracos.

Venho do Sertão, onde a morte se ver sem chorar, a dor é do medo e da fome. Venho do Sertão, onde arrebatei, numa noite enluarada, o coração desta destemida, atuante e valorosa vereadora do Recife, Aline Mariano. Somos a versão tupiniquim de Romeu e Julieta, porque o seu pai Antônio Mariano, adversário político ferrenho, se rivalizou comigo até no campo pessoal, mas depois encheu um lençol de lágrimas, vertidas pela dor da notícia do nosso romance. Deste enlace proibido ganhei dois filhos maravilhosos – Magno Filho e João Pedro – que se irmanam ao primogênito Felipe e André Gustavo, ambos do casamento anterior.

Venho do Sertão, com DNA Martins, de minha amada mãe Margarida, que Deus levou em missão celestial, e Fonseca, do meu pai Gastão, que, aos 94 anos, resiste em nosso torrão feito uma baraúna, sem perder a ternura, feliz feito vaqueiro tangendo o gado para o curral.

Como a paixão que o pintor Cícero Dias move pelo Recife, eternizado na sua célebre frase “Eu vi o mundo, ele começava no Recife”, meu pai é daqueles que quanto mais o tempo passa mais ele se encanta pelo Sertão.  Para ele, no Sertão até as pedras são belas. Venho, enfim, de uma família sertaneja que deu ao País a pentaatleta Yane Marques, orgulho pernambucano.

Se o mundo começa no Recife, como disse Cícero Dias, eis-me aqui para se entregar a esta beleza sem igual como Cidadão. Em suas belas praias vou estender o meu gibão de couro para contemplar seus corais. De cavalo andante, vestido de vaqueiro, vou percorrer seus rios e pontes.

Mais tarde, quando o Recife não se impregnar mais de mim, nesta paixão ardente e avassaladora, vou cair no frevo, aprender a dança do maracatu, virar um caboclinho e curtir seus alegres e belos carnavais.

Tem razão Cícero Dias: o Recife é berço da nacionalidade brasileira, do Arraial do Bom Jesus e dos Montes Guararapes, capital do meu Pernambuco, Terra Canavieira. Agora, pelo voto unânime desta Casa, que acolheu proposta do nobre vereador Edmar de Oliveira, as luzes das pontes e dos cais se acendem para mim.

Quanta honra para um matuto pajeuzeiro ser abraçado e dormir nos braços desta filha mimosa do mar ouvindo canções de ninar. Agora, mais do que nunca, vou cantar as tuas paisagens, Recife, os teus vitrais, as tuas alegorias, os teus painéis.
Nas águas do Capibaribe e do Beberibe, que se abraçam para formar o oceano, vou embalar meus sonhos, beber o orvalho dos teus roseirais, bater continência para os seus menestréis.

O poeta Joaquim Cardoso dizia que o Recife refletido nas colunas dos seus rios dava a impressão de uma catedral imersa, imensa, deslumbrante, onde no esplendor das noites as almas dos seus heróis iriam rezar.

Metade roubada ao mar, metade à imaginação, como disse Carlos Pena Filho, Recife é um encanto, com as suas pontes e os seus rios que, na poesia de Ledo Ivo, cantam. Seus jardins, leves como sonâmbulos, e suas esquinas desdobram os sonhos de Nassau.
Das cidades do Brasil, Recife é a mais bela e sedutora. Se o Rio de Janeiro continua lindo, Recife continua formosa. A cidade é mais bela quando a lua, pela noite, através de cada rua, um cenário de luz radiante exibe. À noite, quando transponho a ponte Santa Isabel, Recife parece um sonho, um luminoso painel.

Alguém, Recife, já te chamou um dia Linda “cidade-mulher”! Nenhuma cidade exibe seduções tão naturais. O banho do Beberibe. Nos cais, frutos saborosos, pitangas e sapotis, samburás de mangas-rosas, mangabas e abacaxis. Velhos lampiões te iluminam. No Cais do Apolo iluminas alvarengas e barcaças.

Pitorescos teus subúrbios, cada qual mais singular, nomes de graça sem par: Pina, Poço da Panela, Várzea, Ambolê, Caxangá, Cordeiro, Casa Amarela, Tejipió, Jiquiá. Qual foi o maior troveiro de teus antigos cantares? Silveira? Carlos? Monteiro? Cardoso? Adelmar Tavares? Noites nas ruas pacatas, quem não podia dormir mais, fazia serenatas. Felinto e Raul Morais! Ó minhas ruas cansadas do bairro de São José.

Dos sinos de teus conventos, das igrejas antigas, os quintos não são lamentos, mas muito claras cantigas. O rio Capibaribe, em frente à Cruz do Patrão, abraça-se ao Beberibe, num grande abraço de irmão.

Rendo graças aos homens antigos da minha terra adotiva: Joaquim Nabuco, Martins Júnior, Zé Maria, João Alfredo, Faelante, Zé Mariano, Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Mauro Mota, Ascenso Ferreira, Solano Trindade, Carlos Pena Filho, João Cabral de Melo Neto, Ariano Suassuna, Nelson Rodrigues, Clarice Lispector, Mestre Salustiano, Chico Science, Capiba e Reginaldo Rossi.
Na alma e no coração, o Recife agora está de fato encarnado em mim, como um seio de mãe, que ama e perdoa.
Minhas senhoras e meus senhores,

A noção de cidadania sempre esteve voltada para um agir, para uma conduta positiva de participação na sociedade. Recife me recebe como cidadão pelo meu agir no jornalismo, uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade.

Gabriel Garcia Marques disse que quem não sofreu essa servidão que se alimenta dos imprevistos da vida, não pode imaginá-la. Quem não viveu a palpitação sobrenatural da notícia, o orgasmo do furo, a demolição moral do fracasso, não pode sequer conceber o que são.

Ninguém que não tenha nascido para isso e esteja disposto a viver só para isso poderia persistir numa profissão tão incompreensível e voraz, cuja obra termina depois de cada notícia, como se fora para sempre, mas que não concede um instante de paz enquanto não torna a começar com mais ardor do que nunca no minuto seguinte.

Existem dias em que o jornalismo registra fatos que, no futuro serão contados nos livros – e serão guardados por gerações. Nesses dias, o que o jornalismo faz é escrever a história. Nesta minha trajetória, faço história na estrada.

Não sou jornalista das redações refrigeradas e do copia e cola. Tenho botas de sete léguas para ir buscar a notícia onde ela estiver acontecendo, seja em Brasília, onde morei por 15 anos e ainda sou tangido para lá pelas crises, ou no mais longínquo rincão nordestino.

Foi na estrada que concebi toda minha obra jornalística e literária, resultando nos livros O Nordeste que deu certo, O Lixo do poder, A Derrota não anunciada, Reféns da seca e Perto do Coração. Estão no prelo ainda Os santuários eleitorais do Bolsa-Família, Histórias de Repórter e Fenômenos eleitorais, este último tendo já percorrido mais de 10 mil km pelo Nordeste a cata de anônimos que fizeram o diferencial nas eleições deste ano.

Eu costumo dizer, nesta fase da tecnologia, do mundo digital e do Whatsapp que, enquanto muitos caçam Pokémon, eu caço personagens que encarnam a mudança no perfil da política brasileira. É o catador de lixo que virou vereador, a parteira vereadora que nunca pediu um voto, a vereadora eleita numa UTI, o vereador eleito na cadeia, uma mulher prefeita cadeirante, um prefeito eleito aos 88 anos, enfim, dezenas de casos inéditos que mudam conceitos e dogmas.

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria dos jornalistas apenas trabalha como disse certa vez Oscar Wilde. Eu tenho esta exata noção em relação a mim. Sou um escravo da notícia, vivo para fazer manchetes. Furo é o orgasmo do meu jornalismo.
Para mim, Jornalismo é como se fosse um fio, que liga as pessoas ao mundo. Jornalismo é tirar a venda dos olhos de quem não conhece a verdade. Hoje, infelizmente, quem se forma em jornalismo não quer mais fazer jornalismo com o sacrifício de percorrer léguas atrás da notícia.

Na realidade, os jovens que estão nos bancos das universidades hoje, com raríssimas exceções, fazem jornalismo sonhando em virar celebridade. Estão enganados e iludidos. Jornalismo não é isso. É a voz dos oprimidos e o terror dos malfeitores, é “dar furo” e noticiar os fatos.

O preço da minha escolha por esse jornalismo vou pagar com gosto. Eu tive coragem de fazê-la e só me tornei quem sou hoje através dela.  Para mim, o bom jornalista é como vinho: a capacidade se mede pelo tempo. Se for ruim quando novo, serve apenas para vinagre.

Cláudio Abramo já disse que o jornalismo é, antes de tudo e, sobretudo, a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter. Por mais que essa frase possa parecer um chavão, o jornalismo é a sentinela da democracia.  Já li que ser jornalista e não ser louco é uma contradição genética, como disse Che Guevara. Numa época em que o jornalismo impresso ainda reinava soberano no Nordeste introduzi por aqui a chamada era da blogosfera.

Quando eu morrer – e espero que Deus prolongue por muitos dias a minha missão aqui na terra – certamente já saberei a manchete antecipada: “Deus chamou o pai dos blogueiros”.

Minhas senhoras, meus senhores,

Para encerrar gostaria de fazer referência a três pessoas que foram muito importantes lá atrás, no início desta minha jornada: Joezil Barros, que me abriu as portas do Diário de Pernambuco eu ainda imberbe, apostando na vocação de um matuto.
A Eduardo Monteiro, que conheci no Diário e mais tarde, abraçamos o desafio de criar a Folha de Pernambuco, a chamada terceira via da Imprensa pernambucana, e mais adiante, nos abraçamos em Brasília com a experiência no arrendamento do Jornal de Brasília.

Por fim, ao ex-governador Joaquim Francisco, que me tirou do exílio em Brasília para coordenar a sua campanha em 1990 e depois me fez secretário estadual de Imprensa. Nesta função, aprendi o que é ser vidraça depois de tanto tempo exercitando o estilingue.
Ao direito e ao sonho realizado de virar um recifense de fato, de alma e de coração, agradeço a todos os vereadores desta Casa e ao autor da ideia, Edmar de Oliveira. Agradeço também a todos vocês que saíram das suas casas para compartilhar comigo este momento de grandeza e de emoção.

E para concluir, poeticamente, encerro com esta declaração de amor ao Recife feita pelo poeta Ledo Ivo:

“Amar mulheres, várias”.
Amar cidades, só uma – Recife.
E assim mesmo com as suas pontes,
E os seus rios que cantam,
E seus jardins leves como sonâmbulos
E suas esquinas que desdobram os sonhos de Nassau.
Amar senhoras, muitas. Cidade,
Só uma, e assim mesmo com o vento amplo do Atlântico
E o sol do Nordeste entre as mãos”.

Muito obrigado, Recife!

IPTU premiado: Prefeitura de Afogados fará o sorteio no dia das mães

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover o sorteio do IPTU premiado 2025 no próximo domingo (11), dia das mães. Os contribuintes em dia com seus tributos municipais irão concorrer aos sorteios de dois refrigeradores, dois televisores em LED 32 polegadas, duas motos Shineray 175 cilindradas (0km) e um Fiat Mobi (0km). O sorteio […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover o sorteio do IPTU premiado 2025 no próximo domingo (11), dia das mães.

Os contribuintes em dia com seus tributos municipais irão concorrer aos sorteios de dois refrigeradores, dois televisores em LED 32 polegadas, duas motos Shineray 175 cilindradas (0km) e um Fiat Mobi (0km). O sorteio terá início às 19h, em frente à catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios.

O contribuinte que tiver com os seus tributos atrasados ainda tem tempo  para concorrer. Basta se dirigir o setor de tributação da secretaria de finanças, no andar térreo da Prefeitura, quitar o seu débito, preencher o seu cupom e depositar na urna instalada na entrada da Prefeitura de Afogados. O prazo final de quitação é sexta-feira (09).

“O IPTU premiado é uma campanha de sucesso, que cresce a cada ano, e que visa premiar os contribuintes que estão em dia com o município, colaborando com a gestão a levar obras e ações para a nossa população,” destacou a secretária de finanças de Afogados, Lúcia Gomes.

Márcia vai coordenar campanha da Frente Popular no Sertão do Pajeú

O anúncio foi feito por Doriel Barros durante encontro do PT neste domingo em Serra Talhada.  A cidade de Serra Talhada sediou neste domingo (22) o XVI Encontro Regional do Partido dos Trabalhadores e Trabalhadoras, no Hotel das Palmeiras. O evento reuniu diversos diretórios municipais do partido no Sertão e importantes lideranças políticas, como a […]

O anúncio foi feito por Doriel Barros durante encontro do PT neste domingo em Serra Talhada. 

A cidade de Serra Talhada sediou neste domingo (22) o XVI Encontro Regional do Partido dos Trabalhadores e Trabalhadoras, no Hotel das Palmeiras.

O evento reuniu diversos diretórios municipais do partido no Sertão e importantes lideranças políticas, como a prefeita Márcia Conrado, o deputado federal Carlos Veras, o presidente estadual Doriel Barros e a pré-candidata ao Senado, Teresa Leitão.

Na ocasião, Doriel Barros anunciou que a prefeita Márcia Conrado será a coordenadora da campanha da Frente Popular no Sertão do Pajeú. Ela coordenará as campanhas de Teresa, Danilo e Lula na região

“Márcia tem feito um trabalho importante e vai poder ajudar muito não só em Serra Talhada, mas no Sertão, com a sua capacidade, para que a gente possa ampliar os nossos votos e possa também dar uma grande votação ao presidente Lula. Vamos unir o Sertão pra gente eleger deputados estaduais e federais, pra gente ampliar a nossa bancada no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa”, disse Doriel.

A prefeita ainda não se manifestou sobre o anúncio, mas registrou sua participação no encontro. “Um encontro lindo, onde reafirmamos o nosso compromisso em termos Lula como presidente, Danilo Cabral como governador e Teresa Leitão como senadora, e assim, resgatarmos a democracia e priorizar as políticas públicas voltadas para todos”, escreveu Márcia nas redes sociais.

Aguardando repasses, obras de asfalto e calçamento seguem paralisadas em Tabira

Por Anchieta Santos Com recursos de emenda do Senador Armando Monteiro (PTB), a Prefeitura de Tabira depois de um ano de atraso, iniciou em 2016 a pavimentação asfáltica de ruas através da Empresa GL Empreendimentos e calçamentos em outras com a Alca. Sem atingir 50% as obras foram paralisadas com a promessa que após o […]

asfalto-600x338

Por Anchieta Santos

Com recursos de emenda do Senador Armando Monteiro (PTB), a Prefeitura de Tabira depois de um ano de atraso, iniciou em 2016 a pavimentação asfáltica de ruas através da Empresa GL Empreendimentos e calçamentos em outras com a Alca. Sem atingir 50% as obras foram paralisadas com a promessa que após o carnaval seriam retomadas. Dois meses depois do carnaval e as obras não voltaram.

Pela empresa Alca o empresário Zé Amaral já perdeu esperanças de que as obras voltem este ano. Quanto as obras de asfalto, a GL Empreendimentos sem receber da Caixa Econômica já queria desistir.

De acordo com o Secretário de Planejamento Rubens Espíndola, a Caixa disse estar sem dinheiro e pediu para o Governo Sebastião Dias pressionar o Governo Dilma, através do Ministério das Cidades para que libere os recursos.

Rubinho disse que a Prefeitura vai contratar a empresa para efetuar outros serviços como forma de motiva-la a continuar o asfalto, mesmo sem receber. As obras do asfalto atingiram 42% até o momento em que foram paralisadas.

Fecomércio-PE promove sabatinas com os candidatos a vice em PE

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) realiza, no próximo dia 28 de setembro, o I Debate com Candidatos a Vice-Governadores (as) de Pernambuco, a partir das 10h, no auditório da Casa do Comércio, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da Federação.  Dando continuidade ao formato dos […]

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio-PE) realiza, no próximo dia 28 de setembro, o I Debate com Candidatos a Vice-Governadores (as) de Pernambuco, a partir das 10h, no auditório da Casa do Comércio, com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da Federação. 

Dando continuidade ao formato dos debates com os candidatos ao Governo do Estado e Candidatos ao Senado por Pernambuco, a intenção da Federação é ouvir e debater, durante 1h e de forma unitária, as propostas dos 5 candidatos a vice-governador (a) mais bem avaliados nas pesquisas com o eleitorado pernambucano sobre temas de interesse da categoria, como ambiente de negócios, saúde, educação profissional, turismo, etc.

Seguindo os horários já confirmados, os trabalhos irão se iniciar com a candidata Luciana Santos (PCdoB), das 10h às 11h; seguida de Priscila Krause (Cidadania), das 11h30 às 12h30; Isabel Urquiza (PL), das 14h30 às 15h30; e Alessandra Vieira (União Brasil), das 16h às 17h. O candidato Sebastião Oliveira (AVANTE) foi convidado, mas não confirmou presença. 

Comandado pelo presidente da Fecomércio-PE, Bernardo Peixoto, e com mediação da  jornalista e cientista política Priscila Lapa, o evento será  aberto para jornalistas, diretoria da Fecomércio, conselheiros do Sesc e do Senac e empresários do comércio. Os demais espectadores podem acompanhar ao vivo pelo canal do Youtube da Federação.

Além do debate, a Fecomércio-PE e a CNC entregarão a cada candidato a Agenda Institucional do Sistema Comércio e o documento regional do Projeto Vai Turismo, que, juntos, reúnem uma série de demandas e sugestões dos setores representados pelo Sistema Comércio. Entre os temas abordados pelos documentos destacam-se o Comércio Exterior, o Bem-estar Social, a Macroeconomia, a Educação, a Infraestrutura, os investimentos convergentes, o incentivo ao Turismo, a oferta qualificada e a Governança.

As sabatinas contarão com transmissão ao vivo pelo canal do Youtube da Fecomércio e, assim como as anteriores com os candidatos ao Senado Federal e ao Governo de Pernambuco,  está disponível para que o público possa rever e decidir quais postulantes e propostas os representam mais em suas ideias para o Estado.