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Waldemar Borges participa de reunião com Câmara e Secretariado

Por Nill Júnior

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O líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Waldemar Borges, participou, na tarde desta sexta-feira (27.02), da primeira reunião que o governador Paulo Câmara comandou com todo o secretariado, após a posse.  O governador  tratou com os auxiliares do Plano Plurianual (PPA) e do início das reuniões do Programa Todos por Pernambuco, que será retomado no próximo dia 13 de março.

O governador acredita que o atual cenário de crise nacional não será permanente, mas perdurará por pelo menos dois anos, conforme anunciado pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Todos os Estados devem fazer a sua parte. Adequando o planejamento para essa realidade nacional, com absoluto controle das contas públicas, mas sem deixar de lado os investimentos necessários para que a gente continue crescendo”.

Outras Notícias

Afogados da Ingazeira chega a 157 casos confirmados de Covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que saíram neste sábado, os resultados de 21 pacientes que estavam em investigação. Destes, 07 casos tiveram resultado positivo e 14 testaram negativo para covid-19 em nosso município.  Os casos positivos são os de 04 pacientes do sexo feminino (15, 24, 26 e 60 anos), sendo 02 estudantes; […]

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que saíram neste sábado, os resultados de 21 pacientes que estavam em investigação. Destes, 07 casos tiveram resultado positivo e 14 testaram negativo para covid-19 em nosso município. 

Os casos positivos são os de 04 pacientes do sexo feminino (15, 24, 26 e 60 anos), sendo 02 estudantes; 01 Assistente Administrativo e 01 comerciante. E o de 03 pacientes do sexo masculino, (08, 13 e 100 anos), sendo 02 estudantes e 01 aposentado. 

Os casos positivos, além dos seus contatos, estão sendo monitorados pelas equipes de vigilância e atenção básica do nosso município. Um dos casos está internado no HREC, estável e segue em recuperação.

Afogados agora conta com 157 casos confirmados, 47 em investigação, 115 recuperados e 4 óbitos.

“Todos os mananciais com água hoje estão em pré-colapso” – Informou Sergio Bruno em entrevista

22 localidades entre cidades, povoados e distritos dependem quase que 100% da Adutora do Pajeú. Por André Luis Diante desta que é considerada a maior seca dos últimos 60 anos, a Compesa tem tido o seu trabalho dificultado. Se não fosse a Adutora do Pajeú, o quadro seria critico, visto que a maioria dos mananciais […]

washingtonjordao-sergiobruno-07-11-1622 localidades entre cidades, povoados e distritos dependem quase que 100% da Adutora do Pajeú.

Por André Luis

Diante desta que é considerada a maior seca dos últimos 60 anos, a Compesa tem tido o seu trabalho dificultado. Se não fosse a Adutora do Pajeú, o quadro seria critico, visto que a maioria dos mananciais da região entraram em colapso total.

No Debate das Dez desta segunda-feira (07), o gerente regional da Compesa Sergio Bruno e o chefe de distribuição Washington Jordão falaram sobre como tem sido o trabalho da Compesa para abastecer Afogados da Ingazeira e região.

Bruno disse que a Compesa tem corrido muito com a produção tão limitada, tão pequena, para tentar atender os consumidores da região, disse que a produção hoje é realmente pequena e que a primeira etapa da Adutora estava prevista para chegar segundo o projeto, até Flores apenas, mas que se estendeu até o limite do Estado, São José do Egito, “estamos chegando agora até Itapetim, Brejinho e Santa Terezinha, mas é muito difícil, estamos fazendo o possível para atender a população do Alto Pajeú, com a limitação de água que nos temos na Adutora do Pajeú hoje”, disse Bruno.

Washington Jordão falou sobre os problemas que aconteceram na semana passada devido alguns reparos que tiveram que ser feitos na Adutora do Pajeú e que consecutivamente tiveram problemas na distribuição, sendo necessários rodízios para atender melhor a parte mais alta de Afogados e disse estava tudo sendo regularizado, mas que infelizmente ontem a tarde foram informados que houve um estouramento e com isso nova paralização na produção da Adutora do Pajeú, mas também informou que já estão trabalhando para realizar o reparo e a previsão de normalização na produção é para a noite de hoje.

Washington falou ainda que estes problemas recorrentes na Adutora, são considerados normais, tendo a Adutora 200km de extensão, “estes estouramentos são normais, a gente já vinha há mais de um mês sem nenhum estouramento, tivemos uma parada programada para manutenção, para resolver problemas na captação Floresta, uma ação conjunta com a equipe de Serra Talhada, mas problemas com estouramentos já fazia mais de um mês que não ocorriam”, informou Jordão.

Bruno disse que a Compesa de Afogados da Ingazeira atende hoje 13 municípios da região, sendo o total de 22 localidades considerados os povoados e distritos e que praticamente todos usam a água que vem da Adutora do Pajeú.

Falando sobre alguns casos de povoados que tem a água da Adutora na porta de suas casas, mas não são beneficiados, Bruno explicou que são muitas as demandas de ligações para atender povoados e distritos, disse que todos estão sendo estudados levantados os custos para fazer essa intervenção, “acontece que todas essas solicitações estão atreladas a segunda etapa da Adutora, ai sim nos vamos ter água para atender a todos da melhor forma possível. Como eu disse antes, nós temos cidades como Carnaubeira da Penha e Princesa Isabel que estão com  o sistema pronto, preparados e estão com dificuldades, porque não temos uma condição suficiente para chegar até lá, então da mesma forma que tem, municípios, eu sei que tem inúmeros povoados e sítios, a nossa perspectiva é que logo chegue a segunda etapa que esta prevista para o início de 2017, todos esses sistemas pequenos serão estudados, levantados e se houver viabilidade deverão ser atendidosinformou Bruno.

Washington informou que a Barragem de Brotas esta com 6% de sua capacidade, próximo a entrar no volume morto, provavelmente nos próximos quinze dias deverão começar a captar água com bombas flutuantes.

Rosário está em colapso total desde novembro de 2015 e hoje Iguaraci e Ingazeira estão sendo abastecidas pela Adutora do Pajeú, através de uma extensão feita pela Compesa da cidade de Tuparetama, informou Sergio Bruno, que disse também que a Barragem do Chinelo está seca há uns dois anos e que todos os mananciais hoje com água estão em pré-colapso .

Tanto Sergio como Jordão tem a total certeza de que não fosse a Adutora do Pajeú, a situação da região, principalmente do Alto Pajeú, estaria muito critica.

Clique aqui e ouça como foi o debate na íntegra no Portal Pajeú RádioWeb

George diz que oposição quer “adotar criança que não é dela” sobre agenda com Raquel

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito,  George Borja,  do PSB, disse ao Debate do Sábado da Gazeta FM que foi institucional,  capitaneada pelo prefeito Evandro Valadares,  a entrega de uma pauta de reivindicações à governadora Raquel Lyra. Ele disse ter acompanhado a solicitação de um mamógrafo,  transferência de incentivos financeiros para fortalecer serviços […]

O pré-candidato a prefeito de São José do Egito,  George Borja,  do PSB, disse ao Debate do Sábado da Gazeta FM que foi institucional,  capitaneada pelo prefeito Evandro Valadares,  a entrega de uma pauta de reivindicações à governadora Raquel Lyra.

Ele disse ter acompanhado a solicitação de um mamógrafo,  transferência de incentivos financeiros para fortalecer serviços do Hospital Maria Rafael de Siqueira.

Ainda a solicitação de garantia hídrica para as comunidades de Muquém, Papagaio e Açude da Porta.

Confrontado com a informação de que o oposicionista Fredson Brito divulgou nota informando que levou a demanda hídrica à governadora,  George rebateu. “A oposição preocupada em adotar a criança depois que ela saiu da barriga”.

O nome governista ainda disse que teve excelente conversa com a ex-vereadora Ana Maria e família,  sinalizando que pelo alinhamento e ligação com o PSB, está atuando para tê-los no seu palanque.

Ele respondeu perguntas dos ouvintes da emissora e também falou de propostas em temas como geração de emprego,  saúde,  cultura e infraestrutura.

Gonzaga Patriota prestigia convenção da Frente Popular

O deputado federal Gonzaga Patriota marcou presença no evento da coligação “Frente Popular de Pernambuco” que oficializou, neste domingo (5), a candidatura do atual governador Paulo Câmara (PSB) à reeleição, nas eleições 2018. A convenção ocorreu no Clube Internacional do Recife. A atual deputada federal Luciana Santos (PCdoB) foi apresentada como vice da chapa. O deputado […]

O deputado federal Gonzaga Patriota marcou presença no evento da coligação “Frente Popular de Pernambuco” que oficializou, neste domingo (5), a candidatura do atual governador Paulo Câmara (PSB) à reeleição, nas eleições 2018.

A convenção ocorreu no Clube Internacional do Recife. A atual deputada federal Luciana Santos (PCdoB) foi apresentada como vice da chapa. O deputado federal Jarbas Vasconcelos (MDB) e o senador Humberto Costa (PT) completam a chapa concorrendo ao Senado.

Recepcionado como governador reeleito, Paulo Câmara chegou na Convenção do PSB em Pernambuco, com a área lotada por correligionários, amigos, pré-candidatos e assessores.

Na ocasião, Patriota confirmou sua candidatura, mais uma vez, a deputado federal e mostrou força e ânimo para encarar o processo eleitoral. “Agradeço o esforço e empenho dos nossos filiados e amigos que marcaram presença, apoiando à reeleição de Paulo Câmara. Foi dada a largada e tenho certeza que não faltam disposição e força para a gente lutar e correr atrás para que Pernambuco continue avançando”, disse.

Além do PSB, outros 11 partidos compõem a chapa: SD;PPL,PMN, PSD, PR,PP, PCdoB, PT, MDB, Patriota e PRP.

Quem apertou o gatilho e matou Lampião? Historiador revela nome

Diário de Pernambuco Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, morreu aos 40 anos, numa emboscada na Grota de Angico, em Sergipe, em julho de 1938. Apesar de, na época, o fato ter estampado as capas das principais revistas e jornais brasileiros e ter virado notícia até fora do país, algumas lacunas permaneceram. A principal delas: […]

Da esquerda para direita: 1- Vila Nova 2- ? 3- Benjamin 4- Luis Pedro 5- Amoroso 6- Lampião 7- Cacheado 8- Maria Bonita 9- ? 10- Quinta-feira
obs: foto tirada por cangaceiro Juriti

Diário de Pernambuco

Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, morreu aos 40 anos, numa emboscada na Grota de Angico, em Sergipe, em julho de 1938. Apesar de, na época, o fato ter estampado as capas das principais revistas e jornais brasileiros e ter virado notícia até fora do país, algumas lacunas permaneceram. A principal delas: quem apertou o gatilho que deu fim à vida de uma das figuras mais temidas e admiradas da história brasileira?

A versão oficial aponta como assassino o oficial Antonio Honorato da Silva, guarda-costas do aspirante Francisco Ferreira. Mas a história não é bem essa. Após quatro décadas de pesquisa, o historiador Frederico Pernambucano de Mello, biógrafo de Lampião e considerado o maior especialista em cangaço no Brasil, revela que a identidade do carrasco do cangaceiro é outra em ‘Apagando o Lampião – Vida e morte do Rei do Cangaço’. O livro acaba de sair pela Global Editora.

Lampião foi morto com apenas um tiro, às 5h de 28 de julho de 1938. Desde os primórdios de suas pesquisas sobre o cangaço, e, principalmente, após ler uma entrevista concedida por Antonio Honorato da Silva, o suposto assassino, ao jornalista Melchiades Rocha, Frederico Pernambucano de Mello tinha uma pulga atrás da orelha. “Nesse relato de Honorato, encontrei algumas inconsistências. Ele afirmava que Lampião tinha um pavor enorme no rosto quando atirou, que deu o primeiro tiro e acompanhou a queda. Coisas que não faziam muito sentido”, diz.

Foi a partir de 1970 que o mistério começou a se esclarecer. O historiador recebeu uma informação do coronel Audálio Tenório de Albuquerque dizendo que ouviu seu parente e amigo próximo, o coronel José Lucena de Albuquerque Maranhão (o responsável intelectual pela morte do Rei do Cangaço, já que comandava o batalhão encarregado da caça a Lampião em Angicos), que o verdadeiro assassino era um dos guarda-costas do aspirante Francisco Ferreira de Mello, mas não Honorato, como a imprensa havia divulgado.

“Eu achava que ele tinha uns oito, dez guarda-costas, por isso desanimei. Mas, em 1978, ao ter contato com uma das irmãs do aspirante, ela me disse que ele tinha apenas dois. Um era velho, o Honorato, e o outro era mais novo e ficou conhecido como Santo”, diz o historiador.

Frederico conseguiu encontrar o cabo que se chamava Sebastião Vieira Sandes. Durante muito tempo, tentou, em vão, arrancar alguma informação. Só no fim de 2003, quando se descobriu portador de uma doença terminal, Sandes procurou o biógrafo. Decidiu que havia segredos que ele não queria levar para o túmulo. “Fiquei até emocionado. Fazia mais de 20 anos que estava atrás dele. Minha mulher achou, na ocasião, que era uma emboscada. Ele me deu um relato precioso, que gravei durante quatro dias. Morreu um mês depois”, lembra o historiador.

Segundo Sebastião Sandes, Lampião morreu com um tiro só de fuzil, disparado a oito metros e que não estava em combate. A bala bateu na lâmina do punhal do cangaceiro e atingiu sua região umbilical esquerda. “Lampião foi surpreendido, pois esperava ser atacado por terra e não pelo rio, como aconteceu. Sandes me disse que o silêncio era de uma catedral, porque era começo da manhã. Havia chovido e até os animais estavam recolhidos. A maneira como atirou, de cima para baixo, ao contrário do que afirmava Honorato, foi comprovada pela perícia feita recentemente pelo perito criminal federal Eduardo Makoto Sato, do Instituto Nacional de Criminalística. O punhal de Lampião, que foi atingido, nunca havia sido analisado”, afirma.

O mais curioso é que, no passado, Sandes chegou a ser amigo e querido por Lampião e Maria Bonita. Eles o chamavam de Galeguinho, por ser bem claro. “Sandes foi coiteiro (pessoas que ajudavam os cangaceiros, dando-lhes abrigo, comida e informações) de Lampião na região de Alagoas e companheiro de costura dele. Lampião era um exímio costureiro de couro, de pano, bordava. Quando Sandes me deu o depoimento, ele estava, inclusive, com o olhar baixo, até um pouco emotivo, porque eles foram próximos”, diz.

Ele não quis assumir a autoria do crime para evitar represálias. Quando matou Lampião, Sandes estava com apenas 22 anos. “Internamente, sabiam que foi ele, que chegou a ser promovido. Porém, ele foi aconselhado a não se revelar, porque Lampião era muito poderoso. Tanto que Honorato apareceu morto, em 1968, logo após estampar uma edição da revista Fatos & Fotos gabando-se de seu feito. Era a chamada vingança de Lampião.”

Apagando o Lampião – Vida e morte do Rei do Cangaço
Frederico Pernambucano de Mello
Global Editora
336 págs.
sugerido: R$ 55