De olho na vice de Armando, Guilherme Coelho diz ter recebido bênção de Alckmin
Por André Luis
Foto: Divulgação
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Do blog de Jamildo
Já é dado como certo que o PSDB vai ficar com a vice na chapa de Armando Monteiro Neto (PTB) ao governo de Pernambuco. Um dos nomes cogitados é o do ex-prefeito de Petrolina Guilherme Coelho, primo do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), uma das lideranças do bloco do petebista. O tucano aproveitou a visita do pré-candidato à presidência da República pelo seu partido, Geraldo Alckmin, a Caruaru, no Agreste pernambucano, nessa sexta-feira (22), para buscar apoio.
“Eu tenho grande estima. Guilherme Coelho está preparado para importantes missões no estado de Pernambuco”, afirma Alckmin em áudio divulgado pelo ex-prefeito.
Além de Guilherme Coelho, são cotados para a vaga o ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes Elias Gomes e o vereador do Recife André Régis.
O nome de Coelho é defendido pelo primo, com quem refez a aliança há dois anos, para a campanha de Miguel Coelho (PSB) em Petrolina, após 30 anos de uma briga política na família.
“A vice deverá ser uma indicação do PSDB. No que diz respeito à minha posição, se o PSDB de Pernambuco evoluir para a indicação do nome do nosso ex-prefeito e ex-deputado federal Guilherme Coelho, terá toda a minha simpatia e o meu apoio. Mas não é uma questão que dependa de mim e do meu grupo político, e sim do PSDB”, afirmou em entrevista no último dia 15. “Como eu não consegui viabilizar o comando da direção do MDB, não pude levar adiante a minha postulação como pré-candidato. Como todos sabem, Fernando Filho e Antônio Coelho se filiaram ao DEM. O DEM já esta representado na chapa com a presença do deputado federal Mendonça Filho, nosso candidato a senador e, portanto, os outros espaços, seja na vice ou outra vaga no Senado, vão caber aos partidos”.
FBC não estava na comitiva que foi receber Alckmin. Os outros líderes do bloco de oposição, sim. Além de Armando, foram a Caruaru o nome escolhido para o Senado, o deputado federal Mendonça Filho (DEM), e o presidente estadual do PSDB, o também deputado federal Bruno Araújo, pré-candidato à reeleição.
Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados Entre as propostas está o PL 5191/20, que cria fundos de investimento para o setor agropecuário Na última sessão de 2020, o Plenário da Câmara aprovou sete projetos ligados ao enfrentamento à pandemia de Covid-19, apoio a setores econômicos, desburocratização e cidadania. Um deles já seguiu para sanção presidencial. Trata-se do […]
Entre as propostas está o PL 5191/20, que cria fundos de investimento para o setor agropecuário
Na última sessão de 2020, o Plenário da Câmara aprovou sete projetos ligados ao enfrentamento à pandemia de Covid-19, apoio a setores econômicos, desburocratização e cidadania.
Um deles já seguiu para sanção presidencial. Trata-se do PL 5029/20, que aumenta os recursos da União no Fundo Garantidor de Operações. Na prática, a medida amplia o volume de recursos disponíveis para empréstimos no Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). O dinheiro virá do Programa Emergencial de Suporte a Empregos.
Outras propostas aprovadas pela Câmara ainda serão analisadas no Senado. Os deputados aprovaram o chamado Fiagro (PL 5191/20), um conjunto de Fundos de Investimento de Cadeias Produtivas Agroindustriais. A intenção é ampliar os instrumentos de financiamento privado da produção agrícola e reduzir a dependência do setor em relação aos recursos públicos.
Desburocratização
Dois projetos aprovados tratam de desburocratização. O primeiro (PL 1422/19) torna o CPF o único registro geral em todo o País. Assim, o número do cadastro de pessoa física passará a ser usado em documentos como as carteiras de trabalho, de habilitação e nas certidões, como as de nascimento, casamento e óbito.
O outro projeto (PL 7843/17) trata da ampliação dos serviços públicos informatizados. Os órgãos que emitem atestado, certidões, diplomas e outros documentos legais deverão usar o meio digital, com validação feita por meio de assinatura eletrônica.
Consumidor e filantrópicas
Os deputados ainda aprovaram uma proposta (PL 5675/13) para deixar claro, no Código de Defesa do Consumidor, que a prova de que produtos e serviços são próprios para consumo e uso cabe exclusivamente aos fornecedores.
Também foi aprovada a prorrogação, até 31 de dezembro, da suspensão da obrigatoriedade de metas de qualidade e de quantidade que os prestadores de serviço têm com o Sistema Único de Saúde (PL 2809/20). Além de beneficiar os parceiros do SUS durante a pandemia de Covid-19, o texto trata de requisitos para a renovação do certificado de entidade filantrópica.
Parcerias
O Plenário aprovou ainda novas regras para parcerias, durante a pandemia, entre o setor público e as entidades do chamado terceiro setor, como as ONGs (PL 4113/20). De acordo com o texto, poderão ser legalizados casos de suspensão parcial ou integral de atividades decorrentes da pandemia.
Também foi aprovado o texto-base do novo marco legal do câmbio, que ainda poderá ser alterado por meio de destaques; e a lista de integrantes da Câmara na comissão representativa do Congresso Nacional, que atuará durante o recesso parlamentar.
Por Inácio Feitosa* Vivemos um momento histórico em que a ostentação deixou de ser símbolo de poder e passou a ser evidência de atraso. Durante muito tempo, consumir e exibir foram gestos quase obrigatórios para quem desejava reconhecimento. Era como se a sociedade exigisse um desfile permanente de marcas, objetos, etiquetas e exageros. Só que […]
Vivemos um momento histórico em que a ostentação deixou de ser símbolo de poder e passou a ser evidência de atraso. Durante muito tempo, consumir e exibir foram gestos quase obrigatórios para quem desejava reconhecimento. Era como se a sociedade exigisse um desfile permanente de marcas, objetos, etiquetas e exageros.
Só que o excesso cansou. Cansou porque falta sentido. Cansou porque o mundo amadureceu. Cansou porque não cabe mais num contexto global que exige consciência e sobriedade. Aos poucos, tornou-se evidente que aparência não resolve vazio, que logotipo não compra paz e que objetos não sustentam identidade. Hoje, ostentar não impressiona — constrange. Não comunica grandeza — revela insegurança. Não mostra sucesso — mostra falta de compreensão sobre o próprio tempo.
As redes sociais ajudaram a acelerar esse desgaste. O exagero permanente transformou-se em paródia de si mesmo. Perfis recheados de ostentação perderam credibilidade e passaram a ser vistos como uma tentativa desesperada de compensar algo que falta. Quanto mais gente exagera, menos gente respeita. Quanto mais se exibe, menos se admira. Esse colapso da estética do excesso expôs a fragilidade emocional que existe por trás da obsessão pela aparência. O espetáculo da ostentação ficou ultrapassado, e não perceber isso é perder a mudança cultural do século.
Sociedades mais maduras já não medem sucesso pelo volume de bens, mas pelo impacto social, pela solidez interna, pela capacidade de viver com propósito. Países desenvolvidos migraram da lógica da abundância ostentatória para a lógica da elegância silenciosa. E o Brasil, embora ainda preso a certos resíduos culturais, começa a despertar para essa transição. Hoje, o comportamento realmente admirado não é o que chama atenção, mas o que a dispensa. Não é o que grita, mas o que sabe falar baixo. Não é o que acumula, mas o que escolhe. E, acima de tudo, não é o que tenta parecer, mas o que consegue ser.
Enquanto consumidores mais atentos abraçam o “quiet luxury”, muitos ainda acreditam que exibir é avançar. Porém, exibir é regredir. É não entender a mudança de época. É permanecer preso à ingenuidade estética e simbólica dos anos 2000, quando o mundo ainda se encantava com brilho e barulho. Hoje, brilho e barulho soam infantis. É anacrônico confundir valor com preço, grandeza com visibilidade, qualidade com chamativo. O novo luxo é justamente o oposto dessa lógica: discrição, leveza, paz, autonomia, autenticidade, tempo, silêncio — bens intangíveis que não se compram numa vitrine, mas se constroem com maturidade.
Pessoas que realmente evoluíram não precisam provar nada a ninguém. A sofisticação atual não está na posse, mas no discernimento. Não está no acúmulo, mas na clareza. Não está no excesso, mas na medida. Talvez por isso os sinais mais sofisticados hoje sejam os mais discretos: a roupa sem logotipo, o carro que não chama atenção, o relógio que não precisa ser reconhecido, a garrafa de água comum no lugar da versão importada de valor absurdo. É um gesto simples, mas carregado de inteligência cultural. Esse comportamento não significa pobreza de possibilidades, mas riqueza de consciência. É a afirmação sutil de quem já entendeu que existir vale mais do que parecer.
Ostentar, nesse contexto, não é apenas falta de bom senso: é falta de leitura de mundo. É não perceber que a humanidade mudou de eixo. É insistir num modelo ultrapassado, preso à estética da década passada. É viver segundo o olhar alheio, e não segundo a própria lucidez. Exibir-se para conquistar respeito é como gritar para parecer eloquente: quanto mais alto, menos digno. O excesso virou ruído, e o ruído virou ridículo.
Viver com menos, por escolha, é maturidade emocional. Viver com exagero, por necessidade de reconhecimento, é fragilidade disfarçada de poder. É sinal de desequilíbrio interno. É a demonstração de que a pessoa ainda depende de aplauso externo para sustentar a própria autoestima. A verdadeira força está em não precisar ser visto para existir. Está em não depender de aprovação para permanecer inteiro. Está em ser suficiente para si mesmo.
O mundo mudou, a sensibilidade mudou, a régua da elegância mudou. A nova estética é ética. O novo estilo é consciência. O novo símbolo de status é a serenidade. O que realmente impressiona hoje não é o brilho, mas a profundidade; não é o volume, mas o silêncio; não é a exibição, mas a sobriedade. Um ambiente organizado, uma rotina equilibrada, uma vida coerente — isso sim comunica grandeza. Porque o que encanta, hoje, não é o exagero, mas a clareza; não é o luxo ostensivo, mas a simplicidade consciente.
Quem ainda não percebeu isso continua preso a um tempo que já se foi, lutando para parecer mais enquanto o verdadeiro avanço é simplesmente ser. E a tendência global é clara: quanto mais o mundo se torna complexo, mais as pessoas inteligentes buscam o simples. Quanto mais a sociedade grita, mais o sábio se recolhe. Quanto mais tudo encarece emocionalmente, mais o equilíbrio se torna valioso. A simplicidade não é ausência — é conquista. Não é falta — é escolha. Não é pouco — é tudo o que basta.
E, no fim das contas, quando todas as luzes externas se apagam e sobra apenas o que somos de verdade, resta a constatação mais simples e mais difícil de todas: a maior obstinação do ser humano é ser humano!
*Inácio Feitosa é Advogado e Presidente do ICE — Instituto Confraria da Educação
A Prefeitura de Serra Talhada realiza, nesta sexta-feira (16), às 15h, a entrega de 902 unidades habitacionais do Residencial Vanete Almeida. A cerimônia contará com a presença do ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho. As moradias integram um empreendimento que ficou com as obras paralisadas por anos e foi retomado após articulações institucionais junto ao […]
A Prefeitura de Serra Talhada realiza, nesta sexta-feira (16), às 15h, a entrega de 902 unidades habitacionais do Residencial Vanete Almeida. A cerimônia contará com a presença do ministro das Cidades, Jader Barbalho Filho. As moradias integram um empreendimento que ficou com as obras paralisadas por anos e foi retomado após articulações institucionais junto ao governo federal.
Segundo a prefeita Márcia Conrado, a retomada do projeto envolveu tratativas contínuas com o deputado federal Fernando Monteiro e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. “Não foi rápido. Não foi simples. Mas foi tratado como prioridade”, afirmou. De acordo com a gestora, o tema esteve presente em agendas e discussões ao longo de mais de cinco anos.
A prefeita informou que realizou viagens a Brasília e São Paulo para tratar dos entraves que impediam o avanço do empreendimento. “Cada porta que se abrir aqui hoje representa um recomeço”, declarou.
Além das unidades habitacionais, o Residencial Vanete Almeida conta com a implantação de equipamentos públicos. Um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) tem inauguração prevista; uma escola, com 12 salas de aula, está com 50% das obras concluídas; uma creche aguarda a ordem de serviço; e uma Unidade Básica de Saúde (UBS) encontra-se em fase de licitação.
Candidato a governador nas últimas eleições tendo como principal cabo eleitoral o ex-presidente Jair Bolsonaro, Anderson Ferreira simplesmente o escondeu da peça institucional do PL. O spot vai ao ar no rádio e na TV e ignora o ex-presidente, que não aparece nem no texto nem nas imagens. “Ser de direita é acreditar que, com […]
Candidato a governador nas últimas eleições tendo como principal cabo eleitoral o ex-presidente Jair Bolsonaro, Anderson Ferreira simplesmente o escondeu da peça institucional do PL.
O spot vai ao ar no rádio e na TV e ignora o ex-presidente, que não aparece nem no texto nem nas imagens.
“Ser de direita é acreditar que, com coragem, podemos renovar a nossa confiança no futuro, com equilíbrio, compromisso com a liberdade e com a democracia. Simbora trabalhar!” – diz em sua rede social.
Postura diferente da de Gilson Machado, que mantém a fidelidade política ao ex-mandatário.
Do Blog Tais Paranhos O lançamento da TMC Transamérica movimentou o cenário da comunicação no Brasil e, em especial, em Pernambuco. O evento contou com a presença de Nill Junior, presidente da ASSERPE (Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco), que destacou a relevância desse novo veículo para o fortalecimento do rádio e […]
O lançamento da TMC Transamérica movimentou o cenário da comunicação no Brasil e, em especial, em Pernambuco. O evento contou com a presença de Nill Junior, presidente da ASSERPE (Associação das Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco), que destacou a relevância desse novo veículo para o fortalecimento do rádio e da radiodifusão no País.
Para Nill Junior, a chegada da TMC representa um marco importante no mercado publicitário e de comunicação. Ele ressaltou que o movimento de um grande grupo nacional, apostando no rádio como carro-chefe, comprova a força desse meio, que continua alcançando cerca de 80% da população nas principais regiões metropolitanas, com uma média de quatro horas de escuta diária.
“Esse movimento só atesta que o rádio continua muito forte”, afirmou o presidente da ASSERPE. Segundo ele, o rádio permanece como a principal plataforma de comunicação, enquanto as redes sociais e outras mídias digitais funcionam como complementos e derivação desse conteúdo.
Nill Junior enfatizou que a TMC Transamérica chega com a proposta de oferecer rádio de qualidade, ouvindo todos os setores da sociedade e permitindo que o público forme sua própria opinião, sem indução e sem fake news.
O dirigente lembrou ainda de um encontro recente com Cristiano Lobato, presidente da ABERTE (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão), realizado na Paraíba, onde o impacto da TMC foi pauta de discussão entre os representantes do setor.
“Pernambuco e o Brasil estão falando da TMC. Vida longa para ela nesse projeto”, declarou Nill Junior, reforçando o entusiasmo da ASSERPE com a chegada da nova emissora.
Como presidente institucional da ASSERPE, que representa rádios e TVs do Estado, Nill Junior afirmou estar muito feliz com o fortalecimento do setor e com a perspectiva de novas oportunidades que a TMC traz para o mercado.
O lançamento foi marcado por discursos otimistas e pela valorização do rádio como meio democrático e acessível, capaz de se reinventar e se manter relevante em meio às transformações digitais.
A TMC Transamérica já nasce integrada às multiplataformas, com presença nas redes sociais e estratégias digitais, mas sem perder o foco no rádio, que permanece como o núcleo central da comunicação.
Para Nill Junior, esse equilíbrio entre tradição e inovação é o que garante a longevidade e a credibilidade do rádio no Brasil.
O evento reforçou a importância de se investir em conteúdos de qualidade, que respeitem a diversidade de opiniões e promovam informação responsável.
A chegada da TMC Transamérica é vista como um divisor de águas para o setor, trazendo novas perspectivas para anunciantes, ouvintes e profissionais da comunicação.
O rádio, segundo Nill Junior, continua sendo o companheiro diário da população, presente em casa, no trabalho e no trânsito, com uma força que atravessa gerações.
“O resto é derivação, mas o rádio segue firme”, concluiu o presidente da ASSERPE, reafirmando sua confiança no futuro do meio.
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