De olho em 2020, Secretário de Administração também usa marca própria no governo tabirense
Por Nill Júnior
As marcas usadas por Zeza e Flávio
As marcas com iniciais usadas por Zeza e Flávio
Por Anchieta Santos
A gestão do Prefeito Sebastião Dias e é normal que seja assim, tem a sua marca, “Governo do Povo”.
Mas o que chama a atenção em Tabira são os secretários que sonham com a cadeira de Prefeito e cada um tem o seu slogan pessoal.
Pode isso Arnaldo? Em Tabira, pode. Além da Secretária de Saúde Zeza Almeida que crava sem cerimonia no material da própria pasta o slogan “Zelando com amor”, o Secretário de Administração Flávio Marques não deixa por menos e estampa sua marca com “Fazendo Mais”.
Pelo que se observa, também com as letras inicias do seu nome usadas. Se o prefeito Sebastião Dias estimula, ninguém sabe, pelo menos se deduz que não tem nada contra.
A dúvida é: como o Ministério Publico encara esta promoção pessoal dos secretários do Governo Sebastião Dias? Disso tudo apenas uma certeza: o vice-Prefeito Jose Amaral não vê graça nenhuma na iniciativa dos seus concorrentes.
O blogueiro Júnior Finfa conseguiu uma declaração exclusiva do jornalista Magno Martins, no Congresso Pernambucano de Municípios. Magno admitiu a possibilidade de ser candidato ao Senado em 2018. A possibilidade já ventilada nos bastidores fez o jornalista ser cumprimentado por muitos políticos em meio à sua participação no Congresso da AMUPE, quando esteve em uma […]
O blogueiro Júnior Finfa conseguiu uma declaração exclusiva do jornalista Magno Martins, no Congresso Pernambucano de Municípios. Magno admitiu a possibilidade de ser candidato ao Senado em 2018.
A possibilidade já ventilada nos bastidores fez o jornalista ser cumprimentado por muitos políticos em meio à sua participação no Congresso da AMUPE, quando esteve em uma mesa redonda sobre comunicação nos dias de hoje.
Cumprimentado por diversos prefeitos e vereadores como “Senador”, magno foi interpelado pelo blogueiro.
“Eu sou candidato se o cenário de 2018 continuar mostrando que o povo quer uma renovação. O que é a renovação? Um indicativo de que o eleitorado nacional, e isso não se dá apenas em Pernambuco, não quer votar em político tradicional, principalmente em político envolvido na Operação lava Jato”.
Segundo Magno há um grande número de Senadores, Deputados e pré-candidatos, governadores também, envolvidos na Operação Lava Jato.”O povo está dando sinal que vai reprovar esta gente, e eu não vejo em Pernambuco no cenário hoje com nome natural ao Senado”.
Magno afirmou que acredita existir uma brecha, um vácuo que abre essa possibilidade. “Se houver esta possibilidade eu saio candidato. Agora não com candidato tradicionais na chapa de governador. Eu sou um candidato ao Senado alternativo, para buscar o voto de opinião”, concluiu. Você pode ver declaração na NJTV, a tv do blog.
Raquel Lyra (PSDB), empossou, na manhã desta segunda-feira (2), os 27 novos secretários estaduais e pediu a eles que entreguem resultados de forma rápida. Ela voltou a dizer que o combate à fome será a prioridade número um da sua gestão. “Lá fora, a luta é pela sobrevivência. Pela água, pela comida, para sobreviver à […]
Raquel Lyra (PSDB), empossou, na manhã desta segunda-feira (2), os 27 novos secretários estaduais e pediu a eles que entreguem resultados de forma rápida.
Ela voltou a dizer que o combate à fome será a prioridade número um da sua gestão.
“Lá fora, a luta é pela sobrevivência. Pela água, pela comida, para sobreviver à violência. Não vamos estar aqui à beira do rio só observando. Nós precisamos andar o nosso estado inteiro, a [Zona da] Mata, o Agreste, os Sertões”, disse a governadora.
Durante a solenidade, Raquel afirmou não ter dúvida da capacidade de trabalho da equipe e de que eles conseguirão ouvir às demandas da população e resolvê-las da forma mais rápida possível.
“Pernambuco é um estado grande, mas que teve, por muito tempo, um governo que pensou pequeno. Nosso desafio é ter a largueza da nossa gente”, disse a tucana. Ela se emocionou ao citar o marido, Fernando Lucena, que faleceu durante a campanha eleitoral.
O secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, descreveu o secretariado como uma equipe técnica com sensibilidade política. “Temos que executar essas políticas rapidamente porque o povo não pode mais esperar”, afirmou.
Ele também disse que o governo irá dialogar com todos os níveis do poder público. “Os palanques estão desmontados. Nós, agora, vamos trabalhar com muito afinco. Sempre olhando para o plano de governo”, declarou.
Veja a equipe empossada:
Secretaria de Administração: Ana Maraíza
Secretaria da Fazenda: Wilson José de Paula
Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Agricultura, Pecuária e Pesca: Aloísio Ferraz
Secretaria de Cultura: Silvério Pessoa
Secretaria de Defesa Social: Carla Patrícia Cunha
Secretaria de Justiça e Direitos Humanos: Lucinha Mota
Secretaria de Meio Ambiente, Sustentabilidade e Fernando de Noronha: Ana Luíza Ferreira
Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura: Evandro Avelar
Secretaria da Mulher: Regina Célia Barbosa
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação: Mauricélia Vidal
Secretaria de Comunicação: Rodolfo Costa Pinto
Secretaria de Saúde: Zilda do Rego Cavalcanti
Secretaria de Turismo e Lazer: Daniel Coelho
Secretaria de Desenvolvimento Econômico: Guilherme Cavalcanti
Secretaria de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo: Amanda Aires
Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança, Juventude e Prevenção às Drogas: Carolina Cabral
Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação: Simone Benevides
Secretaria de Educação e Esportes: Ivaneide Dantas
Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional: Fabrício Marques Santos
Secretaria de Projetos Estratégicos: Diogo Bezerra
Secretaria de Recursos Hídricos e Saneamento: José Almir Cirilo
Assessoria Especial: Fernando Holanda
Casa Militar: Coronel Hercílio da Fonseca Mamede
Casa Civil: Túlio Villaça;
Controladoria-Geral do Estado: Érika Lacet
Procuradoria Geral do Estado: Bianca Teixeira
Chefia de Gabinete: Eduardo Vieira
Administração de Fernando de Noronha: Thallyta Figueirôa
Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe): Renata Borba
Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur): Eduardo Loyo
Secretaria Executiva de Cultura: Léo Salazar
Secretaria Executiva de Comunicação: Manoel Medeiros Neto
Secretaria Executiva de Imprensa: Daniella Brito Alves
Secretaria Executiva de Ressocialização: Paulo Paes de Araújo
Secretários Executivos da Casa Civil: Arthur Neves, Rubens Júnior e Igor Cadena
Serra e Talhada registrou 346 recuperações clínicas nas últimas 24 horas. Por André Luis De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta quarta-feira (22.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, doze cidades registraram setenta e seis novos casos da Covid-19, e a região totaliza 2.777. Portanto, os números […]
Serra e Talhada registrou 346 recuperações clínicas nas últimas 24 horas.
Por André Luis
De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados nesta quarta-feira (22.07), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, nas últimas 24 horas, doze cidades registraram setenta e seis novos casos da Covid-19, e a região totaliza 2.777.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 1.579 confirmações. Logo em seguida, com 307 casos confirmados está Tabira, São José do Egito está com 185 casos confirmados e Afogados da Ingazeira está com 167.
Carnaíba está com 84 casos, Triunfo está com 73 casos, Calumbi está com 62, Flores está com 62, Iguaracy está com 46, Brejinho esta com 43, Tuparetama tem 38 e Quixaba 37 tem casos confirmados.
Itapetim está com 31 casos confirmados, Santa Cruz da Baixa Verde tem 25, Santa Terezinha tem 15, Solidão tem 12 e Ingazeira tem 11 casos confirmados.
Mortes – A Região tem agora no total, 60 óbitos por Covid-19. Até o momento, treze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 19, Triunfo 8, Carnaíba 6, Tabira e Afogados da Ingazeira com 5 óbitos cada, Flores tem 4, Quixaba e Iguaracy tem 3 cada, Tuparetama e São José do Egito tem 2 óbitos cada, Itapetim, Calumbi e Santa Terezinha com 1 óbito cada.
Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou trezentos e sessenta e quatro novas curas clínicas, totalizando 2.082 recuperados. O que corresponde a 75% dos casos confirmados. Destaque para Serra Talhada que registrou 346 pacientes recuperados nas últimas 24h.
O levantamento foi fechado às 07h55 desta quinta-feira (23.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
Este sábado (27), foi o dia das oposições em Pernambuco. Enquanto em Serra Talhada a vereadora Marília Arraes (PT) lançava a sua pré-candidatura ao governo do Estado, com direito a compromisso firmado de apoio do diretório estadual e decisão por candidatura própria. No Coliseu Hall, em Petrolina com a presença de 3,5 mil pessoas acontecia o […]
Este sábado (27), foi o dia das oposições em Pernambuco. Enquanto em Serra Talhada a vereadora Marília Arraes (PT) lançava a sua pré-candidatura ao governo do Estado, com direito a compromisso firmado de apoio do diretório estadual e decisão por candidatura própria.
No Coliseu Hall, em Petrolina com a presença de 3,5 mil pessoas acontecia o segundo grande encontro das oposições em Pernambuco, o “Pernambuco Quer Mudar”, reunindo os senadores Armando Monteiro (PTB) e Fernando Bezerra Coelho (MDB), os ex-governadores Joaquim Francisco e João Lyra Neto (PSDB), os ministros Fernando Filho (Minas e Energia/sem partido) e Mendonça Filho (Educação/DEM) e o deputado federal Bruno Araújo (PSDB). Mais de 60 prefeitos e ex-prefeitos, 11 deputados, entre estaduais e federais, além do anfitrião do evento, o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho.
Em seus discursos, as principais lideranças do bloco soltaram o verbo contra o aumento dos índices de violência e a precariedade da saúde no Estado, mostrando que as duas temáticas devem nortear os debates eleitorais deste ano. Em suas falas, os oposicionistas também fizeram questão de enaltecer os esforços dos ministros pernambucanos, deputados e senadores, para garantir recursos do Governo Federal, suprindo a escassez de investimentos por parte do Estado.
Todos os discursos do evento endossaram o coro das promessas de campanha do governador Paulo Câmara que ainda não foram cumpridas. O ex-ministro das Cidades do governo Temer, deputado Bruno Araújo (PSDB), disse que o governo de Paulo Câmara, além de ser “incompetente e despreparado, é desonesto com as informações”.
O próximo evento do Pernambuco Quer Mudar deve acontecer no dia 3 de março, em Caruaru, Agreste. O bloco de oposição está com agenda marcada para realizar um ato a cada mês. (Com informações do blog da Folha)
Prefeitos querem que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios Angela Fernanda Belfort/JC Online A repactuação do pacto federativo tem que sair, mesmo que seja a longo prazo, para que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios, na opinião dos especialistas ouvidos pelo […]
Prefeitos querem que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios
Angela Fernanda Belfort/JC Online
A repactuação do pacto federativo tem que sair, mesmo que seja a longo prazo, para que a distribuição dos recursos tributários ocorra de forma a contemplar mais os municípios, na opinião dos especialistas ouvidos pelo JC. “Esse grande nó do federalismo no Brasil veio depois da Constituição de 1988, que sobrecarregou os municípios. É preciso que a União e os Estados pactuem não apenas do ponto de vista dos recursos, mas também do controle, do custeio, dos serviços e das responsabilidades”, resume o diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais do Ipea, Constantino Cronemberger Mendes.
“As receitas praticamente empataram com as despesas dos municípios. A despesa de pessoal dos municípios em média cresceu 6,8%. A parte do pessoal que mais está crescendo é o inativo, que aumentou em torno de 30%”, cita Constantino, se referindo aos números divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (Siconfi), que comparou os dados de 2017 com os de 2016.
“Os pequenos não têm escala para oferecer serviços de forma eficiente. Então, para reduzir esses custos deveriam ser criadas formas consorciadas de oferecer um serviço, porque geralmente as cidades de uma mesma região têm problemas semelhantes. Por exemplo, um único aterro sanitário para algumas cidades. Isso também vale para a área de saúde, educação, rodovias intermunicipais, entre outros”, conta Constantino.
Também defende uma revisão do pacto federativo o doutor em história econômica e professor do Insper Vinícius Müller. “Os Estados e municípios precisam ser mais equilibrados constitucionalmente, juridicamente para, de alguma maneira, redistribuir os direitos e deveres de ambos com mais capacidade de arrecadação sem depender tanto dos repasses da União. A descentralização federativa promovida pela Constituição de 1988 ficou pela metade”, afirma. Dos tributos arrecadados no País, a União fica com 50%, os Estados, 31%, e os municípios, com 19%.
A Constituição de 1988 trouxe mais obrigações aos municípios, como maior responsabilidade no ensino fundamental e na educação infantil. Também aumentaram as obrigações na área de saúde, e ambas as áreas demandam mais mão de obra. “Cerca de 95% dos municípios de Pernambuco não são sustentáveis do ponto de vista da receita. Essa média no Brasil é de 85%”, conta Vinícius. Ele também argumenta que é preciso melhorar a atividade econômica dos municípios, explorando os seus respectivos potenciais para serem mais sustentáveis.
“Cada gestor deveria ver como está a sua receita para ver o quanto pode gastar antes de fazer uma despesa”, cita o diretor de controle municipal do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), Antonio Cabral. Em 2018, o TCE emitiu 330 alertas aos 184 municípios do Estado e Noronha sobre o fato de estarem perto de ultrapassar os limites com pessoal estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para o Executivo municipais. Alguns municípios receberam mais de um alerta. Nessa lei, os municípios não podem gastar acima de 54% da sua Receita Corrente Líquida (RCL) com despesas de pessoal.
A situação dos municípios que ultrapassam os limites da LRF pode ficar ainda mais complicada porque podem ter os recursos do FPM retidos pela União, ficarem sem contrair empréstimos etc. “Cada caso é um caso. Aumentar a receita própria é importante, mas há cidades que são pobres, e não há como isso ocorrer. Também é necessário ver se cada contrato está com valores compatíveis com os do mercado, se está gastando no que a população precisa”, sugere Cabral.
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