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De mãos dadas com Célia Galindo, Wellington promete reajuste a professores

Por André Luis

Vereadora tem sido dura nas críticas contra o prefeito de Arcoverde

O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, divulgou nesta quinta-feira (2), em suas redes sociais, uma foto onde aparece de mãos dadas com  o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde, Caio Magalhães, as vereadoras Célia Galindo e Zirleide Monteiro e o presidente da Câmara de Vereadores, Siqueirinha.

A foto chama a atenção, principalmente, pela presença da vereadora Célia Galindo, que tem sido uma crítica contumaz do prefeito Wellington, chegando a dizer em alguns momentos que ele “é o pior prefeito que Arcoverde já teve”. Internautas, inclusive, comentaram na publicação do prefeito dizendo não entender a união.

A foto em questão foi publicada para divulgar o envio do projeto de lei municipal do pagamento dos precatórios do FUNDEF e a aplicação do reajuste salarial.

“Foi um momento importante e produtivo de diálogo, em favor da nossa cidade e dos servidores municipais. Apresentamos dados relevantes para análise da possibilidade de concessão do reajuste, que passará por uma cuidadosa análise interna dos impactos orçamentários. Nos próximos dias, voltaremos a discutir esse tema”, destacou Wellington.

O prefeito informou ainda que no próximo dia 13 de março estará encaminhando ao Poder Legislativo Municipal, o projeto de lei que vai estabelecer os critérios de pagamento do rateio do FUNDEF, assegurando esse importante direito dos nossos professores, a partir do momento em que o valor for liberado e destinado ao município.

A postagem do prefeito Wellington Maciel acontece após os professores da cidade cruzarem os braços nesta quinta-feira para cobrar da prefeitura os precatórios do Fundef e o repasse do piso nacional da educação dado pelo Presidente Lula. 

Outras Notícias

No Pajeú, aumenta compartilhamento de conteúdo impróprio nas redes sociais. E é crime

Na última semana, mais notícias circularam em cidades sertanejas sobre compartilhamento  de conteúdo impróprio na internet e redes sociais como WhatssApp. Depois de episódio em Serra Talhada recentemente envolvendo menores com compartilhamento de imagens , foi em Afogados da Ingazeira que imagens similares foram compartilhadas milhares de vezes com jovens da cidade em imagens comprometedoras. […]

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Na última semana, mais notícias circularam em cidades sertanejas sobre compartilhamento  de conteúdo impróprio na internet e redes sociais como WhatssApp.

Depois de episódio em Serra Talhada recentemente envolvendo menores com compartilhamento de imagens , foi em Afogados da Ingazeira que imagens similares foram compartilhadas milhares de vezes com jovens da cidade em imagens comprometedoras.

O Debate das Dez do Programa Manhã Total (Rádio Pajeú) de hoje debate o tema. Para quem divulga ou compartilha esse tipo de imagem, é importante destacar que a legislação prevê penas para quem tem a prática.

Casos de divulgação de fotos íntimas na internet têm sido mais comuns com a expansão das redes sociais. Não apenas a divulgação, mas o compartilhamento não autorizado pode gerar punições. A vítima pode processar, penal e civilmente, quem colaborar com a propagação de fotos ou vídeos que geram o chamado “crime contra a honra”.

Os responsáveis por compartilhar as informações normalmente são punidos com indenizações, segundo o  delegado especializado na investigação de crimes virtuais Emerson Wendt.

“Ocorrendo a exposição, o primeiro passo é não se desesperar. A vítima deve pedir ajuda, ver onde foi publicado, guardar informações como links, url, os perfis que retransmitiram. Não só quem faz a primeira publicação como também quem retransmite pode ser responsabilizado. Geralmente há a responsabilização, mas, como o delito tem a pena pequena –  de até um ano quando é por difamação – a pessoa identificada aceita o pagamento de cestas básicas, algo nesse sentido. Dificilmente ela sofre pena de reclusão”, explicou o delegado.

O delegado orientou as pessoas que desejam tirar fotos íntimas a evitar mostrar o rosto e partes do corpo que possam identificá-las, como tatuagens.

Em 2 de abril, começou a vigorar a Lei 12.737/12, que criminaliza a invasão de computadores para obter vantagem ilícita, como a falsificação de cartões de crédito e a interrupção de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública.

Aprovada pela Câmara no fim do ano passado, a nova legislação foi apelidada de Lei Carolina Dieckmann porque, em 2012, a atriz teve o computador invadido e fotos pessoais divulgadas na internet. Até então, esse tipo de crime não tinha tipificação específica na legislação brasileira.

Chuvas chegam ao Alto Pajeú e Sertão da Paraíba

As chuvas voltaram ao Pajeú. Foram 45 minutos de chuva forte na noite desta segunda-feira, suficientes para alagar as ruas e casas de Tuparetama, no Pajeú. O Alto da região registrou precipitações ontem. Choveu muito também em São Jose do Egito e Monteiro (PB). As chuvas que caíram vieram acompanhadas de relâmpagos e trovões. Em Ingazeira […]

Chuva em São José do Egito. Foto: Geraldo Palmeira
Chuva em São José do Egito. Foto: Geraldo Palmeira

As chuvas voltaram ao Pajeú. Foram 45 minutos de chuva forte na noite desta segunda-feira, suficientes para alagar as ruas e casas de Tuparetama, no Pajeú. O Alto da região registrou precipitações ontem.

Choveu muito também em São Jose do Egito e Monteiro (PB). As chuvas que caíram vieram acompanhadas de relâmpagos e trovões. Em Ingazeira e Afogados da Ingazeira apesar dos muitos relâmpagos, apenas serenou.

De acordo com o Ipa, as chuvas só se concentraram no Alto da região. Segundo dados repassados à Rádio Pajeú, foram 41 milímetros em São José do Egito. Choveu bem em Brejinho (62 mm), Itapetim (40 mm) e Tuparetama (60 mm).

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Revenda de veículos teve teto desabando pelas chuvas em Patos. Foto: Naelson Silva
Revenda de veículos teve teto desabando pelas chuvas em Patos. Foto: Naelson Silva
Depois de um calor intenso durante todo o dia desta segunda-feira, dia 09 de janeiro,  a chuva também chegou a Patos. Choveu forte em alguns bairros da cidade para alegria da população que não pensaram duas vezes em registrar o fenômeno, simples para alguns, mas com o belo significado para que vive sobre constante ameaça de seca, e enfrenta um dos mais severos períodos de estiagem.

Há informações que vários pontos da cidade ficaram alagados. A força do vento destruiu parte de uma loja de veículos localizada no bairro do Jatobá, setor Sul da cidade. O teto desabou sobre alguns veículos da marca Hillux.

No setor Noroeste da cidade (Canal do Frango), os pluviômetros marcaram, segundo informações do agrônomo João Batista, 72.5 milímetros. Já no pluviômetro do Centro Esportivo “O Palmeirão”, localizado ao lado da Vila dos Lagos, choveu 95 mm. Segudo informações do proprietário Marconi Palmeira. No Jardim Europa, Zona Norte de Patos/PB, choveu 68mm.

Para hoje na cidade paraibana, a previsão é de sol e aumento de nuvens de manhã, podendo haver pancadas de chuva à tarde e à noite.

Ex-prefeito Jonas Camelo virá réu em ação penal

Já com uma prestação de contas rejeitadas pela Câmara de Vereadores,  o ex-prefeito de Buíque, Jonas Camelo (PP), agora virou réu em uma ação penal (Processo nº 0000873-75.2019.8.15.0360) apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco. Entre outras irregularidades e possíveis crimes cometidos, o não recolhimento de mais de R$ 2,5 milhões aos fundos de previdência dos […]

Já com uma prestação de contas rejeitadas pela Câmara de Vereadores,  o ex-prefeito de Buíque, Jonas Camelo (PP), agora virou réu em uma ação penal (Processo nº 0000873-75.2019.8.15.0360) apresentada pelo Ministério Público de Pernambuco.

Entre outras irregularidades e possíveis crimes cometidos, o não recolhimento de mais de R$ 2,5 milhões aos fundos de previdência dos servidores e ao Regime Geral da Previdência.

Pela denúncia apresentada, e aceita pela Poder Judiciário de Pernambuco, representada pelo juiz substituto Marcus Vinicius Menezes de Souza, da comarca de Buíque, o Ministério Público pede a condenação do ex-prefeito Jonas Camelo nos crimes previstos no Artigo 1º, XIV, do Decreto-Lei 201/1967 em pelo menos 07 vezes na forma do Art. 69, do Código Penal; e nos Artigos 168-A e 337-A, ambos do Código Penal (CP), na forma do Art. 69, CP.

Entre as irregularidades apresentadas na denúncia do MPPE estão a não aplicação dos recursos devidos nas áreas da Saúde e da Educação. Segundo dados do próprio Tribunal de Contas do Estado fornecidos ao Ministério Público, no exercício de 2016 Jonas aplicou somente 20,14% dos recursos na Educação, quando deveria ter aplicado no mínimo 25%; e na saúde apenas 6.04% da receita quando deveria ter aplicado 15%.

Por esses atos apontados pelo Ministério Público, o ex-prefeito Jonas Camelo se enquadra no item XIV do Art. 1º do Decreto Lei nº 201/1967 que prevê como crime de responsabilidade “Negar execução a lei federal, estadual ou municipal, ou deixar de cumprir ordem judicial, sem dar o motivo da recusa ou da impossibilidade, por escrito, à autoridade competente”. Esse crime prevê pena de detenção de três meses a três anos. A condenação definitiva em qualquer dos crimes definidos neste artigo, acarreta a perda de cargo e a inabilitação, pelo prazo de cinco anos, para o exercício de cargo ou função pública, eletivo (eleição) ou nomeação.

Já em outra parte da denúncia, o Ministério Público pede a condenação do ex-prefeito Jonas Camelo por apropriação indébita previdenciária com base nos Artigos 168-A e 337-A do Código Penal. O artigo 168 considera crime deixar de repassar à previdência social as contribuições recolhidas dos contribuintes no prazo e forma legal.

Jonas deixou de recolher ao Instituto de Previdência o montante de R$ 1.026.542,30 (Um milhão, vinte e seis mil, quinhentos e quarenta e dois reais e trinta centavos) descontados dos salários dos servidores. O ex-prefeito também deixou de repassar ao Regime Geral de Previdência o recolhimento da parte patronal devida ao INSS no valor de R$ 1.493.511,89 (Um milhão, quatrocentos e noventa e três mil, quinhentos e onze reais e oitenta e nove centavos), incorrendo nos crimes previstos no Art. 337 do Código Penal.

Denúncia Jonas

TRE-PE cassa mandato de vereador de Água Preta por infidelidade partidária

Por unanimidade, nesta terça-feira (19), o TRE Pernambuco cassou o mandato do vereador de Água Preta (Mata Sul) Edmilson Alexandre Fragoso da Silva por infidelidade partidária. Ele assumiu uma vaga na Câmara de Vereadores em 7 de junho último como 1º suplente do PSB nas eleições de 2020, em função da saída de um dos […]

Por unanimidade, nesta terça-feira (19), o TRE Pernambuco cassou o mandato do vereador de Água Preta (Mata Sul) Edmilson Alexandre Fragoso da Silva por infidelidade partidária. Ele assumiu uma vaga na Câmara de Vereadores em 7 de junho último como 1º suplente do PSB nas eleições de 2020, em função da saída de um dos vereadores para assumir o Executivo, já que prefeito e vice da cidade haviam sido cassados. Porém, dois meses antes, em abril,ele havia trocado o partido pelo PRD. O Tribunal considerou a troca de legendas sem justa causa e que o mandato pertence ao PSB. A decisão tem aplicação imediata, mas cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O caso foi relatado pela desembargadora eleitoral Karina Aragão. Ela não acolheu os argumentos levantados de que a chamada “janela partidária”, que permite a troca de legendas de detentores de mandatos eletivos, durante um determinado período, aproveitaria também os suplentes. Esse período de 30 dias ocorre seis meses antes das eleições e, nas Eleições de 2024, foi entre 07/03/2024 e 05/04/2024, período em que Edmilson Fragoso trocou o PSB pelo PRD.

“De acordo com a literalidade da legislação eleitoral de regência, a regra da ‘janela partidária’ não se estende aos suplentes, mas apenas aos detentores de cargos eletivos, permitindo que mudem de partido dentro de um período específico antes das eleições”, ressaltou a relatora.

A desembargadora eleitoral enfatizou que O TSE, em julgamento de outubro passado, firmou entendimento nesta mesma linha: “Por maioria de votos, a Corte Superior concluiu que a regra do artigo 22-A, inciso III, da Lei dos Partidos Políticos não se aplica aos os suplentes. O Ministro Nunes Marques, em voto vista proferido na sessão, mencionou: ‘O legislador estabeleceu a justa causa incluindo a janela partidária exclusivamente ao detentor de mandato eletivo, não havendo previsão da extensão ao suplente’”.

No julgamento, o Tribunal determinou ao presidente da Câmara de Água Preta que, em dez dias, emposse no cargo o 2º suplente do PSB, Paulo Romerito Gomes da Silva.

O processo julgamento foi o de nº 0600448-04.2024.6.17.0000.

Serra: Duquinho nega que houvesse acordo fechado entre PTB e PMDB

Membro do PMDB serra-talhadense e um dos mais questionados pelo PTB em virtude da decisão de alinhamento com o PMDB, o empresário João Duque Filho, o Duquinho, rechaçou em conversa com este blogueiro que tenha havido traição ao projeto do médico e pré-candidato Nena Magalhães. Segundo ele, não havia acordo 100% fechado com  o petebista […]

Duquinho em vita ao blog. Segundo ele, sem acordo, não há traição
Duquinho em vita ao blog. Segundo ele, sem acordo, não há traição

Membro do PMDB serra-talhadense e um dos mais questionados pelo PTB em virtude da decisão de alinhamento com o PMDB, o empresário João Duque Filho, o Duquinho, rechaçou em conversa com este blogueiro que tenha havido traição ao projeto do médico e pré-candidato Nena Magalhães.

Segundo ele, não havia acordo 100% fechado com  o petebista e sim uma garantia de pré apoio ao projeto, com algumas condições previamente colocadas. “Desde o início, dizíamos por exemplo que, caso o ex-prefeito Carlos Evandro fosse candidato tínhamos um compromisso moral e político. A sinalização foi de pré-apoio e eles sabem disso”.

O peemedebista também negou que tenha cedido à cooptação do grupo que defende o projeto de Victor por qualquer fator além do alinhamento político orientado pela executiva estadual. O vice-governador Raul Henry de fato teria sido determinante com a executiva estadual para a decisão.

Duquinho rebateu as críticas e disse achar naturais pelo impacto negativo que teve na candidatura do médico. “Há de convir que nossa decisão desmobilizou a candidatura deles. Assim, a reação é normal. Mas não é verdade que tenha havido traição, pois não havia acordo fechado”, disse.