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Dannilo Godoy cumpre agenda no Pajeú e no Agreste

Por André Luis

Pré-candidato a deputado estadual, esteve em Tabira, Pedra e Venturosa

Ascom

Nesta quarta-feira (9), Dannilo Godoy cumpriu agenda de eventos, visitas e reuniões pelo sertão e agreste do estado. O pré-candidato a deputado estadual esteve em Tabira, Pedra e Venturosa. Nesta última, recebeu uma importante adesão.

A convite da prefeita Nicinha, Dannilo Godoy foi a Tabira, sertão do Pajeú, para participar de um evento da prefeitura local de entrega de veículos. Na ocasião o ex-prefeito de Bom Conselho conversou também com ex-prefeito da cidade, Dinca Brandino. No sertão, Tabira é uma das bases eleitorais do pré-candidato a deputado.

Na volta para Bom Conselho aconteceram duas paradas importantes. A primeira foi na cidade de Pedra onde, a convite da vereadora Rayssa, Dannilo encontrou com lideranças e correligionários. 

Já em Venturosa Godoy recebeu uma importante adesão. Trata-se do vereador Carlos Soares, o Carlão. Desta forma Dannilo segue pavimentando sua caminhada até a Assembleia Legislativa de Pernambuco.

Outras Notícias

Triunfo: ex–prefeito celebra chegada da água do São Francisco ao município

O ex-prefeito de Triunfo, João Batista, utilizou suas redes sociais para celebrar um marco importante para o município: a chegada da água do Rio São Francisco. Em uma publicação no Instagram, João Batista ressaltou o longo processo e as diversas batalhas travadas para concretizar esse projeto tão esperado pela população. “A água do São Francisco […]

O ex-prefeito de Triunfo, João Batista, utilizou suas redes sociais para celebrar um marco importante para o município: a chegada da água do Rio São Francisco. Em uma publicação no Instagram, João Batista ressaltou o longo processo e as diversas batalhas travadas para concretizar esse projeto tão esperado pela população.

“A água do São Francisco está chegando em Triunfo! Uma obra dessa magnitude não cai do céu!”, afirmou João Batista em sua postagem. Ele relembrou que, desde 2016, antes mesmo de assumir o cargo de prefeito, já estava envolvido nas articulações para viabilizar a adutora que traria água do Rio São Francisco para o município.

O ex-prefeito destacou a importância das audiências e reuniões em Brasília, onde ele e o atual prefeito, Luciano Bomfim, buscaram apoio e recursos para o projeto. João Batista mencionou também a colaboração do então deputado federal Sebastião Oliveira, do senador Fernando Bezerra Coelho e do hoje ministro Silvio Costa Filho, que se uniram na luta pela realização da obra.

Após anos de esforços e muitas batalhas políticas, em agosto de 2020, durante a gestão de João Batista, foi anunciada a realização da obra. A ordem de serviço foi dada no ano seguinte, em 13 de junho de 2021, e agora, para a alegria de todos, a conclusão está próxima.

“Foi luta! Mas valeu! Agora é lutar para que essa água chegue até as torneiras de nossos cidadãos”, concluiu João Batista, expressando sua gratidão e satisfação pelo êxito dessa importante conquista para Triunfo. Veja abaixo a postagem de João Batista:

 

Pernambuco recebe 400 novos agentes da Polícia Civil nesta segunda

O governador Paulo Câmara comanda, nesta segunda-feira (03), a formatura de novos agentes da Polícia Civil de Pernambuco. A cerimônia ocorrerá às 9h, no Teatro Guararapes, do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Ao todo, estarão se formando 405 alunos que concluíram o curso promovido pela Academia de Polícia Civil (Acadepol), sendo 403 agentes […]

Foto: Polícia Civil/Divulgação

O governador Paulo Câmara comanda, nesta segunda-feira (03), a formatura de novos agentes da Polícia Civil de Pernambuco.

A cerimônia ocorrerá às 9h, no Teatro Guararapes, do Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Ao todo, estarão se formando 405 alunos que concluíram o curso promovido pela Academia de Polícia Civil (Acadepol), sendo 403 agentes e dois escrivães.

Os novos agentes começam a trabalhar na quinta-feira (06).

Os convocados participaram do Curso de Formação Profissional de Agentes da Polícia Civil, que ocorreu entre 12 de agosto e 27 de dezembro.

Aos 60 anos, jornalista Beto Rezende morre com suspeita de Covid-19

Folha de Pernambuco O jornalista Beto Rezende faleceu nesta terça-feira (18), aos 60 anos, após ser internado em estado grave no antigo Hospital Alfa, no Recife. Rezende estava com suspeita de Covid-19. Referência para o jornalismo pernambucano, Beto trabalhou nos três jornais da capital – Diário de PE, JC e Folha de PE e também […]

Folha de Pernambuco

O jornalista Beto Rezende faleceu nesta terça-feira (18), aos 60 anos, após ser internado em estado grave no antigo Hospital Alfa, no Recife. Rezende estava com suspeita de Covid-19.

Referência para o jornalismo pernambucano, Beto trabalhou nos três jornais da capital – Diário de PE, JC e Folha de PE e também na TV Manchete e TV Jornal.

Atualmente, se dedicava a manter no YouTube o canal “Dardos e Ideias”, debatendo temas como cultura, política e outros assuntos relevantes.

Irmã de Beto, a professora Ilma Rezende define o irmão como “uma pessoa que levava a vida em carne viva”. “Ele tinha disposição para nadar contra a corrente, dar murro em ponta de faca. Ele viveu com coragem e tinha um profundo amor pela condição humana”, resume.

Ilma relata que Beto era completamente apaixonado pelas quatro sobrinhas, a mais velha delas, Luiza, inclusive fez jornalismo influenciada pelo tio. “A família vai sentir muito a falta dele, ele era um irmão muito querido, muito difícil pensar que ele não está mais aqui”.

Nascido em Sergipe, Beto era o “mais pernambucano dos pernambucanos”, segundo a irmã. “Ele era completamente apaixonado por Pernambuco, pela história, cultura, literatura”, revela.

O amor por Pernambuco se estendia aos amigos que fez no Estado. “Alberto era, sobretudo, imensamente humano, uma capacidade de se doar para os amigos muito grande. Os amigos sabem a pessoa de luta que ele foi, sempre lutou pelos princípios, entrou e saiu do Partido Comunista, mas os ideais da juventude sempre estiveram presentes”, conta Ilma.

O publicitário Orlando Mindelo, amigo de Beto ao longo de 35 anos, frisa que Rezende deixa um legado de enorme ética profissional. “A definição dele como profissional é essa: um homem ético. Um legado de companheirismo, ética e profissionalismo”, destacou.

“Ele pra mim é um amigo-irmão, nos últimos dez anos morávamos perto e sempre estávamos assistindo futebol juntos, almoçando juntos lá em casa. São 35 anos de amizade, de carinho. Uma pessoa do bem, maravilhosa, que fez amizades por onde passou”, acrescentou Mindelo, relembrando do perfil por vezes briguento do amigo quando o assunto era futebol. “Nós tínhamos os mesmos times, o Náutico e o Flamengo, vimos muitos jogos dos dois times juntos”, contou.

O deputado estadual Waldemar Borges (PSB), que militou politicamente junto com Beto, afirmou que recebeu a notícia com imensa tristeza. “Toda vida perdida é insubstituível, mas há algumas que nos abalam mais. A de Beto é uma dessas. O talento dele, o bom caráter, a capacidade de formular que ele tinha, um profissional extraordinário, um ser humano raro”, definiu Waldemar, frisando que o amigo “nunca deixou de militar pelas melhores causas que sempre uniram as pessoas comprometidas com um futuro melhor”. “Perder ele para essa pandemia que ceifa tantas vidas nos deixa profundamente abalados”.

Por meio de nota, o deputado estadual João Paulo (PCdoB) também lamentou o falecimento de Beto. “O jornalismo e a cultura de Pernambuco perdem muito com a precoce partida de Beto Rezende. Tive a satisfação de conhecê-lo e lamento muito sua morte. Beto é mais uma vida perdida para a Covid-19. Que tempos difíceis! Minha solidariedade aos familiares e amigos. Força!”.

Também amigo de Beto, o jornalista Evaldo Costa, gestor do Arquivo Público de Pernambuco, afirmou que ainda está chocado com a morte do ex-companheiro de atuação no Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco. “Da geração dele, foi um dos profissionais mais brilhantes. Um dos mais empenhados e dedicados no trabalho. Além de tudo isso, era um ser humano fora do padrão, não conheço ninguém que não gostasse de Beto Rezende. Uma pessoa carinhosa, respeitadora, generosa, uma unanimidade, única unanimidade que eu conhecia”, disse Evaldo.

Armando e Marília, os mais lembrados para o Senado

Por Houldine Nascimento – Blog do Magno A primeira pesquisa do Instituto Opinião (PB), feita com exclusividade para este Blog em 2022, sobre a corrida eleitoral em Pernambuco, também trouxe diversos cenários para o Senado. Dos nomes mais especulados, no conjunto da oposição e no universo governista, o ex-ministro e ex-senador Armando Monteiro Neto (PSDB) […]

Por Houldine Nascimento – Blog do Magno

A primeira pesquisa do Instituto Opinião (PB), feita com exclusividade para este Blog em 2022, sobre a corrida eleitoral em Pernambuco, também trouxe diversos cenários para o Senado. Dos nomes mais especulados, no conjunto da oposição e no universo governista, o ex-ministro e ex-senador Armando Monteiro Neto (PSDB) é o melhor posicionado. Sua candidatura se viabilizaria caso a pré-candidata tucana ao Governo, Raquel Lyra, tenha que montar uma chapa puro sangue.

Isso porque, com as novas movimentações, o prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira, deve sair candidato a governador pelo PL, e não a senador em sua chapa. O único nome capaz de desbancar Armando é o de Marília Arraes (PT), que aparece na pesquisa em um cenário de empate técnico com o ex-senador.

Quando a petista é testada, lidera com 26,1%. Já Armando Monteiro Neto aparece com 21,2%. Mais atrás, surgem o ministro Gilson Machado Neto (PSC), com 3,9%, o jornalista Magno Martins (sem partido), que tem 2,5%, e Eugênia Lima (PSOL), com 0,8%. Brancos e nulos somam 22,6% e os indecisos são 22,9%.

Quando o nome do PT é a deputada estadual Teresa Leitão, a configuração muda. Armando Monteiro passa à frente com 26,2%, enquanto a petista possui 6,4%. Gilson Machado Neto tem 5%, Magno Martins possui 4% e Eugênia Lima chega a 1,6%. A soma de brancos e nulos vai a 29,4% e os indecisos são 27,4%.

O rádio raiz e seu papel na formação dos grandes comunicadores

View this post on Instagram O comunicador da maioria, Geraldo Freire, explicou nesse vídeo que compartilhou com amigos, o que era o serviço de rádio escuta e sua importância entre os anos 70 e 90. Arretado! Quem começou no rádio nos anos 2000 certamente encontrou um mundo onde fazer comunicação com o braço da tecnologia […]

O comunicador da maioria, Geraldo Freire, explicou nesse vídeo que compartilhou com amigos, o que era o serviço de rádio escuta e sua importância entre os anos 70 e 90. Arretado!

Quem começou no rádio nos anos 2000 certamente encontrou um mundo onde fazer comunicação com o braço da tecnologia é um grande facilitador.

Exemplo disso é que muitos perfis de programas jornalísticos tem o braço da grande rede. Pouco se produz,  muito se encontra tipo PF, saltando aos olhos. O mundo se abre à sua frente,  reduzindo o trabalho que dava ir atrás da notícia nas décadas de 50 a 90, para dar um exemplo.

No passado, as notícias da Rádio Pajeú chegavam no trem,  que geralmente passava depois das dez da manhã.  Um funcionário era “escalado” pra correr até onde o bicho passava perto da emissora no São Francisco e pegava o Diário de Pernambuco para correr aos estúdios.  Naquela hora era que que os ouvintes eram atualizados. Outra forma era sintonizando rádios de fora, como explicou Geraldo.

Padre Assis Rocha como Diretor, Waldecyr Menezes e outras mentes privilegiadas ao longo dos anos conseguiram extrair mais que o próprio tempo oferecia.

Um tempo depois, o radialista Anchieta Santos foi o responsável por fazer a chamada produção local para o jornalismo da Pajeú.

O Rádio Repórter Pajeú,  de segunda a sexta às 11 e meia, trazia as principais notícias e uma entrevista que parava a região nos anos 80. Na manhã seguinte, o Grande Jornal ainda costumava repercutir a entrevista do dia anterior.

Também àquela época,  foi criada a Seleção do Povo.  A rádio sempre teve futebol, transmitindo alguns jogos, mas a criação da equipe esportiva dava uma cara profissional ao esporte. Só aí, passaram pela equipe nomes como Augusto Martins,  Naldinho Rodrigues, Vanderley Galdino, Elias Mariano,  Celso Brandão,  Adelmo Santos e mais a frente Aldo Vidal e eu.

Eu apresentava um programa da PJMP aos sábados,  o Conversando com a Juventude. Foi aí que Anchieta Santos me convidou para a equipe esportiva. E a minha primeira missão, no início dos anos 90, foi essa descrita por Geraldo Freire,  a de plantão esportivo, fazendo rádio escuta.

Pegava um rádio pesadão, que pode ser encontrado no Museu do Rádio,  corria pra uma sala e, ouvindo a Rádio Clube ou a Jornal, esperava gols dos jogos importantes dos três grandes pra correr ao microfone e bradar: “olha o gol!” Anchieta era o narrador e perguntava, “gol de quem?” – e eu descrevia autor, time, tempo de jogo e placar.

Lembro de Aldo Vidal preparando a resenha esportiva numa máquina de datilografia e ouvindo rádios de PE, Rio e SP. Antes , em um período de ausência de Anchieta Santos da rádio para trabalhar em uma campanha política, pegava cedinho o noticiário na casa de Naldinho Rodrigues,  perto de onde hoje é a Upa, prontinha, toda feita por rádio escuta.

Vivi a transição da rádio escuta, da máquina de escrever que usei tanto para o digital. Claro,  mil vezes a facilidade de hoje , com informações aos montes saltando aos olhos,  sem o desafio de buscar sintonizar uma rádio de Recife por aqui. Hoje dá é orgulho de ver o marcador digital da competência com a Pajeú se metendo no meio das grandes e sendo a terceira mais ouvida de Pernambuco no Rádios Net.

Mas aquele trabalho manual, orgânico,  raiz daqueles tempos forjou profissionais que são mais raros hoje. Isso explica porque é tão difícil substituir nomes como Geraldo,  Anchieta e tantos outros. O meio acadêmico tem buscado passar conhecimento,  mas carisma, aquele algo a mais dessa geração não se ensina nos livros. Não vende nas farmácias.  É pessoal e intransferível,  vem com a vida e com poucos.

Por isso o vídeo de Geraldo acendeu a luz da saudade e do orgulho de, garoto, ter vivido aquele tempo…

Olha o Gol!