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Danilo e Edson falam em falta de “reciprocidade esperada” por parte do Palácio

Por André Luis

De acordo com nota conjunta divulgada nesta segunda-feira (6), os líderes da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões e Edson Henrique, entregaram os cargos de Assessores Especiais da Secretaria da Casa Civil do Governo de Pernambuco.

Amigos e amigas afogadenses, nesta data, nós, Danilo Simões e Edson Henrique, comunicamos que entregamos os cargos de Assessores Especiais da Secretaria da Casa Civil do Governo do Estado de Pernambuco. Nossa decisão foi tomada de forma consciente, autônoma e coerente com o nosso posicionamento político e, acima de tudo, com a nossa história de vida pessoal.

Quando aceitamos o convite para fazer parte do governo Raquel Lyra, acreditávamos que poderíamos contribuir de forma significativa para o desenvolvimento da nossa querida Afogados da Ingazeira e de toda Região do Pajeú. No entanto, a verdade é que nunca foram disponibilizados os espaços e as condições necessárias para que esse trabalho fosse desenvolvido em sua plenitude.  

Durante esse período de seis meses, mesmo com todas as limitações impostas, procuramos atuar como interlocutores da população da região, visando fortalecer o projeto político e administrativo do Governo do Estado, mas não enxergamos por parte do Palácio a reciprocidade esperada.

Apesar dos nossos árduos esforços, nada mudou em relação à importância dada ao nosso Município e ao nosso grupo político, que obteve quase 10 mil votos nas últimas eleições municipais. Afogados da Ingazeira é uma cidade extremamente importante para o Estado e para a Região do Pajeú, marcada por um histórico de grande atenção dada por todos os líderes políticos de Pernambuco, mas que, infelizmente, não vem recebendo o respeito e o tratamento que merece.

Em razão disso, resolvemos que, para manter a unidade do nosso grupo político e garantir a dignidade de tratamento que o povo afogadense deve ter, o melhor caminho seria o nosso desligamento dos cargos.  Reforçamos que a política é feita de gestos, de confiança e respeito mútuo. Continuamos dispostos a servir à nossa terra, porque acreditamos que o verdadeiro político não precisa de cargo para defender os interesses do seu povo. Fora do Governo teremos a independência necessária para continuarmos cobrando ações e obras que mudem a realidade do nosso município.

Agradecemos pela oportunidade, mas seguiremos firmes e atuantes, fiéis às nossas convicções e aos compromissos assumidos com a população e com todos aqueles que acreditam na nossa liderança. A partir de agora, nosso grupo seguirá livre e independente para escolher o melhor caminho para o desenvolvimento de Afogados da Ingazeira e de Pernambuco.

Afogados da Ingazeira, 06 de outubro de 2025.

Danilo Simões

Edson Henrique

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‘Liberais’ fazem investida por eleitorado evangélico

Do Estadão Conteúdo Em um cenário marcado pela pulverização de pré-candidaturas de centro, os presidenciáveis que se intitulam liberais se aproximam dos eleitores evangélicos para tentar alavancar suas pré-campanhas. Só neste ano, a agenda do ex-ministro Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB, registra quatro compromissos públicos com líderes de igrejas. O mais recente deles, no começo […]

Do Estadão Conteúdo

Em um cenário marcado pela pulverização de pré-candidaturas de centro, os presidenciáveis que se intitulam liberais se aproximam dos eleitores evangélicos para tentar alavancar suas pré-campanhas. Só neste ano, a agenda do ex-ministro Henrique Meirelles, pré-candidato do MDB, registra quatro compromissos públicos com líderes de igrejas. O mais recente deles, no começo deste mês em São Paulo, foi durante convenção da Assembleia de Deus. Outro postulante ao Planalto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, espera ter apoio de deputados evangélicos de seu partido, o DEM.

“Eles (os fiéis evangélicos) têm demonstrado aceitação bastante grande em torno das políticas de austeridade fiscal, de equilíbrio das contas públicas”, disse Meirelles ao Estado, citando o que deve ser a principal tônica do seu discurso eleitoral.

Segundo o Ibope, os evangélicos representam 27% do eleitorado brasileiro, ou cerca de 39,5 milhões de pessoas. Pode parecer pouco se comparado aos 80 milhões que se declaram católicos (outros 24,5 milhões de eleitores são adeptos de outras religiões ou ateus), mas a cientista social Maria das Dores Machado, coordenadora do Núcleo de Religião, Gênero, Ação Social e Política da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), acredita que o apoio de líderes religiosos pode ser fundamental no momento de decisão do voto.

De acordo com ela, quando um político é apresentado na igreja, ele pode ser visto de maneira mais positiva pelos fiéis. “Muitas pessoas vão conhecer o candidato naquele espaço, que não é como na TV, no comício ou na rua. Cria uma empatia maior a partir dessa apresentação”, afirmou a cientista social. “Essa oportunidade que ele consegue através do pastor, de se apresentar como alguém idôneo, que vai resolver os problemas, é muito importante.”

É nisso que os pré-candidatos “liberais” apostam, todos eles estacionados em 1% das intenções de voto em pesquisa divulgada neste mês pelo Datafolha – número que os mantêm longe do Planalto.

O empresário Flávio Rocha, presidenciável pelo PRB, é o que mais tem identificação com o meio evangélico. Fiel da Sara Nossa Terra, ele tem o bispo Robson Rodovalho, presidente da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil, e o pastor Marcos Pereira, presidente do PRB e um dos principais líderes da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), na coordenação de sua pré-campanha.

“O evangélico é mais de um terço da população e não pode ser misturado com a vala comum do eleitorado. Ele é mais cioso dessa inversão de valores”, disse Rocha, para quem existe um movimento “gramsciano” (referência ao filósofo marxista italiano Antonio Gramsci, morto em 1937) criado para, segundo ele, erodir os valores da sociedade.

Rodrigo Maia escolheu outro caminho. Ele tem procurado contato com o segmento por meio de deputados evangélicos do DEM, principalmente do Rio e de São Paulo. Em 2016, enfrentou resistência de setores da bancada religiosa em sua campanha pela presidência da Câmara por ter feito o requerimento de urgência na votação do projeto de lei que criminaliza a homofobia, mas acabou recebendo o apoio de líderes influentes como R. R. Soares, Valdomiro Santiago e Silas Malafaia. Já em 2017 permitiu a criação de uma comissão especial na Câmara que quer proibir o aborto em casos de estupro.

O contraponto é o empresário João Amoêdo, pré-candidato do Novo, que também reza pela cartilha liberal. Ele tem apenas 1% nas pesquisas, mas evita atrelar sua pré-campanha ao voto religioso. Ele disse preferir fazer eventos abertos ou com outros presidenciáveis, sem privilegiar um determinado setor. “Prefiro conversar sem públicos específicos. Quando você se compromete a dar privilégio a algum setor, alguém vai ter que pagar essa conta e normalmente quem paga é o cidadão.”

Bancada

Pesquisador da Unicamp, o antropólogo Ronaldo de Almeida mapeou os deputados evangélicos eleitos em 2014. Segundo ele, havia 72 adeptos da religião, o que representa 14% dos 513 deputados. O levantamento, realizado em 2015, indica que 25 pertencem à Assembleia de Deus, 11 à Igreja Universal do Reino de Deus, sete à Igreja Batista, cinco à Presbiteriana, quatro ao Evangelho Quadrangular e outros quatro à Igreja Mundial do Reino de Deus. Os 16 restantes estavam espalhados em outras denominações evangélicas. Segundo ele, o processo deve continuar ocorrendo. “A relação entre igrejas e partidos está cada vez mais profissionalizada. Tudo indica que teremos um cenário de manutenção ou até aumento nas eleições de 2018”, afirma.

De acordo com a cientista social da UFRJ, a proporção de evangélicos na população tem crescido ao longo dos anos na América Latina. Segundo o IBGE, o número avançou de 8% da população brasileira em 1991 para 22% em 2010. Segundo Maria das Dores, o fenômeno não é só brasileiro e o papel desse público nas eleições será cada vez mais decisivo, como ocorreu na Costa Rica em abril, quando um pastor evangélico chegou ao segundo turno das eleições presidenciais e quase venceu.

“A chave vai virar”, garante Zé Negão durante evento do MDB em Afogados

Por André Luis Na noite desta quinta-feira (29), a Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira foi palco do evento de formação de núcleos do MDB municipal, chamou a atenção o discurso do ex-vereador Zé Negão, que destacou alianças políticas para as próximas eleições municipais e comemorou o anúncio de Danilo Simões nas filas da […]

Por André Luis

Na noite desta quinta-feira (29), a Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira foi palco do evento de formação de núcleos do MDB municipal, chamou a atenção o discurso do ex-vereador Zé Negão, que destacou alianças políticas para as próximas eleições municipais e comemorou o anúncio de Danilo Simões nas filas da oposição.

O ex-vereador iniciou seu discurso relembrando a história política da ex-prefeita Giza Simões e do ex-prefeito e ex-deputado Orisvaldo Inácio, destacando a importância de ambos para a comunidade, principalmente para os menos favorecidos. Ele enfatizou que a linha que ele e seu grupo seguem é a de estar ao lado do povo.

Zé também destacou a entrevista do filho de Giza e Orisvaldo, Danilo Simões ao Debate das Dez da Rádio Pajeú durante a manhã, onde Danilo cravou que está alinhado com a oposição da cidade.

“Nosso grupo agora cresceu, cresceu, não foi dobrando, foi triplicando, porque é uma força do povo. Não sou empecilho, nem sou candidato de todo jeito, porque não faço política olhando para o meu umbigo. Eu vou ser candidato se, dentro das pesquisas, dentro da conjuntura, dentro de um contexto, eu for escolhido para representar Afogados. Mas se não for eu e for Danilo Simões, nós estamos juntos, porque nosso projeto é defender o povo de Afogados da Ingazeira”, destacou Zé.

Zé Negão ressaltou a tendência de diversos partidos a nível estadual estarem se alinhando à oposição e enfatizou que seu grupo está unificando forças em prol do povo de Afogados da Ingazeira. Ele enfatizou que o objetivo é promover o desenvolvimento da cidade e não se trata de projetos pessoais ou de grupos com interesses próprios.

O ex-vereador aproveitou a ocasião para anunciar a presença de importantes figuras políticas que estarão apoiando a oposição no próximo ano. Entre eles, destacou a deputada Isa Arruda, presente no evento, o prefeito de Vitória, Dr. Paulo Roberto Arruda, o deputado estadual Romero Sales Filho, a prefeita de Ipojuca, Célia Sales, o senador Fernando Coelho, o ex-senador Armando Monteiro, que segundo Zé irá disputar uma vaga para o senado em 2026 e ainda a governadora Raquel Lyra.

Zé Negão concluiu seu discurso convocando a população a se unir em prol de um projeto de luta e desenvolvimento para Afogados da Ingazeira, prometendo uma virada de chave no município.

Danilo Cabral faz previsão de mais de 40 mil votos para Anchieta Patriota

Durante o seu discurso no bairro Brasília Teimosa, em Recife (PSB), neste domingo (21/09), o deputado e candidato à reeleição, Danilo Cabral, disse que o candidato a deputado estadual, Anchieta Patriota (PSB), será eleito com mais de 42 mil votos. “Não tenho dúvidas, Anchieta terá mais de 7 mil votos aqui no Recife, o que […]

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Durante o seu discurso no bairro Brasília Teimosa, em Recife (PSB), neste domingo (21/09), o deputado e candidato à reeleição, Danilo Cabral, disse que o candidato a deputado estadual, Anchieta Patriota (PSB), será eleito com mais de 42 mil votos.

“Não tenho dúvidas, Anchieta terá mais de 7 mil votos aqui no Recife, o que vai fortalecer a sua vitória. Pode escrever, esse pajeuzeiro será eleito com mais de 42 mil votos”, cravou.

Além de Recife, Patriota é votado no Pajeú, sua região base, como também na parte do Moxotó e Sertão Central. O socialista faz dobradinha com Danilo Cabral em cidades como Flores, Tuparetama, Carnaíba, Quixaba e São José do Egito.

Principais restrições do calendário eleitoral começam neste mês de julho

A partir deste mês, começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. As vedações estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997). No dia 6 de julho, três meses antes do pleito, começam as restrições para contratação […]

A partir deste mês, começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. As vedações estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).

No dia 6 de julho, três meses antes do pleito, começam as restrições para contratação e demissão de servidores públicos. A partir do dia 20, os partidos podem realizar suas convenções internas para a escolha dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.

O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingiu mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

Confira as principais restrições

6 de julho

Nomeação de servidores será a partir do próximo sábado (6), três meses antes do pleito, os agentes públicos não podem nomear, contratar e demitir por justa causa servidores públicos. A lei abre exceção para nomeação e exoneração de pessoas que exercem função comissionada e a contratação de natureza emergencial para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais.

Concursos – A nomeação de servidores só pode ocorrer se o resultado do concurso foi homologado até 6 de julho.

Verbas – Os agentes públicos também estão proibidos de fazer transferência voluntária de recursos do governo federal aos estados e municípios. O dinheiro só pode ser enviado para obras que já estão em andamento ou para atender situações de calamidade pública.

Publicidade estatal – A autorização para realização de publicidade institucional de programas de governo também está proibida. Pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão e a divulgação de nomes de candidatos em sites oficiais também estão vedados e só podem ocorrer com autorização da Justiça Eleitoral.

Inauguração de obras – Também fica proibida a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas.

20 de julho

Convenções – A partir do dia 20 de julho, os partidos políticos e as federações poderão escolher seus candidatos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. O prazo para realização das convenções termina em 5 de agosto.

Gastos de campanha – Na mesma data, o TSE divulgará o limite de gastos de campanha para os cargos que estarão em disputa.

Direito de resposta – Também começa a valer a possiblidade de candidatos e partidos pedirem direito de resposta contra reportagens, comentários e postagens que considerarem ofensivas na imprensa e nas redes sociais. As informações são da Agência Brasil.

Condutor do SAMU em Afogados denuncia falta de contrato, redução salarial e problemas estruturais

O condutor socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Afogados da Ingazeira, Alberto Almeida, anunciou nesta terça-feira (23), durante entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, que está deixando a função após relatar uma série de insatisfações relacionadas às condições de trabalho, vínculo empregatício e remuneração na base do município. Segundo […]

O condutor socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Afogados da Ingazeira, Alberto Almeida, anunciou nesta terça-feira (23), durante entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, que está deixando a função após relatar uma série de insatisfações relacionadas às condições de trabalho, vínculo empregatício e remuneração na base do município.

Segundo Alberto, que atuou desde o início do funcionamento do SAMU em Afogados, há cerca de quatro anos, os profissionais enfrentam irregularidades desde a implantação do serviço. Entre os principais pontos citados estão a ausência de contrato formal, falta de carteira assinada, inexistência de pagamento de 13º salário e adicional de férias, além de redução salarial registrada no início de 2025.

De acordo com o condutor, em 2024 a remuneração mensal era em torno de R$ 1.924. Já em janeiro de 2025, o valor caiu para aproximadamente R$ 1.650, uma diferença de cerca de R$ 300. “Em vez de reajuste, houve um retrocesso”, afirmou. Ele estima que deixou de receber cerca de R$ 12 mil na comparação entre os dois anos.

Alberto relatou ainda que sofreu um acidente em junho, quando quebrou a patela do joelho ao sair de um plantão. Sem contrato formal, afirmou que ficou dependente da decisão da gestão para receber durante o período de afastamento. Segundo ele, houve pagamento por cerca de um mês e meio. Atualmente, diz não ter condições físicas de retornar à função devido às sequelas.

Na entrevista, o condutor afirmou que a responsabilidade pela gestão e pagamento da equipe do SAMU em Afogados é da Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e do Fundo Municipal de Saúde. Ele explicou que a empresa terceirizada que inicialmente fazia a gestão administrativa atuou por cerca de um ano e meio e que há pendências judiciais relacionadas a esse período.

Ainda segundo Alberto, quatro condutores estariam na mesma situação. Os técnicos de enfermagem, conforme explicou, possuem piso salarial definido por lei, o que gera uma realidade distinta. Ele também relatou atrasos no pagamento em alguns meses e dificuldades financeiras pessoais decorrentes disso.

Durante a entrevista, Alberto disse que se reuniu recentemente com o prefeito Sandrinho Palmeira, quando apresentou as reivindicações e tentou um acordo. Segundo ele, não houve entendimento, e a orientação recebida foi buscar a Justiça. O caso, conforme afirmou, já foi encaminhado a uma advogada.

Além das questões contratuais e salariais, o ex-condutor também criticou a estrutura física da base do SAMU em Afogados. Ele classificou o espaço como inadequado para plantões de 24 horas, citando a inexistência de áreas separadas de repouso, falta de privacidade e condições que, segundo ele, geram constrangimentos aos profissionais. Alberto defendeu a construção de uma base adequada e a ampliação da frota, com a implantação de uma Unidade de Suporte Avançado (USA) e motolância no município.

A apresentadora Juliana Santos informou que o espaço da Rádio Pajeú permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Afogados da Ingazeira, da coordenação do SAMU e do CIMPAPAJEÚ, consórcio responsável pelo serviço em nível regional.