Daniel Valadares trata no TJPE de escrituras do conjunto residencial Laura Ramos
Por André Luis
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Daniel Valadares, esteve nesta quinta-feira (15) no Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), no Recife, onde participou de reunião com o presidente do órgão, desembargador Ricardo Paes Barreto, e com o desembargador Mozart Valadares. A agenda teve como foco a organização de um evento previsto para o final deste mês no município.
De acordo com Daniel Valadares, o encontro tratou dos preparativos para a entrega das escrituras definitivas aos moradores do Residencial Laura Ramos. A ação tem como objetivo garantir a regularização fundiária e assegurar segurança jurídica às famílias beneficiadas.
Durante a reunião, o vice-prefeito também apresentou solicitação ao Tribunal de Justiça para a cessão de um veículo que deverá ser destinado ao fortalecimento das ações na área social de Afogados da Ingazeira. Segundo ele, o pedido busca ampliar a capacidade de atendimento dos serviços municipais voltados à população em situação de vulnerabilidade.
Daniel Valadares permanece no Recife nos próximos dias, onde dará continuidade a outras agendas administrativas e políticas, relacionadas a demandas do município junto a órgãos do Judiciário e do Executivo estadual.
Devido aos boatos de um “surto de Leishmaniose”, a Secretaria Municipal de Saúde de Serra Talhada (SMS), adiantou-se para tranquilizar a população informando que ser inverídica qualquer notícia de “surto”, “o que aconteceu é que detectamos um número realmente alto de cães infectados, no entanto já tomamos todas as providências e estamos trabalhando a questão”, […]
Devido aos boatos de um “surto de Leishmaniose”, a Secretaria Municipal de Saúde de Serra Talhada (SMS), adiantou-se para tranquilizar a população informando que ser inverídica qualquer notícia de “surto”, “o que aconteceu é que detectamos um número realmente alto de cães infectados, no entanto já tomamos todas as providências e estamos trabalhando a questão”, informou o secretário adjunto, Aron Lourenço, segundo ele, alguns cães, oriundo da zona rural, mudaram-se para zona urbana já infectados e isso acabou sendo transmitido para outros cães.
“Também o avanço das construções urbanas em áreas rurais, com o crescimento de bairros como o Ipsep e AABB, criaram condições para o aparecimento do “mosquito palha” que em contato com animais infectados, transmitiram a doença, mas já fizemos todo levantamento e estamos atuando”, informa Aron.
O Núcleo de Vigilância, juntamente com o zoonose realizaram e ainda estão realizando testes rápidos para identificação de casos nos animais, depois de confirmado é realizado mais um teste, através do método ELISA, se confirmado a orientação é para o sacrifício do animal.
Recentemente foram sacrificados 31 animais, todos com o permissão do dono. O método para o sacrifício é acompanhado pela ONG animal Feliz e pelo proprietário e, conforme explica a equipe do Zoonose, de forma humanizada.
“Já vimos realizando levantamento desde o ano passado. Foi o alto índice de infecção nos cães de rua que nos chamou a atenção, aí então começamos a agir, mas não há nenhum motivo para alarme, tudo está sob controle”, tranquilizou Aron que disse que ultimamente está existindo uma cobrança muito grande em busca de testes rápidos e aplicação de fumacê, “não ha necessidade disso, principalmente de testes em humanos, é preciso que o mesmo seja solicitado pelo médico e que a pessoa apresente sintomas que levem a isso”, explica. Os sintomas são:Febre persistentemente longa, anemia, indisposição e inflação no fígado.
“Não podemos pular etapas. Não adianta colocar fumacê sem comprovação da existência do mosquito, é jogar veneno fora e expor pessoas, algumas as vezes alérgicas”, diz o secretário executivo, mesmo assim, informa que desde a última quinta-feira (20) este procedimento começou a ser feito e acrescenta: “repito, não a necessidade de alarme, não existe surto e temos tudo sobre controle. Trabalhamos obedecendo todos os critérios do Ministério da Saúde e, embora a Leishmaniose seja uma doença negligenciada em todo mundo, aqui em Serra Talhada não estamos negligenciando”, garante ele.
Nesta terça-feira (25), as 10 horas, o secretário adjunto e a secretária de Saúde de Serra Talhada, Dra. Márcia Conrado estarão na Rádio A Voz do Sertão e levarão mais informações para população.
Mônica Bergamo – Folha de S.Paulo A casa em que o juiz Marcelo Bretas vive com sua mulher, a também juíza Simone Diniz Bretas, e com os filhos já apareceu em uma revista de arquitetura e design de interiores. O imóvel, no bairro do Flamengo, tem vista para o Pão de Açúcar. O juiz foi […]
A casa em que o juiz Marcelo Bretas vive com sua mulher, a também juíza Simone Diniz Bretas, e com os filhos já apareceu em uma revista de arquitetura e design de interiores. O imóvel, no bairro do Flamengo, tem vista para o Pão de Açúcar.
O juiz foi alvo de questionamento na corregedoria por entrar com ação para o recebimento de dois auxílios moradia. Ele conseguiu o direito de receber o benefício apesar de uma resolução que proíbe o pagamento a casais que morem sob o mesmo teto.
Simone compartilhou uma foto da publicação em seu perfil do Facebook em abril de 2016. A imagem foi curtida por 53 pessoas, e algumas fizeram comentários.
Um apartamento com as mesmas características está anunciado por cerca de R$ 4 mil por dia em um site de locação de imóveis por temporada.
Estadão Conteúdo A desembargadora de plantão no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Maria do Carmo Cardoso, concedeu liminar para suspender determinação da 6ª Vara Federal do Distrito Federal que proibia os atos de comemoração do aniversário de 55 anos do golpe militar de 1964. A juíza havia concedido tutela de urgência em uma ação […]
A desembargadora de plantão no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Maria do Carmo Cardoso, concedeu liminar para suspender determinação da 6ª Vara Federal do Distrito Federal que proibia os atos de comemoração do aniversário de 55 anos do golpe militar de 1964. A juíza havia concedido tutela de urgência em uma ação popular e uma ação civil pública movida pela Defensoria Pública da União. Em nova decisão, a desembargadora acolhe recurso da Advocacia-Geral da União.
Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo no último dia 25, o presidente da República determinou ao Ministério da Defesa que fizesse as “comemorações devidas” da data, quando um golpe militar derrubou o então presidente João Goulart e iniciou um período ditatorial que durou 21 anos. A orientação foi repassada a quartéis pelo País. Nesta quinta-feira, Bolsonaro disse que sugeriu às unidades militares que ‘rememorem’ o 31.
Como o dia 31 cairá em um domingo, o Comando Militar do Planalto realizou nesta sexta uma cerimônia para relembrar a data. O evento realizado em Brasília, contou com a presença do comandante do Exército, general Edson Leal Pujol. Mesmo assim, a juíza tomou a decisão liminar. Neste sábado, 30, a decisão foi derrubada pela desembargadora de plantão.
A magistrada afirmou que embora ‘reconheça a sensibilidade do tema em análise, confiro relevância à argumentação da agravante, no sentido de que a recomendação deduzida pelo Presidente da República insere-se no âmbito do poder discricionário do administrador’. “Não visualizo, de outra parte, violação ao princípio da legalidade, tampouco violação a direitos humanos, mormente se considerado o fato de que houve manifestações similares nas unidades militares nos anos anteriores, sem nenhum reflexo negativo na coletividade”.
“Constato, ademais, que a nota divulgada pelo Ministério da Defesa, já amplamente veiculada pela imprensa, não traz nenhuma conotação ou ideia que reforce os temores levantados pelos agravados, de violação à memória e à verdade, ao princípio da moralidade administrativa ou de afronta ao estado democrático de direito – o qual pressupõe a pluralidade de debates e de ideais”, escreveu.
“Com essas breves considerações, defiro o pedido, para determinar seja imediatamente suspensa a execução das liminares deferidas na Ação Civil Pública 1007756-96.2019.4.01.3400 e na Ação Popular 1007656-44.2019.4.01.3400”, escreveu, referindo-se a decisões da juíza Ivani da Silva Luz.
Equipe médica disse que parlamentar não tem condições de ser transferido para outro hospital; ele está internado desde quarta (10) em Cascavel. Do G1 Policiais federais tentaram fazer a transferência do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) para Brasília no domingo (14) e foram impedidos pelos médicos que o acompanham no hospital da família, em Cascavel, no oeste do […]
O senador Acir Gurgacz (PDT-RO) foi condenado a 4 anos e 6 meses de prisão por crimes contra o sistema financeiro — Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado
Equipe médica disse que parlamentar não tem condições de ser transferido para outro hospital; ele está internado desde quarta (10) em Cascavel.
Do G1
Policiais federais tentaram fazer a transferência do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) para Brasília no domingo (14) e foram impedidos pelos médicos que o acompanham no hospital da família, em Cascavel, no oeste do Paraná.
Segundo o delegado federal Marco Smith, a equipe médica que acompanha o parlamentar alegou que, por enquanto, ele não tem condições de ser levado a outro hospital.
O delegado disse também que o local para onde o senador deverá ser levado ainda não foi definido pela Vara de Execuções Penais.
A transferência imediata de Gurgacz foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes ainda no domingo para o início do cumprimento da pena de 4 anos e 6 meses de prisão por crimes contra o sistema financeiro para favorecer uma empresa de transporte da família.
O senador está internado no Hospital São Lucas desde quarta-feira (10). No mesmo dia, ele teve o mandado de prisão cumprido pela PF.
Conforme um atestado médico apresentado à Justiça, Gurgacz teve crise de labirintite e transtorno de ansiedade generalizada e por isso precisou ser internado.
Desde que foi hospitalizado, Gurgacz vem recebendo a visita de familiares e de advogados e é escoltado pela polícia.
Na decisão, proferida depois de um pedido da defesa pela suspensão da ordem de remoção, o ministro afirmou que “inexiste notícia de que a imediata remoção para seu início [do cumprimento da pena] poderá acarretar imediato risco de vida e à saúde física ou psíquica do condenado”.
O ministro argumentou que a “terapia medicamentosa” poderá prosseguir durante a execução da pena – inicialmente em regime semiaberto.
Atestados médicos
Na quarta-feira, o primeiro atestado médico do senador indicava a necessidade de três dias para avaliação do quadro clínico. No sábado (13), Gurgacz teve um novo atestado para ficar mais 20 dias internado, desta vez por problemas psiquiátricos.
O hospital não divulgou boletim sobre o estado de saúde dele.
O advogado Ramiro Dias, que defende o senador, afirmou que a situação do político se agravou para um quadro de depressão grave e que ele está sob efeito de medicamentos.
O que diz a defesa
O advogado do senador disse ainda que houve um equívoco no despacho e que pediu uma revisão para o ministro. De acordo com a defesa, a transferência fere os direitos humanos.
“Do jeito que está, a determinação viola os direitos humanos de um cidadão. Que verifiquem primeiro a existência de um estabelecimento hospitalar adequado para depois fazer a remoção”, afirmou.
Segundo ele, o cliente está sendo injustiçado ao ser condenado “apenas com o julgamento em primeira instância”.
Agência Brasil – O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (12), por unanimidade, suspender a eficácia de dispositivo da Lei Eleitoral (9.504/1997) que permitia doações ocultas a candidatos. A ação foi ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sob a alegação de que a norma viola os princípios da transparência, da […]
Para Teori, não há justificativa para manutenção das doações ocultas, que retiram transparência do processo eleitoral
Agência Brasil –O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (12), por unanimidade, suspender a eficácia de dispositivo da Lei Eleitoral (9.504/1997) que permitia doações ocultas a candidatos. A ação foi ajuizada pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sob a alegação de que a norma viola os princípios da transparência, da moralidade e favorece a corrupção, dificultando o rastreamento das doações eleitorais. A regra vale para as eleições municipais de 2016.
Os ministros decidiram pela suspensão da expressão “sem individualização dos doadores”, incluída no parágrafo 12 do artigo 28 da Lei Eleitoral por meio da Lei Federal 13.165/2015, que instituiu as chamadas “doações ocultas”, aquelas em que não é possível identificar o vínculo entre doadores e candidatos. A decisão tem eficácia desde a sanção da lei.
Em voto pela concessão da liminar, o relator da ADI 5394, ministro Teori Zavascki, afirmou não haver justificativa para manutenção das doações ocultas, que retiram transparência do processo eleitoral e dificultam o controle de contas pela Justiça Eleitoral. Para o ministro, a norma suspensa permite que doadores de campanha ocultem ou dissimulem seus interesses em prejuízo do processo eleitoral.
De acordo com o relator, o dispositivo rejeitado “retira transparência do processo eleitoral, frustra o exercício adequado das funções da Justiça Eleitoral e impede que o eleitor exerça com pleno esclarecimento seus direitos políticos. Esses motivos, além da proximidade do ciclo eleitoral de 2016 são mais que suficientes para caracterizar a situação de prioridade para o STF deferir a cautelar para suspender a norma.”
Segundo Teori Zavascki, ao determinar que as doações a candidatos por intermédio de partidos sejam registradas sem a identificação dos doadores originários, “a norma institui uma metodologia contábil diversionista, estabelecendo uma verdadeira cortina de fumaça sobre as declarações de campanha e positivando um controle de fantasia.”
O ministro destacou que a divulgação das informações, além de beneficiar a democracia ao permitir decisão de voto mais informada, possibilita o aperfeiçoamento das políticas legislativas de combate à corrupção eleitoral, “ajudando a denunciar as fragilidades do modelo e inspirando proposta de correção”.
* Com informações da assessoria de imprensa do STF.
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