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Curso de medicina em Serra Talhada é o mais concorrido da UPE

Por Nill Júnior

O curso de medicina  da Universidade de Pernambuco (UPE), no campus de Serra Talhada, é o mais concorrido do processo seletivo 2019 da terceira fase do Sistema Seriado de Avaliação (SSA3).

De acordo com a UPE, 39,75 candidatos disputam uma vaga no curso. As provas para o processo seletivo estão sendo aplicadas desde ontem domingo (18) e na segunda-feira (19) das 8h15 às 12h45 (horário local).

No sistema de cotas, ainda segundo a universidade, o curso mais disputado é o de odontologia em Arcoverde com 32 inscritos concorrendo a uma vaga. Ao todo, 11.157 inscritos disputam 1.740 vagas em 55 cursos de graduação, sendo 20% reservadas aos estudantes cotistas.

Os cursos estão distribuídos nas regiões Metropolitana do Recife, Mata Norte, Mata Sul, Agreste e Sertão. O resultado da 3ª do processo será divulgado até o dia 16 de janeiro do próximo ano.

No primeiro dia de prova, os candidatos fizeram redação mais 42 questões distribuídas entre as disciplinas de língua portuguesa, matemática, língua estrangeira e filosofia. Hoje, no segundo dia, os inscritos farão provas de biologia, química, física, história, geografia e sociologia.

Outras Notícias

Raquel altera agenda com prefeitos da Região Metropolitana 

A governadora Raquel Lyra alterou a agenda desta terça-feira (28), quando iria se reunir com prefeitos da Região Metropolitana do Recife (RMR) pela segunda vez. O encontro estava marcado para às 14h, no Palácio do Campo das Princesas.  O objetivo do encontro é aprofundar os debates para soluções integradas das demandas para a gestão metropolitana. […]

A governadora Raquel Lyra alterou a agenda desta terça-feira (28), quando iria se reunir com prefeitos da Região Metropolitana do Recife (RMR) pela segunda vez. O encontro estava marcado para às 14h, no Palácio do Campo das Princesas. 

O objetivo do encontro é aprofundar os debates para soluções integradas das demandas para a gestão metropolitana. A reunião havia sido marcada em janeiro, quando houve o primeiro encontro.

A nova data do encontro entre a governadora Raquel Lyra e os prefeitos da Região Metropolitana do Recife foi remarcado para o dia 7 de março.

Prefeito Adelmo Moura implanta novo Piso Salarial dos Professores

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, anunciou o aumento no piso salarial de 2019 dos professores do município de Itapetim. O reajuste contempla o salário-base dos cerca de 100 docentes da rede. O índice será pago na folha salarial de janeiro e sucede imediatamente a definição nacional para correção do salário da categoria. Ao assinar […]

O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, anunciou o aumento no piso salarial de 2019 dos professores do município de Itapetim.

O reajuste contempla o salário-base dos cerca de 100 docentes da rede. O índice será pago na folha salarial de janeiro e sucede imediatamente a definição nacional para correção do salário da categoria.

Ao assinar o decreto do reajuste, o prefeito enfatizou a valorização dos professores como prioridade. “Dentro das nossas condições financeiras, vamos valorizar nossos mestres objetivando a qualificação dos serviços de educação do Município”, afirmou Adelmo.

O pagamento do piso salarial obedece a Lei n.º. 11.738/2008, cujo texto garante o vencimento mínimo aos profissionais da educação básica com formação em magistério e nível médio.

A iniciativa reflete a constante preocupação da Prefeitura de Itapetim em valorizar o profissional da área da educação.

Brejinho liderou geração de empregos no Pajeú em 2021

No balanço de 2021, o Pajeú obteve saldo positivo de 749 empregos e 23 demissões. Os melhores resultados foram de Brejinho (252), São José do Egito (217), Serra Talhada (180) e Tabira (96). Afogados fechou o ano com saldo negativo de -23.  Por Juliana Lima O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) divulgou, nesta segunda-feira […]

No balanço de 2021, o Pajeú obteve saldo positivo de 749 empregos e 23 demissões. Os melhores resultados foram de Brejinho (252), São José do Egito (217), Serra Talhada (180) e Tabira (96). Afogados fechou o ano com saldo negativo de -23. 

Por Juliana Lima

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) divulgou, nesta segunda-feira (31), o balanço da geração de empregos formais gerados no Sertão de Pernambuco no  acumulado do ano de 2021. O saldo é de 11.636 novos empregos e 2.525 demissões.

No balanço por região, o Sertão do São Francisco terminou com saldo de 7.406 empregos e 822 demissões; o Sertão do Araripe com saldo de 1.359 empregos e nenhuma demissão; o Sertão do Moxotó com saldo de 1.031 empregos e 1.659 demissões; o Sertão do Pajeú com saldo de 1.001 empregos e 23 demissões; o Sertão Central com saldo de 553 empregos e nenhuma demissão; e o Sertão de Itaparica com saldo de 241 empregos e 21 demissões.

No Pajeú, todas as cidades fecharam 2021 com saldo positivo de empregos, com exceção de Afogados da Ingazeira, que fechou o ano no vermelho com 965 admissões e 988 demissões, resultando em saldo negativo de 23 e variação relativa de -0,90%. O melhor desempenho de 2021 no Pajeú foi de Brejinho, com 252 novos postos formais. Foram 279 admissões e 27 demissões no ano, resultando variação relativa de 237,74% no município.

Em segundo lugar na região vem São José do Egito, com 217 novos postos. Maior cidade da região, Serra Talhada contabilizou 3.278 admissões e 3.098 demissões em 2021, o que gera saldo positivo de 180 empregos formais e variação relativa de 1,98%. Na sequência vêm Tabira (96), Flores (73), Triunfo (49), Santa Terezinha  (47), Itapetim  (34), Carnaíba  (26), Iguaracy (16), Santa Cruz da Baixa Verde (12), Calumbi (11), Solidão (11), Tuparetama  (11), Quixaba (8) e Ingazeira (3).

Analisando o desempenho das cidades do Pajeú no ranking geral das 56 cidades do Sertão, a melhor posição é de Brejinho (7º) São José do Egito (8º), seguida por Serra Talhada (10º), Tabira (14º), Flores (18º), Triunfo (25º), Santa Terezinha (26º), Carnaíba (30º), Iguaracy (37º), Santa Cruz da Baixa Verde (39º), Calumbi (40º), Solidão (41º), Tuparetama (42º), Quixaba (45º), Ingazeira (48º) e Afogados da Ingazeira (54º).

Confira o ranking do acumulado de 2021 por região: 

Sertão do Moxotó

Arcoverde (587)

Custódia (352)

Inajá (49)

Ibimirim (30

Manari (9)

Betânia (4)

Sertânia (-1.659)

Sertão do Pajeú

Brejinho (252)

São José do Egito (217)

Serra Talhada (180)

Tabira (96)

Flores (73)

Triunfo (49)

Santa Terezinha (47)

Itapetim (34)

Carnaíba (26)

Iguaracy (16)

Santa Cruz da Baixa Verde (12)

Calumbi  (11)

Solidão (11)

Tuparetama (11)

Quixaba (8)

Ingazeira (3)

Afogados da Ingazeira (-23)

Sertão Central

São José do Belmonte (393)

Salgueiro (95)

Cedro (23)

Parnamirim (18)

Serrita (15)

Mirandiba (8)

Verdejante (1)

Sertão de Itaparica

Belém do São Francisco (73)

Petrolândia (76)

Floresta (71)

Jatobá (18)

Itacuruba (3)

Carnaubeira da Penha (-4)

Tacaratu (-17)

Sertão do Araripe

Araripina (648)

Trindade (329)

Ipubi (130)

Exu (104)

Ouricuri (64)

Bodocó (41)

Santa Cruz (21)

Santa Filomena (18)

Granito (4)

Moreilândia (0)

Sertão do São Francisco

Petrolina (6.800)

Lagoa Grande (215)

Cabrobó (168)

Terra Nova (73)

Dormentes (68)

Santa Maria da Boa Vista (57)

Orocó (25)

Afrânio (-822)

 

Confira o ranking do acumulado de 2021 no Sertão: 

  1. Petrolina (6.800)
  2. Araripina (648)
  3. Arcoverde (587)
  4. São José do Belmonte (393)
  5. Custódia (352)
  6. Trindade (329)
  7. Brejinho (252)
  8. São José do Egito (217)
  9. Lagoa Grande (215)
  10. Serra Talhada (180)
  11. Cabrobó (168)
  12. Ipubi (130)
  13. Exu (104)
  14. Tabira (96)
  15. Salgueiro (95)
  16. Petrolândia (76)
  17. Belém do São Francisco (73)
  18. Flores (73)
  19. Terra Nova (73)
  20. Floresta (71)
  21. Dormentes (68)
  22. Ouricuri (64)
  23. Santa Maria da Boa Vista (57)
  24. Inajá (49)
  25. Triunfo (49)
  26. Santa Terezinha (47)
  27. Bodocó (41)
  28. Itapetim (34)
  29. Ibimirim (30)
  30. Carnaíba (26)
  31. Orocó (25)
  32. Cedro (23)
  33. Santa Cruz (21)
  34. Jatobá (18)
  35. Parnamirim (18)
  36. Santa Filomena (18)
  37. Iguaracy (16)
  38. Serrita (15)
  39. Santa Cruz da Baixa Verde (12)
  40. Calumbi (11)
  41. Solidão (11)
  42. Tuparetama (11)
  43. Manari (9)
  44. Mirandiba (8)
  45. Quixaba (8)
  46. Betânia (4)
  47. Granito (4)
  48. Ingazeira (3)
  49. Itacuruba (3)
  50. Verdejante (1)
  51. Moreilândia (0)
  52. Carnaubeira da Penha (-4)
  53. Tacaratu (-17)
  54. Afogados da Ingazeira (-23)
  55. Afrânio (-822)
  56. Sertânia (-1.659)
Disputa no Pajeú entre aliados de Raquel Lyra cria risco político para 2026

A passagem da Carreta da Mulher por Afogados da Ingazeira, um serviço estadual de saúde, virou combustível para uma disputa política que já estava em ebulição. Deputados estaduais Romero Sales Filho e Luciano Duque, ligados a grupos rivais no município, correram para reivindicar a paternidade da ação. A “mãe”, no caso, é evidente: o serviço […]

A passagem da Carreta da Mulher por Afogados da Ingazeira, um serviço estadual de saúde, virou combustível para uma disputa política que já estava em ebulição. Deputados estaduais Romero Sales Filho e Luciano Duque, ligados a grupos rivais no município, correram para reivindicar a paternidade da ação. A “mãe”, no caso, é evidente: o serviço é do governo Raquel Lyra. Mas a disputa mostrou que, no Pajeú, o governo estadual convive com duas bases que se dizem aliadas, mas atuam como adversárias.

O racha não surgiu agora. Ele ganhou corpo nas eleições de 2024, quando Mário Viana Filho se recusou a apoiar Danilo Simões, candidato a prefeito que contava com apoio velado do Palácio. A partir dali, a relação degringolou. Danilo, Edson Henrique e Zé Negão passaram a acusar Mário de trabalhar contra o grupo. O caldo entornou, e o que antes poderia ter sido uma aliança ampla virou duas trincheiras distintas, embora ambas sustentem a bandeira da reeleição de Raquel.

O resultado é um cenário paradoxal: dois grupos governistas que não se conversam e disputam méritos por políticas públicas da própria governadora. Na prática, esse ambiente azedo cria um risco político real. Disputa por protagonismo, clima de revanchismo e troca de provocações tendem a desviar o foco da campanha estadual de 2026 — e quem perde com isso é a própria Raquel.

O governo tentou administrar a crise com movimentos táticos. Para agradar o grupo de Danilo, Raquel tirou Mário da Gerência de Articulação e colocou Edson Henrique no posto. Para não romper de vez, remanejou Mário para a comunicação, setor crítico no interior e historicamente mal conduzido no Pajeú. A manobra tenta manter ambos dentro da base, mas escancara que a governadora precisou fazer malabarismo para equilibrar forças que já não convivem.

Em cidades como Afogados da Ingazeira e Carnaíba, ainda sob influência forte do PSB, o governo Raquel enfrenta resistência política e dificuldades de narrativa. Uma base rachada só agrava o problema. A metáfora de que o grupo pode virar “canibal de si mesmo”, traduz bem o risco: em vez de enfrentar a oposição, os aliados gastam energia se devorando.

Esse conflito interno também abre brecha para o projeto do prefeito do Recife, que tenta recolocar o PSB no comando do Estado. Se os aliados de Raquel no Pajeú continuarem em guerra doméstica, o campo politico ligado ao PSB ganha terreno justamente na região onde sempre teve forte presença institucional.

No fim das contas, Raquel se vê obrigada a agir como mãe de filhos que brigam na sala e ameaçam derrubar a casa. Se não conseguir fazê-los selar a paz, corre o risco de entrar na disputa de 2026 com uma base dividida e com menor capacidade de mobilização no interior, especialmente no Pajeú, onde eleição se vence com costura política, unidade e presença territorial.

Datamétrica mostra empate técnico entre Paulo, Marília e Armando

Pesquisa mostra Paulo Câmara com 25%, contra 21% de Marília Arraes e 17% de Armando Na segunda pesquisa sobre a corrida eleitoral deste ano em Pernambuco, realizada pela Datamétrica, entre os dias 11 e 12 de julho, observa-se pouca mudança em comparação à primeira, feita entre 8 e 9 de junho. Os três principais candidatos […]

Pesquisa mostra Paulo Câmara com 25%, contra 21% de Marília Arraes e 17% de Armando

Na segunda pesquisa sobre a corrida eleitoral deste ano em Pernambuco, realizada pela Datamétrica, entre os dias 11 e 12 de julho, observa-se pouca mudança em comparação à primeira, feita entre 8 e 9 de junho.

Os três principais candidatos cresceram um pouco e as posições relativas deles permanecem as mesmas, tanto na intenção de voto espontânea como na estimulada. Paulo Câmara (PSB) na liderança, seguido de Marília Arraes (PT) e de Armando Monteiro (PTB). Estatisticamente, entretanto, os três continuam num empate técnico. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

A intenção espontânea de voto apresenta Paulo Câmara com 13% (em junho ele tinha 12%), Marília Arraes com 11% (em junho ela tinha 8%) e Armando Monteiro com 6% (sendo 4% a registrada em junho) Os demais candidatos obtiveram, cada um, menos de 1% das intenções de voto.

Os indecisos cresceram de 39% para 53%, e aqueles votariam branco ou nulo caíram de 28% para 14%.

Estimulada

A intenção estimulada de voto no cenário, considerando a participação da pré-candidata do PT, repete a ordem dos candidatos da espontânea, sendo todos com índices maiores, como se esperaria das respostas estimuladas. Os números de 25% (Paulo Câmara), 21% (Marília Arraes) e 17% (Armando Monteiro) confirmam a liderança do governador, ainda que estejam todos empatados dentro da margem de erro. Os números da pesquisa anterior foram: 20%, 17% e 14%, respectivamente. Os demais candidatos ficaram entre 0% e 2%. A mudança expressiva foi dos brancos e nulos, que caíram de 35% para 26%, o que é natural à medida que a eleição se avizinha.

O cenário sem a pré-candidata do PT mantém o governador na liderança, com 28%, seguido do pré-candidato do PTB, com 22%. A distância de 6 pontos, entretanto, ainda significa empate técnico. Nessa simulação, os demais candidatos atingem, cada um, no máximo 2%. Votos brancos e nulos seriam de 33% (antes 42%). Indecisos caíram somente 1% (de 10% para 9%).

A migração dos votos de Marília Arraes, quando se retira o nome dela da disputa, sugere uma preferência clara do seu eleitorado por Armando Monteiro. O pré-candidato do PTB recebe 33% dos votos dela, enquanto o governador recebe 13%. Essa vantagem de Armando Monteiro sobre os votos de Marília Arraes se ampliou significativamente desde a pesquisa de junho, quando ele recebia 20% dos votos que seriam dela, enquanto Paulo Câmara recebia os mesmos 13%.

Tendência

Segundo Analice Amazonas, sócia-diretora da Datamétrica e responsável técnica pela pesquisa, “a pesquisa não permite decifrar o motivo dessa inclinação maior dos eleitores de Marília a Armando, ou a ampliação dessa vantagem do senador entre junho e agora, mas, seguramente, é uma tendência que foge um pouco das expectativas, se considerarmos os campos ideológicos dos três pré-candidatos”.