Covid-19: Sertão do Pajeú tem 8.169 casos confirmados, 7.492 recuperados e 149 óbitos
Por André Luis
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta segunda (05.10), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 8.169 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 4.185 confirmações. Logo em seguida, com 853 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, São José do Egito está com 693, Tabira conta com 591, Triunfo tem 328, Carnaíba está com 258 e Calumbi está com 173 casos.
Flores está com 151, Itapetim tem 144, Brejinho tem 127, Santa Terezinha tem 120,Iguaracy tem 114, Quixaba está com 110, Solidão tem 107, Santa Cruz da Baixa Verde está com90, Tuparetama tem 81 e Ingazeira está com 44 casos confirmados.
Mortes – A região tem no total, 149 óbitos por Covid-19. Até o momento, dezesseis cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 59, Afogados da Ingazeira tem 13, Triunfo tem 12, Tabira tem 11 óbitos, Carnaíba tem 10, Flores tem 7, Itapetim, São José do Egito, Tuparetama e Iguaracy tem 6 óbitos cada, Quixaba tem 4 óbitos, Santa Terezinha tem 3, Calumbi e Brejinho tem 2 óbitos cada, Ingazeira e Santa Cruz da Baixa Verde tem 1 óbito cada.
Recuperados – A região conta agora com 7.492 recuperados. O que corresponde a 91,71% dos casos confirmados.
O levantamento foi fechado às 7h desta terça-feira (06.10), com os dados Fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.
A votação do relatório da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados, prevista para esta quinta-feira (14), foi adiada para a próxima terça (19), prazo final para entrega do documento ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O adiamento foi decidido pelo presidente do colegiado, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por conta de algumas modificações […]
Após pressão do PMDB, o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) anunciou alterações em seu relatório, apresentado na terça 12
A votação do relatório da Comissão Especial de Reforma Política da Câmara dos Deputados, prevista para esta quinta-feira (14), foi adiada para a próxima terça (19), prazo final para entrega do documento ao presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O adiamento foi decidido pelo presidente do colegiado, Rodrigo Maia (DEM-RJ), por conta de algumas modificações importantes feitas pelo relator Marcelo Castro (PMDB-PI), que geraram polêmica na sessão. Segundo Maia, as alterações suscitaram a ampliação do debate, tornando impossível concluir os trabalhos nesta quinta, por conta da pauta carregada de votações da Câmara, inclusive a PEC 664.
Entre as mudanças anunciadas por Castro, a principal foi o mandato de dez anos para os senadores eleitos a partir de 2018. A iniciativa surpreendeu os integrantes da Comissão Especial, cuja ampla maioria é favorável à proposta – até então considerada consensual – de mandato de cinco anos para todos os cargos, de vereador a presidente da República. “A nossa intenção, com a reforma política, é a de aproximar mais os eleitos dos eleitores. Essa iniciativa do relator vai de encontro ao clamor das ruas e vamos contestá-la”, afirmou o vice-presidente da Comissão Especial, deputado Tadeu Alencar (PSB-PE).
Outra decisão anunciada pelo relator foi o enxugamento do prazo para troca de partidos após a aprovação da PEC da Reforma Política. Em princípio ele havia adotado uma “janela” de seis meses, mas reduziu para 60 dias, chegando mais perto do tempo defendido por parte dos membros do colegiado, de apenas um mês para quem desejar mudar de sigla antes da vigência da nova legislação eleitoral.
Uma terceira mudança de opinião do relator – essa, mais do agrado da maioria da Comissão Especial – foi a adoção de seis anos de mandato para os prefeitos e vereadores eleitos em 2016, permitindo a unificação do calendário eleitoral em 2022. Em princípio, Marcelo Castro havia proposto um mandato de apenas dois anos e a coincidência dos pleitos já em 2018, tese que gerou reações por parte de prefeitos e vereadores de todo o País. A unificação em 2022 garantirá a realização de eleições gerais, com mandato de cinco anos para todos os cargos.
Na sessão desta quinta-feira, foram apresentados vários destaques ao relatório. O PSB apresentou dois deles, que serão votados na próxima terça-feira. O primeiro pede que seja suprimida do relatório a proposta do “Distritão” como sistema eleitoral para o País, optando pela manutenção do atual sistema proporcional, já conhecido dos brasileiros. E o segundo aperfeiçoa exatamente o atual sistema, criando uma cláusula de desempenho individual, segundo a qual um candidato só poderá ser considerado eleito se atingir um mínimo de 15% do quociente eleitoral.
De acordo com Tadeu Alencar, essa cláusula evitará que os candidatos com votações muito expressivas – os chamados “puxadores de votos” – ajudem a eleger candidatos das suas chapas, mas sem nenhum potencial eleitoral. A manutenção do sistema proporcional prevê, ainda, o fim das coligações proporcionais nas eleições e a redistribuição equânime das sobras de votos entre todas as legendas. Todos os destaques serão votados na terça-feira, quando se encerra o prazo de funcionamento da Comissão Especial. A partir daí, a matéria seguirá para votação no plenário da Câmara, o que deverá acontecer, segundo o presidente Eduardo Cunha, até o final do mês.
Prezado Nill Júnior, O bom jornalismo é indispensável para civilidade. Uma ferramenta de cidadania e informação, que quando bem utilizada, é um exercício nobre e uma profissão valorosa. Infelizmente, a evidente deformação de alguns pseudos-jornalistas, que escondem a extorsão e o mercenário através de um canal de comunicação que quem paga mais é o mais […]
O bom jornalismo é indispensável para civilidade. Uma ferramenta de cidadania e informação, que quando bem utilizada, é um exercício nobre e uma profissão valorosa. Infelizmente, a evidente deformação de alguns pseudos-jornalistas, que escondem a extorsão e o mercenário através de um canal de comunicação que quem paga mais é o mais visto, deturpa a imagem de um ofício digno e indispensável para a democracia.
O episódio do último final de semana dispensa qualquer defesa. Não passa de um vendedor de notícias buscando seus segundos de projeção. No entanto, a minha vida e o meu comportamento familiar e em sociedade por mais de seis décadas e por toda uma vida pública, já respondem. A população de minha cidade, e de toda região, onde exerci desde a iniciativa privada até agora, o terceiro mandato como prefeito, é conhecedora que os meus embates sempre são no campo das ideias e da boa convivência.
A situação não passa de um desejo de angariar alguns segundos de holofote, ou quem sabe, mais uma vez, entre tantas outras tentativas, tentar fazer um verdadeiro bolão de um blog e oferecer seus (des) serviços ao nosso governo, que sempre tratou a imprensa local com o respeito que os veículos merecem.
Seguimos focados em honrar nosso compromisso com os tuparetamenses e realizar um governo cada vez mais eficiente e próximo das pessoas. Por aqui, as boas notícias se propagam pela verdade e pela transparência, jamais pelo dinheiro e pela conveniência.
Reforço nosso inestimável respeito aos verdadeiros jornalistas, mestres valorosos e indispensáveis para uma sociedade bem informada e com total liberdade de expressão.
O governo Bolsonaro é desaprovado por 56% dos eleitores, mostra pesquisa PoderData realizada de 28 a 30 de agosto de 2022. O número é o mesmo de duas semanas atrás. A taxa de aprovação também mostrou estabilidade, variando dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Agora, está em 38%. Outros 6% não souberam […]
O governo Bolsonaro é desaprovado por 56% dos eleitores, mostra pesquisa PoderData realizada de 28 a 30 de agosto de 2022. O número é o mesmo de duas semanas atrás.
A taxa de aprovação também mostrou estabilidade, variando dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Agora, está em 38%. Outros 6% não souberam responder.
As taxas vêm registrando estabilidade nos últimos levantamentos. A desaprovação tem oscilado na faixa de 52% a 57% desde meados de fevereiro, enquanto a aprovação variou de 35% a 41% no mesmo período.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os resultados são divulgados em parceria editorial com a TV Cultura. Os dados foram coletados de 28 a 30 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 308 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-06922/2022.
Para chegar a 3.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira em parceria com as instituições que integram a rede de proteção às mulheres, está promovendo uma série de palestras e debates nos bairros para orientar sobre a prevenção, mas também o enfrentamento à violência contra as mulheres. Nesta quarta (20), a equipe esteve na sede da diaconia, dialogando com […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira em parceria com as instituições que integram a rede de proteção às mulheres, está promovendo uma série de palestras e debates nos bairros para orientar sobre a prevenção, mas também o enfrentamento à violência contra as mulheres.
Nesta quarta (20), a equipe esteve na sede da diaconia, dialogando com a comunidade do bairro São Cristóvão. “A atividade é uma continuação da agenda do agosto lilás, onde estamos percorrendo os bairros, com palestras sobre prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, levando informação e orientação à população,” destacou a Coordenadora de Políticas para as Mulheres de Afogados, Risolene Lima. Durante as palestras também são exibidos vídeos educativos sobre questões ligadas à violência doméstica.
As atividades devem acontecer até o final do ano, não apenas nos bairros mas também nas comunidades-polo da zona rural de Afogados, e contam com a participação do componentes da patrulha Maria da Penha – municipal e estadual, de representantes do Conselho municipal dos direitos da mulher, da Delegacia especializada da mulher, Diaconia, Rotary Club, Rede de mulheres produtoras do Pajeú e Sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais de Afogados. A ação também contou com a presença da coordenadora de articulação comunitária da Prefeitura, Alane Ramos.
Interdição e cadeia para os negacionistas Cientista brasileiro reconhecido internacionalmente, o médico Miguel Nicolelis defendeu a interdição ou a demissão do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, por ter minimizado o número de mortes de crianças por covid-19 no país. Em suas redes sociais, ele cobrou uma reação de instituições brasileiras ao que classificou como uma das declarações […]
Cientista brasileiro reconhecido internacionalmente, o médico Miguel Nicolelis defendeu a interdição ou a demissão do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, por ter minimizado o número de mortes de crianças por covid-19 no país.
Em suas redes sociais, ele cobrou uma reação de instituições brasileiras ao que classificou como uma das declarações mais absurdas da história da medicina no Brasil.
“Onde estão as instituições brasileiras? Como é possível que nenhuma se manifeste? Ministro da Saúde tem que ser interditado e demitido depois de uma das declarações mais absurdas na história da medicina brasileira! Mais de 300 crianças mortas! Quantas crianças mais vão ter que morrer?”, questionou, de maneira indignada.
Nicolelis é uma das vozes mais críticas à forma com que o governo Bolsonaro enfrenta a pandemia. Desde o início da crise sanitária no país, a covid-19 matou uma criança de 5 a 11 anos de idade a cada dois dias no Brasil. Foram registrados 6.163 casos da doença e 301 mortes nessa faixa etária, em decorrência do vírus, até o último dia 6.
O ministro da Saúde tem tentado protelar a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos, conforme autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Os óbitos de crianças estão dentro de um patamar que não implica em decisões emergenciais”, disse Queiroga. O ministro também defende que a vacina só seja aplicada mediante apresentação de prescrição médica, outra posição polêmica, pois dificulta o acesso de famílias mais pobres à imunização.
Por sorte, os governadores com suas virtudes e defeitos tem mais juízo que o lambe botas do presidente Bolsonaro e já avisaram não precisar de prescrição médica.
As posições negacionistas de Bolsonaro ajudaram na conta dos mais de 600 mil mortos. A contabilidade das mortes mostra que de cada dez mortes, oito foram de não vacinados, negacionistas que compraram a posição de Jair, Silas Malafaia, Edir Macedo, Ana Paula Henkel, Janaína Pascoal e tantos outros.
Queiroga entrou na lista quando passou a querer fazer o jogo ideológico do presidente para concorrer a um cargo no Rio com seu apoio.
Infelizmente, a postura dificilmente será apurada e responsabilizada agora como quer Nicolelis. Muitos dos que levaram à cova inocentes e ignorantes que acreditaram nesse discurso inclusive já se vacinaram como Edir Macedo. O próprio presidente decretou sigilo de cem anos sobre seu cartão de vacinação. Até o ídolo dele, Trump, tomou a vacina, como revelou recentemente.
Quem ainda se agarra a esse discurso é uma minoria alienada, que por discurso religioso ou político quer achar defeitos na unica tábua de salvação da pandemia. Ainda bem que mais uma vez, essa é uma guerra que a ciência vai vencer. Depois, só vai faltar justiça a quem corroborou com o discurso genocida. Um dia, quem sabe…
Restam quatro
Com a declaração do governador Paulo Câmara de que Geraldo Júlio não quer disputar o governo do Estado, restam Danilo Cabral, Tadeu Alencar, Zé Neto e, com menos força, Fernandha Batista. Quem tem mais garrafas vazias pra vender?
Os preferidos
No Pajeú, Anchieta Patriota e Marconi Santana torcem por Danilo Cabral. Sebastião Oliveira, por Zé Neto. E Evandro Valadares, por Tadeu Alencar. A maioria está no time de que, o nome que vier, grita “é o nosso homem”…
Auxílio não auxilia
No almoço com os jornalistas quarta-feira, o governador Paulo Câmara disse não acreditar que o Auxílio Brasil pese para reverter a rejeição do governo Bolsonaro.
Pelo que é justo
A caminhada de Lucinha Mota até Recife para cobrar mudança de rumo nas investigações da morte da filha Beatriz está mobilizando o estado. Pelo clamor popular por justiça de um caso tão controverso, a pressão pode dar certo.
Destaque nacional
A cacetada do professor aposentado Heitor Scalambrini publicada no blog sob título “A farofa do Senador”, satirizando a derrota acachapante de Fernando Bezerra Coelho pela vaga no TCU, foi parar no Congresso em Foco. Heitor reside em Afogados da Ingazeira.
Don’t have Carnival
A prorrogação em 90 dias do estado de calamidade em Pernambuco por conta da pandemia é mais um sinal para os que apostam que não haverá carnaval de rua em 2022, já que está previsto para fim de fevereiro. Se tiver, vai haver programação indoor, em espaços fechados.
Três mosqueteiros
Nas bolsas de apostas para 2022, a de quem deve conquistar cadeiras na Alepe pelo Pajeú em 2022, entre Luciano Duque, José Patriota e Paulo Jucá. Um deles? Dois? Três? Ou nenhum?
Aos leitores
A Coluna entra de férias com este jornalista em janeiro, por conta das férias. É recarregar as baterias para um ano eleitoral movimentado, com muitas variantes e possibilidades no cenário nacional e em Pernambuco.
Frase da semana:
“A medicina vencerá e vocês estarão protegidos”.
Da bela carta do Conass, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, direcionada às crianças e informando a importância da futura imunização contra a Covid-19, tapa na cara da ignorância.
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