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Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 435 óbitos e tem 470 casos ativos da doença 

Por André Luis

Brejinho e Serra Talhada confirmaram novos óbitos por Covid-19

Por André Luis

De acordo com os últimos boletins epidemiológicos divulgados pelos municípios do Sertão do Pajeú nesta sexta-feira (23), a região registrou 63 novos casos positivos, 78 recuperados e 2 novos óbitos por Covid-19. 

Agora o Sertão do Pajeú conta com 23.255 casos confirmados, 22.350 recuperados (96,10%), 435 óbitos e  470 casos ativos da doença.

Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú:

Afogados da Ingazeira registrou 30 novos casos positivos e 14 recuperados. O município conta com 3.796 casos confirmados, 3.599 recuperados, 50 óbitos e 147 casos ativos. 

Brejinho registrou 1 novo caso positivo, nenhum recuperado e 1 novo óbito. O município conta com 508 casos confirmados, 488 recuperados, 9 óbitos e 10 casos ativos. A Secretaria de Saúde não deu detalhes sobre o óbito ocorrido.

Calumbi  registrou 1 novo caso positivo e 1 recuperado. O município conta com 391 casos confirmados, 385 recuperados, 3 óbitos e 3 casos ativos da doença.

Carnaíba  registrou 11 novos casos positivos e 20 recuperados. O município conta com 1.224 casos confirmados, 1.149 recuperados, 26 óbitos e 49 casos ativos da doença. 

Flores não divulgou boletim. O município permanece com 832 casos confirmados, 771 recuperados, 29 óbitos e 32 casos ativos. 

Iguaracy não registrou novos casos positivos, mas confirmou 2 recuperados. O município conta com 579 casos confirmados, 551 recuperados, 18 óbitos e 10 casos ativos. 

Ingazeira não registrou novos casos positivos, nem recuperados. O município permanece com 239 casos confirmados, 227 recuperados, 2 óbitos e 10 casos ativos.

Itapetim não registrou novos casos positivos, mas confirmou 5 recuperados. O município conta com 877 casos confirmados, 851 recuperados, 18 óbitos e 8 casos ativos. 

Quixaba não divulgou boletim. O município conta com 329 casos confirmados, 312 recuperados, 11 óbitos e 6 casos ativos. 

Santa Cruz da Baixa Verde registrou 1 novo caso positivo e 13 recuperados. O município conta com 414 casos confirmados, 400 recuperados, 9 óbitos e 5 casos ativos. 

Santa Terezinha não divulgou boletim. O município permanece com 743 casos confirmados, 713 recuperados, 24 óbitos e 6 casos ativos. 

São José do Egito registrou 2 novos casos positivos e nenhum recuperado. O município conta com 1.720 casos confirmados, 1.667 recuperados, 30 óbitos e 23 casos ativos. 

Serra Talhada registrou 11 novos casos positivos, 13 recuperados e 1 novo óbito. O município conta com 8.085 casos confirmados, 7.838 recuperados, 133 óbitos e 114 casos ativos da doença. O 133° óbito se trata de paciente feminina, 49 anos. Portadora de comorbidades (transplantada e ex- tabagista), faleceu no dia 21/04/21 no Hospital Eduardo Campos.

Solidão registrou 1 novo caso positivo e  2 recuperados. O município conta com 386 casos confirmados, 377 recuperados, 2 óbitos e 7 casos ativos.

Tabira registrou 1 novo caso positivo e 5 recuperados. O município conta com 2.065 casos confirmados, 2.025 recuperados, 27 óbitos e 13 casos ativos. 

Triunfo registrou 4 novos casos positivos e 2 recuperados. O município conta com 721 casos confirmados, 690 recuperados, 24 óbitos e 7 casos ativos. 

Tuparetama não registrou novos casos positivos nem recuperados. O município permanece com 346 casos confirmados, 307 recuperados, 19 óbitos e 20 casos ativos da doença.

Outras Notícias

Datafolha: auxílio emergencial é a única fonte de renda de 36% dos beneficiários

Entre as famílias que recebem o auxílio emergencial, 36% não têm outra fonte de renda, aponta pesquisa do Datafolha publicada nesta segunda-feira (21) no jornal “Folha de S. Paulo“. O número de beneficiários que dependem unicamente do auxílio diminuiu em relação ao levantamento anterior do instituto, em agosto, quando esse percentual era de 44%. A […]

Entre as famílias que recebem o auxílio emergencial, 36% não têm outra fonte de renda, aponta pesquisa do Datafolha publicada nesta segunda-feira (21) no jornal “Folha de S. Paulo“.

O número de beneficiários que dependem unicamente do auxílio diminuiu em relação ao levantamento anterior do instituto, em agosto, quando esse percentual era de 44%.

A pesquisa anterior foi feita antes da extensão do benefício, que teve o valor reduzido de R$ 600 para R$ 300 por mês, em setembro. A última parcela está sendo paga em dezembro.

Segundo o levantamento, 27% das pessoas passaram a buscar outras fontes de renda após a diminuição do voucher pela metade.

Com a redução do valor do voucher, 75% das famílias reduziram a compra de alimentos, e 65% diminuiu a compra de remédios. Veja as principais mudanças:

Impacto na renda

Entre as pessoas que receberam alguma parcela do auxílio, 51% disseram que a renda diminuiu com a pandemia. Em agosto, esse percentual era de 60%.

Já entre o total de entrevistados, que inclui pessoas que não receberam o auxílio, o percentual de pessoas que disseram que a renda diminuiu com a pandemia passou de 46% em agosto para 42% em dezembro.

A pesquisa do Datafolha indica que 39% dos entrevistados pediram o auxílio e 81% tiveram os pedidos atendidos. De acordo com o Governo Fedreral, o benefício chegou a quase 70 milhões de pessoas.

O Datafolha ouviu, por telefone, 2.016 pessoas entre os dia 8 e 10 de dezembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

Humberto: Oposição representa volta do desemprego e do arrocho

da Folha de Pernambuco O senador pernambucano Humberto Costa afirmou, nesta quarta-feira (2), que as medidas pretendidas pela oposição para o setor devolverão o Brasil à situação de mais de uma década atrás, com desemprego e arrocho salarial para os trabalhadores. Ressaltando os recentes avanços havidos na área econômica – como a desaceleração gradual da […]

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da Folha de Pernambuco

O senador pernambucano Humberto Costa afirmou, nesta quarta-feira (2), que as medidas pretendidas pela oposição para o setor devolverão o Brasil à situação de mais de uma década atrás, com desemprego e arrocho salarial para os trabalhadores. Ressaltando os recentes avanços havidos na área econômica – como a desaceleração gradual da inflação, a forte geração da empregos, o aumento do PIB, do salário mínimo e das reservas internacionais – o senador criticou o retorno das previsões pessimistas da oposição contra o Brasil.

“Depois que perderam a Copa, esses adversários do Brasil voltam a investir contra a nossa solidez. Temos índices de desemprego menor que os Estados Unidos e a Zona do Euro, uma inflação absolutamente controlada, mas, mesmo assim, esses profetas do caos seguem jogando contra o país”, denunciou Humberto.

O líder do PT no Senado ressaltou a agilidade e a inteligência do Governo Dilma para tomar medidas que dinamizem a economia sem provocar perdas sociais, como o fim da geração de emprego e a redução do poder de compra da população. “Não podemos esquecer que, com a oposição no governo, resolviam-se problemas na economia cortando empregos, arrochando salário da classe trabalhadora, criando impostos e reduzindo o consumo. Esse é um tempo que nenhum brasileiro quer que volte mais”, afirmou.

Criticando o presidenciável Aécio Neves (PSDB) que disse que, se eleito, tomaria “medidas impopulares” para o país, Humberto Costa alertou: “As ‘medidas impopulares’ que alguns candidatos prometem, nós as chamamos de ‘medidas contra o povo brasileiro’ e não permitiremos mais que sejam implantadas no Brasil”.

“Para atender à vontade de banqueiros e especuladores, como faziam os governos da oposição, nós não vamos passar como um trator por cima da população mais necessitada deste país. Vamos garantir conquistas e mudar o que precisamos para avançar mais. É o caminho que todos nós brasileiros, unidos, seguiremos trilhando”, concluiu o líder petista.

Emoção e história no Debate das Dez especial com Moacyr Franco

Uma entrevista carregada de emoção e memórias. Assim, foi o Debate das Dez especial com o cantor, ator e produtor Moacyr Franco na Rádio Pajeú. Além deste jornalista, o encontro teve as participações de Magno Martins (jornalista e apresentador do Frente a Frente, fã declarado do artista) e Anchieta Santos, dos programas Rádio Vivo e […]

Foto: André Luiz

Uma entrevista carregada de emoção e memórias. Assim, foi o Debate das Dez especial com o cantor, ator e produtor Moacyr Franco na Rádio Pajeú.

Além deste jornalista, o encontro teve as participações de Magno Martins (jornalista e apresentador do Frente a Frente, fã declarado do artista) e Anchieta Santos, dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, da Cidade FM, que também transmitiu o papo.

A primeira grande emoção foi quando fez referência à memória sobre o rádio. Moacyr se emocionou ao lembrar dos pais em Ituiutaba, Minas. “Lembro quando saiu no rádio a notícia do fim da guerra. Ví meu pai chorar e perguntei porque. Acabou a guerra, disse, para depois montar num cavalo e sair espalhando a notícia”.

O artista falou da relação com grandes nomes da música e da TV. Lembrou que participou do início da Bossa Nova, lembrou de encontros com gente como Boni, Chico Anísio, Jair Rodrigues, Erasmo, Roberto Carlos, Altemar Dutra, Cauby Peixoto, Sílvio santos, Carlos Alberto de Nóbrega e tantos outros.   Creditou a veia humorística à família e falou das histórias em torno de seus inúmeros sucessos.

Como por exemplo, quando lembrou que a frase marcante de Se eu não puder te esquecer – daquele momento até hoje esperei você – foi acrescida à música já na gravação. Disse de sua relação com Pernambuco, onde participa anualmente do Festival da Seresta. Mostrou-se honrado em ter visto Turbilhão entre as dez músicas de carnaval preferidas no Estado, em uma pesquisa recente. Também lembrou os arranjos feitos em forma de frevo pelo Maestro Spock para uma apresentação no carnaval do Recife.

Sobre política falou das decepções e de como entrou na vida política. “O único projeto que tentei aprovar esperou quatro anos para depois ser rejeitado. Quando vi como as coisas funcionam lá resolvi sair”.   Recentemente, gravou só para amigos “República Federativa dos Bandidos”, uma crítica aos políticos do Brasil, que disse é preocupado quando lançada no Youtube.

Foto: Cláudio Gomes

Quanto  ao mundo contemporâneo, ele fez uma reflexão de quão é difícil gerar filhos nestes tempos. Foi quando se emocionou ao elogiar os filhos mais novos. “Gostaria de ficar mais tempo aqui para poder vê-los crescer, para que tenham um pai”, disse emocionado. Após a entrevista, Moacyr Franco visitou o Museu da Rádio Pajeú, único do gênero no Estado.

Hoje a noite, ele se apresenta com amigos em um evento intimista no Cine São José, a partir das sete da noite. Os ingressos foram todos esgotados. A produção do evento é de Roberto Murilo, que está trabalhando com o artista. Você pode ver mais fotos na Fanpage do Blog.

67% rejeitam aproximação de Bolsonaro com o centrão, diz Datafolha

Entrevistados veem presidente descumprindo promessa de não negociar cargos e verbas por apoio. A maioria da população reprova a iniciativa do governo Jair Bolsonaro de negociar cargos e verbas com congressistas, de acordo com pesquisa Datafolha. A maior parte dos entrevistados também entende que o presidente não está cumprindo a promessa da campanha eleitoral de […]

Entrevistados veem presidente descumprindo promessa de não negociar cargos e verbas por apoio.

A maioria da população reprova a iniciativa do governo Jair Bolsonaro de negociar cargos e verbas com congressistas, de acordo com pesquisa Datafolha.

A maior parte dos entrevistados também entende que o presidente não está cumprindo a promessa da campanha eleitoral de não oferecer vagas no governo e a liberação de recursos para obter apoio no Congresso.

O Datafolha ouviu 2.069 pessoas na segunda (25) e na terça-feira (26) em todo o país.

Disseram que o presidente age mal ao negociar cargos e verbas 67% dos entrevistados, ante 20% que entendem que ele age bem.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Por causa da pandemia do novo coronavírus, as entrevistas foram feitas por telefone, método que exige questionários rápidos, sem a utilização de estímulos visuais. Leia a integra da pesquisa na Folha de São Paulo.

Proposta de Armando criando a Universidade do Agreste vai à sanção presidencial

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite da terça-feira (20), parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei criando a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), com sede em Garanhuns. O projeto segue agora à sanção presidencial. A UFAPE, cuja implantação está orçada em R$ 121 milhões, resultará do desmembramento do campus […]

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite da terça-feira (20), parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei criando a Universidade Federal do Agreste de Pernambuco (UFAPE), com sede em Garanhuns. O projeto segue agora à sanção presidencial.

A UFAPE, cuja implantação está orçada em R$ 121 milhões, resultará do desmembramento do campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) no mesmo município. “Apesar de ter havido avanços, o Nordeste necessita de maior oferta de cursos superiores. Com a UFAPE, estamos democratizando o maior acesso à educação universitária”, comemorou Armando.

Para o senador petebista, a UFAPE será “um ativo estratégico no desenvolvimento de Pernambuco”. O prefeito de Garanhuns, Izaías Regis (PTB), viu na iniciativa de Armando a realização de uma antiga aspiração do município. “Com a Universidade do Agreste, Garanhuns consolida sua liderança como polo regional”, avaliou Izaías.

O parecer de Armando Monteiro foi acrescentado a projeto de lei originário da Câmara que criava a Universidade Federal do Delta do Parnaíba, no Piauí. Como o projeto foi alterado no Senado com sua emenda, retornou à votação dos deputados. O senador articulou com as bancadas de Pernambuco e do Piauí a apresentação de requerimento de urgência, o que levou o projeto diretamente à votação do plenário, sem ter de passar novamente por cinco comissões.

A emenda de Armando Monteiro determina que os alunos do campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco passam a integrar automaticamente a UFAPE. O parecer cria os cargos de reitor e vice-reitor e 600 cargos de professor na nova universidade federal, além de cargos administrativos.

O campus da Universidade Federal Rural em Garanhuns, que será transformado na Universidade Federal do Agreste, oferece atualmente os cursos de Veterinária, Agronomia, Ciência da Computação, Zootencnia, Engenharia de Alimentos e Licenciatura em Letras e em Pedagogia.