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Covid-19: Pajeú conta com 3.181 casos confirmados, 2.427 recuperados e 74 óbitos

Por André Luis

Serra Talhada, Triunfo e Santa Terezinha registraram novos óbitos.

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados nesta terça-feira (28), pelas secretarias de saúde dos municípios do Pajeú, a região totaliza 3.181 casos confirmados de Covid-19. Oito cidades registraram 92 novos casos nas últimas 24 horas.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 1.847 confirmações. Logo em seguida, com 318 casos confirmados está Tabira,  São José do Egito está com 216 casos confirmados e Afogados da Ingazeira está com 190.

Carnaíba está com 95 casos,  Triunfo está com 82 casos, Flores está com 68, Calumbi está com 64,  Iguaracy e Quixaba tem 49 cada,  Brejinho esta com 43, e Tuparetama tem 39 casos confirmados.

Itapetim está com 36 casos confirmados, Solidão tem 29, Santa Cruz da Baixa Verde tem 27, Santa Terezinha tem 18,  e Ingazeira tem 11 casos confirmados.

Mortes – Com o registro de um novo óbito em Serra Talhada, um em Triunfo e um também em Santa Terezinha, a Região tem agora no total, 74 óbitos por Covid-19. Até o momento, treze cidades registraram mortes. São elas: Serra Talhada 25, Triunfo 9, Afogados da Ingazeira tem 7 óbitos, Carnaíba tem 6, Tabira e Flores tem 5 óbitos cada, Quixaba, Iguaracy, Tuparetama e Santa Terezinha tem 3 cada, São José do Egito e Itapetim tem  2 óbitos cada, Calumbi tem 1 óbito.

Recuperados – Nas últimas 24 horas, a região registrou dezenove novas curas clínicas, totalizando 2.427 recuperados. O que corresponde a 76,29% dos casos confirmados. 

O levantamento foi fechado às 06h30 desta quarta-feira (29.07), com os dados fornecidos pelas secretarias de saúde dos municípios.

Outras Notícias

Fernando Monteiro prestigia eventos em Caruaru, Serra e Buíque

O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) teve mais um fim de semana dedicado a idas a cidades do Agreste e Sertão pernambucanos. A agenda começou em Caruaru, na sexta-feira (06), onde o deputado participou, junto ao governador Paulo Câmara, do encerramento da 3ª rodada do Seminário Todos por Pernambuco, que contemplou a população do Agreste […]

O deputado federal Fernando Monteiro (PP-PE) teve mais um fim de semana dedicado a idas a cidades do Agreste e Sertão pernambucanos.

A agenda começou em Caruaru, na sexta-feira (06), onde o deputado participou, junto ao governador Paulo Câmara, do encerramento da 3ª rodada do Seminário Todos por Pernambuco, que contemplou a população do Agreste Central.

À noite, já na região do Pajeú, em Serra Talhada, com o prefeito Luciano Duque, o deputado prestigiou a 229ª Festa de Nossa Senhora da Penha no Polo Nacional, no Pátio Waldemar Oliveira.

Na cidade, o deputado tem participação importante em equipamentos entregues como a recente Unidade de Saúde da Família da Caxixola – Dr. Elias Nunes, que beneficia população de cerca de quatro mil pessoas, o andamento das obras de três novas adutoras e recursos para um novo Centro de Iniciação ao Esporte (CIE), entre outras benfeitorias.

No sábado (07), Dia da Independência, de volta ao Agreste, Fernando Monteiro acompanhou desfile cívico em Buíque. Na ocasião, com o prefeito Arquimedes Valença, o deputado entregou troféus simbólicos a integrantes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) pelos trabalhos de inclusão desenvolvidos pelo grupo na cidade.

“Foram encontros positivos, numa agenda que reforçou que os trabalhos por Pernambuco não param. Sou grato pela oportunidade de estar sempre presente, acompanhando tudo de perto”, agradeceu Fernando Monteiro.

Túlio Gadêlha entra com mandado de segurança contra nova MP de demarcações de terras indígenas

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) protocolou, nesta quarta-feira (19), com mandado de segurança contra a nova Medida Provisória, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, mantendo a demarcação de terras indígenas no Ministério da Agricultura. O PDT também vai ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) no Supremo Tribunal Federal (STF). “A medida do presidente, além […]

O deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE) protocolou, nesta quarta-feira (19), com mandado de segurança contra a nova Medida Provisória, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, mantendo a demarcação de terras indígenas no Ministério da Agricultura. O PDT também vai ingressar com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIn) no Supremo Tribunal Federal (STF).

“A medida do presidente, além de inconstitucional, desrespeita a decisão do Congresso Nacional, que levou a função de volta para a Funai, através de emenda de nossa autoria”, afirma Gadêlha. “Precisamos garantir o respeito às instituições, à Constituição e aos direitos indígenas. Não vamos cruzar os braços diante dos retrocessos impostos por este governo”, acrescenta.

De acordo com o Artigo 62, da Constituição Federal, é proibida a reedição, na mesma sessão legislativa, de Medida Provisória que tenha sido rejeitada ou tenha perdido sua eficácia.

Na MP 870/19, que reestruturou a administração pública federal, a primeira editada pelo governo, Bolsonaro havia retirado a demarcação de terras indígenas da alçada da Funai e enviado a Agricultura. A proposta, no entanto, foi alterada no Congresso, que devolveu a função para a Funai, vinculada a pasta da Justiça.

Aeroporto do Recife suspende aterrissagens por 11 minutos após avião atropelar cobra durante pouso

Foto: Pedro Alves/G1 De acordo com a Aena Brasil, fato aconteceu na tarde deste sábado (22). Duas aeronaves sobrevoaram o aeroporto aguardando a liberação da pista para pousar. G1- PE O atropelamento de uma cobra por um avião provocou a suspensão das aterrissagens no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, na Zona Sul da […]

Foto: Pedro Alves/G1

De acordo com a Aena Brasil, fato aconteceu na tarde deste sábado (22). Duas aeronaves sobrevoaram o aeroporto aguardando a liberação da pista para pousar.

G1- PE

O atropelamento de uma cobra por um avião provocou a suspensão das aterrissagens no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre, na Zona Sul da cidade, por 11 minutos. Segundo a Aena Brasil, que controla o terminal, a ocorrência foi registrada por volta das 15h deste sábado (22).

A suspensão das aterrissagens, segundo a Aena, foi feita para que o animal pudesse ser removido e para que fossem adotados procedimentos de segurança. A empresa não informou qual era a companhia da aeronave que atropelou a cobra.

Durante esse tempo, duas aeronaves sobrevoaram o aeroporto aguardando a liberação da pista. “Eu percebi que um avião estava sobrevoando a mesma área várias vezes. Por um aplicativo que monitora voos, vi que era o mesmo avião”, afirmou o supervisor de logística Rubem Cavalcanti.

Por meio de nota, a Aena informou que as aeronaves aguardaram a liberação da pista para o pouso. Após a autorização, as aterrissagens aconteceram sem intercorrências.

Aves

Em abril de 2019, o choque com aves, na pista do Aeroporto do Recife, impediu a decolagem de um avião que seguiria para o terminal de Congonhas, em São Paulo.

Por medida de segurança, os passageiros tiveram que desembarcar, aguardar orientações da Gol e tentar conseguir uma vaga em outro voo.

Aécio se diz a ‘maior vítima de ataques na internet’

Do Estadão O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou neste domingo (10), que é a “maior vítima de ataques covardes na internet” e pediu empenho da presidente Dilma Rousseff na investigação do uso de computadores do Palácio do Planalto para alterar perfis de jornalistas na enciclopédia virtual Wikipedia. Aécio lembrou o episódio em […]

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Do Estadão

O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, afirmou neste domingo (10), que é a “maior vítima de ataques covardes na internet” e pediu empenho da presidente Dilma Rousseff na investigação do uso de computadores do Palácio do Planalto para alterar perfis de jornalistas na enciclopédia virtual Wikipedia.

Aécio lembrou o episódio em que petistas presos pela Polícia Federal quando tentavam comprar um dossiê contra o tucano José Serra, na eleição de 2006, foram chamados de “aloprados” pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“A visão de setores do PT de que são donos do Estado acaba ultrapassando todos os limites. Eles começam a querer ser donos das biografias, da vida das pessoas. Ninguém é mais vítima desses ataques covardes na internet que eu. Essa sempre foi uma arma de setores do PT. Vou restabelecer uma ação republicana do governo federal. Espero que a presidente da República ajude nessas apurações, senão vamos ter que trocar o slogan do governo para ‘o governo em que ninguém sabe de nada'”, declarou Aécio.

Segundo o jornal O Globo, um computador ligado à rede do Palácio do Planalto foi usado para modificar os perfis dos jornalistas Carlos Alberto Sardenberg e Miriam Leitão na Wikipedia.

Constatação: campanha em Pernambuco não nacionalizou

A pesquisa IPEC que mostra total estabilidade entre as intenções de voto de Raquel Lyra e Marília Arraes,  com praticamente os mesmos percentuais de duas semanas atrás trás algumas constatações. A primeira,  a busca por uma nacionalização da campanha não pegou em Pernambuco como no primeiro turno. Essa estratégia chegou a ser avaliada como a […]

A pesquisa IPEC que mostra total estabilidade entre as intenções de voto de Raquel Lyra e Marília Arraes,  com praticamente os mesmos percentuais de duas semanas atrás trás algumas constatações.

A primeira,  a busca por uma nacionalização da campanha não pegou em Pernambuco como no primeiro turno. Essa estratégia chegou a ser avaliada como a mais adequada para levar a candidata do Solidariedade a buscar uma virada de pleito. Mas, se era a estratégia mais correta, porque não pegou em Pernambuco?

Alguns fatores podem ser invocados. Não são poucos os que avaliam que a campanha de Raquel Lyra, do ponto de vista do marketing, foi mais eficiente do que a campanha da candidata do Solidariedade. Essa semana o blog trouxe um exemplo: o do adesivo de  Bolsonaro em sua camisa no ato de Petrolina, explorado por apoiadores de Marília Arraes.

Raquel foi atacada por fazer discurso em Petrolina com um adesivo colado por um bolsonarista. No vídeo e imagens que circularam as redes, ficou claro que ela não percebeu o momento em que o adesivo foi colocado. Seguiu discursando sem notar.

Apoiadores de Marília compartilharam a notícia de que Raquel estava discursando e assumindo seu apoio a Bolsonaro. A campanha de marketing de Raquel tinha pouco tempo pra reagir. Viu e reviu as imagens e percebeu um senhor fantasiado de Papa no meio da multidão.

Foi o gatilho pra que o vídeo rebatesse com bom humor, um elemento que ajuda quando aparece em campanha, a acusação de que Raquel era bolsonarista. Gonzaga Patriota com adesivo de Lula pertinho da candidata foi a cereja do bolo. “O bolsonarista, o lulista, até o Papa: todo mundo quer colar em Raquel”.

Outra peça que vem sendo elogiada foi a que mostra eleitores de Lula e Bolsonaro dizendo votar em Raquel. A campanha soube explorar bem que o debate é sobre Pernambuco, apresentando nomes do PT e bolsonaristas em torno do mesmo projeto. A presença de prefeitos socialistas sem o apoio foral do PSB também tem sido observado.

Raquel manteve a estratégia no tom que deu aos debates. Compareceu a todos e parecia ter respostas a todos os temas, mesmo quando confrontada com sua neutralidade, invocando o debate para Pernambuco. Apesar de dar a impressão de ter sido treinada para as falas, não titubeou. Marília ao contrário tem aparecido aparentando mais insegurança. No debate da Guararapes, por exemplo, recorria a cola para as perguntas.

Se uma campanha vai bem, sinal de que a outra vai mal. Marília tem uma rejeição maior que a de Raquel (36% x 23%). Alguns fatores: a decisão de já ligar o modo ataque no impacto da morte do marido de Raquel, Fernando Lucena; de não esperar uma dia por solidariedade como queria  a campanha tucana, a exploração cansativa de um episódio da FUNASE que não sensibilizou a opinião pública e tem se mostrado cansativo, a aparente rejeição do vice, Sebastião Oliveira, muito explorada. Enfim, mesmo com Lula, a campanha aparentemente não empolgou. Conseguir isso a quatro dias do pleito parece uma missão quase impossível, que só acha guarita no imponderável da política, quando as urnas forem abertas. Mas a essa altura, Raquel aparenta estar com a condução para o Palácio bastante pavimentada.