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Partido ainda não decidiu se vai apoiar algum projeto. Por André Luis O diretório municipal do PT de Afogados da Ingazeira, decidiu em reunião virtual, na noite deste sábado (04.07), que não vai mais lançar candidato para a disputa da Prefeitura nas eleições deste ano, adiadas para os dias 15 (1º turno) e 29 (2º […]
Partido ainda não decidiu se vai apoiar algum projeto.
Por André Luis
O diretório municipal do PT de Afogados da Ingazeira, decidiu em reunião virtual, na noite deste sábado (04.07), que não vai mais lançar candidato para a disputa da Prefeitura nas eleições deste ano, adiadas para os dias 15 (1º turno) e 29 (2º turno) de novembro.
Segundo Gildázio Moura – um dos nomes que disputava internamente a chance de representar o partido na majoritária, em conversa com a nossa redação, na manhã deste domingo (05.07), pesou para a decisão a falta de apoio econômico do diretório estadual.
“Entendemos que fazer política é uma coisa séria e não podemos brincar com isso. Por levar política na brincadeira é que temos um presidente como este hoje no comando do Brasil”, criticou Gildázio.
Ele também informou, que o partido vai concentrar as forças na campanha ao legislativo. Para ele é importante que o PT volte a ter representatividade na Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira.
Questionado se o PT vai apoiar alguma das pré-candidaturas postas, disse que ainda não foi decidido. “No cenário anterior, quando havia a possibilidade de ‘racha’ da Frente da Popular, as conversas estavam bem encaminhadas, mas após o anúncio de que Totonho continuaria na Frente, teremos que reavaliar essa discussão. O que sabemos é que não vamos apoiar nenhuma candidatura por apoiar. Tínhamos um plano de governo”, informou, Gildázio.
O PT de Afogados estava para decidir entre quatro candidatos. Disputavam internamente: Emídio Vasconcelos – falecido no dia 22 de junho, Clóvis Lira, Gildázio Moura e José Artur Padilha.
Estadão A presidente Dilma Rousseff tentou desfazer o mal estar com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, por ter admitido que ele não ficará em eventual segundo mandato. Antes de chegar a Brasília no fim da tarde, após cancelar uma agenda de campanha em Laguna (SC), Dilma pediu a dois ministros que conversassem com o […]
Estadão
A presidente Dilma Rousseff tentou desfazer o mal estar com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, por ter admitido que ele não ficará em eventual segundo mandato. Antes de chegar a Brasília no fim da tarde, após cancelar uma agenda de campanha em Laguna (SC), Dilma pediu a dois ministros que conversassem com o titular da Fazenda.
Embora o próprio Mantega já tenha dito várias vezes, em conversas reservadas, que não permanecerá no cargo se a presidente for reeleita, ele ficou magoado ao saber da entrevista dada por Dilma, na quinta-feira, em Fortaleza. Na ocasião, a presidente não deixou dúvida sobre a substituição do auxiliar em eventual segundo mandato.
Mantega evitou nesta sexta-feira, 5, os jornalistas e entrou com o carro oficial pela garagem do Ministério, uma prática pouco habitual.
Emissários do Palácio do Planalto que conversaram com ele por determinação de Dilma garantiram que a presidente apenas fez uma declaração genérica, com o mesmo teor da véspera, sobre “renovação de governo e de equipe”, após evento de campanha em Fortaleza, sem se referir especificamente a qualquer ministro.
“Eleição nova, governo novo, equipe nova”, afirmou Dilma em Fortaleza, ao responder a perguntas de repórteres sobre o futuro de Mantega. Há quase três meses o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem recomendado a Dilma que ela diga “claramente” o que vai fazer com a economia. Até agora, a candidata à reeleição havia resistido a sinalizar para novos rumos na economia, mas cedeu à pressão após o crescimento da adversária Marina Silva (PSB).
A “demissão” antecipada do titular da Fazenda provocou ontem desconforto na equipe econômica, que, nos últimos dias, teve de lidar com o quadro de recessão técnica do País.
A indicação de Dilma de que vai renovar o time num eventual segundo mandato acabou expondo até mesmo o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e a diretoria da instituição, deixando toda a equipe mais fragilizada para defender a política econômica dos ataques dos adversários do PT na campanha. Tombini sempre foi um dos nomes mais citados para ocupar o cargo de Mantega em caso de reeleição.
Os secretários Danilo Cabral (Planejamento e Gestão) e Felipe Carreras (Turismo, Esportes e Lazer) comunicaram ao governador Paulo Câmara, nesta segunda-feira (23), o desejo de participar da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. “Em respeito ao povo brasileiro, especialmente aos pernambucanos, que lhes delegaram confiança ao elegê-los deputados federais, eles […]
Os secretários Danilo Cabral (Planejamento e Gestão) e Felipe Carreras (Turismo, Esportes e Lazer) comunicaram ao governador Paulo Câmara, nesta segunda-feira (23), o desejo de participar da votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.
“Em respeito ao povo brasileiro, especialmente aos pernambucanos, que lhes delegaram confiança ao elegê-los deputados federais, eles solicitaram exoneração dos cargos para retomada dos mandatos parlamentares a fim de participar dessa votação que marcará uma nova página na história do Brasil”, dizem em nota.
Ambos aguardam a orientação do Partido Socialista Brasileiro, ao qual são filiados, mas anteciparam em nota que são favoráveis ao afastamento da presidente.
Super candidaturas do PV com ingressos de pesos pesados podem tirar vagas do PT. Entenda: Exclusivo A confirmação do ingresso do PV de Clodoaldo Magalhães na arrumação que formou a coligação governista pegou muitos nomes, principalmente do PT, de surpresa. O mais grave é que o movimento pode rifar petistas que tinham possibilidade de conquistar […]
Super candidaturas do PV com ingressos de pesos pesados podem tirar vagas do PT. Entenda:
Exclusivo
A confirmação do ingresso do PV de Clodoaldo Magalhães na arrumação que formou a coligação governista pegou muitos nomes, principalmente do PT, de surpresa.
O mais grave é que o movimento pode rifar petistas que tinham possibilidade de conquistar mandatos.
Para Federal, por exemplo , além de Clodoaldo Magalhães, devem estar aportando Felipe Carreras e Wolney Queiroz. O segundo tem a possibilidade próxima pela dificuldade de montar chapa no PDT.
Alguns nomes tem potencial para passar dos cem mil votos e embaralham o jogo com nomes da legenda. O próprio Carlos Veras e Teresa Leitão terão que disputar espaço.
Para Estadual, a realidade não é diferente. Nomes do PV como Jorge Carrero, Joaquim Lira e France Hacker estão entre os que vão disputar vaga na Alepe.
Nessa faixa de disputa estão os petistas Doriel Barros, Luciano Duque, João Paulo e Odacy Amorim, por exemplo. Parte deles pode perder uma boa possibilidade pois o ponto de corte ficou mais alto.
Uma fonte ouvida pelo blog reclama do PSB e o acusa de plantar “um cavalo de troia” para implodir o PT, usando o PV como barriga de alguel.
“Vai implodir a chapa do PT e nomes como João Paulo e a deputada Ducicleide Amorim não teriam nenhuma chance. Na disputa federal, o PT que ja perdeu Marilia Arraes, tem o mandato de Carlos Veras ameaçado”.
Petistas estão irritados com a arrumação de Humberto Costa. Internamente, o clima já é pesadíssimo, com troca de farpas e acusações. O acordo teria sido fechado sem conhecimento da maioria dos petistas.
Nesta quarta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará visita a Pernambuco. O petista terá alguns compromissos políticos durante o dia. O primeiro compromisso do presidente será atender a um almoço feito a convite da governadora Raquel Lyra (PSDB) no Palácio das Princesas. A pedido da governadora, o prefeito João Campos (PSB) também atenderá ao almoço. Depois do almoço, o presidente segue para solenidade […]
Nesta quarta-feira (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fará visita a Pernambuco. O petista terá alguns compromissos políticos durante o dia.
O primeiro compromisso do presidente será atender a um almoço feito a convite da governadora Raquel Lyra (PSDB) no Palácio das Princesas.
A pedido da governadora, o prefeito João Campos (PSB) também atenderá ao almoço. Depois do almoço, o presidente segue para solenidade em torno de Fernando de Noronha. Lula irá assinar a homologação para um acordo feito entre o governo federal e o governo do Estado de gestão da Ilha.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski também estará em Recife para participar da assinatura do acordo.
O presidente fará o relançamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
O programa foi originalmente lançado em 2003 para garantir a segurança alimentar e nutricional da população brasileira e fortalecer a agricultura familiar. O lançamento do programa será feito no Ginásio Geraldão, às 15h.
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