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Corrida da Fogueira e apresentações culturais abrem festividades do São Pedro em Tuparetama

Por André Luis

Teve início na tarde desta quarta-feira (29), a tradicional Festa de São Pedro de Tuparetama, com muito forró pé-de-serra e apresentações culturais. Mas quem deu a largada do evento foi a tradicional Corrida da Fogueira, reunindo 25 competidores, que percorreram os 5 km entre a Casa de Turma na PE-275 e o Pátio de Eventos, no Centro da cidade.

Os atletas chegaram ao ponto final da corrida, onde foram recebidos pelo Prefeito Sávio Torres, que esteve acompanhado do secretário de Cultura, Fernando Marques, e do diretor de Esportes, Cassiano Feitoza.

O gestor entregou a premiação dos quatro primeiros colocados nas categorias masculino e feminino. 

A programação teve sequência com a abertura do Beco do Artes que teve a feira de artesanatos dos artesãos do município.

O espaço ganhou painéis do artista plástico, Gustavo  Felipe, que retratou em suas pinturas os cenários típicos do Sertão, chamando atenção do público para a gravura de Luiz Gonzaga em tamanho gigante. 

No pátio de eventos, o encontro de quadrilhas esquentou a noite com a vibrante apresentação da Arrasta Pitú, Arrasta Eremcot e a Chapéu de Palha da cidade de Sertânia. Depois, foi a vez do Grupo de Xaxado Bandoleiros de Solidão, arrastar as sandálias apresentando a manifestação tipicamente nordestina para o público que esteve prestigiando a abertura.

Encerrando a noite, os artistas da terra se revezaram no palco, fazendo o público esquentar do frio na noite deste primeiro dia de festividades na Princesinha do Pajeú. Depois de dois anos sem a realização do evento devido a pandemia da Covid-19, o povo voltou às ruas para festejar o santo que encerra as celebrações juninas.

Nesta quinta-feira tem início a programação com os shows de Acorde Matuto, João Márcio, Vilões do Forró e Pedrinho Pegação.

Outras Notícias

Ailton Suassuna assegura que prisão não afetou a sua popularidade em Tavares

Enchendo Ricardo Coutinho (PSB) de elogios pelo trabalho executado como governador da Paraíba, o prefeito de Tavares, Ailton Suassuna (MDB), falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM sobre a crise que se abateu sobre a política do seu estado. Declarou acreditar na justiça, sonhando que Coutinho prove sua inocência, mesmo diante de tantas evidências […]

Enchendo Ricardo Coutinho (PSB) de elogios pelo trabalho executado como governador da Paraíba, o prefeito de Tavares, Ailton Suassuna (MDB), falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM sobre a crise que se abateu sobre a política do seu estado.

Declarou acreditar na justiça, sonhando que Coutinho prove sua inocência, mesmo diante de tantas evidências contrárias. De zero a dez, o prefeito ficou no meio, citando o cinco e que o ex-governador é inocente.

Perguntado sobre o seu processo, já que o  Suassuna foi preso em novembro de 2018 pela Operação República sendo acusado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) de ter cobrado propina como condição para o pagamento pela aquisição de dois veículos pela administração municipal, o gestor de Tavares disse que a Justiça lhe dará razão.

“No STJ ganhei por 5 a 0 para retornar a Prefeitura, por não existir nenhuma prova contra a minha pessoa. Diante do recurso do MPF, ganhei também no STF. O processo segue em aberto cujo mérito ainda será julgado”.

Suassuna informou que a prisão não prejudicou sua popularidade, uma vez que recente pesquisa do Instituto Datavox de Campina Grande, lhe dá entre ótimo e bom mais de 80% de aprovação.

Sobre as ações da gestão nos últimos sete ano, Ailton citou muitas obras, com destaque para os investimentos na saúde. O hospital que está em reforma deverá ser concluído em fevereiro. O prefeito tenta conseguir junto ao Governo Federal mais R$ 1,5 milhão para aquisição dos equipamentos.

Ele revelou que ainda no primeiro trimestre pretende anunciar o seu candidato para a eleição municipal. Negou que Edvaldo da Casa de Apoio já esteja escolhido, lembrando que nomes como o vice-prefeito Luiz Poeta e o ex-líder da oposição Coco de Odálio também tem chances de liderar a chapa majoritária.

Funcionário do TJPE com aves silvestres dentro de carro oficial diz que fornecedor era de Tabira

G1 Um funcionário do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), de 39 anos, foi detido pela Guarda Municipal do Recife suspeito de tráfico de animais silvestres. O homem foi abordado pela equipe com 100 pássaros silvestres dentro de um carro oficial do TJPE. Ele teria confessado ter recebido uma quantia para vender as aves na […]

G1

Um funcionário do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), de 39 anos, foi detido pela Guarda Municipal do Recife suspeito de tráfico de animais silvestres.

O homem foi abordado pela equipe com 100 pássaros silvestres dentro de um carro oficial do TJPE. Ele teria confessado ter recebido uma quantia para vender as aves na capital pernambucana.

O caso ocorreu na noite da última quinta-feira. De acordo com o Comandante da Guarda Municipal do Recife, Marcílio Domingos, a equipe foi acionada por um morador que suspeitou de um carro muito tempo parado em um posto localizado na Avenida Caxangá, Zona Oeste do Recife.

“Uma viatura do Grupo Tático Operacional estava realizando rondas quando acessou a pista local da avenida. Lá, se deparou com um morador acenando para a equipe. Ele achou estranho que o carro do TJPE estava muito tempo parado no posto. Ao se dirigir até o veículo, os guardas encontraram as gaiolas com as aves”, pontuou.

Questionado pelos três guardas, o suspeito teria dito que recebeu uma quantia e os pássaros de um homem no município de Tabira, no Sertão. Ele teria que vender as aves no Recife.

No momento da abordagem, o funcionário estava usando o crachá do órgão de justiça. Ele foi encaminhado para a Central de Plantões da Polícia Militar e pode responder por tráfico de animais silvestres. De acordo com a Polícia Civil, ele assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e vai responder em liberdade.

Em nota, o Tribunal de Justiça de Pernambuco afirmou que o funcionário, um motorista, foi exonerado após o conhecimento do fato, nesta sexta-feira (09). “O Tribunal obteve informações de que motorista, sem autorização, estaria transportando gaiolas e aves silvestres em viatura do órgão. O fato está sendo apurado”, disse.

Paulo Câmara e Ana Luiza recebem membros da comunidade Católica do Estado‏

O governador Paulo Câmara e a primeira-dama Ana Luiza Câmara ofereceram um jantar, neste domingo (27.06), a integrantes da comunidade Católica do Estado. No encontro, que ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, o gestor se inteirou das ações promovidas pela Igreja e aproveitou para reiterar o seu apoio às obras tocadas pela […]

IMG_20160626_204957O governador Paulo Câmara e a primeira-dama Ana Luiza Câmara ofereceram um jantar, neste domingo (27.06), a integrantes da comunidade Católica do Estado.

No encontro, que ocorreu no Palácio do Campo das Princesas, no Recife, o gestor se inteirou das ações promovidas pela Igreja e aproveitou para reiterar o seu apoio às obras tocadas pela congregação. Paulo também destacou a contribuição da instituição para a cultura de paz em Pernambuco.

“A Igreja tem um papel fundamental na sociedade. Está à frente de obras importantes, sendo um agente de destaque na promoção de diversas ações que semeiam a solidariedade e o amor ao próximo. Essa atuação tem nos ajudado na construção de um Estado mais harmonioso para os pernambucanos”, ressaltou.

Durante o jantar, Paulo Câmara e Ana Luiza receberam das mãos do bispo de Caruaru, Dom Dino, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida.

Também estiveram presentes o arcebispo das cidades de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido; o bispo-emérito da Diocese de Palmares, Dom Genival; Dom Antônio Tourinho; Dom Severino, Dom Giovanni D´aniello, Dom Edivaldo Amaral, Padre Erandir Torres e Gilberto Barbosa, fundador da Comunidade Obra de Maria.

TST cancela audiência em processo onde Inocêncio Oliveira é réu

Caso é o de Fazenda em que ex-Deputado mantinha trabalhadores em situação degradante no MA, segundo decisão do TST Audiência de conciliação marcada para a manhã desta segunda-feira no Tribunal Superior do Trabalho (TST) com o ex-deputado federal Inocêncio de Oliveira (PR-PE) foi cancelada devido à ausência de representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT). […]

Fonte fotos: Veja
Fonte fotos: Veja

Caso é o de Fazenda em que ex-Deputado mantinha trabalhadores em situação degradante no MA, segundo decisão do TST

Audiência de conciliação marcada para a manhã desta segunda-feira no Tribunal Superior do Trabalho (TST) com o ex-deputado federal Inocêncio de Oliveira (PR-PE) foi cancelada devido à ausência de representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT). Em um processo que se arrasta desde 2002, o ex-parlamentar já foi condenado por manter trabalhadores em condição degradante numa fazenda no Maranhão. A defesa de Inocêncio busca um acordo sobre os valores indenizatórios.

brasil2Na última decisão, a primeira turma manteve a condenação fixada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (MA) em R$ 130 por dia por trabalhador, em um total de 53, limitado a R$ 10 mil por trabalhador, a serem revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O pedido de conciliação foi solicitado pela defesa de Inocêncio. O ex-deputado, que se recupera de uma cirurgia cardíaca, foi representado por seu advogado Diego Coelho. “A discussão agora é só o valor”, explicou o advogado à Agência Estado.

brasil3A audiência foi conduzida pelo presidente do TST, ministro Barros Levenhagen, que entendeu que o não comparecimento do MPT significava “recusa tácita à pretendida conciliação”. Uma nova audiência poderá ser marcada após o julgamento dos embargos de declaração, que ainda não têm data para ser apreciados pelo plenário do TST.

Em 2002, o MPT entrou com uma ação civil pública após fiscalização na qual 53 trabalhadores foram encontrados na Fazenda Caraíba, em Gonçalves Dias (MA), sem alojamentos adequados, sem alimentação suficiente e sem condições mínimas de higiene e saúde do trabalho. Na ocasião foi constatado que os trabalhadores bebiam água do açude que atendia os animais da fazenda. De acordo com o MPT, eles foram aliciados mediante promessas enganosas, tinham restrição de liberdade de locomoção e ainda precisavam pagar pelos alimentos e ferramentas de trabalho.

A condenação em primeiro grau tinha um valor global de R$ 530 mil ou R$ 10 mil por trabalhador. O TRT rejeitou a tese de trabalho em condição análoga à de escravo por entender que a situação configurava somente trabalho degradante. A primeira turma do TST não deferiu o recurso do MPT, que pretendia restabelecer a sentença.

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Afogados: bancada governista decide só aumentar subsídio se subir arrecadação

Uma comissão de vereadores formada por Augusto Martins, Raimundo Lima, Igor Mariano e o vice-prefeito eleito Alessandro Palmeira procurou o Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e se comprometeu em assinar um documento firmando compromisso público em relação ao subsídio cujo teto subiu para R$ 7.513,00. O compromisso é de que os salários […]

Foto: Arquivo do blog. Ilustrativa.
Foto: Arquivo do blog. Ilustrativa.

Uma comissão de vereadores formada por Augusto Martins, Raimundo Lima, Igor Mariano e o vice-prefeito eleito Alessandro Palmeira procurou o Vigário Geral da Diocese de Afogados da Ingazeira e se comprometeu em assinar um documento firmando compromisso público em relação ao subsídio cujo teto subiu para R$ 7.513,00.

O compromisso é de que os salários de onze dos treze que já firmaram a posição é de que abrem mão do aumento do teto enquanto não houver aumento da arrecadação do município, que inclui repasses do FPM e tributos como ISS, ICMS e IPTU.

Dos treze vereadores, apenas Zé Negão e Cancão ainda não foram contactados. Mas segundo informado, a comissão formada pela bancada irá procurá-los para buscar deles o mesmo entendimento.

Além desses, a bancada ainda tem Franklin Nazário, Daniel Valadares, Cícero Miguel, Luiz Bizorão, Reinaldo Lima, Rubinho do São João, Sargento Argemiro e Wellington JK.

Não se sabe como a decisão será recebida e avaliada pelo grupo “Fiscaliza Afogados”, que tem defendido recuo pleno da decisão. De qualquer forma, o passo não deixa de ser um primeiro gesto de reconhecimento de que a forma de discussão e o momento da decisão foram inadequados.