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Coordenador do Cimpajeú cumpre agenda nas Secretarias de Planejamento e Agricultura

Por Nill Júnior
deva seplag
Dêva no Escritório de Projetos da Seplag

Dêva Pessoa visitou Escritório de Projetos para incluir cidades em plano de resíduos sólidos

 

Na condição de Coordenador do Cimpajeú, o Prefeito de Tuparetama Dêva Pessoa visitou o Escritório de Projetos da Secretaria de Planejamento em busca de recursos para viabilizar através do consórcio a inclusão de oito municípios que não foram contemplados pela Codevasf na elaboração dos projetos de resíduos sólidos.

“Vamos trabalhar em duas frentes, com o Governo do Estado e Federal. Esta visita de trabalho aos técnicos da Seplag ficou acordada desde a última reunião do consórcio na cidade de Quixaba”,  informou ao blog.

Na lista das cidades que pretende-se emplacar nos projetos, Serra Talhada, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo, Flores, Custódia, Betânia e Sertânia.

Marconi Santana, Nilton Mota e Dêva Pessoa
Marconi Santana, Nilton Mota e Dêva Pessoa

Dêva ainda esteve em audiência com o Secretário de Agricultura Nilton Mota. Na pauta a cedência de uma perfuratriz e um trator de esteira para ficar a disposição dos municípios que integram o Consórcio.

Ele também se encontrou com o Assessor Marconi Santana, ex-prefeito de Flores, antes de conversar com o Secretario de Agricultura.

Outras Notícias

Patriota e Sandrinho explicitam divergência para governadora em rede social

Se a ideia inicial era evitar municiar opositores na reta final da campanha,  faltou a José Patriota e Sandrinho combinarem. A carreata pró Lula que ocorre hoje está sendo convocada pelos dois aliados.  Mas no material eles também evidenciam o que os divide: Patriota aparece no material em rede social com Marília Arraes,  com um […]

Se a ideia inicial era evitar municiar opositores na reta final da campanha,  faltou a José Patriota e Sandrinho combinarem.

A carreata pró Lula que ocorre hoje está sendo convocada pelos dois aliados.  Mas no material eles também evidenciam o que os divide: Patriota aparece no material em rede social com Marília Arraes,  com um não tão sutil “a candidata de Lula” no rodapé.

Já Sandrinho evidencia seu apoio a Raquel Lyra,  do PSDB.  O prefeito tomou a decisão em conjunto com outros gestores da região.  Nesse caso, bastava um diálogo entre os responsáveis pelas redes para destacar o evento pró Lula sem evidenciar os apoios estaduais, o que não mudaria nada na fila do pão.

Mas postar os cards dessa forma alimenta opositores e “comentaristas de WhatsApp” nas redes, questionando as lideranças e as acusando de jogo duplo.

Pelo que o blog apurou,  o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e presidente da AMUPE, José Patriota, desde o início do processo de discussão sobre o segundo turno em Pernambuco tinha a posição de respeitar a decisão de seu partido, do PT e a orientação do ex-presidente Lula.

Por isso não seguiu os prefeitos que apoiaram Raquel Lyra. Outra informação é de que a declaração dele não deveria jogá-lo contra Sandrinho. Ele, por exemplo, não faria campanha para Marília Arraes no município, alegando falta de tempo com AMUPE pra retomare ALEPE pra assumir.

Dia 12, a campanha chegou a soltar uma nota afirmando que a Frente Popular reafirmava compromisso com Lula presidente. Para governadora, respeitaria a decisão de cada integrante.

“Informamos que as duas principais lideranças da Frente Popular em Afogados, o Deputado Estadual eleito, José Patriota, e o Prefeito Alessandro Palmeira, não ficarão omissos, optando, depois de muito diálogo interno, por caminhos momentaneamente distintos”.

A nota jurou de pé junto: “reafirmamos a unidade política de Patriota e Sandrinho, e a sua luta conjunta por políticas que tragam obras e ações para Afogados, impulsionando ainda mais o seu já pujante desenvolvimento”.

Prefeitos da região destacam balanço dos primeiros 100 dias de gestão

Com o marco dos 100 primeiros dias de mandato se aproximando, no próximo dia 10, prefeitos da região têm ocupado espaço na imprensa para apresentar um balanço das ações iniciais de governo. Em comum, os gestores buscam destacar avanços, mas adotam discursos diferentes ao tratar dos legados deixados por seus antecessores. Em Tabira, o prefeito […]

Com o marco dos 100 primeiros dias de mandato se aproximando, no próximo dia 10, prefeitos da região têm ocupado espaço na imprensa para apresentar um balanço das ações iniciais de governo. Em comum, os gestores buscam destacar avanços, mas adotam discursos diferentes ao tratar dos legados deixados por seus antecessores.

Em Tabira, o prefeito Flávio Marques tem apontado realizações no início da gestão, mas também tem feito críticas à situação administrativa herdada da ex-prefeita Nicinha Melo. A mesma linha é seguida por Pollyana Abreu, em Sertânia, e Fredson Britto, em São José do Egito. Ambos têm apresentado ações e metas cumpridas, mas não poupam questionamentos à condução anterior dos prefeitos Evandro Valadares e Ângelo Ferreira, respectivamente.

Já a prefeita Aline Karina (Itapetim) e Wamberg Gomes (Carnaíba), que assumiram a prefeitura, seguem em outra direção. Ambos têm reforçado o discurso de continuidade e valorização do legado dos ex-prefeitos Adelmo Moura e Anchieta Patriota. O foco tem sido apresentar as ações como parte de um processo de continuidade administrativa e política.

A marca dos 100 dias costuma ser simbólica na política, servindo como primeiro termômetro da gestão. Nos próximos dias, os gestores devem intensificar a comunicação com a população para reforçar o posicionamento político adotado nesse início de mandato.

Debate

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, faz avaliação dos cem dias do seu governo 2.0 quinta, dia 10, no Debate das Dez do programa Manhã Total. Claro, além da pauta administrativa, trata da pauta política e das articulações em torno de 2026 e 2028.

Impeachment agrava divisão interna no PSB

Do Uol Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso. Enquanto a bancada na Câmara […]

Segundo Carlo Siqueira, presidente do PSB, não há consenso na sigla sobre o tema
Segundo Carlo Siqueira, presidente do PSB, não há consenso na sigla sobre o tema

Do Uol

Único grande partido de oposição à presidente Dilma Rousseff que ainda não se definiu em relação ao impeachment, o PSB, que conta com uma bancada de 36 deputados federais, viu sua divisão interna se agravar com o início do acolhimento do processo de afastamento da petista no Congresso.

Enquanto a bancada na Câmara apoia majoritariamente a petição de impedimento assinada pelos juristas Miguel Reale Jr. e Hélio Bicudo, a maioria dos governadores, senadores e dirigentes da legenda que atuam em movimentos sociais se posiciona contra a medida.

O PSB esteve na área de influência do PT até 2013, quando rompeu com a presidente Dilma Rousseff e lançou o então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, como candidato à Presidência. Após a morte dele no ano passado em um acidente aéreo durante a campanha presidencial e, na sequência, a derrota da ex-ministra Marina Silva, sua sucessora, no 1º turno da disputa, a legenda deu apoio ao senador tucano Aécio Neves (MG) no 2º turno.

Mesmo sem uma liderança nacional, líderes do PSB afirmam que a legenda não quer mais ser linha auxiliar porque hoje o partido busca protagonismo como terceira via à polarização entre PT e PSDB.

Por isso, a legenda resiste em embarcar no discurso pró-impeachment capitaneado pelo PSDB de Aécio. A mesma razão faz com que parte do partido se negue também a apoiar o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em seu projeto presidencial. O tucano paulista recebeu a sinalização de que poderia contar com a sigla caso não consiga se lançar candidato ao Palácio do Planalto pelo PSDB.

Palavra final
Diante do impasse sobre o afastamento de Dilma, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, costurou um acordo pelo qual a palavra final sobre o impeachment será da direção nacional executiva do partido, que está dividida ao meio. “O debate está em suspenso. Fechamos o ano sem uma definição clara. Há uma certa simpatia na Câmara, mas no Senado (o impeachment) encontra resistência”, avaliou Siqueira.

Os quatro deputados indicados pelo PSB para a Comissão Especial que avaliará o impedimento após o recesso parlamentar, em fevereiro, se comprometeram a acatar a decisão do comando partidário. São eles Fernando Bezerra Filho (PE), Tadeu Alencar (PE), Danilo Fortes (CE) e Bebeto (BA).

Ponta do lápis
Segundo cálculo da cúpula pessebista, 28 dos 36 deputados apoiam o pedido de afastamento da presidente que tramita na Câmara.

Os que se posicionam contra – caso da deputada Luiza Erundina, por exemplo – integram a ala mais “à esquerda” do PSB.

Em caráter reservado, parlamentares pró-impeachment alegam que estão sendo pressionados por suas bases e temem não eleger seus aliados em 2016 ou renovar o próprio mandato em 2018.

O mesmo levantamento informal prevê que pelo menos 5 dos 7 sete senadores do PSB rechaçam a tese do impedimento de Dilma Rousseff. A bancada chegou a discutir pelo WhatsApp a ideia de lançar um documento com o argumento de que a impopularidade não justifica o impedimento.

Consenso. Já entre os três governadores do PSB – Rodrigo Rollemberg (DF), Ricardo Coutinho (PB) e Paulo Câmara (PE) -, há consenso contra o impeachment. “Da maneira como o processo está sendo levado pelo Eduardo Cunha (presidente da Câmara dos Deputados), ele está fadado a não ter legitimidade”, disse ao Estado Paulo Câmara (mais informações na entrevista abaixo).

Crítico enfático do movimento pelo impeachment, Coutinho reconhece que o PSB vive hoje um dilema. “O PSB, como os demais partidos do Brasil, passa por uma crise de rumo”, afirmou o governador da Paraíba.

Câmara e Coutinho também criticam a estratégia da oposição na Câmara, sobretudo do PSDB, ao longo de 2015. “A oposição não construiu um norte. A população não reconhece a devida legitimidade na oposição”, declarou Coutinho em entrevista recente à TV Estadão. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Em mensagens trocadas com Wajngarten, Mauro Cid expressou preocupação com o caso das joias

Por André Luis Em meio ao escândalo das joias presenteadas pelo governo saudita à Presidência do Brasil, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, trocou mensagens com o advogado e ex-secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, revelando preocupação com o caso. As mensagens, obtidas com exclusividade pelo UOL, datam de 3 de […]

Por André Luis

Em meio ao escândalo das joias presenteadas pelo governo saudita à Presidência do Brasil, o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, trocou mensagens com o advogado e ex-secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, revelando preocupação com o caso. As mensagens, obtidas com exclusividade pelo UOL, datam de 3 de março de 2023, quando o caso das joias se tornou público.

Cid enviou a Wajngarten um artigo do jornal O Estado de S. Paulo que detalhava a apreensão das joias, avaliadas em cerca de R$ 5 milhões, no aeroporto de Guarulhos em 2021. Na época, as joias estavam com um assessor do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o ex-presidente Bolsonaro havia tentado recuperá-las antes de sua viagem aos Estados Unidos em dezembro de 2022.

Ao receber o artigo, Wajngarten respondeu: “Eu nunca vi tanta gente ignorante na minha vida”, mas não ficou claro a quem ele estava se referindo. Cid então expressou sua preocupação, afirmando: “O pior é que está tudo documentado”. Posteriormente, Wajngarten pediu esclarecimentos sobre como estava documentado o caso, mas as mensagens foram apagadas por Cid, e o conteúdo exato não pôde ser recuperado.

Cid também mencionou que Bolsonaro só soube da situação no final do ano anterior, quando o chefe da Receita Federal informou sobre o presente que estava apreendido. Ele explicou que o kit de joias foi leiloado porque ficou mais de um ano sem ser retirado.

A Polícia Federal está investigando o caso das joias, que faz parte de um esquema de desvio de presentes dados à Presidência e destinados ao patrimônio pessoal de Bolsonaro. Leia a íntegra da reportagem de Juliana Dal Piva no UOL.

PF liga codinome ‘amigo’ em planilhas da Lava Jato a Lula

G1 A Polícia Federal (PF) ligou os codinomes “amigo”, “amigo de meu pai” e “amigo de EO” – que aparecem em planilhas de pagamentos ilícitos apreendidas durante a Operação Lava Jato – ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda de acordo com o delegado federal Filipe Pace, foram repassados R$ 8 milhões para “amigo”. […]

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A Polícia Federal (PF) ligou os codinomes “amigo”, “amigo de meu pai” e “amigo de EO” – que aparecem em planilhas de pagamentos ilícitos apreendidas durante a Operação Lava Jato – ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ainda de acordo com o delegado federal Filipe Pace, foram repassados R$ 8 milhões para “amigo”.

A informação consta no indiciamento do ex-ministro Antonio Palocci, preso durante a 35ª fase da Operação Lava Jato. Palocci foi indiciado nesta segunda-feira (24) por corrupção passiva – outras cinco pessoas também foram indiciadas. O ex-ministro é suspeito de receber propina para agir em favor da Odebrecht dentro do governo federal.

Conforme a PF, os pagamentos a Lula começaram no fim de 2012 e se estenderam ao longo de 2013. A PF ainda diz que os pagamentos foram coordenados por Marcelo Bahia Odebrechet, ex-presidente da Odebrecht, e por Antonio Palocci.

De acordo com o delegado Filipe Pace, o dinheiro saiu de uma conta corrente mantida pela Odebrecht para pagamento de vantagens indevidas.

“A análise aprofundada da planilha ‘POSICAO – ITALIANO 22 out 2013 em 25 nov.xls’, no entanto, revelou que os pagamentos no total de R$ 8.000.000,00 foram debitados do ‘saldo’ da ‘conta-corrente da propina’ que correspondia ao agente identificado pelo codinome de AMIGO”, afirmou Pace.

Conforme o relatório da Polícia Federal, Marcelo Bahia Odebrecht usava os termos “Amigo de meu pai” e “Amigo de EO” para se referir a Lula.

Já outras pessoas, ao conversar com Marcelo Bahia Odebrecht, usavam os apelidos “Amigo de seu pai” e “Amigo de EO”.

Segundo a PF, um dos benefícios indevidos concedidos pela Odebrecht, descritos nas planilhas, foi a aquisição de um terreno para a construção de uma nova sede do Instituto Lula.

Embora o prédio não tenha sido erguido, o terreno foi efetivamente adquirido, afirma a polícia.O Instituto Lula nega a acusação e diz que jamais teve outra sede ou recebeu qualquer terreno.

“Diante de documento da Operação Lava Jato que cita o Instituto Lula e uma suposta ‘nova’ sede, mais uma vez é importante destacar que desde que foi criado, em 2011, o Instituto Lula funciona em um sobrado adquirido em 1991 pelo antigo Instituto de Pesquisas do Trabalhador. No mesmo endereço funcionou, por mais de 15 anos, o Instituto Cidadania. Originalmente, era um imóvel residencial, semelhante a tantos outros no bairro Ipiranga, zona sul de São Paulo.O Instituto Lula jamais teve outra sede ou recebeu qualquer terreno, por isso não tem sentido especular sobre esse tema. Todas as doações recebidas pelo Instituto foram devidamente declaradas e registradas e estão absolutamente dentro da lei”, afirma o instituto, em nota.

A defesa da empreiteira de Marcelo Bahia Odebrecht afirmaram que não vão se manifestar.

Os advogados do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, afirmaram que não foram apresentadas provas e que existe uma perseguição política.

Leia a nota na íntegra abaixo.

“Na falta de provas, usa-se da ‘convicção’ e de achismos. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sua esposa, a empresa de palestras LILS e sua família já tiveram suas vidas absolutamente devassadas pela Operação Lava-Jato – sigilo bancário, fiscal, telefônico e busca e apreensão – e tudo que foi encontrado está rigorosamente dentro da lei, afirmou o advogado.

No despacho de indiciamento, a Polícia Federal diz apesar dos indícios de que o “amigo”, citado nas planilhas é uma referência ao ex-presidente Lula, a apuração de responsabilidade criminal não cabe à autoridade policial responsável pelo indiciamento de Palocci.

“Muito embora haja respaldo probatório e coerência investigativa em se considerar que o ‘AMIGO’ das planilhas “POSICAO – ITALIANO310712MO.xls” e “POSICAO – ITALIANO 22 out 2013 em 25 nov.xls” faça referência a Luiz Inácio Lula da Silva, a apuração de responsabilidade criminal do ex-Presidente da República não compete ao núcleo investigativo do GT Lava Jato do qual esta Autoridade Policial faz parte”, diz um trecho do documento.

Nota da defesa de Lula
“A Lava Jato não apresentou qualquer prova que possa dar sustentação às acusações formuladas contra Luiz Inácio Lula da Silva, mesmo após ter promovido devassa em relação ao ex-Presidente, seus familiares, colaboradores, ao Instituto Lula e à empresa de palestras LILS. São, por isso, sem exceção, acusações frívolas, típicas do lawfare, ou seja, da manipulação das leis e dos procedimentos jurídicos para fins de perseguição política.

Neste caso, uma autoridade que não é a responsável pelas investigações em relação a Lula, emitiu sua “convicção”, sem lastro, para atacar a honra e a reputação do ex-Presidente, repetindo o abuso praticado na coletiva realizada pelos Procuradores da Operação Lava Jato (14/9/2016), quando nosso cliente foi alvo de comentários sobre questões estranhas ao processo ali tratado. Tal posicionamento não pode, assim, ser tratado como oficial, mas tão somente como a indevida e inconsequente opinião de um membro da Polícia Federal, sem elemento algum para autorizar a conclusão de que Lula recebeu qualquer vantagem indevida. Todas as contas de Lula já foram analisadas pela Polícia Federal e nenhum valor ilegal foi identificado.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira”