Notícias

Conta de luz fica mais cara a partir desta terça-feira

Por André Luis

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu nesta segunda-feira (30) que haverá cobrança extra na conta de luz dos consumidores a partir desta terça (1º).

Em reunião extraordinária, a Aneel decidiu que será cobrada a bandeira vermelha patamar 2, cujo valor é o maior no sistema de bandeiras da agência.

Com isso, a cobrança extra será de R$ 6,24 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Em 26 maio, a Aneel havia anunciado que não haveria cobrança extra na conta de luz até 31 de dezembro deste ano, em razão da pandemia do novo coronavírus.

Na reunião desta segunda-feira, contudo, a agência decidiu revogar a decisão e aplicar a bandeira vermelha patamar 2.

Segundo o relator da proposta, Efrain Pereira da Cruz, o despacho de maio foi revogado porque o Brasil voltou aos patamares de consumo anteriores ao início da pandemia.

No entanto, conforme a Aneel, a oferta de energia está comprometida em razão dos baixos níveis dos reservatórios. Desta forma, o mecanismo da bandeira voltou a ser necessário no entendimento do órgão.

“Essa condição de oferta adversa, somada à tendência de recuperação de carga da energia aos patamares pré-crise, são indícios concretos de que o mecanismo das bandeiras já merece ser restabelecido e a curto prazo”, afirmou o relator.

Outras Notícias

Quase vinte ocorrências com mistura moto e álcool só no domingo do Emília Câmara

O Hospital Regional Emília Câmara, de Afogados da Ingazeira, recebeu esse fim de semana uma avalanche de ocorrências ligadas a acidentes com moto na região. Só no domingo, pasmem, as ocorrências chegaram a quase vinte, a maioria pela relação entre álcool e duas rodas. Funcionários da unidade, médicos, Direção, destacaram a grande movimentação. Este blogueiro […]

O Hospital Regional Emília Câmara, de Afogados da Ingazeira, recebeu esse fim de semana uma avalanche de ocorrências ligadas a acidentes com moto na região. Só no domingo, pasmem, as ocorrências chegaram a quase vinte, a maioria pela relação entre álcool e duas rodas. Funcionários da unidade, médicos, Direção, destacaram a grande movimentação.

Este blogueiro esteve duas horas acompanhando a rotina da unidade ao verificar o caso dos seminaristas envolvidos em um outro acidente. Só neste período, dois acidentados, um com maior gravidade, deram entrada. Registre-se, concorde você com as OS ou não – é outro debate que também deve ser travado – todos tiveram atendimento na unidade, diante da quantidade de plantonistas, inclusive com ortopedista, cirurgião, anestesista e outros profissionais de plantão. Há um esquema que prioriza os casos mais graves e leva para segundo momento cirurgias que podem ser eletivas. Mudou muito.

Uma sugestão para legisladores na região que criticam operações como a Lei Seca, seria acompanhar os plantões na unidade aos fins de semana. Quantos teriam as vidas poupadas caso a operação tivesse presença constante, regular, ou mesmo se o processo de municipalização do trânsito avançasse em nossas cidades.

Já foi provado, a operação não é fábrica de multas. Onde  está, as multas caem porque as pessoas não conciliam álcool com direção.

Nenhum governador  ontem, hoje ou amanhã, teria condições de barrá-la após avançar a política via Contran. Não aceita carteirada e até secretários já foram flagrados. Assim, menos populismo e mais seriedade ao criticar esse trabalho,  em nomes das vidas que se perdem no trânsito…

Sicoob PE implanta programa Cooperativa Mirim em escola de São José do Egito

O Sicoob Pernambuco assinou um termo de parceria com a Secretaria Municipal de São José do Egito – PE e o Instituto Sicoob para implantar o programa Cooperativa Mirim na Escola Municipal Mundo Novo. A ideia foi recebida com entusiasmo por toda a comunidade escolar e contou com o apoio dos pais dos alunos.   No […]

O Sicoob Pernambuco assinou um termo de parceria com a Secretaria Municipal de São José do Egito – PE e o Instituto Sicoob para implantar o programa Cooperativa Mirim na Escola Municipal Mundo Novo. A ideia foi recebida com entusiasmo por toda a comunidade escolar e contou com o apoio dos pais dos alunos.  

No dia 19 de outubro em comemoração ao dia Internacional do Cooperativismo de crédito, Cleiry Michelle, especialista em Investimento Social e Estratégico do Sicoob Pernambuco em conjunto com o Sr. Adalberto Teixeira, conselheiro da OCB-PE, e Jane Erica, representante da Agência Sede do Sicoob Pernambuco em São José do Egito realizaram um bate papo sobre Cooperativismo e sua importância para a transformação da comunidade.  

DESENVOLVENDO VALORES DE COOPERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO

Com finalidade educacional e amparada no Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, e na Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional de Cooperativismo, o Programa Cooperativa Mirim incentiva e apoia, sob a orientação de um Professor Orientador, a formação de cooperativas em escolas públicas, privadas, cooperativas educacionais e demais instituições de atendimento a crianças e jovens, entre a faixa etária de 8 a 17 anos.

O Programa Cooperativa Mirim

Cooperativa mirim é uma associação de alunos que, sob a orientação de um Professor Orientador, se unem voluntariamente visando satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio da vivência e prática do cooperativismo.

O Programa, cujo objetivo é desenvolver uma educação comprometida com valores de cooperação e participação, promotores de cidadania, promove, a partir de pressupostos cooperativistas, aprendizagens que favoreçam a iniciativa, a comunicação, a sociabilidade, a liderança e a reflexão dos estudantes sobre a sua prática.

Com 10 anos de execução e com uma metodologia apoiada em práticas pedagógicas que disseminam os princípios do cooperativismo, as Cooperativas Mirins preparam uma nova geração e geram transformação.

https://www.institutosicoob.org.br/programas/eixo-cooperativismo-e-empreendedorismo/cooperativa-mirim.html 

https://cooperativamirim.institutosicoob.org.br/ 

Márcia faz crítica indireta a Duque. Destravadora de obras inacabadas

Por André Luis A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), lançou em suas redes sociais o que parece ser uma série chamada: A Destravadora de Obras Inacabadas. O primeiro episódio lançado nesta sexta-feira (6), trata do Residencial Vanete Almeida e é uma crítica indireta ao ex-prefeito e atual deputado estadual, Luciano Duque (Solidariedade).   As […]

Por André Luis

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), lançou em suas redes sociais o que parece ser uma série chamada: A Destravadora de Obras Inacabadas. O primeiro episódio lançado nesta sexta-feira (6), trata do Residencial Vanete Almeida e é uma crítica indireta ao ex-prefeito e atual deputado estadual, Luciano Duque (Solidariedade).  

As obras do Vanete Almeida tiveram início em 2014, durante o governo Dilma. Há época, Duque era o prefeito de Serra Talhada e culpa os governos Temer e Bolsonaro por não ter conseguido concluir as obras.

De olho no embate político com Duque em 2024, Márcia puxou pra si a conquista da retomada das obras se valendo da relação com o governo Lula e com o governo Raquel Lyra, que também teve participação na conquista.

“Nossa missão é trabalhar pelo nosso povo e tornar o sonho de todos uma realidade e a retomada das obras do residencial Vanete Almeida é a prova disso. Estamos tornando realidade o sonho de 902 famílias que hoje vivem a dificuldade de ter que pagar aluguel”, escreveu Márcia na legenda do vídeo da campanha que mostra depoimentos de moradores que aguardam a entrega das casas.

Internauta Repórter: não é hora de restringir bares em Afogados?

As semanas epidemiológicas que se seguiram após a abertura dos bares mostram um comportamento diferente nas cidades que seguiram a norma do estado e àquelas que vetaram a reabertura. Claro que os números não refletem uma certeza matemática, mas dão um indicativo. Leitores do blog estão questionando a manutenção da abertura dos bares e o […]

As semanas epidemiológicas que se seguiram após a abertura dos bares mostram um comportamento diferente nas cidades que seguiram a norma do estado e àquelas que vetaram a reabertura. Claro que os números não refletem uma certeza matemática, mas dão um indicativo.

Leitores do blog estão questionando a manutenção da abertura dos bares e o receio de que isso tenha um impacto negativo nos números. Hoje no Debate das Dez, o Secretário de Saúde Arthur Amorim e o Chefe da Vigilância Totonho Veira admitiram muita dificuldade para fiscalizar esses estabelecimentos pela dificuldade de cumprir os protocolos.

Um deles atentou para a curva de crescimento entre cidades que restringiram bares, como São José do Egito e Afogados, que vem tentado com a liberação e fiscalização.   Dia 10 de agosto, quando os bares começaram a reabrir na região, Afogados tinha 237 casos confirmados, com 191 recuperados e sete óbitos. São José do Egito, 304 casos, com 252 curados e dois óbitos.

Em 18 de agosto,  São José determinou o fechamento dos bares novamente Àquela altura, Afogados da Ingazeira tinha 330 casos, com 251 recuperados e sete óbitos. São José do Egito, 367 casos, com 329 recuperados e dois óbitos.

Os últimos boletins mostraram uma evolução em  Afogados que passou São José do Egito. No boletim de ontem (7), Afogados chegou a 552 casos confirmados, com 410 recuperados e dez óbitos. São José do Egito ficou com 475 casos confirmados, com 423 curados e seis óbitos.

Hoje na Rádio Pajeú, o Secretário de Saúde Arthur Amorim mostrou preocupação com o aumento no número de casos na faixa etária de 30 a 39 anos. Um detalhe importante a ser considerado na análise: Afogados da Ingazeira tem afirmado que tem testado mais nos últimos dias.

Feriadão pode dar boom nos casos: preocupa ainda nas nossas cidades o impacto que pode ter o feriadão. Muitos atestam que nos próximos quinze dias teremos um rebote no número de casos, fruto das aglomerações do feriado.

Em Serra Talhada, uma vaquejada no fim de semana gerou as imagens que viralizaram nas últimas horas. Nada foi coibido. E o vírus vadiando…

Cunha permanece em Brasília para interrogatório em ação do FI-FGTS

G1 O Juiz Sergio Moro autorizou  que o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) permaneça preso em Brasília até o dia 9 de outubro para que possa ser interrogado em processo relacionado ao Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS). Condenado pela Operação Lava Jato e preso no Paraná, Cunha foi […]

G1

O Juiz Sergio Moro autorizou  que o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) permaneça preso em Brasília até o dia 9 de outubro para que possa ser interrogado em processo relacionado ao Fundo de Investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS).

Condenado pela Operação Lava Jato e preso no Paraná, Cunha foi transferido para a carceragem da Polícia Federal em Brasília em 15 de setembro.

As irregularidades no FI-FGTS são investigadas pela Operação Sépsis, que é um desdobramento da Lava Jato. O peemedebista responde ao processo ao lado de mais quatro réus – entre eles Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Lúcio Funaro, apontado como operador de propinas do PMDB.

A permanecia de Cunha em Brasília foi solicitada pelo juiz responsável pelo processo, Vallisney de Souza Oliveira, uma vez que o interrogatório foi adiado para 9 de outubro. Inicialmente, a oitiva estava marcada para sexta-feira.

Na mesma decisão que permitiu que Cunha fique em Brasília até o interrogatório, Moro negou o pedido dos advogados de defesa para que o ex-deputado fique custodiado no Distrito Federal até a publicação da sentença do caso.

“Descabe a prorrogação da permanência até a apresentação das alegações finais e/ou até a prolação da sentença, eis que tais atos não demandam a presença do acusado perante o Juízo da 10ª Vara Federal de Brasília/DF”, disse o juiz.

O político foi condenado, pela Lava Jato, a 15 anos e 4 meses de reclusão. Na denúncia oferecida à Justiça Federal, o Ministério Público Federal (MPF) acusou Eduardo Cunha de receber propina em contrato da Petrobras para a exploração de petróleo no Benin, na África.

A sentença foi proferida pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, em março deste ano.