Notícias

Conserto em Adutora afeta abastecimento na região

Por Nill Júnior

A Compesa informa que devido a um estouramento na Adutora do Pajeú, os sistemas de abastecimento de algumas cidades do Pajeú serão temporariamente paralisados.

A paralisação se dará nesta quarta (10), a partir das 6h, para a realização do conserto necessário.

Será afetada a distribuição em Iguaracy, Carnaíba, Quixaba, Tuparetama, Santa Terezinha e Itapetim e ainda o distrito de Riacho do Meio, em São José do Egito.

Além suspensão do abastecimento nos municípios citados, haverá redução no volume da água distribuída para São José do Egito e Tabira.

A Compesa informa ainda que, devido à complexidade do serviço, a previsão é de que até às 18h da quinta-feira (11), o serviço seja finalizado e o abastecimento retomado de acordo com o calendário de cada localidade.

Outras Notícias

Dívida de Malafaia com a União dispara 853% e chega a R$ 17 milhões

Do Metrópoles Na mira da Polícia Federal, o pastor Silas Malafaia, dono e fundador da Igreja Assembleia de Deus, acumula dívidas tributárias com a União que somam mais de R$ 17 milhões. Quase a totalidade desse valor – R$ 16.983.200,80, para ser mais preciso – é devido pela Editora Central Gospel LTDA. A empresa foi […]

Do Metrópoles

Na mira da Polícia Federal, o pastor Silas Malafaia, dono e fundador da Igreja Assembleia de Deus, acumula dívidas tributárias com a União que somam mais de R$ 17 milhões.

Quase a totalidade desse valor – R$ 16.983.200,80, para ser mais preciso – é devido pela Editora Central Gospel LTDA. A empresa foi aberta há 26 anos por Silas Malafaia e a esposa, a também pastora Elizete Malafaia, e, em 2019, entrou em recuperação judicial. Uma outra pequena parte, de R$ 46.388,42, é devido pela Assembleia de Deus.

O montante devido à União pela editora inclui R$ 6,9 milhões em débitos previdenciários e R$ 10,1 milhões em demais débitos, segundo dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) consultados pela coluna do Metrópoles.

O valor é 843%, isto é, quase 10 vezes maior que a dívida ativa à União da Central Gospel em 2021. Naquele ano, a empresa devia cerca de R$ 1,8 milhão.

No processo de recuperação judicial, a Central Gospel tem arcado com outras dívidas que somam R$ 15,6 milhões. Nesses casos, os credores são dezenas de empresas – de microempreendedores a grandes bancos – e trabalhadores, não mais a União.

À coluna do Metrópoles, Silas Malafaia reconheceu ambas as dívidas. Em relação aos débitos tributários com a União, afirmou que seus advogados estão em processo de negociação para quitá-los.

“Sobre os outros credores, eu já estou pagando na recuperação judicial, que já foi concluída, já foi homologada. Já estou pagando há dois anos isso”, complementou o pastor. O advogado dele também se manifestou sobre o assunto.

Sem nenhum caso confirmado no Alto Pajeú, Brejinho vai escapando do coronavírus

Blog do Erbi Andrade Com população estimada em 7.465 habitantes, a Terra Mãe do Rio Pajeú, Brejinho, é a única da região do Alto Pajeú  que ainda não registrou casos de covid-19. Brejinho, que também é uma das menores cidades do estado teve apenas um caso foi notificado no município. Mas depois de resultado de […]

Blog do Erbi Andrade

Com população estimada em 7.465 habitantes, a Terra Mãe do Rio Pajeú, Brejinho, é a única da região do Alto Pajeú  que ainda não registrou casos de covid-19.

Brejinho, que também é uma das menores cidades do estado teve apenas um caso foi notificado no município. Mas depois de resultado de exame foi descartado.

A cidade faz fronteira com a Paraíba, especificamente com a região da Serra do Teixeira, que já tem vários casos confirmados em algumas cidades como a própria Teixeira, Marturéia e Imaculada.

Outras cidades do entorno, como São José do Egito, Itapetim e Santa Terezinha que rodeiam Brejinho, também já possuem casos confirmados do coronavirus. Brejinho é um oásis em meio à pandemia na região. Que assim continue.

Carnaíba: Prefeitura adquire fardamento para Guarda Municipal

Na manhã desta quarta-feira (22), a Prefeitura de Carnaíba entregou o fardamento da Guarda Municipal. O material, adquirido pela Prefeitura com recursos próprios, é composto por calça, camiseta, gandola, cinturão e bota coturno. Em nota, o prefeito do município, Anchieta Patriota (PSB), destaca que a Guarda Municipal começa a atuar hoje e irá trabalhar de […]

Na manhã desta quarta-feira (22), a Prefeitura de Carnaíba entregou o fardamento da Guarda Municipal. O material, adquirido pela Prefeitura com recursos próprios, é composto por calça, camiseta, gandola, cinturão e bota coturno.

Em nota, o prefeito do município, Anchieta Patriota (PSB), destaca que a Guarda Municipal começa a atuar hoje e irá trabalhar de forma integrada e qualificada pela segurança da população.

Fruto da articulação do gestor junto ao senador, Humberto Costa (PT), Carnaíba receberá dois veículos Jeep Renegade, ano 2020, para a corporação, formada por cinco profissionais aprovados no último Concurso da Prefeitura.

A entrega do fardamento foi acompanhada pelo vice-prefeito, Júnior de Mocinha (PSB), que representou o prefeito, Anchieta Patriota, pelo tenente PM Mathias, além da Secretária de Governo Lourdes Leite, pelo procurador do município, Damião Júnior, a Secretária de Saúde, Selma Marques e Cláudia Marcelino, Coordenadora da Vigilância em Saúde.

Na semana passada, os membros da Guarda Municipal participaram de curso de formação, promovido pelo Governo Municipal e ministrado pelo tenente PM, Mathias. A atividade visou aprimorar os guardas com instruções sobre ética, legislação, cidadania e noções de primeiros socorros.

Os  profissionais foram capacitados ainda sobre o uso legal e progressivo da força, legislação municipal, preservação ambiental, telecomunicação, instrumento na prevenção da violência e da criminalidade, noções de primeiros socorros e defesa pessoal.

Novo problema na Adutora do Pajeú interrompe distribuição

A Compesa informou que a Adutora do Pajeú apresentou novo estouramento entre as Estações Elevatórias 03 e a 04. Com isso, foi paralisado o abastecimento nas cidades de Serra Talhada, Tabira, Flores, Carnaíba, Quixaba, São José do Egito, Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e Jabitaca. Ainda haverá redução da vazão em Afogados da Ingazeira e Tabira. Equipes […]

A Compesa informou que a Adutora do Pajeú apresentou novo estouramento entre as Estações Elevatórias 03 e a 04.

Com isso, foi paralisado o abastecimento nas cidades de Serra Talhada, Tabira, Flores, Carnaíba, Quixaba, São José do Egito, Tuparetama, Iguaracy, Ingazeira e Jabitaca.

Ainda haverá redução da vazão em Afogados da Ingazeira e Tabira. Equipes já estão no local para buscar resolver o problema.

Veja a nota da Compesa:

A Compesa informa que no início da noite deste sábado, 18, houve uma queda de energia entre as estações de bombeamento 3 e 4 da Adutora do Pajeú, no sertão do Estado, que provocou o desacoplamento da adutora e, consequentemente, a interrupção do fornecimento de água para os seguintes municípios do Pajeú:

Serra Talhada, Carnaíba, Quixaba, Tabira, Afogados da Ingazeira, Flores, São José do Egito, Tuparetama, Ingazeira, Iguaracy e os distritos de Jabitacá, Canaã e Carqueja.

A Compesa já acionou a Celpe e técnicos da Companhia estão se dirigindo ao local para verificar se houve danos aos conjuntos motorbomba das estações.

Além disso, será preciso realinhar a adutora para que o fornecimento seja restabelecido. “Não é um trabalho simples, mas acredito que o até o final da tarde desta segunda o serviço seja finalizado”, informou o Gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Luciano Freitas.

A partir da conclusão, o fornecimento será restabelecido conforme cronograma de abastecimento de cada cidade.

Após morte de mais uma criança, entidades criticam política de segurança do Rio

Governo do Estado afirmou que “lamenta profundamente” a morte da menina e que trabalho das polícias “segue protocolos rígidos de execução, sempre com a preocupação de preservar vidas”. PM afirmou que abriu investigação e que “circunstâncias da morte serão apuradas” G1 Após a morte de Ágatha Vitória, de 8 anos, baleada na noite de sexta-feira (20) […]

Governo do Estado afirmou que “lamenta profundamente” a morte da menina e que trabalho das polícias “segue protocolos rígidos de execução, sempre com a preocupação de preservar vidas”. PM afirmou que abriu investigação e que “circunstâncias da morte serão apuradas”

G1

Após a morte de Ágatha Vitória, de 8 anos, baleada na noite de sexta-feira (20) no Complexo do Alemão, a OAB, a Defensoria Pública e a Anistia Internacional criticaram as políticas de segurança pública do Estado do RJ e manifestaram solidariedade e apoio à família da menina.

Em entrevista à TV Globo, o porta-voz da PM Mauro Fliess disse que o governo do estado está no caminho certo e que “não irá recuar”. Afirmou ainda que “não há nenhum indicativo, nesse momento, de uma participação do policial militar no triste episódio que vitimou a pequena Ágatha”.

O Governo do Estado afirmou, em nota, que lamenta profundamente a morte da menina Ágatha, assim como a de todas as vítimas inocentes, durante ações policiais.

Ágatha é a quinta criança morta em tiroteios no estado do Rio de Janeiro este ano. Parentes e testemunhas contestam a versão da PM sobre a morte e afirmam que a menina foi atingida por um tiro disparado por um policial. A corporação diz que policiais revidaram após serem atacados por criminosos na comunidade.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Rio de Janeiro criticou a estatística de 1.249 pessoas mortas pela polícia nos oito primeiros meses deste ano: “Um recorde macabro que este governo do Estado aparenta ostentar com orgulho”, diz o órgão.

“As mortes de inocentes, moradores de comunidades, não podem continuar a ser tratadas pelo governo do Estado como danos colaterais aceitáveis. A morte de Ágatha evidencia mais uma vez que as principais vítimas dessa política de segurança pública, sem inteligência e baseada no confronto, são pessoas negras, pobres e mais desassistidas pelo Poder Público”, diz o órgão.

Em nota, a OAB-RJ lamentou ainda que o estado tenha uma média de cinco mortos por dia pela polícia e que esses números sejam encarados “com normalidade pelo Executivo estadual e por parte da população. A normalização da barbárie é sintoma de uma sociedade doente”.

“A defesa do direito à vida é o princípio mais básico do ser humano e deveria ser o norte de qualquer governo civilizado. Uma política de segurança pública sem planejamento de inteligência atenta contra a integridade da população, e da própria polícia, e afronta os parâmetros básicos de civilidade”, completou a OAB.

Por meio da Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária, a OABRJ afirmou que está à disposição da família de Ágatha e de familiares de outras vítimas da violência do Estado.

A Anistia Internacional Brasil (AIB) criticou as políticas de segurança pública adotadas pelo estado. Para a diretora executiva da AIB, Jurema Werneck, as autoridades não cumprem o dever constitucional de proteger a vida de uma menina como a de Ágatha.

Em nota, a Anistia acrescenta ainda que “exige que o Estado assuma sua responsabilidade de proteger o direito humano à vida de todos e todas, independentemente de sua raça e independentemente do seu local de moradia”.

O órgão ressalta que “a responsabilidade do governador é prevenir e combater a violência com inteligência e levando em consideração que todas as vidas importam, e não deixar um rastro de vítimas que deveriam ser protegidas pelo Estado, como Ágatha e mais de mil pessoas mortas só este ano por agentes de segurança pública no Rio de Janeiro”.