Notícias

Confusão: presidente da Câmara de Tuparetama diz que não houve sessão

Por Nill Júnior

Em contato com o blog, o presidente da Câmara de Tuparetama,  Danilo Augusto,  não reconhece a sessão que teria rejeitado as contas de Deva Pessoa. 

“Não houve votação de contas. O que houve foi.uma sessão à revelia. Não havia presenca de funcionários,  nada que desse base à sessão”.

Segundo ele, Pedro Torres Filho, o Pedrito , sobrinho de Sávio Torres, foi constituído na hora para ser advogado de Deva Pessoa. 

“As contas ainda estão na Comissão de Legislação, Justiça e Redação da Câmara.  Só que eles não aceitam, querem votar de todo jeito”, disse.

Como tudo na acirrada política de Tuparetama, vai dar confusão e judicialização. A assessoria da Câmara enviou nota com o título “Ainda há lei em Tuparetama “:

No livro do apóstolo João, capítulo 8, versículo 32, Jesus observa que a verdade é libertadora, por isso, nada melhor que a verdade para iluminar a farsa política dos vereadores  de situação em realizarem uma sessão extraordinária nula de pleno direito para julgarem uma  conta do ex prefeito Deva Pessoa.

É bem certo que poderão convocar a sessão extraordinária a maioria absoluta dos vereadores. No entanto, devido a ânsia de julgar algo que ainda não é competência do plenário,  não se observou que deliberaria sobre este tipo de sessão.

O artigo 27, inciso X do Regimento Interno da Câmara de Vereadores de  Tuparetama prever que: Compete à Mesa da Câmara privativamente, em colegiado pleno ou  por sua maioria, além do previsto no art. 25 da Lei Orgânica Municipal: X – deliberar sobre convocação de sessões extraordinárias da Câmara;

É claríssimo como a luz do sol que a competência para deliberar sobre a data e horário não era dos vereadores da situação, mas sim, da mesa diretora.

Desta forma, é perceptível a ilegalidade e a nulidade absoluta da sessão extraordinária, bem como a criminosa usurpação da função de presidente da Câmara de Vereadores.

Observa-se ainda que a Comissão de Finanças o Orçamento não entregou seu  parecer sobre as contas do ex prefeito no prazo legal, sendo assim, a responsabilidade passou  para a Comissão de Justiça e Redação Final, conforme artigo 77, parágrafo único do Regimento  Interno.

Por fim, faz-se necessário uma urgente reflexão dos vereadores que realizaram  esta farsa, no plenário de uma Casa de Leis: deve-se ou não cumprir a lei?

Outras Notícias

Aumento de vazão de Adutora pode ser salvação de quatro cidades e um distrito no Pajeú

Os vereadores que participaram da última reunião da Copap em Carnaíba cobraram da Compesa alternativa para o abastecimento de água dessas cidades que hoje ainda são abastecidas pela Barragem do Rosário. A barragem está com menos de 3% da sua capacidade. A informação é de Antônio de Pádua (PSC) e Admilson Véras (PSB), de Ingazeira, ao […]

Foto: Ivonaldo Filho
Foto: Ivonaldo Filho

Os vereadores que participaram da última reunião da Copap em Carnaíba cobraram da Compesa alternativa para o abastecimento de água dessas cidades que hoje ainda são abastecidas pela Barragem do Rosário. A barragem está com menos de 3% da sua capacidade. A informação é de Antônio de Pádua (PSC) e Admilson Véras (PSB), de Ingazeira, ao blog.

No encontro, o Gerente Regional Bruno Cavalcante apresentou a possibilidade de aumentar a vazão da Adutora do Pajeú em 70 litros por segundo, fazendo com que a água possa chegar a São José do Egito e fazer o sistema reverso da adutora Rosário/São José do Egito. Vindo no sentido contrário, a água abasteceria Tuparetama, Jabitacá, Iguaracy e Ingazeira.

Para discutir o tema recursos hídricos no Pajeú, além do Gerente da Compesa, estiveram presentes a reunião da COPAP os prefeitos de Afogados da Ingazeira José Patriota e Delson Lustosa de Santa Terezinha, o Secretário de Articulação da Casa Civil Anchieta Patriota, o promotor de Justiça Lucio Almeida,  Moacir Rodrigues (Ipa), Adelmo Santos (Prorural), Biu Farias e Luciano Pacheco (UVP).

Afogados: mulheres do algodão orgânico iniciam colheita da safra 2020

Famílias agricultoras do município de Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú pernambucano, deram início ao processo de colheita do algodão orgânico desta safra 2020. Afogados da Ingazeira tem um grupo de mulheres agricultoras que se iniciaram na produção do algodão nos sistemas agroalimentares e dizem que a cotonicultura representa uma economia que vem fortalecer a […]

Famílias agricultoras do município de Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú pernambucano, deram início ao processo de colheita do algodão orgânico desta safra 2020.

Afogados da Ingazeira tem um grupo de mulheres agricultoras que se iniciaram na produção do algodão nos sistemas agroalimentares e dizem que a cotonicultura representa uma economia que vem fortalecer a agricultura familiar em sua diversidade orgânica.

Stúdio Rural entrevistou a agricultora Lucineide Cordeiro Marinho, residente no sítio Laje do Gato, zona rural de Afogados da Ingazeira, detalhando o conjunto das ações e as motivações que fizeram aquelas mulheres darem os passos iniciais para o processo de produção algodoeira na diversificação da agricultura familiar.

“Aqui no meu município, especificamente aqui na minha comunidade, as expectativas estão sendo muito boas para a colheita do algodão, aqui são sete famílias no projeto do algodão, eu sou a multiplicadora do projeto e está sendo muito gratificante pra gente porque esse ano foi um ano muito bom de chuva, então pra gente está sendo satisfatório”, explica aquela liderança pernambucana em contato direto com nosso público ouvinte do Programa Domingo Rural detalhando o consórcio que se faz com culturas alimentares como milho, feijão, jerimum e cultivos alimentícios para a pecuária como o sorgo.

Lucineide Marinho explicou as dinâmicas trabalhadas pelas entidades apoiadoras Embrapa Algodão, Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Afogados, Diaconia dentre outras e afirma acreditar que 2021 o número de famílias se ampliará nas dinâmicas agroalimentares e garante que, com articulação social, está bem melhor ser agricultora e morar no meio rural.

Fonte: Stúdio Rural / Programa Domingo Rural

Audiência pública discutiu crise hídrica em Tuparetama e no Pajeú

Câmara de Vereadores e Prefeitura se aliaram em Audiência Pública para discutir soluções quanto ao iminente colapso nos reservatórios de água e abastecimento de Tuparetama e municípios do Pajeú.  Todos os parlamentares tuparetamenses compareceram, a partir de Thiago Lima, Presidente da casa. O Prefeito Dêva Pessoa, o vice Ivaí Cavalcanti e representantes de sua equipe […]

11813416_715781428544989_403941017527872581_n
Com informações e fotos de Marcelo Patriota

Câmara de Vereadores e Prefeitura se aliaram em Audiência Pública para discutir soluções quanto ao iminente colapso nos reservatórios de água e abastecimento de Tuparetama e municípios do Pajeú.  Todos os parlamentares tuparetamenses compareceram, a partir de Thiago Lima, Presidente da casa. O Prefeito Dêva Pessoa, o vice Ivaí Cavalcanti e representantes de sua equipe de governo também estiveram lá.

Pela Compesa, o Gerente Regional Sérgio Bruno Cavalcante e Washington Jordão, Chefe do Setor de Distribuição da Compesa.

O foco dos discursos foi a conclusão da etapa da Adutora do Pajeú até São José do Egito. O termino dessa obra, nessa fase, torna-se a solução para a crise de abastecimento de água em diversos municípios da região que são abastecidos pelo Sistema Adutor de Rosário. A Barragem que abastecia estas cidades está usando o pouco que resta do volume morto e já há distribuição por carros pipa em algumas áreas.

A continuação das obras na Barragem da Ingazeira também foi citada como fundamental para sanar problemas futuros.

11822701_715781391878326_5013848141603976212_n

A  Câmara formulou documento que será encaminhado a instituições como Dnocs, Compesa e Ministério da Integração. Deva Pessoa estará em Brasília com o Ministro da Integração Nacional para tratar especificamente do tema.

A COPAP – Comissão Parlamentar do Pajeú, através dos seus representantes reforçará o pleito, segundo Joel Gomes. Ele  convocou  os vereadores a participarem de ato em defesa do povo da região, intensificando a luta e unindo-se para somar forças.

O prefeito Deva Pessoa cobrou mais agilidade na execução dos serviços e criticou a falta de apoio do Governo Federal diante da crise hídrica. Ainda fez um resumo das ações de convivência e combate à seca desenvolvidas no município, com destaque para a perfuração de poços artesianos, construção de sistemas de abastecimento e construção e restauração de açudes.

11828778_715781321878333_6575091239235546794_n

Arcoverde: Zeca nega aproximação com LW

O ex-prefeito Zeca Cavalcanti soltou uma nota na sua rede social para, segundo ele, desfazer um boato. Zeca disse que não está,  como se especulou,  conversando com o prefeito Wellington Maciel. “Muito menos acordos e apoios, como está sendo dito. Me mantenho firme no meu posicionamento político em Arcoverde”. Em 2020, Zeca começou a campanha […]

O ex-prefeito Zeca Cavalcanti soltou uma nota na sua rede social para, segundo ele, desfazer um boato.

Zeca disse que não está,  como se especulou,  conversando com o prefeito Wellington Maciel.

“Muito menos acordos e apoios, como está sendo dito. Me mantenho firme no meu posicionamento político em Arcoverde”.

Em 2020, Zeca começou a campanha contra Wellington Maciel liderando todas as pesquisas.

Mas foi perdendo espaço e levou uma virada histórica.  LW venceu o pleito com apenas 2,23% de diferença e teve dificuldade em assumir depois de um bom embate jurídico, acusado de uso da máquina e outros questionamentos.

Zeca tentou um mandado de Deputado Estadual nas últimas eleições,  mas não teve êxito.  No segundo turno,  assim como seu adversário prefeito, apoiou Raquel Lyra.

Lava Jato viu em resultado das eleições no Senado chance de tirar Gilmar

Gabriel Sabóia, Igor Mello, Silvia Ribeiro e Paula Bianchi do UOL, no Rio, e do The Intercept Brasil Procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba viram o resultado do primeiro turno da eleição de 2018, que marcou expressiva renovação do Senado, como uma oportunidade para tentar articular o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do […]

Foto: STF/Divulgação

Gabriel Sabóia, Igor Mello, Silvia Ribeiro e Paula Bianchi do UOL, no Rio, e do The Intercept Brasil

Procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba viram o resultado do primeiro turno da eleição de 2018, que marcou expressiva renovação do Senado, como uma oportunidade para tentar articular o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Logo após o fim da apuração, procuradores chegaram a fazer contas em um chat privado sobre os votos necessários para o impedimento de Gilmar –alvo constante de ataques da força-tarefa de Curitiba e tratado como inimigo da Lava Jato.

As mensagens foram enviadas por fonte anônima ao site The Intercept Brasil e analisadas em parceria com o UOL. Como forma de desgastar Gilmar, também foi cogitado negociar com senadores a convocação do ministro, para que levasse um “puxão de orelha” público dos parlamentares.

O chefe da Lava Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol, em especial, não escondia a animosidade nutrida em relação a Gilmar Mendes, que não perdia oportunidades de criticá-lo em público.

Em 10 de junho do ano passado, uma entrevista de Gilmar ao jornal “O Estado de S. Paulo” o deixou indignado. Na reportagem, o ministro afirmava que no projeto das “10 medidas contra a corrupção”, apadrinhado por Dallagnol, havia iniciativas “completamente nazifascistas”. E emendava: “É coisa de tarado institucional”. Leia a íntegra da reportagem no UOL.