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COMPESA retoma obra do sistema de abastecimento de Araras e Brejinho, em Tabira

Por Nill Júnior

A Companhia Pernambucana de Saneamento – Compesa retomou este mês as obras para implantação do sistema de abastecimento de água das localidades de Araras e Brejinho, no município de Tabira.

A iniciativa permitirá o atendimento a 2 mil pessoas. A obra prevê o assentamento de mais de 10 mil metros de rede de abastecimento, além de construção de uma estação elevatória (sistema de bombeamento) e uma unidade de tratamento com capacidade de 5 l/s.

Já foram implantados aproximadamente 6.500 metros de rede de distribuição e agora os trabalhos serão voltados para a construção das estações elevatória e de tratamento de água. A previsão é que a intervenção seja concluída até setembro deste ano, quando o sistema passará a atender a população que vive nas comunidades rurais a partir das águas do Rio São Francisco, por meio do Sistema Adutor do Pajeú. O valor total do investimento é de R$ 1,3 milhão.

“A retomada da obra significa mudança de vida para os moradores que aguardam receber água pela primeira vez nas torneiras”, afirmou o gerente de unidade de negócio da Compesa, Kaio Maracajá.

Após a conclusão da obra, o gerenciamento deste sistema de abastecimento ficará a cargo do Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) por se tratar de uma área rural.

Outras Notícias

Zeca amplia vantagem sobre Madalena, diz Múltipla

Ele tem 59% das intenções de voto, contra 26% da socialista Madalena Britto. João do Skate tem 2%. O ex-prefeito Zeca Cavalcanti (Podemos) ampliou sua vantagem sobre a ex-prefeita Madalena Britto, do PSB. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla contratada pelo blog e realizada dia 12 de setembro. Na pesquisa estimulada, Zeca aparece […]

Ele tem 59% das intenções de voto, contra 26% da socialista Madalena Britto. João do Skate tem 2%.

O ex-prefeito Zeca Cavalcanti (Podemos) ampliou sua vantagem sobre a ex-prefeita Madalena Britto, do PSB. É o que diz pesquisa do Instituto Múltipla contratada pelo blog e realizada dia 12 de setembro.

Na pesquisa estimulada, Zeca aparece com 59% das intenções de voto, contra 26% da ex-prefeita Madalena. João do Skate aparece com 2%. Disseram votar branco ou nulo 4%. Indecisos ou os que não opinara são 9%.

Na última anterior, divulgada dia 2 de agosto e realizada no fim de julho, com Zeca Cavalcanti tinha 51% das intenções de voto contra 28% da ex-prefeita Madalena Britto. João do Skate apareceu com 3%. Zeca foi de 51% a 59%. Madalena caiu dois pontos, de 28% para 26%. João do Skate caiu um ponto, de 3% para 2%.

Na pesquisa espontânea, em que não são oferecidas opções para o eleitorado, 56% dizem votar em Zeca, contra 25% que citaram Madalena Britto, mostrando a consolidação do voto de cada candidato. João do Skate aparece com 1%. Disseram votar branco ou nulo, 4%.  Indecisos ou os que não opinaram são 14%.

O quadro abaixo mostra a evolução dos candidatos da primeira pesquisa à atual. Zeca rtinha 36% em junho, foi a 44% em julho e agora tem 56%. Madalena Britto tinha 18% em junho, 19% em julho e agora, apareceu com 25%. E João do Skate, manteve 1% entre fim de julho e agora.

Rejeição 

Lideram o indicativo de rejeição João do Skate e Madalena Britto, com 34% das pessoas que dizem não votar nela de jeito nenhum. Zeca é rejeitado por 18%. Rejeitam todos 4% e não rejeitam nenhum 15%. Não opinaram 3%.

Dados da pesquisa

A pesquisa tem o número de identificação PE – 08399/2024. Contratada pelo blog, foi realizada dia 12 de setembro com 420 entrevistas, intervalo de confiança de 95% e margem de erro para mais ou menos de 4,8%. Fonte pública para realização da pesquisa – Censo 2010/2022 e TSE (Agosto/2024).

Frente Popular tem caminhada em defesa de Paulo no Ibura

A campanha de Paulo Câmara (PSB), esteve no Ibura, no Recife. Cinco mil pessoas segundo a organização,  saíram em caminhada com o candidato à reeleição, o prefeito Geraldo Julio (PSB) e lideranças da Frente Popular pelas ruas da localidade. “Essa eleição tem uma importância diferente. Ela nos dará a oportunidade de escolher entre dois lados. […]

A campanha de Paulo Câmara (PSB), esteve no Ibura, no Recife. Cinco mil pessoas segundo a organização,  saíram em caminhada com o candidato à reeleição, o prefeito Geraldo Julio (PSB) e lideranças da Frente Popular pelas ruas da localidade.

“Essa eleição tem uma importância diferente. Ela nos dará a oportunidade de escolher entre dois lados. O lado de Miguel Arraes, de Eduardo Campos, do presidente Lula. O lado do povo. Já o outro é da turma que só trouxe aumento de conta de luz, botijão de gás, do preço da gasolina e que fez reforma contra trabalhador brasileiro”, alertou.

O prefeito Geraldo Julio falou em entusiamo e defesa de Lula e Haddadna campanha. “Vamos dizer para aquele que já foi o maior presidente que Brasil já teve que Fernando Haddad vai ter, em Pernambuco, a maior votação do Brasil. Essa é a homenagem que a gente vai fazer ao presidente que deu renda, oportunidade de trabalho, deu crédito, que abriu oportunidades dos jovens da família pobre de fazer, na universidade, o seu curso superior”, resgatou.

Paulo Câmara prometeu criar, a partir de 2019, o Crédito Popular, para mais de 40 mil pequenos empreendedores com a liberação de R$ 3 mil para investir em suas iniciativas.

Ministério da Saúde libera mais R$ 861 milhões para o Rio Grande do Sul

Ao todo, governo federal liberou R$12,2 bilhões em crédito extraordinário. Com a MP, já são mais de R$ 60 bilhões destinados ao estado gaúcho O Ministério da Saúde liberou mais R$861 milhões para apoio e assistência à população do Rio Grande do Sul, em razão das enchentes causadas pelas fortes chuvas. O recurso servirá para […]

Ao todo, governo federal liberou R$12,2 bilhões em crédito extraordinário. Com a MP, já são mais de R$ 60 bilhões destinados ao estado gaúcho

O Ministério da Saúde liberou mais R$861 milhões para apoio e assistência à população do Rio Grande do Sul, em razão das enchentes causadas pelas fortes chuvas. O recurso servirá para reposição dos medicamentos perdidos nas enchentes, garantia do atendimento nos postos de saúde e hospitais e para as atividades de saúde digital.

Ao todo, o crédito extraordinário do Governo Federal soma R$ 12,1 bilhões para que diversos órgãos da União possam executar ações necessárias no atendimento aos municípios gaúchos. Com esse crédito, já são mais de R$ 60 bilhões disponibilizados.

Segundo Felipe Proenço, secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, esse é um recurso importante também para o Grupo Hospitalar Conceição, “que tem sido tão importante nesse momento de dificuldade que passamos aqui no Rio Grande do Sul”, explica.

“Destacar também que há recurso para a Força Nacional do SUS que está presente aqui, com hospital de campanha, com vários trabalhadores dando resposta às necessidades de saúde da população. Esse é um recurso imediato”, completa.

O valor total da Medida Provisória também contempla medidas já anunciadas e referentes à MP nº 1.216/2024, que autoriza linhas de crédito (FGI, FGO, Pronampe e Pronaf/Pronamp), às medidas de apoio à segurança alimentar (Programa de Aquisição de Alimentos e cestas básicas), abrigamento e parcela extra do SUAS, parcelas extras do seguro desemprego, serviços para a saúde primária, especializada e vigilância epidemiológica, assistência farmacêutica e contratação temporária de profissionais e também para aquisição e equalização de 100 mil toneladas de arroz.

Estão contempladas também ações que envolvem a reconstrução de infraestrutura rodoviária. Estão incluídas ainda ações da Defesa Civil e de atendimentos emergenciais executados pela Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Força Nacional.

A publicação cumpre a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para o governo não medir esforços e se empenhar de todas as formas possíveis para ajudar a população gaúcha a se recuperar e a reconstruir as cidades.

“Eu estive lá duas vezes para dizer ao governador, ao povo gaúcho, ao povo brasileiro, que estamos 100% comprometidos com a ajuda ao Rio Grande do Sul. Não haverá falta de recursos para atender às necessidades”, afirmou o presidente. “Nós temos que nos preparar porque a gente vai ter o tamanho da grandeza dos problemas quando a água baixar e quando os rios voltarem à normalidade”, acrescentou.

O ato normativo foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União deste sábado (11), e já entra em vigor.

Vereador gera polêmica ao dar graças a Deus por Paulo Jucá não chegar à ALEPE

Repercute em São José do Egito a fala de Aldo da Clipsi (PP) dizendo “dar graças a Deus” por Paulo Jucá não ter sido eleito Deputado Estadual. Aldo disse em sua fala de o grupo de Evandro sofreu uma grande derrota política. “Vir falar aqui que Paulo Jucá foi majoritário em São José do Egito? […]

Repercute em São José do Egito a fala de Aldo da Clipsi (PP) dizendo “dar graças a Deus” por Paulo Jucá não ter sido eleito Deputado Estadual.

Aldo disse em sua fala de o grupo de Evandro sofreu uma grande derrota política. “Vir falar aqui que Paulo Jucá foi majoritário em São José do Egito? Foi votado como candidato da terra por parte da oposição. Foi uma grande derrota. Só repetiu o que o prefeito Evandro teve”.

E segue: “E graças a Deus que não ganhou! Queria dizer que seu projeto era interiorizar a saúde, como se fosse governador. Que era pra saúde de Pernambuco ser igual à saúde de São José do Egito? Deus me livre e graças a Deus não aconteceu”, disse, criticando  a saúde na cidade.

A fala gerou reações de governistas que mostraram surpresa. Alegam que, ao contrário, o grupo saiu majoritário na região. Foram mais votados Danilo Cabral (5.574 votos), Teresa Leitão (8.559 votos), Tadeu Alencar (4.570 votos) e Paulo Jucá, com 9.914 votos. E também defendem que a Saúde em São José foi a área com melhor avaliação da população.

Queiroga diz que inclusão de novos grupos na vacinação atrapalha o PNI

Ministro participou de audiência da Comissão Temporária da Covid-19 Agência Brasil O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (26) que a inclusão de determinados grupos por decisão de estados e municípios no programa de vacinação contra a covid-19 tem atrapalhado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. “Se nós respeitássemos […]

Ministro participou de audiência da Comissão Temporária da Covid-19

Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (26) que a inclusão de determinados grupos por decisão de estados e municípios no programa de vacinação contra a covid-19 tem atrapalhado o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde. “Se nós respeitássemos o Programa Nacional de Imunizações conforme pactuado na [reunião] tripartite [União, estados e municípios], ele seria melhor”.

“É até um apelo que eu faço. Nós sabemos que, no afã de contribuir com a vacinação, às vezes, se pressiona para botar um grupo prioritário ou outro. Todos têm razão em querer ter a vacinação o mais rápido possível, mas, às vezes, isso atrapalha o nosso PNI. Então, fazer com que o PNI tenha as decisões pactuadas na tripartite mantidas e com que, nos municípios, nos mais de cinco mil municípios do Brasil, ele seja cumprido é um desafio para todos nós”, afirmou, durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 no Senado.

Queiroga também voltou a comentar sobre o cronograma divulgado pela pasta no sábado (24), o qual reduziu em 31% a previsão de entrega de doses de vacinas contra Covid em maio.

Até então, o cronograma anterior previa 46,9 milhões de doses para o próximo mês, enquanto o atual prevê 32,4 milhões de doses.

Segundo ele, a mudança ocorre devido à decisão da pasta de retirar do cronograma a previsão de doses das vacinas Covaxin e Sputnik, ainda não aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e pelo atraso na chegada de insumos usados pela Fiocruz e Butantan para produção das doses.

Questionado pelos senadores, o ministro negou que haja dificuldades diplomáticas para liberação dos insumos e atribuiu o atraso a entraves na produção do material.

“São questões administrativas e não diplomáticas. Se houve isso no passado, está superado”, disse.

Doses distribuídas e aplicadas

Queiroga criticou a polêmica entre doses distribuídas e as efetivamente aplicadas no país. Segundo o ministro, o vacinômetro do Ministério da Saúde aponta mais de 57 milhões de doses distribuídas e cerca de 37 milhões de doses aplicadas.

Sobre a diferença de 20 milhões de doses, o ministro explicou que algumas são reservadas para segunda dose e estão guardadas. Disse ainda que outras não chegaram aos municípios, porque “há um retardo, um delay de cerca de 10 dias para que essas doses, uma vez entregues, sejam distribuídas para os municípios”.

“O fato é que essa disparidade entre doses distribuídas e doses aplicadas tem gerado muita polêmica, muita polêmica em rede social, e tudo o que nós não precisamos neste momento é polêmica. Nós precisamos passar uma mensagem harmônica para a nossa sociedade”, ressaltou.

Óbitos

Sobre o Brasil já ter atingido este ano mais registro de óbitos pela covid-19 na comparação com todo o ano de 2020, o ministro da Saúde atribuiu ao fato da variante P1 do vírus, a de Manaus, ser mais contagiosa e também estar associada a uma maior letalidade. E defendeu a vacinação, aliada a outras medidas que considera fundamentais.

“É claro que não é só a vacinação. Tenho, desde o primeiro dia em que assumi o cargo, reiterado a importância das chamadas medidas não farmacológicas, como o uso de máscaras e o distanciamento social”, disse.