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COMPESA investe R$ 20 milhões para tirar Serra Talhada do rodízio

Por Nill Júnior

Triunfo, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e alguns distritos  também  serão beneficiados

O Governo do Estado, por meio da Compesa, está executando uma obra importante que promete ampliar a oferta de água para os 130 mil moradores da cidade de Serra Talhada.

Será implementada uma nova Estação de Tratamento de Água (ETA), que irá beneficiar, ainda, Triunfo, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e alguns distritos.

A obra contempla a substituição de 37 quilômetros de tubulação, o que possibilitará o fim do sistema de rodízio na zona urbana de Serra Talhada. Estão sendo investidos, por meio do Plano retomada, o montante de R$ 22 milhões na ação.

Com esta obra será possível expandir o abastecimento de água na cidade para as áreas não atendidas, a exemplo do bairro Jardim das Oliveiras e Malhada da Pedra. Será construído um novo reservatório com capacidade de 600m³ para aumentar a capacidade de armazenamento, e ainda estão previstos serviços de energização, urbanização e reforma do reservatório existente da COHAB.

“Essa é uma obra bastante esperada porque, além de acabar com o rodízio em Serra Talhada, irá atender áreas de expansão da cidade. Estamos a todo vapor com equipes trabalhando na execução dos serviços”, afirmou o gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Luciano André.

Outras Notícias

Governo libera R$ 7,12 bilhões aos ministérios

G1 O governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) que vai liberar aos ministérios R$ 7,12 bilhões do orçamento deste ano que estavam bloqueados. O Ministério da Economia informou que do total, R$ 2,15 bilhões serão distribuídos por meio de emendas impositivas. A liberação de recursos vai dar fôlego às pastas, que desde março – quando foi anunciado […]

G1

O governo federal anunciou nesta segunda-feira (14) que vai liberar aos ministérios R$ 7,12 bilhões do orçamento deste ano que estavam bloqueados. O Ministério da Economia informou que do total, R$ 2,15 bilhões serão distribuídos por meio de emendas impositivas.

A liberação de recursos vai dar fôlego às pastas, que desde março – quando foi anunciado o primeiro contingenciamento do ano, de R$ 29,7 bilhões – vinham enfrentando dificuldades para executar seus programas e ações.

A medida foi possível por causa da inclusão, no orçamento, dos cerca de R$ 106 bilhões que devem ser arrecadados com o megaleilão da cessão onerosa, marcado para novembro.

O governo considera que somente a primeira parcela do chamado bônus de assinatura entra no caixa da União neste ano, totalizando R$ 52,2 bilhões. O valor restante, conforme previsto em edital, será pago somente em 2020.

Além disso, também entraram no cálculo os R$ 8,9 bilhões arrecadados, na semana passada, em leilão de blocos de exploração de petróleo. De acordo com o ministério, a União vai repassar ainda quase R$ 146 milhões para despesas dos poderes Legislativo e Judiciário.

Relatório extemporâneo: a liberação de recursos consta do relatório extemporâneo de receitas e despesas, divulgado nesta segunda pelo Ministério da Economia. Normalmente, essa análise é feita bimestralmente, quando o governo faz uma avaliação do comportamento das receitas e despesas e divulga um relatório.

Diante do cenário apurado, o documento pode apontar a necessidade de contenção de gastos ou a possibilidade de liberação de recursos bloqueados, com o objetivo de garantir o cumprimento da meta fiscal. No último relatório, em setembro, o governo liberou R$ 8,3 bilhões aos ministérios.

O próximo relatório bimestral seria divulgado somente em novembro. No entanto, diante dos novos fatores que influenciaram positivamente o cenário para a União, a Economia decidiu divulgar nesta segunda um relatório extemporâneo (extraordinário), autorizando a liberação de recursos.

PT deve estar mordendo a língua’, diz FHC no Face

Da Folhapress O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) criticou o governo petista em seu Facebook na manhã desta quinta-feira (24). FHC critica o fato de petistas afirmarem ter recebido um Brasil ‘quebrado’ após seus dois mandatos presidenciais. “O PT deve estar mordendo a língua, de tanto que disse que recebeu um governo quebrado em 2002″, […]

Da Folhapress

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) criticou o governo petista em seu Facebook na manhã desta quinta-feira (24).

FHC critica o fato de petistas afirmarem ter recebido um Brasil ‘quebrado’ após seus dois mandatos presidenciais.

“O PT deve estar mordendo a língua, de tanto que disse que recebeu um governo quebrado em 2002″, afirma. “Nunca reconheceram que o dólar disparou e a inflação subiu naquele ano em função do medo causado pela eleição do Lula”, completa.

Na publicação, o ex-presidente cita a atual alta do dólar e afirma que o governo petista – ao qual se refere como “desgoverno”- tem causado medo ao mercado, o que reflete na alta da moeda americana.

No fim, FHC afirma que o momento pelo qual o país passa é uma “lição da história”.

Em 10 de outubro de 2002, a 17 dias do segundo turno das eleições presidenciais – que seriam disputadas entre Lula e José Serra (PSDB), o dólar fechou o pregão a R$ 3,99, maior valor da história até esta semana.

O recorde foi batido na terça (22), quando a moeda americana fechou o dia valendo R$ 4,05. No dia seguinte, a moeda se valorizou ainda mais e chegou a R$ 4,14. Às 10h desta quinta-feira (24), eram necessários R$ 4,21 para comprar US$ 1.

Secretário-geral do PSB, Adilson Gomes anuncia candidatura à Alepe

Filiado ao PSB há 28 anos, o secretário-geral do Partido Socialista Brasileiro de Pernambuco, Adilson Gomes, anunciou a intenção de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Membro histórico do PSB, Adilson Gomes já teve importantes tarefas no âmbito partidário. Coordenou no Interior do Estado as campanhas vitoriosas de Miguel Arraes, Eduardo […]

Filiado ao PSB há 28 anos, o secretário-geral do Partido Socialista Brasileiro de Pernambuco, Adilson Gomes, anunciou a intenção de concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Membro histórico do PSB, Adilson Gomes já teve importantes tarefas no âmbito partidário.

Coordenou no Interior do Estado as campanhas vitoriosas de Miguel Arraes, Eduardo Campos e do governador Paulo Câmara. Este ano, irá visitar os municípios pernambucanos acompanhado do vice-presidente nacional de Relações Federativas, João Campos.

Adilson Gomes tem 50 anos de vida política. Em 1972, foi eleito vereador de Moreno. Durante sua trajetória, ajudou a construir a história do MDB e PSB em Pernambuco. Adilson teve uma relação de quase 20 anos com o ex-governador Miguel Arraes, que se iniciou em 1986, quando Adilson coordenou a campanha de Arraes ao governo do Estado. Em abril de 1990, se filiou ao PSB de Pernambuco.

“Sou um tarefeiro do partido. Este ano, vou continuar cumprindo tarefa. Fui convocado por um grupo de amigos e companheiros para disputar a eleição, visto que uma parte da população está descrente com a política e o mar de lama que vemos diariamente. Então procurei o presidente Sileno Guedes e o governador Paulo Câmara para falar dessa intenção. Tenho uma relação com a família Campos e Arraes que já perpassa quatro gerações: Doutor Arraes, Dona Ana, Eduardo e agora trabalharei junto com João Campos”, afirmou Adilson Gomes.

João Campos destacou a trajetória de dedicação ao PSB e a sua contribuição a partido. “Adilson, pela posição histórica que ocupou ao lado de Doutor Arraes, vai reunir lideranças de todo o estado trabalhando pela boa política, buscando parcerias pra fortalecer o PSB. Para mim, é uma honra ter esse companheiro ao lado. Estaremos juntos rodando Pernambuco”, afirmou.

Presidente estadual do PSB, Sileno Guedes falou da importância da candidatura de Adilson Gomes para o partido. “Adilson é um nome orgânico do PSB e excelente quadro do nosso partido. Ele sempre esteve engajado na defesa dos nossos projetos, com os ex-governadores Arraes e Eduardo Campos e, mais recentemente, com o projeto do governador Paulo Câmara, além de ter contribuído com outras candidaturas do PSB. Sem dúvida, dará uma importante contribuição na Assembleia Legislativa”, destacou Guedes.

Comentarista político questiona paralisação de prefeituras: “a crise é de gestão”

Por André Luis O comentarista político Josival Pereira levantou questões importantes sobre a situação financeira das prefeituras na Paraíba, destacando a aparente contradição entre a alegada crise financeira e os números reais das receitas e despesas municipais. Em seu comentário na TV Tambaú, Pereira questionou o fechamento de prefeituras e a interrupção de serviços públicos […]

Por André Luis

O comentarista político Josival Pereira levantou questões importantes sobre a situação financeira das prefeituras na Paraíba, destacando a aparente contradição entre a alegada crise financeira e os números reais das receitas e despesas municipais. Em seu comentário na TV Tambaú, Pereira questionou o fechamento de prefeituras e a interrupção de serviços públicos em meio às alegações de crise.

Pereira chamou atenção para o argumento frequente dos prefeitos, que apontam a crise econômica como a causa das dificuldades financeiras. Ele mencionou dados da Confederação Nacional dos Municípios que indicam que 51% dos municípios do país estão no vermelho, enfrentando problemas financeiros. Na Paraíba, de acordo com um levantamento do Tribunal de Contas, 41% das prefeituras estão quebradas.

O comentarista enfatizou que a questão crucial é identificar quem é o responsável por essa situação, questionando se os prefeitos podem responsabilizar exclusivamente a queda no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a retenção de recursos pelo governo federal. Ele apontou que, ao verificar informações da Confederação Municipal dos Municípios, é possível constatar que o FPM não caiu este ano, aumentando nos últimos dois meses e subindo até junho.

Josival Pereira prosseguiu indicando que, de acordo com os números, a receita total dos municípios cresceu 3%. O cerne do problema, segundo ele, é que as despesas aumentaram em 6% na Paraíba. Ele argumentou que, enquanto o FPM permaneceu praticamente inalterado, os prefeitos optaram por aumentar os gastos públicos, citando contratação de pessoal e compras sem controle como exemplos.

O comentarista ressaltou que a crise enfrentada pelas prefeituras é, na verdade, uma questão de gestão e não exclusivamente uma crise financeira. Ele apontou que os prefeitos precisam assumir a responsabilidade pela situação atual e considerar uma gestão mais eficiente dos recursos disponíveis. 

“A crise é de gestão, não é uma crise financeira verdadeira, eles estão usando meias verdades”, destaca Josival.

Em sua análise, Pereira sugeriu que, em vez de protestar contra agentes externos, os prefeitos deveriam focar em resolver os problemas internos para superar as dificuldades financeiras. Ele também observou que o excesso de recursos durante a pandemia pode ter criado uma dependência financeira temporária, contribuindo para a atual crise de gestão.

O comentário de Josival Pereira lança luz sobre uma discussão relevante sobre as finanças municipais, enfatizando a importância da responsabilidade na administração pública e do uso eficiente dos recursos para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.

Diogo Moraes amplia base política em São Bento do Una

O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) recebeu, nesta sexta-feira (17), o apoio de nove novas lideranças políticas de São Bento do Una. Entre os nomes estão suplentes e ex-candidatos que anteriormente integravam um grupo adversário na cidade e que agora passam a fortalecer o projeto liderado pelo parlamentar no município. O deputado Diogo Moraes destacou […]

O deputado estadual Diogo Moraes (PSB) recebeu, nesta sexta-feira (17), o apoio de nove novas lideranças políticas de São Bento do Una. Entre os nomes estão suplentes e ex-candidatos que anteriormente integravam um grupo adversário na cidade e que agora passam a fortalecer o projeto liderado pelo parlamentar no município.

O deputado Diogo Moraes destacou que a chegada das novas lideranças reforça o reconhecimento ao trabalho que vem sendo desenvolvido na região.

“Esse é um momento que demonstra que, quando o trabalho é sério e tem resultado, ele aproxima pessoas e constrói pontes. Fico muito feliz em ver que estamos unindo forças com o objetivo de fazer ainda mais por São Bento do Una”, destacou o parlamentar.

Passam a integrar o grupo político de Diogo Moraes as seguintes lideranças: Robson do Riachão, Júnior Valença, Edvaldo do Leite, Evaldo do Leite, Josa do Zé Bento, Augusto Filho, Tonton, Zé Augusto e Luciano do Zé Bento.

O encontro contou com a presença dos vereadores Diogo Professor, Bruno Braga, André Valença, Pezinho e Padre Fera, que também ressaltaram a importância da união em torno de pautas que contribuam para o desenvolvimento do município.

INAUGURAÇÃO

Ainda nesta sexta-feira, ao lado do prefeito Alexandre Batité, do vice Paulo Renato e vereadores, Diogo Moraes participou, em São Bento do Una, da inauguração de mais uma Sala Azul no município, que fica sediada na Escola Ester Siqueira de Souza.

As Salas Azuis são espaços pedagógicos especializados dentro das escolas, voltados ao atendimento de estudantes com deficiência, transtornos do desenvolvimento ou dificuldades de aprendizagem.

O objetivo do espaço é promover a inclusão, oferecendo suporte individualizado, recursos adaptados e acompanhamento especializado para complementar o ensino da sala regular.

Na prática, a Sala Azul garante mais acessibilidade, autonomia e oportunidades iguais de aprendizagem para todos os alunos.