Comerciantes protestam contra medidas restritivas em Afogados

Comerciantes de Afogados da Ingazeira contrários às medidas restritivas que entram em vigor a partir de amanhã (24) fizeram uma carreata protesto.
A organização do ato aconteceu pelas redes sociais e criticou as medidas tomadas na cidade e em mais 12 municípios do Pajeú e Moxotó.
Eles criticaram as medidas restritivas. Sob o lema “queremos trabalhar”, a manifestação pontuou que as medidas restritivas não resolvem o problema.
Apesar de a organização não defender um ato partidário, alguns presentes são conhecidos pela defesa do presidente Jair Bolsonaro, contrário a medidas similares.
Fogos puderam ser ouvidos de alguns pontos da cidade. Não houve registro de aglomerações ou discursos. O tempo chuvoso também inibiu outras atividades.
A CDL de Afogados da Ingazeira sinalizou que respeita, mas não organizou o movimento além de recomendar aos comerciantes o cumprimento do decreto, mesmo que fazendo uma análise crítica de falta de maior fiscalização, por exemplo.
Amanhã começa a valer a adoção de medidas mais rigorosas no combate à pandemia de COVID, de modo a evitar o colapso no sistema de saúde.
Só estão permitidos o funcionamento dos estabelecimentos de saúde – com exceção dos serviços de urgência e emergência, os demais só poderão funcionar por sistema de agendamento, sem fila de espera -, farmácias, postos de combustíveis e borracharias.
Os supermercados só poderão atender via delivery, permanecendo com as portas fechadas, sem serviços de coleta.
Construção civil e atividades industriais só poderão funcionar sem atendimento presencial ao público. As atividades nos mercados públicos e nas feiras livres também estão suspensas.




G1 PE
O Serviço Social da Indústria de Pernambuco (Sesi/PE) está com inscrições abertas para 200 vagas em cursos de supletivo, pré-vestibular e iniciação à informática com preços populares e outras 10 mil vagas gratuitas em cursos à distância no Sertão.


Andréia Sadi
Os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ) são citados na decisão em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22).












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