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Coluna do Domingão

Por Nill Júnior

Debate sobre políticas públicas ganha abrigo no Pajeú

“Refletir sobre Políticas Públicas é importante para entender a maneira pela qual elas atingem a vida cotidiana, o que pode ser feito para melhor formatá-las e quais as possibilidades de se aprimorar sua fiscalização”.

Este é um dos itens do capítulo “ver” do texto base da Campanha da Fraternidade (CF) 2019, que traz como temática: Fraternidade e Políticas Públicas inspirada pelo versículo bíblico: “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27).

Segundo o documento, as políticas públicas são ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis.

O item 20 do documento destaca que Políticas Públicas representam soluções específicas para necessidades e problemas da sociedade. “Ela é a ação Estado, que busca garantir a segurança e a ordem, por meio da garantia dos direitos”, diz o texto.

À luz da CF, não é difícil identificar os problemas que afligem o Sertão de Pernambuco. Em linhas gerais, em regiões como o Pajeú, por exemplo, apesar das adutoras construídas para minimizar o drama hídrico, ainda há cidades sofrendo com a falta de água por problemas de gestão ou manutenção da Compesa. Na área de saneamento, um muito pequeno percentual de nossas cidades evita que os esgotos sejam jogados no Rio Pajeú. Na pasta do meio ambiente, o desmatamento é desenfreado.

Há por outro lado inversão de prioridades de muitas cidades, investindo por exemplo em eventos festivos que levam milhões de reais enquanto falta saneamento, merenda nas escolas, médicos nos postos, salário em dia para os servidores, numa total inversão de prioridades. Sub empregos de contratados substituem oportunidade de concurso.

Contratos direcionados com licitações fraudadas, falta de política para o e a mulher homem do campo, toma lá dá cá com vereadores para garantir votos, todas essas mazelas estão em uma ou outra cidade. Tem mal feito que não é exclusividade dos políticos da Lava Jato.

O desafio da Igreja é romper as paredes dos templos religiosos e ir às ruas. Há uma necessidade imediata de que a busque ainda mais seu papel de conscientização popular a partir de reflexões como essas. Mais agora nesse tempo de ameaças a conquistas populares e confusão sobre o papel do Estado.

Como cidadãos temos também o papel de cobrança permanente, vigilante. A cidadania não é passional, não bajula nem chalera. Peita com mais força o político a quem se confiou o voto, com promessa de romper o laço quando se quebra o trato. Essa reflexão e obrigação é pra todo tempo.

Liso na forma da lei

Uma das estratégias de políticos para livrarem-se de condenações de órgãos de controle e correlatos é recorrer a laranjas para abrigar seus bens. A justiça não encontrou dinheiro do ex-prefeito de Tabira Dinca Brandino em nenhuma de suas contas na execução da ação que perdeu para Anchieta Santos por calúnia e difamação. É “liso” que dá pena…

Lobby ou surpresa

Enquete não tem caráter científico, mas surpreendeu o desempenho de Alessandro Palmeira na realizada pelo programa Manhã Total em que 57% o vêem como favorito à prefeitura de Afogados contra 35% que enxergam Totonho Valadares. Ou teve lobby articulado ou o ex-prefeito poderá ser tragado pelo critério com o qual se agarra.

Fique onde está

O Deputado Federal Danilo Cabral virou atração musical no ato de assinatura de liberação de emendas com o prefeito Marconi Santana em Flores. Cantou e mostrou com isso porque escolheu a política. Pouco depois passou um susto em um acidente perto de Custódia com animal na pista. Que agora mostre porque a política escolheu ele, tratando de mais segurança nas estradas no mandato.

Não se meteu

O Ministério Público de Tabira disse não ao pedido de liminar dos vereadores derrotados por Nelly Sampaio no episódio da sessão encerrada por ela ao saber que perderia a reeleição da Câmara de Tabira. Em suma, diz a promotora Erine Ávila Lima que a interpretação dos atos do legislativo amparados pelo Regimento Interno são exclusivos da Casa. Resumindo: “na briga dos vereadores com a mulher, MP não mete a colher”.

Carlão limpo é um perigo

Nomes do bloco oposicionista em Serra Talhada avaliam que, se a justiça deixar, o melhor nome para enfrentar Márcia Conrado é mesmo o do ex-prefeito Carlos Evandro. Tem o tal recall, tem peso político e eleitoral. De fato, teria vantagem sobre Victor Oliveira, com quem disputa a indicação. Só falta limpar a ficha.

Pode começar

A máquina de asfalto adquirida pela gestão Sebastião Dias para substituir o carnaval, bem que poderia começar pela Travessa Valdemir Leite Soares, retrato do abandono, bem no centro, de onde se vê a ponta da Igreja Matriz. Desfilar já desfilou demais. Bota pra gerar, Bastião!

Só cabe um

Em São José do Egito, tanto Romério Guimarães como José Marcos de Lima querem protagonizar a oposição a Evandro Valadares em 2020. O quase ex-gordo até tem se mexido mais enquanto Romério explora mais as redes sociais. Não precisa, mas bom avisar que os dois separados ajudam Evandro, que tem direito à reeleição.

Único caminho

Enquanto em Iguaracy o bloco de Zeinha Torres tem nomes sobrando – Albérico, Manoel Olímpio, Pedro Alves e Marcos Henrique – na oposição não enxergam outro nome senão o próprio Dessoles Monteiro, que sinalizou se afastar da política. Sem ele, há quem diga que é só engomar o terno da segunda posse de Zeinha.

Pior disparado

Por mais uma semana, o trânsito caótico de Afogados da Ingazeira tomou o noticiário. Calçadas ocupadas por comerciantes “donos”, carga e descarga sem controle, engarrafamento, estacionamento proibido, guardas que não tem poder de fiscalizar e são poucos e um troféu nada honroso: o de pior trânsito do Pajeú.

Frase da semana:  

“Estamos do lado dos ribeirinhos, do povo, dos menos favorecidos”.

Do Padre Luiz Marques Ferreira em mais uma audiência para defender as populações que moram no entorno da Barragem da Ingazeira dos desmandos do DNOCS.

Outras Notícias

PT, PCdoB e PV anunciam apoio à reeleição de Hugo Motta na presidência da Câmara

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à reeleição do deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara dos Deputados. A decisão foi comunicada nessa terça-feira (27), dois dias após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e integra uma articulação entre partidos de […]

A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, anunciou apoio à reeleição do deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) para a presidência da Câmara dos Deputados. A decisão foi comunicada nessa terça-feira (27), dois dias após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e integra uma articulação entre partidos de esquerda e de centro para a próxima legislatura.

Com a adesão das três siglas, Motta passa a contar com o apoio declarado de 15 partidos, que somarão 354 deputados federais a partir de 2027. Para conquistar a presidência da Câmara, será necessário obter pelo menos 257 votos, maioria absoluta dos 513 parlamentares. A eleição está prevista para fevereiro do próximo ano.

Além de PT, PCdoB e PV, integram o grupo de apoio União Brasil, PP, PSD, MDB, Podemos, PSDB, Cidadania, Solidariedade, PRD, Republicanos, PDT e PSB.

Segundo o líder do PT na Câmara, Pedro Uczai (SC), a decisão busca construir uma base parlamentar capaz de garantir a governabilidade durante o quarto mandato de Lula e permitir o avanço de propostas defendidas pela federação.

“Essa composição é estratégica para os próximos quatro anos”, afirmou Uczai, ao destacar a necessidade de articulação entre o governo e os partidos que integram o bloco.

A movimentação também tem como objetivo dificultar uma eventual candidatura do Partido Liberal (PL) à presidência da Câmara. A legenda de Flávio Bolsonaro elegeu 121 deputados federais e terá a maior bancada da Casa na próxima legislatura.

A líder do PCdoB, Jandira Feghali (RJ), afirmou que uma das prioridades da articulação é impedir que o PL conquiste o comando da Câmara ou do Senado.

Segundo a parlamentar, a aproximação com partidos de centro faz parte de uma estratégia para garantir a estabilidade institucional e a tramitação de propostas consideradas prioritárias pelas legendas.

A formação do bloco também terá consequências na distribuição dos cargos da Mesa Diretora e no comando das comissões permanentes. Pelo Regimento Interno da Câmara, o tamanho das bancadas e dos blocos partidários influencia a ordem de escolha dessas posições.

Caso permaneça fora da articulação, o PL poderá perder espaço na definição dos postos mais disputados. A legenda deverá discutir sua posição em uma reunião da bancada prevista para a próxima semana.

Embora o conjunto dos partidos que declararam apoio a Motta reúna deputados em número superior ao necessário para sua reeleição, o resultado ainda dependerá da votação entre os parlamentares em fevereiro.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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Alunos da EREM Rosete, em Iguaracy, denunciam calor nas salas e ameaçam paralisação a partir de 3 de novembro

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Rosete Bezerra de Souza, em Iguaracy, divulgou uma carta aberta cobrando providências para melhorar as condições das salas de aula. Os estudantes relatam dificuldades provocadas pelas altas temperaturas e anunciam uma possível paralisação das atividades presenciais a partir de 3 de novembro, caso não […]

O Grêmio Estudantil da Escola de Referência em Ensino Médio Professora Rosete Bezerra de Souza, em Iguaracy, divulgou uma carta aberta cobrando providências para melhorar as condições das salas de aula. Os estudantes relatam dificuldades provocadas pelas altas temperaturas e anunciam uma possível paralisação das atividades presenciais a partir de 3 de novembro, caso não sejam apresentadas soluções.

No documento, dirigido à comunidade escolar e à Gerência Regional de Educação (GRE) do Sertão do Alto Pajeú, o grêmio afirma que o calor tem prejudicado estudantes e professores, principalmente durante o período da tarde.

Segundo os representantes estudantis, as temperaturas elevadas comprometem a concentração, a disposição e as condições necessárias ao desenvolvimento das atividades escolares.

A carta informa que a unidade possui aparelhos de ar-condicionado instalados, mas os equipamentos ainda não podem ser utilizados devido à ausência de forro de PVC em algumas salas e às condições da estrutura elétrica.

Outro problema apontado é a reforma pela qual a escola está passando. De acordo com o grêmio, parte das janelas permanece parcial ou totalmente coberta por tapumes, dificultando a circulação de ar e aumentando a sensação de calor dentro das salas.

Os estudantes ressaltam que a manifestação não busca responsabilizar a direção ou os profissionais da escola. O documento reconhece que determinadas decisões e autorizações dependem de instâncias superiores à gestão da unidade.

Cobrança à GRE

Na carta, o Grêmio Estudantil O Recomeço informa que já encaminhou a reivindicação à Gerência Regional de Educação do Sertão do Alto Pajeú, mas afirma que não recebeu resposta até a divulgação do documento.

Diante da situação, os estudantes cobram um posicionamento da GRE e a apresentação de medidas concretas para melhorar as condições das salas.

Entre as alternativas defendidas estão a viabilização do funcionamento dos aparelhos de ar-condicionado e, enquanto o problema não for resolvido, a adoção de medidas provisórias, como a redução da carga horária.

O grêmio também informou que, caso não haja resposta e encaminhamentos efetivos, os estudantes pretendem iniciar uma paralisação das atividades presenciais na próxima terça-feira, 3 de novembro.

A mobilização é apresentada como uma medida para reivindicar condições adequadas de ensino e aprendizagem. Os representantes estudantis afirmam que continuam abertos ao diálogo para evitar a interrupção das aulas.

Foto: Reprodução

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Após escala no Equador, avião com Flávio Bolsonaro decola para Miami; chegada está prevista para as 10h40

O avião que transporta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família decolou do Equador em direção a Miami, nos Estados Unidos, às 6h22 desta quarta-feira (28), no horário de Brasília. Segundo informações divulgadas pelo G1, a previsão é de que a aeronave chegue ao aeroporto Opa-locka Executive por volta das 10h40. A aeronave, identificada […]

O avião que transporta o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família decolou do Equador em direção a Miami, nos Estados Unidos, às 6h22 desta quarta-feira (28), no horário de Brasília. Segundo informações divulgadas pelo G1, a previsão é de que a aeronave chegue ao aeroporto Opa-locka Executive por volta das 10h40.

A aeronave, identificada pela matrícula LV-JQW, havia pousado às 5h46 em Guayaquil, no Equador, para uma breve escala. O trajeto começou na Argentina e passou pelo espaço aéreo do Paraguai, da Bolívia e do Peru, sem sobrevoar o território brasileiro.

Flávio deixou o Brasil acompanhado da esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e das duas filhas, Carolina e Luiza. A passagem da família pela Argentina foi confirmada oficialmente pela Direção Nacional de Migrações do país.

De acordo com o órgão, o grupo atravessou a Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu, no Paraná, e Puerto Iguazú, na Argentina, às 22h50 de terça-feira (27).

As autoridades argentinas informaram que os quatro apresentaram documentos válidos e não encontraram impedimentos para a entrada no país. Cerca de 40 minutos depois, a família embarcou em um voo particular operado pela empresa Baires Fly, com destino ao Equador.

A confirmação do trajeto contraria informações divulgadas por aliados de Flávio ao longo de terça-feira, quando afirmaram que o senador já havia chegado aos Estados Unidos. Os registros oficiais indicam que ele ainda estava na Argentina naquela noite.

Segundo a reportagem, uma fonte de alto escalão do Departamento de Estado americano informou, na terça-feira, que o governo de Donald Trump concederia vistos ao senador e à família.

Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Mauro Pimentel/ Reprodução TV Globo

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Aliados mentiram sobre Flávio para enganar autoridades. Senador ficou até 22h50 no Brasil

Agora, a suspeita é de que aliados enganaram imprensa e autoridades ao dizer que não sabiam de seu paradeiro. Flávio só saiu da mansão em Brasília por volta das 19h de terça-feira (27), em um comboio. Flávio entrou no país às 22h50, cruzando a Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu. Às 23h30, embarcou […]

Agora, a suspeita é de que aliados enganaram imprensa e autoridades ao dizer que não sabiam de seu paradeiro.

Flávio só saiu da mansão em Brasília por volta das 19h de terça-feira (27), em um comboio. Flávio entrou no país às 22h50, cruzando a Ponte Internacional Tancredo Neves, entre Foz do Iguaçu. Às 23h30, embarcou em um voo privado da Baires Fly com destino a Guayaquil, no Equador. Já pousou lá.

O empresário Simón Levy, que se apresenta como aliado de Donald Trump afirmou que Flávio já estava nos EUA e atribuiu a articulação ao secretário de Estado Marco Rubio. Chamou a movimentação de “Operação Alba”. Era mentira pra desviar as atenções.

No Brasil, Rogério Marinho e aliados diziam não saber onde Flávio estava. “Vocês devem saber mais que a gente”, disse Marinho de forma irônica aos jornalistas.

A suspeita é de que tudo fez parte de um grande plano para driblar as atenções da imprensa enquanto Flávio armava a fuga. Agora, a apuração deve buscar saber quem o ajudou entre políticos do PL, aliados e até possivelmente agentes federais e de fronteira.

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Apoio a Flávio Bolsonaro já é explorado por adversários de Trump em meio às eleiçoes nos EUA

A fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos sob a proteção de Donald Trump virou mais um ativo para os Democratas, favoritos a terem maioria do controle da Câmara dos Representantes e no Senado nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro. A desaprovação do presidente dos Estados Unidos atingiu níveis recordes […]

A fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos sob a proteção de Donald Trump virou mais um ativo para os Democratas, favoritos a terem maioria do controle da Câmara dos Representantes e no Senado nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro.

A desaprovação do presidente dos Estados Unidos atingiu níveis recordes negativos, variando entre 65% e 68%. A insatisfação com sua gestão e índices econômicos é motivo de guinada na votação. Trump corre sério risco de perder o controle das duas casas e não ter os mesmos poderes quase monárquico de hoje.

E a decisão de abrigar Flávio Bolsonaro já é explorada. O deputado democrata norte-americano Joaquin Castro disse ontem que “perder uma eleição não é motivo para asilo”. Ele também declarou que Flávio Bolsonaro é investigado no Brasil por suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, e questionou se o governo Trump teria ajudado o senador a deixar o país em desacordo com a legislação brasileira.

Na opinião pública americana, esse pode ser mais um episódio que denuncia a conduta de Trump.

Estratégia

Trump usa o caso para mentir e acusar o processo eleitoral no Brasil como suspeito, para atacar a eleição americana, onde pode perder e busca o mesmo argumento de 2020, quando perdeu a reeleição para Joe Biden.

Aqui, o partido de Flávio, Tarcísio de Freitas, Rogério Marinho e o Presidente do STF, Kassio Nunes Marques, aliado dos Bolsonaro, já reconheceram a derrota e a lisura do processo. Chefes de Estado e organismos internacionais também. Ou seja, vai colar muito menos que as queixas de “prisão política” sobre Bolsonaro.

Trump deve ser pressionado, mas não deve recuar. E a decisão pode lhe custar votos. Outra questão é que o seu mandato termina em 20 de janeiro de 2029. Se for substituído por um Democrata ou mesmo um Republicano moderado, o apoio e abrigo aos Bolsonaros pode estar com os dias contados.

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