Notícias

Coligação de Nicinha Melo denuncia Violência Política em Tabira

Por André Luis

A coligação Juntos Para o Trabalho Continuar, liderada pela candidata à reeleição, Nicinha Melo, e pelo candidato a vice-prefeito, Djalma das Almofadas, expressou seu repúdio veemente, a “atos de violência política que alarmaram a população local. Esses incidentes culminaram em um episódio de agressões na noite de 30 de setembro”.

Em nota, a coligação denunciou os ataques perpetrados supostamente pela oposição, questionando diretamente a responsabilidade do candidato oposicionista e seu vice. “Vocês compactuam com os atos violentos cometidos por sua militância?”, indagaram, ressaltando a preocupação com a escalada de conflitos durante um período que deveria ser marcado pela democracia e pela paz.

As tensões políticas em Tabira não são novas, mas o aumento da violência gera um clima de insegurança e apreensão entre os cidadãos. A coligação chamou a atenção para a motivação por trás desses atos, sugerindo que “a sede de poder pode eclipsar as verdadeiras necessidades da população. Será que a motivação real é trabalhar pelo povo de Tabira ou apenas saciar egos inflados?”, questionaram os representantes da coligação.

Diante desse cenário preocupante, um apelo foi feito ao governo estadual e ao Exército para que intervenham e evitem que as eleições se tornem um campo de batalha. “A comunidade, historicamente pacífica, se mostra unida em seu desejo de preservar a ordem e garantir um ambiente democrático. Não permitiremos que o medo e a violência se sobreponham ao nosso desejo de progresso”, afirmaram.

A coligação também informou que está dando entrada em uma representação criminal perante a Polícia Federal, buscando uma investigação rigorosa sobre os atos de violência, de modo a assegurar que os responsáveis sejam punidos conforme a lei.

Outras Notícias

Militares encontram 64,2 mil focos de ‘Aedes’ no País

Agência Estado As Forças Armadas encontraram 64,2 mil focos de Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya nos mais de 781,8 mil imóveis visitados em todo o País, segundo um balanço desta sexta-feira, 20, divulgado pelo Ministério da Defesa. Esses pontos que foram eliminados representam 8,2% do total de locais inspecionados. O número […]

Ao todo, 55.394 militares participaram das ações
Ao todo, 55.394 militares participaram das ações

Agência Estado

As Forças Armadas encontraram 64,2 mil focos de Aedes aegypti, mosquito transmissor de dengue, zika e chikungunya nos mais de 781,8 mil imóveis visitados em todo o País, segundo um balanço desta sexta-feira, 20, divulgado pelo Ministério da Defesa. Esses pontos que foram eliminados representam 8,2% do total de locais inspecionados.

O número de checagens feitas pelo Exército, a Marinha e a Força Aérea Brasileira levam em conta apenas os imóveis comerciais e residenciais em que os militares conseguiram entrar. Se todas as portas estivessem abertas, a quantidade aumentaria para 951,8 mil, mas 16,1% estavam fechados.

Os dados compreendem um período de quatro dias, intervalo que as Forças Armadas participaram junto com agentes de saúde em 290 municípios de todos os Estados do Brasil. Ao todo, 55.394 militares participaram das ações que também contaram com a aplicação de larvicidas.

Quase metade dos municípios só tem médicos graças ao Mais Médicos, diz Humberto

Relator da Medida Provisória que tramita no Congresso Nacional e garante a prorrogação do Mais Médicos por mais três anos, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), ressaltou a importância do programa, nesta quarta-feira (27), ao lembrar que quase metade dos municípios brasileiros só tem médicos participantes do projeto. Segundo ele, a ampla […]

10589101776_d5be09e56e_kRelator da Medida Provisória que tramita no Congresso Nacional e garante a prorrogação do Mais Médicos por mais três anos, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), ressaltou a importância do programa, nesta quarta-feira (27), ao lembrar que quase metade dos municípios brasileiros só tem médicos participantes do projeto.

Segundo ele, a ampla aprovação popular do Mais Médicos se deve justamente ao fato de os profissionais chegarem aos locais mais longínquos do país, incluindo comunidades quilombolas e indígenas, e atenderem a população de forma diferenciada.

“Quando o programa começou, havia um receio sobre a adaptação dos médicos à nova realidade de trabalho que encontrariam no país, como dificuldades com idioma, idiossincrasia, cultura, principalmente em áreas como as indígenas”, lembra.

Hoje, porém, destaca Humberto, o medo caiu por terra. Os médicos do exterior, principalmente os cubanos, maioria do programa, ganharam o apoio da população. “A média de médico por habitante foi bastante ampliada no nosso país depois da implantação dessa política pública revolucionária da gestão de Dilma. Eles estão indo a lugares onde simplesmente não existiam profissionais da saúde”, diz.

Na última sexta-feira (22), foi realizada uma cerimônia para acolher novos profissionais do Mais Médicos, que contou com a participação de alguns deles que estão entre os mais de mil que devem chegar ao Brasil até o fim de agosto para substituir médicos de Cuba que concluem atividades em território brasileiro neste ano.

Atualmente, mais de 18 mil médicos estão espalhados por todo o território nacional, garantindo atenção básica à saúde a mais de 60 milhões de pessoas, quase um terço da população brasileira, que antes era sub assistida ou absolutamente desassistida nessa área.

Diretor-geral do TRE-PE espera votação tranquila neste 2º turno

Votação teve início às 8h neste domingo (27) em Olinda e Paulista Em pronunciamento às 8h deste domingo (27), o diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), Orson Lemos, disse esperar que a votação ocorra com tranquilidade neste 2º turno. Das seis cidades pernambucanas com mais de 200 mil eleitores, Olinda e Paulista, na […]

Votação teve início às 8h neste domingo (27) em Olinda e Paulista

Em pronunciamento às 8h deste domingo (27), o diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), Orson Lemos, disse esperar que a votação ocorra com tranquilidade neste 2º turno. Das seis cidades pernambucanas com mais de 200 mil eleitores, Olinda e Paulista, na Região Metropolitana do Recife (RMR), são as únicas a eleger prefeitos e vice-prefeitos.

“Mais uma vez, estamos aqui cumprindo o calendário democrático. Às 8h, todas as urnas começaram a apurar o 2º turno. Em Pernambuco, nós temos Olinda e Paulista. Olinda com 300.296 eleitores e Paulista com 235.213 eleitores que deverão comparecer hoje às urnas. Às 7h da manhã, todas as 1.528 urnas foram ligadas para emissão da zerésima”, disse.

Incluindo as urnas eletrônicas de contingência, no total, são 1.624 equipamentos disponíveis neste 2º turno. Três destes dispositivos foram selecionados aleatoriamente pela Comissão de Auditoria da Votação Eletrônica (Cave) e passaram pelo Teste de Autenticidade ainda nesta manhã, antes do início da votação.

“E, na seção 16, do centro universitário Uninovo Facottur, em Olinda, temos um juiz e um promotor fazendo o Teste de Integridade com Biometria”, continuou. Esta auditoria, em particular, é realizada mediante a utilização da identificação biométrica de eleitoras e eleitores voluntários da seção eleitoral e acontece de forma simultânea à votação.

De acordo com Orson Lemos, a expectativa é que, assim como no 1º turno, o pleito aconteça com tranquilidade e sem filas. “A intenção é que não haja filas. É um único voto. Quem quiser demorar é 30 segundos. Se passar de 1 minuto, a própria urna informa que está demorando a votar.”

Além disso, o diretor-geral do TRE-PE disse esperar que a abstenção seja abaixo do registrado no 1º turno. “Olinda teve uma abstenção de 19% e Paulista de 20%. Esperamos que isso diminua, que os eleitores compareçam e exerçam a cidadania”, concluiu.

Ex-fornecedores da usina Santa Teresa cobram dívida de R$ 1,4 milhão

Cerca de 100 ex-fornecedores de cana-de-açúcar da Usina Santa Teresa, em Goiana, ainda não receberam por parte da matéria-prima enviada na safra 2014/2015. O débito atual chega a R$ 1,4 milhão. E, para piorar, a usina, que decidiu não receber a cana dos produtores na safra atual em razão do passivo que chegou a R$ […]

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Cerca de 100 ex-fornecedores de cana-de-açúcar da Usina Santa Teresa, em Goiana, ainda não receberam por parte da matéria-prima enviada na safra 2014/2015. O débito atual chega a R$ 1,4 milhão. E, para piorar, a usina, que decidiu não receber a cana dos produtores na safra atual em razão do passivo que chegou a R$ 9 milhões, sendo pago a maior parte em 2015, informou aos órgãos de classe dos canavieiros não ter mais como pagar o restante da dívida.

Diante do impasse, a Associação dos Fornecedores de Cana do Estado (AFCP) e o Sindicato dos Cultivadores de Cana de Pernambuco (Sindicape) convocam os ex-fornecedores para uma assembleia nesta segunda-feira (18), na sede da AFCP, no Recife, às 14h, para deliberar ações em retaliação a posição da unidade industrial.

“A usina Santa Teresa não pode simplesmente dizer que não tem mais como pagar esta dívida, seja qual for o motivo, sobretudo, como bem sabemos, quando já se lucrou com a cana fornecida pelos produtores, através da fabricação de açúcar e/ou etanol no referido período”, critica Alexandre Andrade Lima, presidente da AFCP.

Prefeito de Brejinho diz que professores têm novo piso garantido

O prefeito de Brejinho,  Gilson Bento (Republicanos), disse ao Debate do Sábado na Gazeta FM que cumpre integralmente a lei do piso no município. A gestão foi questionada pelo Sintebre, Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Brejinho. A crítica,  de que não teria pago o aumento linear do piso da categoria, aumentando em 33,24% os salários. […]

O prefeito de Brejinho,  Gilson Bento (Republicanos), disse ao Debate do Sábado na Gazeta FM que cumpre integralmente a lei do piso no município.

A gestão foi questionada pelo Sintebre, Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Brejinho. A crítica,  de que não teria pago o aumento linear do piso da categoria, aumentando em 33,24% os salários.

A gestão diz em suma que ofereceu 10,06% para todos os professores efetivos. Informou que complementou para os demais que não recebiam o piso como salário base. Assim, segundo o prefeito,  ninguém recebe menos que R$ 3.845,63 com carga horária de 200 horas/aula ou proporcionalmente R$ 2.884,22 para a carga horária de 150 horas/aula.

O menor salário de professor com 200 horas aula é R$ 4.007,17. O menor salário professores com 150 horas aula é R$  3.005,36.

“Temos professores ganhando R$ 8 mil por mês.  Brejinho tem um número alto de efetivos e baixo de contratados. Atingimos o teto. Quem não queria pagar mais? Só que estou no limite do comprometimento. E o mais importante,  todos estão recebendo o piso como salário base”.

O gestor chegou a taxar de político o movimento no dia da emancipação.  “Foram de vermelho com uns adversários que perderam espaço no governo protestar. E não é verdade que impedimos o direito deles protestarem ou de ir e vir”, disse.

O prefeito disse que não tem tido diálogo com o movimento e que os professores estão respondendo positivamente mantendo as aulas normalmente.  “Já ficamos muito tempo sem aulas presenciais”, disse.