Notícias

Cida Oliveira acusa Djalma Alves de ingratidão e admite erro por ter atrasado salários

Por André Luis

A ex-prefeita de Solidão Cida Oliveira, é um verdadeiro poço de mágoa com o prefeito Djalma Alves (PSB), ex-aliado e futuro adversário nas urnas em 2020.

Falando ao comunicador Anchieta Santos, na Rádio Cidade FM, Cida externou todo o descontentamento com o gestor a quem chamou de ingrato.

Inicialmente citou o que teria feito por ele: apoio para que por 6 anos fosse presidente da Câmara de vereadores; escalar uma irmã na importante secretaria de saúde…

Daí em diante durante a entrevista a ex-prefeita iniciou a relação de queixas: falta de convite para a posse; críticas de familiares do prefeito a antiga gestão; destratou os vereadores ameaçando colocar até carro de som nas ruas contra eles. Ela disse que alertou Djalma sobre as queixas e nada mudou.

Negou que tenha esperado a aprovação de suas contas pela Câmara de vereadores para romper com o prefeito Djalma Alves. Negou ter deixado herança maldita para o gestor, inclusive tanto teria ficado crédito suficiente que logo no início de janeiro ele já pagou a folha.

Cobrada pelo frequente atraso de pagamento de servidores contratados em seu governo, Cida admitiu que foi um erro cometido para socorrer famílias carentes. Anunciou já ter se desfilado do PSB e nos próximos dias ingressará no Podemos a convite do deputado Ricardo Teobaldo.

Relacionando as obras que fez quando governou Solidão, Cida Oliveira entre outras ações citou: duas quadras esportivas, reforma de postos de saúde, praças ao lado da igreja e de alimentação, calçamentos de várias ruas, rede de esgotos, casas populares sendo 15 na cidade e mais 15 na zona rural, banheiros públicos, aquisição de terrenos, trator, patrol, pá carregadeira, ônibus escolares, Fiat Uno, Saveiro, duas ambulâncias, sala de raio X, gabinete odontológico e climatização de escola.

A ex-prefeita assegurou não ter pressa em definir o seu companheiro(a) de chapa para a disputa do ano que vem.

Outras Notícias

Sávio Torres diz ter documentação suficiente para reverter decisão do TCE

Em contato com o blog, o ex-prefeito de Tuparetama Sávio Torres diz estar tranquilo quanto à notícia de rejeição de suas contas referentes a 2007 pelo TCE. Isso porque, segundo ele, além de caber recurso, tem vasta documentação para fundamentar sua defesa. Outra questão tem relação com o sistema de publicação da informação no TCE. […]

Savio-TOrres-602x330

Em contato com o blog, o ex-prefeito de Tuparetama Sávio Torres diz estar tranquilo quanto à notícia de rejeição de suas contas referentes a 2007 pelo TCE. Isso porque, segundo ele, além de caber recurso, tem vasta documentação para fundamentar sua defesa.

Outra questão tem relação com o sistema de publicação da informação no TCE. Enquanto houve publicação da decisão, na visualização on line há outra informação, afirmando que um conselheiro teria pedido vistas ao processo.

“Há uma inconsistência no sistema de divulgação do TCE que estamos checando. Na visualização, há informação de que houve pedido de vistas. Uma página diz uma coisa, outra diz outra. Mas caso tenha havido (a rejeição) vamos entrar com recurso. Temos documentação suficiente pra isso”, garante. Seu advogado é Napoleão Filho.

Múltipla faz nova avaliação da gestão Patriota

O Instituto Múltipla, do economista Ronald Falabella, realizou pesquisa  no município de Afogados da Ingazeira, avaliando a gestão do Prefeito José Patriota (PSB).  A pesquisa foi realizada dias  12 e 13 de julho. Foram 300 entrevistas com questionários estruturados. Margem de erro e intervalo de confiança: O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de […]

DSC00648O Instituto Múltipla, do economista Ronald Falabella, realizou pesquisa  no município de Afogados da Ingazeira, avaliando a gestão do Prefeito José Patriota (PSB).

 A pesquisa foi realizada dias  12 e 13 de julho. Foram 300 entrevistas com questionários estruturados.

Margem de erro e intervalo de confiança: O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 5,7 pontos percentuais para mais ou para menos. O Blog divulga os números ainda hoje.

Vereador tem moto furtada na Ingazeira

O vereador José Dormeles Vasconcelos de Alencar, conhecido como Dorneles Enfermeiro (PTB)  teve a sua moto tomada de assalto no sítio Barrocas, zona rural de Ingazeira. De acordo com ele a moto Honda Fan 125, cor preta, placa KKF-0131, ano 2008 foi levada por dois elementos que estavam em uma moto e o abordaram. Segundo […]

O vereador José Dormeles Vasconcelos de Alencar, conhecido como Dorneles Enfermeiro (PTB)  teve a sua moto tomada de assalto no sítio Barrocas, zona rural de Ingazeira.

De acordo com ele a moto Honda Fan 125, cor preta, placa KKF-0131, ano 2008 foi levada por dois elementos que estavam em uma moto e o abordaram.

Segundo Dorneles, um dos criminosos sacou uma arma da cintura e anunciou o assalto. Após cometer o delito, a dupla tomou destino ignorado. Policiais militares lotados no 23º Batalhão estão em diligências com o objetivo de localizar e prender os imputados..

Sávio Torres lidera ato em prol de Raquel Lyra

Na noite deste sábado (22), o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, liderou um ato em apoio à candidatura de Raquel Lyra ao Governo de Pernambuco. Ao lado do vice-prefeito Diógenes Patriota, vereadores da base e lideranças políticas do município, Sávio reuniu a militância em um comício no centro da cidade, para reforçar o apoio à […]

Na noite deste sábado (22), o prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, liderou um ato em apoio à candidatura de Raquel Lyra ao Governo de Pernambuco.

Ao lado do vice-prefeito Diógenes Patriota, vereadores da base e lideranças políticas do município, Sávio reuniu a militância em um comício no centro da cidade, para reforçar o apoio à ex-prefeita de Caruaru, que lidera as pesquisas para o segundo turno das eleições.

“Tuparetama deu o recado que segue junto com Raquel Lyra, a mulher que o povo quer, a mais preparada para governar Pernambuco, que mostrou ter força pra lutar e fazer o nosso estado voltar a crescer. É com o sentimento de esperança, que no próximo domingo vamos cravar 45 nas urnas”, declarou Sávio.

Moro rejeita questionamentos da defesa de Lula sobre condenação por Triplex

G1 O Juiz Sérgio Moro negou, nesta terça-feira (18), que tenha havido omissões, obscuridades ou contradições na sentença quecondenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula pode recorrer em liberdade. Na Operação Lava Jato, o ex-presidente foi condenado no processo que investigou se o triplex em Guarujá, […]

G1

O Juiz Sérgio Moro negou, nesta terça-feira (18), que tenha havido omissões, obscuridades ou contradições na sentença quecondenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Lula pode recorrer em liberdade.

Na Operação Lava Jato, o ex-presidente foi condenado no processo que investigou se o triplex em Guarujá, no litoral de São Paulo, era propina paga pela OAS a Lula por meio de contratos firmados pela empresa na Petrobras.

Lula negou as acusações. Na avaliação dos advogados que o representam, Moro teve atuação política na sentença. Esta foi a primeira vez na história que um ex-ocupante da Presidência foi condenado por um crime comum no Brasil.

Depois da sentença, a defesa do ex-presidente, então, solicitou esclarecimentos sobre 10 tópicos da decisão de Moro. Esse recurso apresentado chama-se “embargos de declaração” e é usado como instrumento por advogados justamente para solicitar ao juiz revisão de pontos da sentença. Segundo o juiz, inexistem omissões, obscuridades ou contradições na sentença.

Sobre o questionamento dos advogados de que o juiz desqualificou instrumentos de auditoria, interna e externa, que não detectaram atos de corrupção ligados ao ex-presidente, Moro rebateu afirmando que, nesse critério, ex-diretores da Petrobras que admitiram ter cometido crimes também deveriam ser absolvidos.

“A seguir o critério da Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva, os Diretores da Petrobrás Paulo Roberto Costa, Renato de Souza Duque e Nestor Cuñat Cerveró, que mantinham contas secretas com saldos milionários no exterior e confessaram seus crimes, também deveriam ser absolvidos porque as auditorias internas e externas da Petrobrás, inclusive também a Controladoria Geral da União – CGU, não detectaram na época os crimes”, escreveu o juiz.

Moro também comparou o caso de Lula ao do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, condenado na Lava Jato.

“Assim não fosse, caberia, ilustrativamente, ter absolvido Eduardo Cosentino da Cunha (…) Ele também afirmava como álibi que não era o titular das contas no exterior que haviam recebido depósitos de vantagem indevida, mas somente “usufrutuário em vida”.

Moro acrescentou que “em casos de lavagem, o que importa é a realidade dos fatos segundo as provas e não a mera aparência”.

Ao protocolarem os embargos de declaração, os advogados do ex-presidente afirmaram que Moro foi omisso quanto à transferência do empreendimento para a OAS que, segundo a defesa, indica que Lula não é dono do tríplex.

Inicialmente, o condomínio onde está localizado o triplex era um empreendimento da Cooperativa dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop). Porém, a Bancoop quebrou e transferiu o empreendimento para o grupo OAS.

Moro reconheceu que outros proprietários de cota-parte do empreendimento também não informaram, no prazo previsto, se ficariam ou não com o apartamento, na ocasião, sob responsabilidade da OAS.

Entretanto, no entendimento de Moro, a ex-primeira dama Marisa Letícia e Lula estavam consolidados como donos do tríplex.

“(…) A falta de referência ao nome destes mais um elemento probatório no sentido de que, para BANCOOP e a OAS, a situação deles já estava consolidada, como proprietários de fato do apartamento triplex e não como pessoas que não teriam realizado a opção de desistência. Aliás, sobre esse documento, assim como sobre outros, nada falou a Defesa de Luiz Inácio Lula da Silva em suas alegações finais”.

De acordo com o juiz, “a corrupção perfectibilizou-se com o abatimento do preço do apartamento e do custo reformas da conta geral de propinas, não sendo necessário para tanto a transferência da titularidade formal do imóvel”.

Outro aspecto questionado pela defesa foi, de acordo com os advogados, a omissão quanto à origem do dinheiro usado para o custeio do triplex e para as reformas.

Moro argumentou que não afirmou que os valores obtidos pela Construtora OAS, nos contratos com a Petrobras, foram utilizados para pagamento da vantagem indevida para o ex-presidente.

“Aliás, já no curso do processo, este Juízo, ao indeferir desnecessárias perícias requeridas pela Defesa para rastrear a origem dos recursos, já havia deixado claro que não havia essa correlação”.

Segundo o juiz, nem a corrupção, nem a lavagem exigem ou exigiriam que os valores pagos ou ocultados fossem originários especificamente dos contratos da Petrobras.

Moro afirmou, que algumas questões da defesa “não são próprias de embargos de declaração”. O juiz cita como exemplo as críticas às afirmações feitas pelo Juízo de que os advogados de Lula adotaram “táticas bastante questionáveis”, “de intimidação” ou “diversionismo”.

Para Moro, tais questionamentos “não são centrais ao julgamento do caso” e devem ser levados à Corte de Apelação”.

O juiz declarou, ainda, que a defesa deve ser combativa, mas “deve igualmente manter a urbanidade no tratamento com as demais partes e com o julgador, o que, lamentavelmente, foi esquecido por ela em vários e infelizes episódios”.