Chuvas ficarão abaixo da média em Pernambuco no próximo trimestre
Por Nill Júnior
Com informações de Aldo Vidal. Foto: Blog do Elvys
A previsão de Temperatura da Superfície do Mar em torno da normalidade para o litoral leste do Nordeste, no trimestre julho-agosto-setembro, não é um bom indicativo para chuva na região do Agreste para a qual a previsão para esse trimestre é de chuva abaixo da média.
No oceano Pacífico equatorial, há indicativo de anomalia negativa de TSM no segundo semestre de 2016, configurando assim, a presença do fenômeno La Niña o qual não prejudica a chuva na quadra chuvosa do Sertão pernambucano.
Recomenda-se o acompanhamento da atualização das análises mensal da TSM, dos oceanos Atlântico Tropical e Pacifico Equatorial, divulgadas pela APAC, e suas consequências na precipitação da quadra chuvosa de 2016 da Zona da Mata, Agreste e Região Metropolitana do Recife e a quadra chuvosa do Sertão em 2017.
A Associação Municipalista de Pernambuco-Amupe, fará na terça-feira-27/02 a partir das 9hs primeira Assembleia Extraordinária de 2018, na sua sede, Av. Recife, 6205- Jardim São Paulo. Veja a programação. Programação 09h00 – Abertura Assinatura do Termo de Cooperação AMUPE – Escola de Contas do TCE Informes: Parceria IFPE – AMUPE Alternativa de cobrança de IPTU […]
A Associação Municipalista de Pernambuco-Amupe, fará na terça-feira-27/02 a partir das 9hs primeira Assembleia Extraordinária de 2018, na sua sede, Av. Recife, 6205- Jardim São Paulo. Veja a programação.
Programação
09h00 – Abertura
Assinatura do Termo de Cooperação AMUPE – Escola de Contas do TCE
Informes:
Parceria IFPE – AMUPE
Alternativa de cobrança de IPTU pelos Correios
Organização do Dia 08 de março – Dia Internacional da Mulher
Adesão à Carta do Capibaribe
Projeto “UFPE no meu Quintal”
Informes sobre as eleições da CNM
Pauta Municipalista:
AFM
Impacto do Piso do Magistério
Procedimentos para acessar o ISS Cartões de Crédito
Encontro de Contas
Nova Lei Kandir
Royalties
Resíduos Sólidos – a questão dos lixões
Informações sobre o FEM
Informes sobre o 5º Congresso Pernambucano de Municípios
Mais um homicídio, o o 29º homicídio do ano, foi registrado na tarde desta segunda em Serra Talhada, no Pajeú. Por volta das 14h, Cícero Fabrício da Silva, de 41 anos, morador do Assentamento Virgulino Ferreira, foi assassinado a tiros. Ele se encontrava na carroceria de um carro de feira, no bairro Caxixola. “Ciço de Catonho”, […]
Ao fundo, populares observam vítima. Foto: Nayn Neto
Mais um homicídio, o o 29º homicídio do ano, foi registrado na tarde desta segunda em Serra Talhada, no Pajeú.
Por volta das 14h, Cícero Fabrício da Silva, de 41 anos, morador do Assentamento Virgulino Ferreira, foi assassinado a tiros.
Ele se encontrava na carroceria de um carro de feira, no bairro Caxixola. “Ciço de Catonho”, como era conhecido, foi morto por dois homens não identificados, que estavam em uma motocicleta Honda Bros, de cor preta, placa não anotada.
Eles se aproximaram da vítima e efetuaram vários disparos que o atingiram fatalmente na cabeça. A vítima chegou a ser socorrida para o HOSPAM, porém, chegou sem vida.
O fornecimento de água em diversas cidades da região do Pajeú sofreu uma interrupção nesta terça-feira (27) devido a um rompimento na Adutora do Pajeú. O gerente regional da Compesa, Caio Maracajá, detalhou a situação e as medidas tomadas para mitigar o impacto nas comunidades atingidas durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da […]
O fornecimento de água em diversas cidades da região do Pajeú sofreu uma interrupção nesta terça-feira (27) devido a um rompimento na Adutora do Pajeú. O gerente regional da Compesa, Caio Maracajá, detalhou a situação e as medidas tomadas para mitigar o impacto nas comunidades atingidas durante entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú.
Segundo Maracajá, dois vazamentos foram identificados na segunda-feira, inclusive com o auxílio de alertas de moradores. A equipe técnica optou por monitorar os pontos inicialmente, adiando o corte para garantir que as reservações locais fossem abastecidas antes da manutenção necessária.
“A previsão é que os serviços sejam concluídos por volta das 14h”, afirmou o gerente, explicando que a suspensão total ocorreu apenas nas primeiras horas desta terça. Em Afogados da Ingazeira, o sistema de Brotas foi acionado estrategicamente para manter o fluxo em áreas essenciais, como o hospital e o centro comercial.
A retomada do abastecimento ocorrerá de forma gradativa após o religamento da adutora, seguindo os protocolos de segurança do sistema.
O Diretor do Instituto Múltipla Ronald Falabella, enviou nota ao blog avaliando as pesquisas realizadas em parceria com o Blog nas eleições deste ano. Com base nos levantamentos divulgados, apenas em Tabira, o primeiro lugar apontado não venceu as eleições. O blog acertou os eleitos em Afogados da Ingazeira, Sertânia, Serra Talhada, Pedra e Custódia. […]
Reunião de julho e agora, avaliação dos resultados: parceria mais que exitosa
O Diretor do Instituto Múltipla Ronald Falabella, enviou nota ao blog avaliando as pesquisas realizadas em parceria com o Blog nas eleições deste ano. Com base nos levantamentos divulgados, apenas em Tabira, o primeiro lugar apontado não venceu as eleições.
O blog acertou os eleitos em Afogados da Ingazeira, Sertânia, Serra Talhada, Pedra e Custódia. Em São José do Egito, a pesquisa cravou empate técnico entre Evandro e Romério, mas uma liminar proibiu a exibição dos dados. O blog chegou a antecipar que a eleição mais dura seria na Capital da Poesia, o que de fato aconteceu.
Em Tabira, havia empate técnico no limite da margem entre Nicinha de Dinca e Sebastião Oliveira. O Diretor do Múltipla, Ronald Falabella, chegou a prever que Tabira teria um dos pleitos mais imprevisíveis da região.
O dado pode ter feito entrar em campo o voto contra Dinca, partindo de indecisos e de militantes de Zé de Bira, que tinha segundo o Múltipla entre 15% e 21% dos votos. Sebastião, que teve dificuldades por conta da alta rejeição, sabendo o quanto deve melhorar.
Em Serra Talhada, a maior polêmica foi no tocante ao percentual de Victor Oliveira, pois o resultado da última pesquisa não aferiu o crescimento à casa dos 43%. Mas, esclarece Ronald que, ao contrário de institutos dos grandes centros como Ibope e Datafolha, não são feitas pesquisas na sexta no sábado que antecede o pleito. Assim, o retrato de 25 a 27 da corrida em Serra não era estático e se movimentou até o dia do pleito.
Múltipla alertou: a dúvida é se a curva ascendente de Victor mantém-se até o dia da votação. Isso poderá fazer com que a diferença aferida hoje seja diferente no dia da eleição. Assim, com base nas duas pesquisas realizadas, Ronald cálculos quanto ele ganhou em percentual por dia. O resultado mostra que se o instituto continuasse aferindo o crescimento até a véspera das eleições, muito provavelmente chegaria próximo ou cravaria o resultado. Veja:
Projeção de perda percentual do candidato Luciano Duque entre o dia 28/09 ao dia 02/10, tomando por base a perda média diária entre a pesquisa terminada no dia 21/09 (Pesquisa 1) e a data final da pesquisa terminada no dia 27/09 (Pesquisa 2) = – 1,2% da sua votaçãoPerda percentual do candidato Luciano Duque em 06 dias, ou seja entre a pesquisa terminada no dia 21/09 (Pesquisa 1) e a data final da pesquisa terminada no dia 27/09 (Pesquisa 2) – -7,4% da sua votação, média de perda por dia = -7,4%/6 = – 1,2% da sua votaçãoGanho percentual do candidato Victor Oliveira em 06 dias, ou seja entre a pesquisa terminada no dia 21/09 (Pesquisa 1) e a data final da pesquisa terminada no dia 27/09 – 35,9% da sua votação, média de ganho por dia = 35,9%/6 = 6,0% da sua votaçãoComparativo entre a projeção e o resultado da eleição
Nas outras cidades, acertou nos levantamentos . Um fenômeno que foi registrado, mas já com previsão atestada pelo Instituto, foi o da migração de indecisos para candidatos que estavam em segundo em um ou outro levantamento. Isso porque, como o Múltipla antecipou, onde havia indecisos m cenário com um candidato mais descolado à frente, era sinal de que tinham tendência de migrar para o 2º colocado.
“O eleitorado não assume o voto na segunda ou terceira via para não indicar que votará em quem vai perder. Onde há um candidato disputado, não há sentido de não assumir que se votará nele. Assim, indecisos tendem a migrar para segundo ou terceiro colocados.
Foi determinado ainda que o governo dê esclarecimentos sobre classificar gastos com aposentadorias e pensões como manutenção e desenvolvimento do ensino, contrariando a Constituição. g1-PE O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou uma medida cautelar determinando que o Governo de Pernambuco não utilize recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) […]
Foi determinado ainda que o governo dê esclarecimentos sobre classificar gastos com aposentadorias e pensões como manutenção e desenvolvimento do ensino, contrariando a Constituição.
g1-PE
O Tribunal de Contas da União (TCU) publicou uma medida cautelar determinando que o Governo de Pernambuco não utilize recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no pagamento de aposentadorias e pensões. A decisão, divulgada nesta terça-feira (16), foi aprovada na sessão plenária do TCU no dia 10 de novembro.
O relator do processo foi o ministro Walton Alencar Rodrigues. A medida atende a um representação conjunta do Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco e do Ministério Público de Contas em Pernambuco (MPCO).
Desde o ano passado, o Fundeb deve ser usado, exclusivamente, na educação básica. Em julho, uma medida cautelar do MPF questionou uma resolução do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que liberaria o governo a usar o dinheiro do Fundeb, este ano, para pagar aposentados e pensionistas.
A representação atendida pelo TCU alerta para o risco de que os gastos com as aposentadorias e pensões sejam considerados no cálculo do mínimo constitucional de 25% reservado para a área da educação no orçamento de 2021.
O texto também afirma que Pernambuco é um dos poucos estados-membros que não vêm informando ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope) os dados de sua aplicação em educação em 2021.
Por isso, foi determinado pelo TCU que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) não considere válida a contabilização no Siope pelo estado de despesas com pagamentos de aposentadorias e pensões. Também foi solicitado o depoimento do governo do estado.
“Para que se manifeste […] especialmente sobre os impactos de eventuais decisões desse tribunal dirigidas a órgãos e ou entidades federais em decorrência da prática de classificar gastos com aposentadorias e pensões como manutenção e desenvolvimento do ensino, contrariando a Constituição e a Lei 14.113”, destacou o relator.
De acordo com os MPs, a prática fere o art. 212 da Constituição Federal, a Emenda Constitucional nº 108/2020 – que veda o uso dos recursos do Fundeb para o pagamento de aposentados e pensionistas da educação – e a Lei Federal 14.113/2020, conhecida como Lei do Novo Fundeb.
Em nota, o governo do estado afirmou que só vai se manifestar quando for notificado da decisão.
Entenda o caso
O caso começou a ser apurado pelo MPF depois que o governo conseguiu autorização do TCE para retirar o dinheiro do Fundeb para pagar as aposentadorias e pensões. No entanto, segundo o MPF, a Emenda Constitucional 108/2020 proíbe essa prática, já que o dinheiro deveria ser usado em melhorias educacionais no estado.
Posteriormente, o Ministério Público de Contas (MPCO), órgão que atua perante o TCE, pediu a inconstitucionalidade da permissão dada ao estado. Os procuradores responsáveis pelo caso afirmaram que a autorização vai contra diversos entendimentos jurídicos sobre a prática, incluindo do Supremo Tribunal Federal (STF).
A medida tem como base os entendimentos do STF e a própria Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que veda o uso de recursos destinados à educação para pagamento de aposentadorias e pensões.
Para autorizar o uso dos recursos do Fundeb, o TCE fixou prazo de três anos para que o estado exclua do limite mínimo constitucional de 25% de gastos, destinados à educação, a parcela referente ao pagamento de despesas previdenciárias, a partir do exercício de 2021.
No entanto, para o Ministério Público Federal, isso contraria as determinações jurídicas e a mesma emenda constitucional citada pelo MPCO ao pedir a inconstitucionalidade do caso.
Portanto, a autorização dada pelo Tribunal de Contas “não tem competência constitucional, ou jurisdição, para postergar os efeitos financeiros de uma emenda constitucional promulgada pelo Congresso Nacional”, afirmou o MPF, por meio de nota.
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