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Chuvas chegaram a 280 milímetros em áreas da Mata Sul

Por Nill Júnior

As chuvas que atingiram municípios da Mata Sul do Estado alcançaram índices que mostram o tamanho dos prejuízos é porque as cidades não resistiram.

Em Ribeirão, foram mais de 280 milímetros. Rio Formoso alcançou 270 milímetros. Em Água Preta, foram 220 milímetros. Caruaru, onde uma morte foi registrada, teve 219 milímetros.

Choveu forte também em Cortês (208 mm), Barra de Guabiraba (206 mm), São Joaquim do Monte (199 mm), Catende (198 mm), Sirinhaém (189 mm), Ipojuca e Palmares (160 mm), Maraial (157 mm) e Altinho (154 mm).

O governador Paulo Câmara anunciou a instalação de um gabinete de crise para socorrer os municípios afetados pelas fortes chuvas das últimas horas.

Os municípios atingidos com situação mais grave são Amaraji, Água Preta, Barra de Guabiraba, Belém de Maria, Catende, Cortes, Jaqueira, Marial, Palmares, Ribeirão, Rio Formoso, São Benedito do Sul e Barreiros.

Outras Notícias

Secretaria de Educação de Solidão realiza formação Inclusiva para professores

A Secretaria Municipal de Educação de Solidão, realizou a formação em serviço para os professores da rede municipal de ensino, contemplando Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais, Mediadores de crianças com deficiência e Equipe de Gestão, com o tema: Deficiência e Transtornos de Aprendizagens. A formação continuada de professores nesse segmento de ensino, teve por […]

A Secretaria Municipal de Educação de Solidão, realizou a formação em serviço para os professores da rede municipal de ensino, contemplando Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais, Mediadores de crianças com deficiência e Equipe de Gestão, com o tema: Deficiência e Transtornos de Aprendizagens.

A formação continuada de professores nesse segmento de ensino, teve por objetivo: aprimorar os conhecimentos sobre o desenvolvimento cognitivo, transtornos e dificuldades de aprendizagem, bem como incentivar a apropriação dos saberes pelos professores, rumo à autonomia, levando-os a uma prática crítica-reflexiva, abrangendo a vida cotidiana da escola e os saberes derivados da experiência docente.

A formação visa proporcionar uma educação mais qualificada e completa aos alunos, promovendo impactos positivos em toda a comunidade escolar.

Após Raquel acionar polícias por panfletos, Frente Popular recorre ao MPE e pede investigação

O caso ganhou um novo desdobramento no final da tarde deste domingo. Após a governadora Raquel Lyra (PSD) divulgar um vídeo e informar, por meio de nota, que acionou as polícias Federal e Civil por causa dos panfletos apócrifos com ataques relacionados à morte de seu marido, Fernando Lucena, João Campos (PSB) também se pronunciou […]

O caso ganhou um novo desdobramento no final da tarde deste domingo.

Após a governadora Raquel Lyra (PSD) divulgar um vídeo e informar, por meio de nota, que acionou as polícias Federal e Civil por causa dos panfletos apócrifos com ataques relacionados à morte de seu marido, Fernando Lucena, João Campos (PSB) também se pronunciou em vídeo. Na sequência, a Frente Popular de Pernambuco anunciou que recorreu ao Ministério Público Eleitoral (MPE) para pedir a investigação do caso.

Os cartazes foram encontrados em locais públicos do Recife e também passaram a circular nas redes sociais. O material utiliza a imagem de Raquel e apresenta acusações relacionadas à morte de Fernando Lucena, que sofreu um infarto no dia do primeiro turno das eleições de 2022.

Em sua declaração, Raquel pediu respeito aos filhos, à família e à memória do marido.

“Pude ver de perto a crueldade de quem não tem limites. Respeitem minha família. Respeitem meus filhos. Respeitem quem não está mais aqui. Respeitem a minha dor”, afirmou.

A coligação Pernambuco no Coração informou que, além do registro de ocorrências junto às polícias Federal e Civil, também acionará o Ministério Público Eleitoral para solicitar a identificação dos responsáveis.

João Campos classificou os panfletos como um “completo absurdo”, negou qualquer participação dele ou de sua candidatura e afirmou que tomará medidas judiciais contra quem tentar atribuir a autoria do material ao seu grupo político.

“Eu perdi meu pai durante uma eleição, a candidata Raquel perdeu um marido durante uma eleição. E eu não admito nem que a minha família, nem que nenhuma família seja atacada nessa eleição”, declarou.

Após as manifestações dos dois candidatos, o setor jurídico da Frente Popular protocolou um pedido no Ministério Público Eleitoral para que sejam investigadas a autoria, a produção, o financiamento e a divulgação dos panfletos.

A coligação repudiou o conteúdo e reafirmou que não participou da produção nem da distribuição do material. Também informou que poderá adotar medidas judiciais, inclusive na esfera criminal, contra tentativas de atribuir falsamente a responsabilidade pelos cartazes à campanha.

A Frente Popular pediu uma investigação rigorosa para identificar os envolvidos e esclarecer as circunstâncias em que o conteúdo foi produzido e distribuído.

Foto: Reprodução/Redes sociais

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Serra: Nas férias, esporte e muita brincadeira para as crianças

Em serra Talhada com a chegada das férias, a Secretaria de Esportes  criou um projeto só para as crianças, trata-se do “Recreia Serra Talhada”, que teve início no dia 1º deste mês e vai até o dia 31, trazendo muita alegria e diversão para criançada. O Projeto está sendo realizado nos polos do Ipsep, na […]

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Em serra Talhada com a chegada das férias, a Secretaria de Esportes  criou um projeto só para as crianças, trata-se do “Recreia Serra Talhada”, que teve início no dia 1º deste mês e vai até o dia 31, trazendo muita alegria e diversão para criançada.

O Projeto está sendo realizado nos polos do Ipsep, na Academia das Cidades, no Bom Jesus, na Cohab e no Bairro Vila Bela.

No Ipsep acontece nas terças e quintas-feiras, no Bom Jesus nas segundas e quartas-feiras, na Cohab na Sexta-feira e no Bairro Vila Bela nos sábados, sempre a partir das 17:30 horas, somente no Vila Bela é que o inicio das atividades acontece a partir das 16:30 h.

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Além da ginástica, as crianças se divertem também com brincadeiras de roda, passa o anel, amarelinha, leituras de histórias e pinturas. “De certa forma trazemos de volta as brincadeiras coletivas, evitando que as crianças fiquem isoladas em casa e, sem falar que sempre incluímos em todas as atividade a ginástica, incutindo na criançada o salutar hábito de se exercitar “, declara Vânia Melo, secretária de Esportes, que se disse surpresa com a adesão das crianças, “estamos atendendo mais de 200 crianças nestes quatro polos, superou todas as nossas expectativas”, disse ela.

Caso de maus tratos contra gato choca a cidade de Floresta

A Polícia Civil já foi acionada e deve atuar no caso. Acusada pode ser condenada de 02 a 05 anos de reclusão, além de multa. Ministério Público e Conselho Tutelar devem tomar providências, uma vez que o caso envolve menor de idade.  Mais um caso de maus-tratos contra animais foi registrado na região do Sertão. […]

A Polícia Civil já foi acionada e deve atuar no caso. Acusada pode ser condenada de 02 a 05 anos de reclusão, além de multa. Ministério Público e Conselho Tutelar devem tomar providências, uma vez que o caso envolve menor de idade. 

Mais um caso de maus-tratos contra animais foi registrado na região do Sertão. Em um vídeo que circula nas redes sociais e aplicativos de mensagens é possível ver uma mulher obrigando um gato a ingerir bebida alcoólica. 

Pelas imagens, uma criança segura o animal indefeso enquanto uma mulher vira um litro de bebida alcoólica na boca do gato. Não satisfeitos com o ato criminoso, a acusada ainda postou o vídeo na internet. Segundo relatos, a acusada é mãe da criança que aparece nas imagens. 

O caso foi denunciado nas redes sociais pela ONG Amigos 4 Patas, da cidade de Serra Talhada. A preocupação dos protetores no momento é com a situação do animal, que ainda não foi recolhido, podendo ser vítima de agressões novamente.

A Polícia Civil de Floresta deve atuar no caso. A informação foi confirmada pelo delegado municipal de Serra Talhada, Dr Alexandre Barros. Ele informou que entrou em contato com o delegado de Floresta, que se comprometeu em atender a ocorrência. A identidade e o endereço da agressora já foram confirmados.

Além disso, o Ministério Público de Pernambuco e o Conselho Tutelar de Floresta devem agir no caso, uma vez que há uma criança envolvida e sendo aliciada para praticar maus-tratos.  

Se condenada, a acusada pode pegar de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda do animal, de acordo com a Lei 14.064/20, a chamada Lei Sansão. 

Em teste, vacina do Paraná tem resposta superior à da Astrazeneca

Governo estadual assinou contrato com a universidade federal para financiar o imunizante desenvolvido em Curitiba Rádio Brasil de Fato Uma vacina paranaense contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná. Este foi o tema do Quarta Sindical desta semana que recebeu o reitor da UFPR, Professor Ricardo Marcelo Fonseca, e o professor, pesquisador e […]

Governo estadual assinou contrato com a universidade federal para financiar o imunizante desenvolvido em Curitiba

Rádio Brasil de Fato

Uma vacina paranaense contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná. Este foi o tema do Quarta Sindical desta semana que recebeu o reitor da UFPR, Professor Ricardo Marcelo Fonseca, e o professor, pesquisador e Coordenador do Comitê de Combate à Covid da instituição, Emanuel Maltempi de Souza. Eles explicaram como está o desenvolvimento do imunizante contra o Sars-CoV-2 e também anunciaram que o Governo do Paraná ajudará financeiramente. 

O professor e pesquisador Emanuel Maltempi de Souza explicou que, nestas primeiras fases, os resultados estão surpreendendo de forma positiva. “Quando foi injetada em camundongos tivemos uma surpresa: a resposta foi fenomenal, maior que o nível da AstraZeneca/Oxford induziu em camundongo no mesmo estágio de desenvolvimento”, explicou. 

Segundo ele, a tecnologia utilizada é diferente das vacinas mais conhecidas no mercado. “A nossa vacina usa nanopartículas, material não vivo, completamente internet. A AstraZeneca/Oxford usa adenovírus, a Coronovac usa o próprio vírus inativado e a Pfizer usa RNA mensageiro. São plataformas tecnológicas diferentes. A vantagem da nossa é que é simples de ser produzida, todos os insumos são produzidos no Brasil, então é mais barata”, explicou o professor, que também explicou que a produção dos insumos são nacionais. 

Fase de testes

A vacina da UFPR está ainda no início das fases de testes. Segundo o professor, será necessário ainda avançar nas pesquisas com animais e depois in vitro, para então seguir para as próximas fases. São três ou quatro etapas ainda para chegar nas fases clínicas 1, 2 e 3, última etapa antes de solicitar a autorização para uso humano. A estimativa é que daqui um ano ela fique pronta.  

Além disso, outras pesquisas, como no campo dos testes para identificação de casos positivos, estão em andamento. “No litoral um professor fez uma pesquisa com um teste novo que a aplicação em massa está sendo negociada com o Governo do Paraná com uma tecnologia fácil e barata. Vai ser necessária, inclusive, para o controle no pós-pandemia. Já esta vacina pode ser adaptada para outras situações, como dengue e chikungunya, por exemplo. Precisamos ter plataformas de produção de vacinas de forma permanente. É para agora, mas também é para o futuro”, projetou. 

Financiamento 

Ricardo Marcelo reiterou que é preciso parcerias para o desenvolvimento de uma vacina. “ É um orgulho para a população paranaense ter uma vacina produzida aqui. Mas, não existe no mundo uma universidade que faça sozinha uma vacina. Mesmo a Universidade de Oxford, uma das mais importantes do mundo, ela teve articulação com o laboratório da Astrazeneca. Por isso, é importante ter parcerias.”

O reitor  revelou, em primeira mão, que a UFPR assinou um convênio com o Governo do Paraná ,via SETI, Fundação Araucária e o Tecpar para obter recursos e estrutura  para avançar na atual fase de pesquisa da vacina.

“Mas vamos precisar de muito mais. A hora que vencermos as etapas da fase pré-clínica antes de pedirmos autorização da fase clínica para a Anvisa. São quatro a seis meses para chegarmos ao ponto de pedir autorização de fase clínica. Neste ponto o estado foi parceiro. Mas vamos precisar de muitos outros. Quando chegar nas outras fases fica muito mais pesado. A fase 3, clínica, pode chegar a custar de R$ 30 a R$ 50 milhões”, alertou.

Ricardo Marcelo Fonseca reforçou a importância da universidade neste momento. “Tem gente que diz que os professores não querem trabalhar. Tem gente que diz que a Universidade pública está parada.  As pesquisas não pararam e no que diz respeito à pandemia, a mesma coisa. No Hospital de Clínicas o número de leitos para atender pacientes com Covid não parou de crescer, seja UTI ou enfermaria. É um dos fronts principais de combate pela vida. É o mais hospital público e que está com o maior número de leitos atendendo a covid”, exemplificou.