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CDL Afogados destaca cumprimento de protocolos durante protesto

Por André Luis

A CDL de Afogados da Ingazeira informou em nota que não foi a organizadora do evento que protestou contra as medidas restritivas tomadas pelas cidades.

Mas parabenizou os realizadores da carreata protesto feita por comerciantes e sociedade civil afogadenses na terça-feira (23), também reivindicando condições de trabalho para o comércio.  

A CDL, sem qualquer dúvida, apoia atos como tal, justa expressão dos direitos de manifestação do pensamento e reunião, desde que, em tempos de pandemia, sejam seguidos os protocolos sanitários de segurança, exatamente o que se viu no evento, um exemplo concreto de organização, civilidade e livre exercício da liberdade de expressão”.

Outras Notícias

Governo Federal retira dados de divulgação sobre Covid

O Ministério da Saúde vem limitando as informações que divulga sobre a situação da Covid-19 no Brasil nas últimas semanas. Omissão do número de mortes e casos em determinadas publicações, diminuição de entrevistas concedidas pela pasta e mudanças no horário da atualização dos dados fazem parte da nova estratégia do governo. Neste sábado (6), o […]

O Ministério da Saúde vem limitando as informações que divulga sobre a situação da Covid-19 no Brasil nas últimas semanas.

Omissão do número de mortes e casos em determinadas publicações, diminuição de entrevistas concedidas pela pasta e mudanças no horário da atualização dos dados fazem parte da nova estratégia do governo.

Neste sábado (6), o presidente Jair Bolsonaro confirmou as mudanças na forma como o Ministério da Saúde divulga os dados da pandemia. A pasta deixa de informar o número acumulado de casos e mortes, mantendo as mortes e casos registrados nas últimas 24 horas.

“Ao acumular dados, além de não indicar que a maior parcela já não está com a doença, não retratam o momento do país”, diz a nota do ministério, reproduzida por Bolsonaro em rede social.

O último boletim diário publicado, na sexta-feira (5), já traz o novo modelo. Em comparação ao dia anterior, a quinta-feira (4), sumiram o total de casos confirmados, os casos em acompanhamento, o total de pessoas recuperadas da doença, o total de óbitos confirmados e as mortes sob investigação.

As mudanças aconteceram no dia em que o país registrou 1.005 novas mortes e oficialmente passou de 35 mil óbitos totais causados pela Covid-19. Hoje, o Brasil é o terceiro no mundo em número de mortes, atrás apenas dos Estados Unidos (109 mil) e Reino Unido (40 mil), segundo dados da plataforma da Universidade Johns Hopkins (Estados Unidos) que monitora a pandemia.

Esses boletins passaram por mudanças nos últimos meses. Em abril, as quantidades de novas mortes e casos estavam acompanhadas das porcentagens que representavam no número total. Em maio, a informação deixou de ser publicada, e a quantidade de pessoas recuperadas da doença passou a ter um destaque maior.

Desde a quarta (3) a liberação dos dados pelo ministério é feita com atraso. Essa divulgação, normalmente feita por volta de 19h, aconteceu às 22h. Segundo a pasta, a mudança no horário servirá para evitar a subnotificação e inconsistências.

Outra importante fonte de informações sobre a pandemia para o público geral ficou completamente inacessível desde a noite da sexta (5) até a tarde deste sábado (6). O portal covid.saude.gov.br mostrava apenas a mensagem “portal em manutenção” durante o período em que ficou inativo. O site retornou sem exibir o número acumulado de casos e mortes.

Também foi eliminada a aba que exibia informações sobre as internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que, na falta de testes para detectar a Covid-19, ajudam a entender o aumento de casos da doença.

Na página de internet, eram mostrados dados atualizados da pandemia no Brasil e gráficos que ilustravam a evolução da contaminação pelo novo coronavírus, além de dados consolidados por estados.

O aplicativo para telefones Coronavírus – SUS atualizou os números de infectados e mortos pela última vez na quinta (4). O acumulado de mortes e casos para o país aparece zerado para quem abre o aplicativo.

As entrevistas concedidas pelo Ministério da Saúde, muitas das quais eram transmitidas ao vivo pela TV, diminuíram desde a demissão de Luiz Henrique Mandetta, em 16 de abril. Durante elas, o ministério explicava melhor os números e as ações para combate à pandemia.

O ex-ministro Nelson Teich, que substituiu Mandetta, deixou de realizar as entrevistas diariamente. Na atual gestão, que tem o general do Exército Eduardo Pazuello como ministro interino, as entrevistas são concedidas por técnicos da pasta de segundo escalão.

O perfil dos mortos pela doença, que permite ver os grupos que são mais vulneráveis à Covid-19 e precisam de maior atenção, foi atualizado pelo ministério pela última vez há mais de uma semana, no dia 30 de maio.

Boletins epidemiológicos do ministério, publicações que atualizam os números da doença, dão um panorama das ações para combatê-la e orientações aos profissionais de saúde, deixaram se ser publicados semanalmente.

O documento, que também divulga mudanças nos procedimentos de manejo da Covid-19 e avanços de pesquisa, é publicado a cada semana por diversos países que enfrentam a pandemia.

Mas em maio os boletins epidemiológicos rarearam, e a última edição que veio a público fazia referência à semana entre os dias 17 e 23 de maio. Já são pelo menos duas semanas sem a publicação do documento.

Os dados também vêm desaparecendo dos perfis do governo nas redes sociais. No dia 18 de maio foi a última vez que o perfil do Ministério da Saúde no Twitter publicou uma atualização mais completa da situação da doença no país, com novos registros de mortes e casos da Covid-19, e os números acumulados desde o início da pandemia.

A partir daí, o ministério deixou de fazer as atualizações por conta própria na rede social, limitando-se a reproduzir uma publicação chamada Placar da Vida, feita pelo perfil da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O placar, publicado pela última vez na quarta-feira (3), trazia apenas o número total de infectados, curados e pacientes em recuperação.

O número total de mortos pela doença sumiu das postagens nas redes sociais, que vinham acompanhadas da hashtag #NinguémFicaPraTrás. Desde a quarta (3), nenhum número atualizado da doença foi publicado nos perfis.

Moraes determina que PGR avalie pedido de prisão preventiva de Bolsonaro feito por Liana Cirne

A professora de direito da UFPE e vereadora do Recife protocolou o pedido no STF após ato pró-anistia.  O Ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que apresente uma   manifestação sobre a notícia-crime que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), protocolada em 16 de março no Supremo Tribunal […]

A professora de direito da UFPE e vereadora do Recife protocolou o pedido no STF após ato pró-anistia. 

O Ministro Alexandre de Moraes pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que apresente uma   manifestação sobre a notícia-crime que pede a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), protocolada em 16 de março no Supremo Tribunal Federal (STF) pela professora de direito da UFPE e vereadora do Recife, Liana Cirne (PT), e pelo advogado Victor Fialho. 

Liana Cirne pede a prisão preventiva de Bolsonaro, apontando que as convocações realizadas por Bolsonaro em seu Instagram, onde conta com mais de 26,3 milhões de seguidores, configuram “tentativa inconteste de delito de obstrução da justiça e incitação a novos atos que comprometam a ordem pública e a estabilidade democrática, bem como coação no curso do processo”. 

Na manifestação enviada à PGR, o ministro pede que o Ministério Público aponte se a prisão é necessária “a fim de garantir a ordem pública e a instrução processual”.  Prisões preventivas duram tempo indeterminado e podem ser decretadas pela Justiça em qualquer fase do processo.

Moraes determinou que a Procuradoria opine se Bolsonaro, ao convocar atos pela anistia, “cometeu os delitos de obstrução de Justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo”.

Ao final do despacho, Moraes pediu parecer do Ministério Público Federal sobre se há necessidade da “aplicação de medidas cautelares, nos termos do artigo 319 do Código de Processo Penal, para restringir a atuação do noticiado (Bolsonaro) em novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos”.

A Secretaria Judiciária do STF remeteu as determinações de Moraes a Paulo Gonet, procurador-geral da República, no dia 18 de março. A Procuradoria ainda não respondeu.

Além da prisão preventiva, Liana pede que a Procuradoria Geral da República seja intimada para que se manifeste sobre o possível cometimento dos delitos de obstrução da justiça, incitação de crimes contra as instituições democráticas e coação no curso do processo.

O documento também pede a aplicação de medidas cautelares, para restringir a atuação de em novas convocações que possam incitar atos antidemocráticos.

Prefeitura promete ampliar entrega de óculos no projeto Visão de Futuro

A Prefeitura de Afogados realizou a última entrega do ano dentro do projeto Visão de Futuro. Presente à última entrega do ano, o Prefeito Alessandro Palmeira falou sobre a importância do projeto e anunciou a sua ampliação. “Esse é um dos mais belos projetos que desenvolvemos. Ao longo do ano, nas várias entregas que fizemos, pude […]

A Prefeitura de Afogados realizou a última entrega do ano dentro do projeto Visão de Futuro. Presente à última entrega do ano, o Prefeito Alessandro Palmeira falou sobre a importância do projeto e anunciou a sua ampliação.

“Esse é um dos mais belos projetos que desenvolvemos. Ao longo do ano, nas várias entregas que fizemos, pude ver a melhoria na qualidade de vida das pessoas, que com os óculos voltaram a enxergar direito. Já determinei a ampliação dos investimentos no projeto, para que possamos em 2022, contemplarmos ainda mais afogadenses”, anunciou.

Os pacientes, das mais diversas faixas etárias, são atendidos pelos especialistas em oftalmologia do centro de reabilitação (CER III). Em seguida, com a receita médica em mãos, eles podem escolher a armação que mais lhes agrada, dentre as que a Prefeitura disponibiliza. Escolhida a armação, as lentes são confeccionadas.

Só este ano, a Prefeitura de Afogados entregou 600 óculos de grau, gratuitamente. Além de óculos, o CER III também deu início à aquisição e distribuição de aparelhos auditivos com os pacientes atendidos pela unidade.

Dois avaliam integrar majoritária: chapa eleita da Câmara de Ingazeira toma posse olhando para 2020

Para avaliar a Mesa Diretora que está saindo e a vitoriosa que assume em 1º de janeiro para atuar no biênio 2019/2020, o radialista Anchieta Santos ouviu no Programa Cidade Alerta, da Cidade FM os vereadores do município de Ingazeira, Deorlanda Carvalho, Presidente eleita, Djalma Nunes, Primeiro secretário e Genival Sousa, o Geno, Segundo Secretário […]

Para avaliar a Mesa Diretora que está saindo e a vitoriosa que assume em 1º de janeiro para atuar no biênio 2019/2020, o radialista Anchieta Santos ouviu no Programa Cidade Alerta, da Cidade FM os vereadores do município de Ingazeira, Deorlanda Carvalho, Presidente eleita, Djalma Nunes, Primeiro secretário e Genival Sousa, o Geno, Segundo Secretário e presidente até 31 de dezembro.

O atual presidente considerou positiva a sua gestão discutindo e emendando os projetos do executivo antes das votações e mais de cem projetos de autoria dos vereadores apreciados e votados.

O presidente defendeu o município diante dos números da pesquisa da ONG Cidadão Fiscal, que aponta a Câmara ingazeirense como a mais cara da região, com o custo de R$ 207, 28 (duzentos e sete reais e vinte e oito centavos) por habitante, o que lhe confere também o terceiro lugar em todo o estado.

Geno e Deorlanda argumentaram que a base de cálculo é feita pelo duodécimo que por Lei é de 7% para até 100 mil habitantes. Com o numero de 4.552 habitantes, a Câmara de Ingazeira atinge este valor.

Ingazeira não tem reeleição na Câmara e Deorlanda Carvalho disse que o convite que uniu todo poder legislativo em torno do seu nome partiu dos vereadores da oposição.

Avaliando a gestão do prefeito Lino Moraes os três vereadores a partir de Djalma Nunes reconheceram que apesar da crise o gestor vem honrando os compromissos assumidos com a população.  Geno deu nota 8 à administração e Deorlanda, nota 8,5.

Sobre a eleição de 2020, Djalma deixou clara a sua intensão de integrar a chapa majoritária, mesmo que seja na condição de vice.

Genival falou que pretende seguir vereador disputando a reeleição. Já Deorlanda disse que quem está na política precisa pensar grande e o povo é quem vai dizer o caminho a seguir.

Ela informou pertencer a um grupo e sua decisão virá de uma discussão, ou seja, não descartou colocar o nome também numa chapa majoritária. A posse de Deorlanda Carvalho, Djalma Nunes e Genival Souza vai acontecer na noite do dia 1º de janeiro às 19h.

Senado abriu sessão que pode cassar mandato de Delcídio do Amaral

Gustavo Garcia  G1, em Brasília O Senado abriu por volta das 18h20 desta terça-feira (10) uma sessão extraordinária para decidir se cassa ou não o mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). A votação será aberta, por meio de painel eletrônico e, para o parlamentar perder o mandato, são necessários os votos favoráveis à […]

2015_851742668-2015092287952.jpg_20150922Gustavo Garcia  G1, em Brasília

O Senado abriu por volta das 18h20 desta terça-feira (10) uma sessão extraordinária para decidir se cassa ou não o mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). A votação será aberta, por meio de painel eletrônico e, para o parlamentar perder o mandato, são necessários os votos favoráveis à cassação de pelo menos 41 senadores.

Ao abrir a sessão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-RJ), explicou o procedimento da sessão de cassação de mandato. Primeiramente, o relator do processo no Conselho de Ética, Telmário Mota (PDT-RR), tem dez minutos para explicar a decisão que tomou durante a elaboração do relatório.

Depois, o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) falará também por dez minutos sobre o relatório que fez na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), dizendo que não houve “vícios” e que o processo do Conselho de Ética seguiu aos dispositivos legais previstos no regimento do Senado.

Em seguida, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), filiado a um dos partidos que apresentou a representação contra Delcídio, terá 20 minutos, prorrogáveis por mais dez, para defender a cassação do senador. Depois falam os senadores inscritos para o debate da cassação de Delcídio. Cada um terá dez minutos.

Por último, os advogados de Delcídio poderão se manifestar por 20 minutos, com adicional de dez minutos para fazer as últimas considerações a fim de tentar convencer senadores a não aprovarem a cassação do mandato.

Por fim, será iniciada a votação do projeto de resolução que decreta a perda de mandato de Delcídio do Amaral.

Representação: Em dezembro de 2015, a Rede e o PPS entraram com uma representação contra Delcídio, no Conselho de Ética, por quebra de decoro parlamentar. Uma semana antes, o ex-líder do governo no Senado havia sido preso pela Polícia Federal por tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato.

Ele foi gravado oferecendo um plano de fuga para o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró em troca do seu silêncio. A conversa foi registrada por Bernardo Cerveró, filho de Nestor. No áudio, Delcídio também diz que conversaria com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que os magistrados intercedessem em favor de Cerveró.

Após cinco meses de trabalhos, o Conselho de Ética aprovou, no dia 3 de maio deste ano, o relatório do senador Telmário Mota (PDT-RR) o qual dizia que, pelo conteúdo da gravação, Delcídio do Amaral infringiu o decoro parlamentar e, por isso, deveria ser cassado.