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Carlos Veras sai em defesa do Banco do Brasil  

Por André Luis

O deputado federal Carlos Veras (PT/PE) fez duras críticas ao plano de reestruturação do Banco do Brasil anunciado pelo governo federal. Em todo Brasil, 361 unidades devem ser fechadas e cinco mil funcionários demitidos. 

Em Pernambuco, a previsão é que oito unidades sejam desativadas, entre elas, duas agências, a da Avenida Norte do Recife e a do Monte de Guararapes, em Jaboatão. “Esse ataque do governo Bolsonaro ao Banco do Brasil, além de elevar o desemprego em plena pandemia, pode ainda quebrar o comércio, gerando mais demissões nas cidades onde as agências forem fechadas e causar mais aperto para a população, especialmente às pessoas que precisam do atendimento presencial”, avalia o parlamentar. 

Veras acrescenta que o banco é responsável pelo financiamento de programas importantes para o Brasil, como os de incentivo à agricultura familiar, que produz 70% dos alimentos consumidos no país. 

“Toda vez que uma empresa pública é desmontada ou privatizada significa menos comida à mesa, menos habitação, menos acesso à universidade e menos saúde. Quem mais sofre com isso é a população mais pobre, que mais precisa das políticas púbicas e da assistência do Estado. Por isso, farei tudo que estiver ao meu alcance para anular esse desmonte”, garante. Em Pernambuco, segundo o Sindicato dos Bancários do estado, além das duas agências, seis postos de atendimento devem ser desativados, os de Rio Formoso, Sanharó, Buenos Aires, Porto de Galinhas, Lago do Carro e Coronel Amorim. Além disso, outras 16 agências serão transformadas em postos de atendimentos. 

Bancários organizam para esta quinta-feira (21) o Dia Nacional de Lutas contra a proposta de reestruturação do Banco do Brasil.  

Outras Notícias

Feliz 2017, o ano que não pode errar!

O ano de 2016 vai chegando ao seu final entregando o bastão para 2017 tropeçando, fadigado e doente dos males e medos que nos cercaram este ano. Não importa onde você esteja lendo esse texto, não há lugar que não tenha sentido os efeitos de um ano tão complicado. Deixou um Brasil dividido, mais pobre e […]

Último pôr do sol de 2016. Um ano complicado, mas que não matou nossa esperança
Último pôr do sol de 2016. Um ano complicado, mas que não matou nossa esperança

O ano de 2016 vai chegando ao seu final entregando o bastão para 2017 tropeçando, fadigado e doente dos males e medos que nos cercaram este ano. Não importa onde você esteja lendo esse texto, não há lugar que não tenha sentido os efeitos de um ano tão complicado.

Deixou um Brasil dividido, mais pobre e endividado. Na política, a queda de Dilma frente a um congresso sem moralidade para invocar Deus e a família foi o preço pago pelo PT por não fazer reformas estruturais tão sonhadas por quem clama até hoje por uma política mais representativa e menos viciada. O PT foi vítima de sua sede de poder inorgânica, traindo os princípios que o levaram ao Palácio.

Temer é um líder que não lidera, sem carisma, sem força, já sentindo os efeitos colaterais da ilegitimidade de seu comando. Não por causas alegadas por pseudo-moralistas petistas, mas por que representa setores que praticaram o mesmo mal que gerou a instabilidade que derrubou o petismo. A corrupção apontada na Lava Jato teve a bênção e permissividade, além da participação de setores do PT, mas encontrou no PMDB protagonismo inquestionável.

A economia, claro, sofreu consequências com os desmandos da política. Retração, desemprego, queda dos indicadores, desvalorização da moeda, enfraquecimento da indústria foram muito ouvidos em 2016. A população entendeu a macro economia a partir do dinheiro que encurtou, da feira menor, do emprego perdido.

Para os sertanejos, mais um ano de seca nos fez perguntar até onde vai o limite da nossa capacidade de resistir. A zona rural especialmente sofreu efeitos devastadores. Cidades dependeram da água dos programas oficiais da Operação Pipa. Deu pra ver na imprensa pedidos de um pipa d’água como desejo de natal. Há expetativa de um 2017 melhor na área hídrica. Assim esperamos, sonhamos e oramos.

O mundo também sofreu com a instabilidade da eleição de Donald Trump. Até onde ele vai transformar discursos em sectarismo e divisão no mundo, que precisava justamente agora dos valores inversos. Americanos que o elegeram talvez saberão responder. Não esqueçamos os refugiados. Quantas famílias não terão direito a brindar o ano novo? Pais sem filhos, filhos sem pais, dor que não acaba à meia noite de hoje… Ou já esquecemos a imagem do menino Omran Daqneesh, de cinco anos, resgatado após um ataque aéreo.

Quando uma quadra é ruim, algo nos alimenta no sentido de que o melhor, o novo, está por vir. É a esse sentimento que damos o nome de esperança. E ela não pode morrer em nós. O blog compartilha desse sentimento, até porque não contabilizou só más notícias. Durante o ano, também noticiamos exemplos de solidariedade, justiça com o dinheiro público, situações que mostraram que ainda vale a pena acreditar.

Para nós especialmente, também foi um ano de conquistas, fortalecimento e ampliação da audiência que nos consolidou no Estado. Mais uma vez, a cobertura das Eleições no interior foi um capítulo especial.

A cada notícia, debate, pesquisa, aumento da participação de internautas, segundo os institutos e ferramentas de aferição de audiência na página e nas redes sociais.

No campo pessoal, a vinda de mais um filho, Caio Felipe, alimentou o sentimento de que, não importa as tempestades que 2016 tenha oferecido, ele vai ser lembrado pelo bem que nos trouxe. Assim, faça o mesmo! Se alimente do bem que 2016 deixou em você. E que venha o ano novo!

À equipe, parceiros, leitores e amigos, Feliz Ano Novo de novo!!

Temer deseja sorte e sucesso para Bolsonaro

Diario de Pernambuco O presidente Michel Temer afirmou neste domingo, 4, desejar sorte e sucesso ao seu sucessor, o presidente eleito Jair Bolsonaro. Os dois se encontrarão pela primeira vez após o resultado das eleições na próxima quarta-feira, 7, em Brasília. A transição entre os governos começa nesta semana. Temer falou sobre Bolsonaro ao ser […]

Diario de Pernambuco

O presidente Michel Temer afirmou neste domingo, 4, desejar sorte e sucesso ao seu sucessor, o presidente eleito Jair Bolsonaro.

Os dois se encontrarão pela primeira vez após o resultado das eleições na próxima quarta-feira, 7, em Brasília. A transição entre os governos começa nesta semana.

Temer falou sobre Bolsonaro ao ser questionado a respeito de que dica daria a ele sobre a Presidência.

O presidente esteve no Instituto Nacional de Ensino e Pesquisa Anísio Teixeira (Inep) para acompanhar o início da aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Juiz determina que PF mostre laudos que comprovem venda de ‘carne podre’

Pernambuco.com Acuada pelas críticas recebidas do Ministério da Agricultura, com o aval do presidente Michel Temer, a Polícia Federal reagiu à ofensiva contra a Operação Carne Fraca. Apesar de não ter se pronunciado oficialmente, agentes e delegados ligados ao caso destacaram que existem informações sigilosas em poder dos investigadores que justificam as ações autorizadas pelo […]

Os ministros da Indústria, Marcos Pereira, e da Agricultura, Blairo Maggi, reagiram à Operação Carne Fraca. Foto: José Cruz/Agência Brasil

Pernambuco.com

Acuada pelas críticas recebidas do Ministério da Agricultura, com o aval do presidente Michel Temer, a Polícia Federal reagiu à ofensiva contra a Operação Carne Fraca.

Apesar de não ter se pronunciado oficialmente, agentes e delegados ligados ao caso destacaram que existem informações sigilosas em poder dos investigadores que justificam as ações autorizadas pelo juiz da 14ª Vara Federal de Curitiba, Marcos Josegrei Silva. Eles esperam novos capítulos da apuração a partir de informações ainda em segredo de Justiça, inclusive com o surgimento de delatores.

O juiz responsável pelo caso determinou que a Polícia Federal apresente até hoje os laudos que serviram de base para a Operação Carne Fraca. Ele atendeu a um pedido do Ministério da Agricultura. O diretor-geral da PF, Leandro Daiello, que tratou do tema com Temer e o ministro Blairo Maggi, estava ciente da existência de autos em sigilo.

Ontem, quando quatro mercados econômicos fecharam as portas para a carne brasileira, o Planalto e os ministros voltaram a defender que os problemas apontados pelos investigadores eram pontuais. Blairo alertou, mais uma vez, que o veto à carne era um grande problema econômico. “Temos aqui 4.850 plantas, mais ou menos, de frigoríficos no Brasil. Ora, só três frigoríficos, três plantas é que foram interditadas, e, além das três, mais 18 ou 19 serão investigadas”, disse Temer, ontem, em São Paulo. Agora, o governo vai acionar diplomatas para tentar conter o estrago.

Um investigador ouvido pela reportagem lembrou que, depois do fim de semana, quando Daiello esteve com o presidente e Blairo, a ordem foi não ficar rebatendo declarações num “pingue-pongue” constante. Eles entendem que uma decisão de 400 páginas do juiz Marco Josegrei atendeu a praticamente todos os pedidos da polícia, com o aval do Ministério Público. E isso demonstraria a legalidade da ação.

Ontem, a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) rebateu as críticas do governo e dos empresários. “Na intenção de proteger setores do mercado e do governo, há uma orquestração para descredenciar as investigações de uma categoria que já provou merecer a confiança da sociedade”, afirma uma nota da entidade. “O trabalho técnico investigativo não deve ser maculado por eventual interpretação dissociada da verdade dos fatos”, afirma o presidente da Fenapef, Luís Boudens. Ele criticou o tom “midiático” do delegado Maurício Moscardi na entrevista coletiva da operação.

Alguns delegados chegaram a questionar a quantidade de homens na operação e alguns equívocos na divulgação. O presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), Carlos Eduardo Sobral, classificou como um “erro” a forma como a operação foi divulgada.

“Acho que houve um equívoco da comunicação da direção-geral quando afirmou que foi a maior operação da Polícia Federal sem explicar que é a maior em quantidade de mandados, mas não em valores, investigados e relevância, dando a entender que foi maior do que pode ter sido. Evidentemente havia corrupção praticada por fiscais, pode ter problemas alguns frigoríficos, mas foi um problema sistêmico? Quando coloca que é a maior operação, acho que pode ter sido um erro de comunicação”, disse.

Ao ordenar as prisões e buscas, o juiz Marcos Josegrei deu um recado ao negar a interdição do frigorífico da BRF em Mineiros (GO) por suposta exportação de carnes contaminadas. “A despeito da gravidade dos indícios coletados, considerando-se que envolvem questões técnicas aprofundadas, com repercussões inclusive trabalhistas, entendo inviável o deferimento cautelar do pedido neste momento”, indicou o magistrado.

Ele preferiu ordenar o envio das provas à pasta da Agricultura para avaliar o tema com propriedade: “Mais prudente autorizar o compartilhamento desses elementos com o Ministério da Agricultura em Brasília para adoção das providências administrativas necessárias”.

Petrolina: com baixa de vazão do São Francisco, Prefeitura vai intervir garantir travessia das barquinhas

Durante um encontro entre representantes da Prefeitura de Petrolina, Marinha do Brasil e Associação Travessia das Barquinhas (ATB), ficou definido que uma intervenção será realizada na margem pernambucana do Velho Chico com o objetivo de aumentar a profundidade do canal de navegação das embarcações. Para que o serviço seja realizado, o transporte será suspenso no […]

Durante um encontro entre representantes da Prefeitura de Petrolina, Marinha do Brasil e Associação Travessia das Barquinhas (ATB), ficou definido que uma intervenção será realizada na margem pernambucana do Velho Chico com o objetivo de aumentar a profundidade do canal de navegação das embarcações.

Para que o serviço seja realizado, o transporte será suspenso no dia 30 com retomada prevista para o dia 31 de julho. A partir desta terça-feira (25), um aviso sobre a interrupção temporária da travessia já se encontra presente nas embarcações.

Com a ideia de causar o menor impacto ambiental possível, a ação está sendo supervisionada pela Agência Municipal do Meio Ambiente de Petrolina (AMMA) e será realizada em parceria com a Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Mobilidade (SEINFRAHM), Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (SEDURBS), a Agência Fluvial da Marinha do Brasil em Juazeiro e a ATB.

Neste primeiro momento, será realizada a retirada de areia, pedras e cascalho do fundo do rio nas imediações do ponto de embarque e desembarque das barquinhas. Para isso, a Prefeitura de Petrolina irá ceder um trator esteira, uma escavadeira e uma caçamba.

A ATB irá custar a operação de uma retroescavadeira, enquanto que a Marinha do Brasil vai promover a segurança do local durante a operação, além de ajudar na divulgação da interrupção do serviço das barquinhas no dia 30, um domingo, onde se registra um menor volume de passageiros.

A intervenção se fez necessária para evitar a interrupção no transporte de passageiros entre Juazeiro-BA e Petrolina-PE, devido a diminuição do nível do Rio São Francisco, por causa da redução da vazão da barragem de Sobradinho-BA, autorizada pela Agência Nacional de Águas, que saí de 600m³/s para 550m³/s, a partir do próximo dia 30.

Participaram do encontro, realizado na última segunda-feira (24), o diretor-presidente da AMMA, Rafael Oliveira, o diretor de Projetos Ambientais da Agência, Victor Flores, a equipe da SEINFRAHM liderada pelo secretário Coronel Leite, acompanhado do secretário-executivo de Infraestrutura, Eduardo Nogueira e do diretor de Obras de Infraestrutura, Wedson Coelho, o comandante da Agência Fluvial da Marinha do Brasil em Juazeiro, Capitão Sílvio Miranda e o presidente da ATB, Luiz Raimundo Pereira.

Alckmin diz que não fará campanha com Aécio

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (4), em entrevista ao G1 e à rádio CBN, que, se eleito, vai propor a redução do imposto de renda das empresas para tornar o ambiente econômico brasileiro mais atrativo para investidores estrangeiros. O tucano disse que se espelha na reforma tributária implementada nos […]

O candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira (4), em entrevista ao G1 e à rádio CBN, que, se eleito, vai propor a redução do imposto de renda das empresas para tornar o ambiente econômico brasileiro mais atrativo para investidores estrangeiros.

O tucano disse que se espelha na reforma tributária implementada nos Estados Unidos pelo governo Donald Trump que levou empresas norte-americanas a subir salários e criar vagas.

Na entrevista concedida no estúdio da rádio CBN, em São Paulo, Alckmin também afirmou que não vai fazer campanha com o colega de partido Aécio Neves (MG), que está deixando o Senado e tenta uma vaga de deputado na Câmara. Ex-presidente do PSDB, Aécio é réu na Lava Jato por corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Geraldo Alckmin repetiu na entrevista a promessa de campanha de zerar em dois anos o rombo de R$ 159 bilhões nas contas públicas. O presidenciável do PSDB disse que, caso vença a eleição, pretende tributar lucros e dividendos pagos pelas empresas para compensar a perda de receita que ocorrerá com sua promessa de diminuir o Imposto de Renda das pessoas jurídicas.

A tributação sobre lucros e dividendos foi extinta, em 1996, durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), entre 1995 e 2002. À época, o governo alegou que se tratava de bitributação, na medida em que as empresas já haviam pago o imposto sobre os mesmos resultados.

Na entrevista desta terça, Alckmin disse que, atualmente, há dinheiro de sobra no mundo que pode ser atraído para o Brasil, por exemplo, com estímulos fiscais.