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Carlos Veras defende mandato de Dilma. “Não teríamos a mesma liberdade com o PSDB”

Por Nill Júnior

imagesPara se contrapor às manifestações que ocorrem em algumas cidades brasileiras, com a bandeira do impeachment de Dilma Rousseff (PT), a Central Única dos Trabalhadores (CUT) também está convocando, para a próxima quinta-feira (20), com concentração no Derby, um ato que visa não só ajudar na governabilidade da presidente Dilma como protestar contra o ajuste fiscal.

Em entrevista ao Diario de Pernambuco, o presidente estadual da CUT, Carlos Veras, frisa ser preciso defender que as mudanças sejam feitas pelo governo que ai está. Ele lembra que, em gestões anteriores do PSDB, os trabalhadores não conseguiam nem protestar nas ruas, porque eram espancados pela polícia. Veras cita o caso que ocorreu no Paraná recentemente, em abril, onde a PM espancou professores, sob o comando do governador Beto Richa (PSDB).

Veras ainda ressalta que os movimentos que tentam retirar Dilma do poder são contraditórios. Ele se refere ao fato de estarem apoiando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que são sabe conviver com os movimentos sociais e está envolvido em escândalos de corrupção. “Será que eles não lembram o que a Polícia Legislativa fez a mando de Cunha?”, indagou o sindicalista, referindo-se ao confronto que deixou s trabalhadores que protestaram contra a PEC da terceirização feridos, em Brasília.

Outras Notícias

Foto de Flávio Bolsonaro com ‘Sicário’ é divulgada por site

Senador diz que nunca viu chefe da milícia privada de Vorcaro e que muita gente tira foto com ele porque é famoso O portal de notícias ICL divulgou nesta quarta-feira (15) uma foto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, chefe de uma milícia privada […]

Senador diz que nunca viu chefe da milícia privada de Vorcaro e que muita gente tira foto com ele porque é famoso

O portal de notícias ICL divulgou nesta quarta-feira (15) uma foto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, com Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, chefe de uma milícia privada organizada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Não se sabe o contexto em que a foto foi tirada.

Em nota, a assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro afirmou que ele nunca viu o “Sicário” e que não conhece a pessoa que aparece na imagem. Segundo a nota, Flávio Bolsonaro “recebe todos os dias pedidos de dezenas de pessoas pelas ruas para fotos”.

“Impossível o senador saber quem é cada uma das pessoas que dele se aproxima. Flávio Bolsonaro reafirma que não conhece e nunca viu a pessoa na foto. É irresponsável tentar atribuir qualquer significado pessoal a uma imagem aleatória”, diz o texto.

Flávio Bolsonaro também divulgou um vídeo em que reafirma que tira fotos com muitas pessoas todos os dias e que não tem como saber quem é cada pessoa que o aborda.”Eu sou muito bem recebido por onde eu passo, tiro foto com todo mundo que me pede. Eu não tenho como saber quem é aquela pessoa que está tirando foto comigo, né?”, afirmou.

Segundo o ICL, a imagem foi obtida por uma fonte que pediu sigilo e teria sido capturada em 2022, em um hotel na zona sul do Rio de Janeiro. 

Na nota, a assessoria do senador levanta a hipótese de a imagem ter sido produzida por inteligência artificial.

O ICL disse na publicação que o site passou a imagem por ferramentas de detecção de indícios de que ela tivesse sido gerada com inteligência artificial e que nenhuma delas encontrou sinais de manipulação por IA.

g1 também submeteu a imagem a ferramentas de checagem, e elas indicaram baixa probabilidade de manipulação com uso de inteligência artificial.

Quem era Sicário

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, foi apontado pela Polícia Federal como coordenador do grupo “A Turma”, que atuava como milícia privada de Daniel Vorcaro. Ele foi preso em março de 2026 durante a 3ª Operação Compliance Zero.

Horas após a prisão, enquanto aguardava audiência de custódia na Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte, Mourão tentou tirar a própria vida dentro da cela. Ele foi socorrido e levado a um hospital, mas teve a morte cerebral confirmada dias depois.

Três ministros, três eras, uma mulher

do Diário de Pernambuco “Eu queria muito agradecer a sua ligação, mas eu sou muito tímida para dar entrevistas”, disse, por telefone, com uma voz suave, sem qualquer alteração no tom. O primeiro contato aconteceu durante a última semana do mês de novembro, quando um dos seus filhos, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), tinha […]

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do Diário de Pernambuco

“Eu queria muito agradecer a sua ligação, mas eu sou muito tímida para dar entrevistas”, disse, por telefone, com uma voz suave, sem qualquer alteração no tom. O primeiro contato aconteceu durante a última semana do mês de novembro, quando um dos seus filhos, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), tinha acabado de se reunir com a presidente Dilma Rousseff (PT), no Palácio do Planalto, com a possibilidade de assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, fato que foi concretizado no dia 1º de dezembro. Com a nomeação, a mudança de posição. Uma entrevista foi agendada por e-mail.

Filha, mulher, e agora, mãe de um ministro de estado, Maria do Carmo Magalhães de Queiroz Monteiro, de 88 anos, é a única pernambucana a ter convivido dentro de casa com três ministros da República em fases distintas da nossa história: Era Vargas (1930-1945), República Populista (1945-1964) e a Nova República (1985).

De uma discrição absoluta, Dona do Carmo, como é conhecida, não gosta de dar entrevistas ou posar para fotos. Seu primeiro contato com o “poder” aconteceu ainda na década de 1930, quando seu pai, o ex-governador de Pernambuco Agamemnon Magalhães (1893-1952), assumiu o Ministério do Trabalho, em 1934, na Era Vargas. A capital do Brasil ainda era o Rio de Janeiro e sua formação no Sacre Couer de Jesus (Escola do Sagrado Coração de Jesus, numa tradução livre) na mesma cidade imprimiram o perfil de sua personalidade: senso de organização aguçado e gestual à francesa. Tanto é que, nesta eleição, quando seu filho disputou o governo de Pernambuco, declinou todos os convites para gravar depoimentos ao guia eleitoral.

A recusa, porém, não impediu sua presença em caminhadas de Armando. Ela quase sempre não subia no palanque, observando os discursos de longe, como se conhecesse cada passo de um enredo.

Direitos trabalhistas

“Papai foi convidado para ser ministro exatamente por sua atuação na Constituinte de 1934 defendendo os direitos trabalhistas. No Ministério, criou a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), a Previdência Social, fundou o Iapetec, entre outros, e reorganizou os sindicatos. Realmente, foi um marco para a vida dos trabalhadores brasileiros”, informou.

Seu pai também foi ministro da Justiça, em 1945, também no governo de Vargas e seu retorno ao “mundo ministerial” aconteceu com a nomeação de seu marido, o empresário Armando Monteiro Filho, em 1961, ao Ministério da Agricultura, no governo do presidente João Goulart (1919-1976).

“O período foi turbulento, sim, como muitos outros, a exemplo dos golpes de 1937 e 1945 e, em 1961, da renúncia de Jânio. Porém, desde cedo, fomos criadas por nossos pais sendo informadas, participando dos acontecimentos e preparadas para encarar os fatos com a tranquilidade possível”, relata. Da época em Brasília, lembra do Anteprojeto da Reforma Agrária, o Código Florestal e o Fundo Agropecuário. Na década de 1960, participou da criação da “Casa do Candango”, movimento de apoio aos operários construtores de Brasília. “Tive o privilégio de participar de todos os momentos políticos importantes do meu país durante toda a minha longa vida”, orgulha-se. Agora, ela encara uma nova fase: ser mãe de um ministro.

Professor estadual com licenciatura ganha em média R$ 16,95 por hora

Os professores das redes estaduais e do Distrito Federal ganham R$ 16,95 a cada 60 minutos que passam dentro da sala de aula com os estudantes, ou fora dela preparando atividades, provas e relatórios. O valor médio da hora nacional faz parte de um levantamento feito pelas equipes de reportagem do  G1 em todo o […]

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Os professores das redes estaduais e do Distrito Federal ganham R$ 16,95 a cada 60 minutos que passam dentro da sala de aula com os estudantes, ou fora dela preparando atividades, provas e relatórios.

O valor médio da hora nacional faz parte de um levantamento feito pelas equipes de reportagem do  G1 em todo o país, junto aos governos estaduais e sindicatos, entre abril e junho deste ano.

Considerando a carga horária de 40 horas semanais de trabalho, o salário-base médio é de R$ 2.711,48 para professores com diploma de licenciatura no início da carreira.

O levantamento tomou como base essa categoria de docência porque as redes estaduais são as principais responsáveis pelo ensino médio, nível em que, para lecionar, é preciso concluir o curso de licenciatura.

salario-professor-estadualEm média, o professor da rede pública estadual formado em licenciatura (ou seja, com diploma do ensino superior), recebe 57% do salário mediano dos trabalhadores brasileiros com formação equivalente. Segundo uma comparação feita pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre) com base em dados de 2013, e divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na semana passada, o salário médio de trabalhadores com diploma de nível superior foi de R$ 4.726,21.

O estado que paga o maior salário, segundo o levantamento, é Mato Grosso do Sul. Lá, os professores com licenciatura recebem o salário-base de R$ 3.994,25 pelas 40 horas semanais, jornada padrão, de acordo com informações do governo estadual.

No outro extremo da tabela, o estado com o menor salário-base é Santa Catarina. Segundo o governo catarinense, os professores com licenciatura que trabalham 40 horas por semana ganham salário-base de R$ 1.917,78, mesmo valor do piso nacional, obrigatório por lei para os professores com formação mínima de nível médio.

Tuparetama teve primeira Cantata Natalina

O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, acompanhou a 2ª Cantata Natalina realizada por a Secretaria de Cultura, Desporto e Turismo de Tuparetama na noite da última terça-feira 25 de dezembro de 2018. Ela foi apresentada pelo Coral Canto Livre, formado por 18 crianças de 8 a 12 anos de Tuparetama. O grupo ensaiou, por 22 […]

O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, acompanhou a 2ª Cantata Natalina realizada por a Secretaria de Cultura, Desporto e Turismo de Tuparetama na noite da última terça-feira 25 de dezembro de 2018.

Ela foi apresentada pelo Coral Canto Livre, formado por 18 crianças de 8 a 12 anos de Tuparetama. O grupo ensaiou, por 22 dias para a Cantata. O Coral Canto Livre foi ensaiado pelo maestro Josimar Alves.

Foram 12 músicas no evento, que  teve telão, iluminação especial e o Papai Noel que distribuiu presentes logo após a última música do coral, na fachada do prédio da Prefeitura Municipal de Tuparetama. “Foi um sucesso, o povo elogiou muito, foi inovador e importante para as crianças que participaram e estava com um cenário muito bonito”, disse Sávio.

Segundo Fernando Marques, Secretário de Cultura, Desporto e Turismo de Tuparetama, todas as crianças convidadas e que participaram deste coral eram de Tuparetama. “Em 2017 quando a gente realizou viu que a população assimilou, então esse ano teve uma produção maior”, disse Fernando.

De acordo com Josimar, apesar do pouco tempo de ensaio as crianças do coral conseguiram um resultado muito bom. No futuro  o coral deverá ter a participação de mais crianças. “Um trabalho que na verdade é contínuo e a primeira avaliação foi muito boa”, disse o maestro.

Marcos Crente é cotado como pré-candidato a prefeito de Tabira em 2024

Por André Luis Nos bastidores da política tabirense, um nome tem circulado com força crescente: o do vice-prefeito Marcos Crente. A informação foi divulgada nas redes sociais da Rádio Cidade FM. “Segundo informações exclusivas obtidas pela produção do Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, uma fonte confidencial revelou que Marcos Crente estaria se preparando […]

Por André Luis

Nos bastidores da política tabirense, um nome tem circulado com força crescente: o do vice-prefeito Marcos Crente. A informação foi divulgada nas redes sociais da Rádio Cidade FM. “Segundo informações exclusivas obtidas pela produção do Programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM, uma fonte confidencial revelou que Marcos Crente estaria se preparando para concorrer à prefeitura de Tabira nas eleições de 2024”, informou.

A notícia, que causou agitação nos meios políticos da cidade, teve como gatilho uma fotografia que circulou nas redes sociais, registrando um encontro realizado no final de semana. Neste evento, o vice-prefeito se reuniu com um assessor de Sílvio Costa Filho, ministro dos Portos e Aeroportos do governo Lula. 

“O que chamou a atenção e gerou especulações foi a presença de líderes políticos locais, pertencentes a campos tanto da situação quanto da oposição, ao lado de Marcos Crente na imagem”, destaca a emissora.

“Tem gente que até hoje treme quando olha para aquela foto”, ironizou a fonte em contato com a produção do programa.

Segundo a Rádio Cidade FM, no entanto, além da ironia presente na mensagem, a situação merece análise mais cuidadosa. A habilidade de Marcos Crente nas manobras políticas é amplamente reconhecida, e um episódio emblemático desse talento foi a vitória da atual prefeita, Nicinha Melo. 

“Na ocasião, o vice-prefeito desempenhou um papel crucial ao neutralizar a candidatura de uma terceira via, liderada por Maria Nelly e Maria Helena, e posteriormente atraí-las para o seu próprio palanque, ao lado de Nicinha. Esse feito político serviu de base para consolidar sua reputação como um estrategista competente”, lembrou.

Ainda segundo a emissora, o surgimento da possível candidatura de Marcos Crente à prefeitura de Tabira em 2024 coloca os partidos e líderes de ambos os lados do espectro político local em alerta. 

A habilidade de unir figuras de diferentes tendências partidárias é uma característica que pode fazer a diferença em uma disputa eleitoral, e essa estratégia, que o vice-prefeito já demonstrou dominar, acrescenta uma dimensão intrigante à próxima corrida eleitoral na cidade.