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Caretas de Triunfo animam foliões na segunda-feira de Carnaval

Por Nill Júnior

Blog do Alberes Xavier

As ruas de Triunfo  ganharam vida com o tradicional Desfile dos Caretas, um dos pontos altos do Carnaval dos Caretas 2025. A manifestação cultural reúne moradores e turistas. Triunfo é um dos polos de carnaval do Estado.

Com saída marcada para as 16h, o desfile parte do Alto da Boa Vista, onde fica a Casa do Careta, e segue em direção ao Pátio de Eventos Maestro Madureira, ponto de encontro para o aguardado Encontro dos Caretas, às 17h. Acompanhados pela centenária Orquestra Isaías Lima, que embala a festa com o frevo contagiante típico de Pernambuco, os caretas – figuras mascaradas adornadas com chapéus coloridos, relhos e vestimentas vibrantes – prometem encantar os foliões com suas performances únicas.

O Carnaval dos Caretas deste ano, sob o tema “Tradição que encanta, folia que contagia”, é organizado pela Prefeitura de Triunfo, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura, Desenvolvimento e Eventos, em parceria com o Governo do Estado, via Empetur, Secretaria de Cultura e Fundarpe. “É uma tradição que passa de geração em geração. Os caretas representam nossa história e atraem visitantes que querem viver essa experiência única”, comenta o secretário de Turismo, João Silva.

A expectativa é que cerca de 150 caretas participem do desfile, número que reflete a força da tradição que, apesar de hoje ser sinônimo de Carnaval, tem origem em manifestações folclóricas como o reisado, segundo a historiadora triunfense Diana Rodrigues. Além do desfile, a segunda-feira reserva outras atrações como os Caretinhas numa programação voltada para a criançada, na peça da alimentação. Já no Pátio de Eventos, acontece apresentações musicais que misturam ritmos regionais e contemporâneos, garantindo animação até a noite.

Triunfo, conhecida por seu clima ameno e localização a mais de mil metros acima do nível do mar, espera receber ainda milhares de turistas durante o feriado. O Carnaval dos Caretas não só aquece o turismo local, mas também movimenta a economia, com artesãos vendendo máscaras e relhos, e grupos como a Treca Alto Astral aproveitando a visibilidade para apresentações ao longo do ano. Para os visitantes, é uma oportunidade de mergulhar na cultura pernambucana e se deixar levar pela alegria dos mascarados que, há mais de um século, fazem a festa em Triunfo.

Outras Notícias

Miguel lidera com folga em Petrolina: 73%

A primeira pesquisa do Instituto Potencial sobre a corrida sucessória em Petrolina aponta uma vitória fácil do prefeito Miguel Coelho (MDB) logo no primeiro turno. A pesquisa foi feita para o Blog do Magno.  Se as eleições fossem hoje, ele teria impressionantes 73% das intenções de voto contra apenas 8% do pré-candidato do PT, Odacy […]

A primeira pesquisa do Instituto Potencial sobre a corrida sucessória em Petrolina aponta uma vitória fácil do prefeito Miguel Coelho (MDB) logo no primeiro turno. A pesquisa foi feita para o Blog do Magno. 

Se as eleições fossem hoje, ele teria impressionantes 73% das intenções de voto contra apenas 8% do pré-candidato do PT, Odacy Amorim, e 7% do pré-candidato do PSD, Júlio Lóssio Filho. Gabriel Menezes, que disputa pelo PSL, é o preferido por 3% e Vinicius de Santana, do PCdoB, pontuou apenas 1%.

Petrolina talvez seja a única cidade do País na qual os eleitores não querem votar em branco ou anular o voto de jeito nenhum. Dos entrevistados, apenas 1% manifestou intenção de anular o voto e 0% de voto em branco.

O número de indecisos também é muito baixo, de apenas 7%. Na sondagem espontânea, na qual o entrevistado é forçado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da lista com todos os postulantes, Miguel também está disparado: 64% das intenções de voto.

O petista Odacy Amorim foi citado por 4%, Júlio Lóssio Filho 1% e Gabriel Menezes também 1%. Quanto à rejeição, Júlio Lóssio Filho lidera. Dos entrevistados, 55% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido por Odacy, com 48%, Vinicius 45% e Gabriel 41%. Miguel tem apenas 8% de rejeição, posição extremamente confortável para um gestor que vai à disputa pela reeleição colocando o seu Governo em julgamento pela população.

A pesquisa foi a campo entre os dias 21 a 26 deste mês, sendo aplicados 600 questionários, com margem de erro de quatro pontos percentuais para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

Petrobras reduz o preço do gás de cozinha a partir deste sábado

A Petrobras informou nesta sexta-feira (8) que o preço do Gás Natural Liquefeito de Petróleo (GLP) será reduzido em média em 5,5% a partir deste sábado (9) nas refinarias da estatal. O preço do quilo do GLP passa a ser de R$ 4,23, informou a companhia. Em 11 de março, a Petrobras havia elevado o […]

A Petrobras informou nesta sexta-feira (8) que o preço do Gás Natural Liquefeito de Petróleo (GLP) será reduzido em média em 5,5% a partir deste sábado (9) nas refinarias da estatal. O preço do quilo do GLP passa a ser de R$ 4,23, informou a companhia. Em 11 de março, a Petrobras havia elevado o combustível em 16%, acompanhando a alta do preço do petróleo.

“Acompanhando a evolução dos preços internacionais e da taxa de câmbio, que se estabilizaram em patamar inferior para o GLP, e coerente com a sua Política de Preços, a Petrobras reduzirá seus preços de venda às distribuidoras”, disse a empresa.

A gasolina e o diesel permanecem com os preços inalterados.

Com a queda, o gás de cozinha, de 13 quilos, passa a ser de R$ 54,94 em média, refletindo redução média de R$ 3,27 por 13 kg, segundo a Petrobras.

Prefeitos do Pajeú discutem gestão regional em plenária do Cimpajeú 

Prefeitos e representantes municipais participaram, na manhã da última quinta-feira (30), da 3ª Plenária Ordinária de 2025 do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), realizada no CS Eventos, em Afogados da Ingazeira. O encontro reuniu gestores da região para discutir pautas relacionadas à gestão pública e ao desenvolvimento regional. Entre os temas debatidos […]

Prefeitos e representantes municipais participaram, na manhã da última quinta-feira (30), da 3ª Plenária Ordinária de 2025 do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), realizada no CS Eventos, em Afogados da Ingazeira. O encontro reuniu gestores da região para discutir pautas relacionadas à gestão pública e ao desenvolvimento regional.

Entre os temas debatidos estiveram o Serviço de Inspeção Municipal (SIM-Cimpajeú), a prestação de contas referente ao primeiro semestre de 2025, o acompanhamento da concessão onerosa da Compesa, além de discussões sobre o Núcleo da Mulher e o funcionamento do SAMU 192 da 3ª Macrorregião.

O presidente do Cimpajeú e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, ressaltou a importância da cooperação entre os municípios. “O Cimpajeú tem sido uma ferramenta essencial para fortalecer nossa região. Quando os municípios se unem, conseguimos superar desafios e avançar em áreas como saúde, agricultura, infraestrutura e gestão pública”, afirmou.

A plenária contou também com a presença de secretários e técnicos das áreas de agricultura e saúde, que participaram das discussões sobre as ações integradas em andamento no território do Pajeú.

Negação à política cria ameaça totalitária

Do JC Online O boneco que ilustra este texto é Waldo, personagem de um dos episódios da série britânica Black Mirror (tem no Netflix). Permita-me um spoiler em nome de uma analogia que se pretende didática. Waldo é um urso digital criado e controlado por uma TV sensacionalista. Seu objetivo é azucrinar a tudo e […]

O debochado Waldo, da série Black Mirror. Episódio criado por Charle Brooker é uma síntese do niilismo
O debochado Waldo, da série Black Mirror. Episódio criado por Charle Brooker é uma síntese do niilismo

Do JC Online

O boneco que ilustra este texto é Waldo, personagem de um dos episódios da série britânica Black Mirror (tem no Netflix). Permita-me um spoiler em nome de uma analogia que se pretende didática. Waldo é um urso digital criado e controlado por uma TV sensacionalista. Seu objetivo é azucrinar a tudo e todos com seu jeito debochado, politicamente incorreto, iconoclasta. O povo adora. Às vésperas de uma eleição, a direção da TV tem a ideia de transformar o urso em um dos candidatos a prefeito da cidade. Durante a campanha, com ironias e xingamentos, Waldo persegue o representante do partido conservador, um político profissional com viés autoritário. A audiência dispara, Waldo vira celebridade e vence as eleições. Só que um personagem fictício não pode assumir o cargo, claro. Waldo é excluído do processo. Os votos dos indignados, portanto, são anulados. Assim, uma outra candidata, mais comprometida com propostas e princípios democráticos, fica em terceiro lugar. Assume o cargo, então, o segundo colocado, o tal postulante com ideias repressoras que, apesar de execrado pela maioria e espinafrado pelo urso digital, tinha seu público. Um público pequeno, mas fiel.

Maria de Fátima da Silva é uma dona de casa pernambucana que, como as pessoas que na ficção vibravam com as tiradas da Waldo, já não aguenta mais ouvir falar em políticos nem em política. Não é para menos. No mundo real, o Brasil vive uma crise sem precedentes. Corrupção em empresa pública e privada, troca de interesses espúrios, denúncias, prisões, dinheiro jogado pela janela, dinheiro na cueca, acusações de lá e de cá. A presidente da República é acusada de mentir durante a campanha eleitoral e de maquiar as contas do governo; seu antecessor e grande fiador político é acusado de favorecer “amigos” com dinheiro público, o presidente da Câmara dos Deputados é denunciado por ter dinheiro não declarado na Suíça, o presidente do Senado é denunciado por suas relações com empreiteiras. O ex-líder do governo no Senado está preso. Ex-presidentes do partido que está no poder, também. A oposição é fisiológica e não aparenta querer mudar o País e sim, unicamente, tomar o poder. Para completar, Maria de Fátima vê os preços subirem no supermercado, o desemprego aumentar. Ela teme pelo futuro de suas duas filhas. Quando precisa do plano de saúde, a dona de casa sofre para aprovar um exame. Se vai ao SUS, sofre na fila. No ônibus e no metrô, é vítima de maus tratos porque os serviços são ruins e, muitas vezes, caros. Outro dia seu celular foi roubado. A segurança é falha. Maria de Fátima não confia mais em governo nem em político nem em empresa. Ela não sabe, mas se tornou uma niilista política.

Niilismo é uma escola filosófica. O termo vem do latim (“nihil”, que significa “nada”). Ao longo da história, as definições mudam de acordo com a área abordada (religião, política, arte, família etc.) e com as interpretações de pensadores, como os alemães Ludwig Feuerbach (1804-1872) e Friedrich Nietzsche (1844-1900) e o russo Ivan Turgueniev (1818-1883). Em suma, porém, niilismo é a descrença, o desprezo completo por algo. E a certeza de que este algo (no caso de Maria de Fátima, a política) não é capaz de melhorar a vida de ninguém. O niilismo, diga-se, tem uma vantagem. O descrédito leva as pessoas a agir, a assumir responsabilidades, não esperar por um poder constituído. Mas o lado negativo prepondera. Abrem-se os flancos para ideias autoritárias.

“É evidente que nós estamos com o terreno sendo adubado a cada minuto para o regime ditatorial, de força, com o chefe carismático que ofereça esperança para esta população desassistida. Estamos repetindo as próprias condições que levaram às duas ditaduras do século 20 [Vargas, de 1937 a 1945, e período militar, de 1964 a 1985]”, analisa Roberto Romano, professor de ética e filosofia da Unicamp. Mas será possível que aconteça de fato uma mudança tão drástica, considerando que nossas instituições, bem ou mal, para a maioria dos analistas, estão funcionando? Aqui é bom lembrar um estudo de 2013 do Latinobarômetro, instituição de pesquisa da América Latina com reconhecida credibilidade. Os números mostram que só 49% dos brasileiros acham que a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo. Portanto, é bom que fique claro que aqueles que saem às ruas pedindo a volta do regime militar não estão sozinhos. Há um contingente silencioso que pode, dependendo das circunstâncias, alimentar este ideário anti-democrático. “Em toda a América do Sul e, em especial no Brasil, as populações não têm mais confiança na democracia. Isso deixa qualquer democrata arrepiado.” Vez por outra, assistimos manifestações políticas, como a dos estudantes contra o fechamento de escolas e o aumento no preço das passagens. São atitudes legítimas, essenciais e que contrariam a visão niilista da política. Porém, ainda é algo muito isolado e espasmódico para um país com 200 milhões de pessoas.

Nosso grande problema é que este cenário perigoso de negação à política é gestado por uma praga histórica comum no País. Não é algo que vem de hoje, apesar das exacerbações recentes geradas por um esquema de corrupção de proporções bilionárias, orquestrado, quem diria, pelo partido que há pouco tempo era o depositário de todas as esperanças. É a secular forma de governança corrompida, patrimonialista e não democrática, que vive voltada para interesses de oligarquias públicas e privadas que provoca o desinteresse político e o risco totalitário. A esperança de mudança se enfraquece à medida em que estudiosos como o próprio Roberto Romano classificam os partidos políticos no Brasil como anacrônicos, ineficientes e anti-democráticos.

Romano cita o holandês Benedictus Spinoza (1632-1677), democrata convicto e um dos maiores pensadores do século 17, para que possamos visualizar o pêndulo político que move as massas. O mínimo de governabilidade democrática pressupõe que a população viva sempre no âmbito da esperança e do medo. Balanceados. Se há medo excessivo, vem a tirania. Se há esperança excessiva, não há vida democrática, há uma demissão da política. “A política é este pêndulo. E o que nós estamos assistindo? À perda da esperança. As pessoas estão com medo. Medo de perder emprego, medo da inflação e por aí vai.”

CONSERVADORISMO

Luiz Felipe Pondé é escritor, filósofo pela USP e pós-doutor pela Universidade de Tel Aviv. Ele vê de fato um risco de niilismo nos dias atuais. E, com outras palavras, corrobora a ideia da perda da esperança, embora, fiel às escolas de pensamento que segue, não entenda isso como um mal. “O pensamento conservador pode ser um bom parceiro nesse niilismo porque a raiz do pensamento conservador é o ceticismo. E todo cético sabe que o hábito e o costume muitas vezes nos servem melhor do que os delírios da razão, principalmente em política.” O conceito de conservadorismo é amplo e complexo, mas, em política, com o perdão da superficialidade, pode ser considerado conservador todo aquele que quer preservar o status-quo, a “manutenção da ordem” em detrimento da inovação, das mudanças.

Na prática, uma gestão conservadora, ainda que eleita pelo povo, poderia comprometer avanços científicos e sociais, acabar com políticas de igualdade de gênero, atingir a liberdade de imprensa (se bem que neste item também há ‘progressistas’ interessados em fazê-lo), insurgir-se contra o laicismo do Estado, comprometer ações afirmativas e até as liberdades individuais.

Professor da UnB, o cientista político David Fleischer é uma daqueles estudiosos que fazem análises profundas e, ao mesmo tempo, compreensíveis ao cidadão comum. Norte-americano naturalizado brasileiro, é sempre procurado por quem quer entender o Brasil, sejam nativos ou estrangeiros. Como Romano e Pondé, ele concorda com o crescimento do sentimento niilista e dá nome aos bois. “A descrença está aumentando a cada mês com a frustração dos brasileiros frente aos desmandos, truques e erros do governo Dilma Rousseff. E há ainda cada vez mais gente acusada na Lava Jato, inclusive Dilma e o próprio Lula e cia.” Sobre a possibilidade de haver um retrocesso histórico e mergulharmos numa ditadura, Fleischer é ponderado. Diz que não acredita nisso porque entende que os militares não querem assumir o comando do País outra vez. Os 21 anos de ditadura desgastaram a imagem das Forças Armadas, entende. Isso é fato. Os próprios militares admitem. O professor, porém, acredita que, sim, o atual descrédito político abre espaço para o pensamento mais conservador. “Abre espaço como contraponto aos desmandos e corrupção do PT e seus ‘sócios’”, dispara.

A antipatia por políticos parece universal. Aliás, quanto mais desenvolvido o povo, menos reverência há à figura do político. Em seu livro Economia: Modo de Usar (Portfolio-Peguin, cerca de R$ 30), o professor de Cambridge e colunista do The Gardian, o sul-coreano Ha-Joon Chang escreve: “A crescente desconfiança por políticos em parte é obra dos próprios políticos. Em todo mundo, eles fizeram o melhor que puderam para cair em descrédito. No entanto, esse descrédito também foi crucialmente promovido pelos economistas de livre mercado (…). Ou seja, a visão liberal extrema de que o Estado, por ineficiente, é dispensável, também alimenta o monstro.”

ANTIPATIA

As ameaças decorrentes da negação à política estiveram bem presentes em 2001 na vizinha Argentina. ¡Que se vayan todos!, algo como “Fora com todos eles!” era o lema dirigido aos políticos em 2001, quando a recessão, o desemprego e, consequentemente, a descrença com o futuro bateram todos os recordes. O país vinha sofrendo desde 1998. O argentino médio, em meio a piquetes e panelaços, não queria ouvir falar em político e, como muitos de nós hoje, os colocavam no mesmo saco. A desorganização institucional foi tanta que o país teve cinco presidentes em 12 dias.

No Brasil, também tivemos nosso Waldo, mais inocente, é verdade. Em 1959, o rinoceronte Cacareco, do zoológico de São Paulo, teve 100 mil votos e poderia vencer para vereador. Em 1988, foi a vez do chimpanzé Tião ser candidato a prefeito do Rio de Janeiro. Um ano depois, na novela global Que Rei Sou Eu? apareceu o Bode Zé, candidato de protesto a primeiro-ministro do Reino de Avilan. Neste mesmo ano, 1989, o Brasil viveu sua primeira eleição direta para presidente depois do regime militar. Nas antigas cédulas de papel, milhares votaram no Bode Zé. Venceu Fernando Collor de Mello, que não conseguiu controlar a inflação, confiscou a poupança dos brasileiros e renunciou um ano e meio depois da posse em meio a uma série de denúncias de corrupção. Verdade seja dita: Collor foi inocentado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) anos depois, mas, hoje, é um dos investigados pela Lava Jato. Parece que, mesmo com os protestos debochados, em matéria de corrupção, a situação brasileira só fez piorar, embora historicamente o mal sempre tenha existido, só que acobertado. Independentemente do que nos aguarda, não vamos nos esquivar: temos, também, uma grande parcela de culpa por essa grande interrogação que virou o Brasil.

Sertânia abre o São João de Todos com arraial nas comunidades

Por Juliana Lima  A cidade de Sertânia abriu neste final de semana a programação do São João de Todos, que esse ano faz homenagem a Cassimiro. Os festejos começaram neste sábado (11), com a abertura do Arraiá das Comunidades, no Corredor de João Pires. A programação é extensa, com arraial no Ferro Velho, Alto do Rio Branco, Cruzeiro do […]

Por Juliana Lima 

A cidade de Sertânia abriu neste final de semana a programação do São João de Todos, que esse ano faz homenagem a Cassimiro. Os festejos começaram neste sábado (11), com a abertura do Arraiá das Comunidades, no Corredor de João Pires.

A programação é extensa, com arraial no Ferro Velho, Alto do Rio Branco, Cruzeiro do Nordeste, Albuquerque Né, Henrique Dias, Rio da Barra, Ferro Novo, Alto do Céu e Mário Melo Nova. Haverá ainda Caminhada do Forró e Arrastão Junino e o Palhoção Bigode Sanfoneiro, na Praça de Eventos Olavo Siqueira.

A programação no Palhoção Bigode Sanfoneiro, na praça de Eventos Olavo Siqueira, tem a realização da Secretaria de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo (SEJECT), com o apoio do Governo de Pernambuco através da FUNDARPE.

11/06 

Arraial do Corredor (Corredor de João Pires)

17/06 

Arraial União (Ferro Velho)

18/06

Arraial Chapéu de Palha (Alto do Rio Branco)

21,22 e 23/06 

Palhoção Bigode Sanfoneiro (Praça de Eventos Olavo Siqueira)

23/06

Arraial Luar do Sertão (Cruzeiro do Nordeste)

Arraial Bonecas do Sertão (Albuquerque Né)

Festa de São João (Henrique Dias)

24/06 

Caminhada do Forró e Arrastão Junino

(Da Avenida Presidente Vargas até o Palhoção Bigode Sanfoneiro)

25/06 

Arraial Levanta Poeira (Rio da Barra)

26/06 

Arraial do Ferro Novo

28/06 

Arraial da Nova Sertânia

01/07

Arraial do Alto do Céu

02/07

Arraial da Mário Melo Nova

Arraial Tamborete de Forró e Os Cabras de Lampião (Albuquerque Né)