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Cantor Edson Lima se envolve em acidente em Serra Talhada

Por André Luis

Por volta das 5h desta quinta-feira (20), o cantor Edson Lima, conhecido pela banda de forró eletrônico Limão com Mel, sofreu um acidente automobilístico na BR-232, nas proximidades do Rancho Magalhães, localizado na cidade de Serra Talhada.

Segundo informações, o cantor estaria retornando para sua casa, após viagem para o Ceará, quando colidiu com um cavalo na rodovia. Os ferimentos foram leves e não foi preciso socorro. O artista, que atualmente é diretor e produtor da banda Gatinha Manhosa, passa bem.

O cantor confirmou o episódio em sua conta do Instagram.

Outras Notícias

Armando critica estradas do Pajeú em giro pela região

O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) falou de “consequências da situação de abandono das principais estradas de Pernambuco”. segundo ele em nota, uma queixa que tem ouvido com frequência da população, por todos os lugares por onde passa. “O mais grave é que as estradas esburacadas tornaram a população um alvo fácil dos bandidos. […]

O candidato a governador Armando Monteiro (PTB) falou de “consequências da situação de abandono das principais estradas de Pernambuco”. segundo ele em nota, uma queixa que tem ouvido com frequência da população, por todos os lugares por onde passa.

“O mais grave é que as estradas esburacadas tornaram a população um alvo fácil dos bandidos. As pessoas andam apavoradas, com medo de acidentes, de cair nos buracos, mas também dos assaltos”, afirmou Armando, ao conversar com motoristas na PE-275, que cruza os sertões do Pajeú e do Moxotó, entre Sertânia e a fronteira com a Paraíba.

Armando prometeu em São José do Egito um plano emergencial para os primeiros 100 dias de governo, com o objetivo de recuperar as via mais importantes do Estado. “Não vamos mais permitir que o Estado abandone suas estradas como vem acontecendo há quase quatro anos. O atual governo está acabando e vamos tocar obras emergenciais para resolver esse problema”, disse.

Os candidatos a senador na chapa de Armando Monteiro, Mendonça Filho e Bruno Araújo, reforçaram as críticas. “Já prometeram fazer a obra e nada”, lamentou Mendonça. “Pernambuco não cresce por falta de infraestrutura e investimento”, diz Bruno.

Os três estiveram neste sábado em caminhadas pelas feiras e ruas comerciais de Afogados da Ingazeira e São José do Egito, onde foram recebidos pelo ex-deputado José Marcos Lima, antes de seguir para a procissão da padroeira de Serra Talhada, cujo prefeito, Luciano Duque, do PT, apoia Armando.

Lula diz a Mano Brown: “Temos que fazer a democracia vingar com a garantia de benefícios para o povo”

Em entrevista ao podcast Mano a Mano, presidente destaca a defesa da democracia e a reconstrução do país, e detalha como políticas e programas sociais impactam positivamente a vida das pessoas “Minha obsessão agora, além de tentar fazer com que o pobre deixe de ser pobre e passe a ser um cidadão de classe média, […]

Em entrevista ao podcast Mano a Mano, presidente destaca a defesa da democracia e a reconstrução do país, e detalha como políticas e programas sociais impactam positivamente a vida das pessoas

“Minha obsessão agora, além de tentar fazer com que o pobre deixe de ser pobre e passe a ser um cidadão de classe média, é que ele tenha direito àquilo que é o mínimo necessário para sobreviver, do ponto de vista de alimentação, vestimenta, vestuário, escolaridade. O que nós temos que fazer enquanto governo? Nós precisamos saber que temos que conversar com a sociedade brasileira, levando sempre em conta que queremos governar para as pessoas mais necessitadas. Eu duvido que algum governo dito de esquerda tenha feito mais política de inclusão social do que nós fizemos neste país”.

Este pensamento, dito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio da Alvorada, em entrevista ao rapper e compositor Mano Brown e à jornalista Semayat Oliveira, sintetiza o teor do podcast Mano a Mano, divulgado nesta quinta-feira, 19 de junho, na plataforma Spotify. 

Ao longo de 2h20 de entrevista (concedida no último dia 15), Lula debateu amplamente diversos assuntos, entre eles a importância da defesa da democracia, o trabalho de reconstrução do país realizado desde o início de seu terceiro mandato, em janeiro de 2023, e sobre como as políticas e programas sociais impactam positivamente a vida das pessoas.

“O povo só vai compreender a democracia se ela garantir os direitos elementares ao povo. Ao povo trabalhador, ao povo mais pobre, ao povo mais necessitado, ao povo da periferia, ao povo do campo. Nesse mundo confuso a gente precisa ter muito cuidado para a gente não dar trombada e ter um retrocesso. Agora, nosso lema é o seguinte: fazer com que a democracia vingue neste país, trazendo benefício para o povo”, ressaltou o presidente.

Acompanhe os pontos principais da entrevista:

RECONSTRUÇÃO – O presidente lembrou que, entre os vários desafios que enfrentou no início de seu terceiro mandato, um dos principais foi o de reconstruir diversas plataformas sociais que haviam sido desestruturadas pelo governo anterior. “Quando chegamos aqui, nós pegamos um país semidestruído”, resumiu. “A gente não tinha mais Ministério do Trabalho, mais Ministério da Igualdade Racial, não tinha Ministério dos Direitos Humanos, não tinha Ministério da Cultura. Tinha sido uma destruição proposital”, contou.

“O presidente não gostava de nenhum ministério que pudesse ser uma alavanca de organização da sociedade. Então, para que cultura? Se cultura politiza a sociedade, se cultura manifesta o conhecimento político de uma sociedade, por que cultura? Nós temos que reconstruir tudo isso. E não é fácil o processo de reconstrução”, lembrou Lula.

ECONOMIA – Lula recordou que economicamente o cenário não era diferente. “Do ponto de vista econômico, esse país também estava destruído. A inflação estava saindo do controle, o salário mínimo não se aumentava, a bolsa escolar não se aumentava, a bolsa de estudo não se aumentava. Ou seja: era uma coisa que atrofia nas políticas sociais deste país. E nós, então, resolvemos adotar o lema ‘União e Reconstrução’ para colocar esse país de pé. E colocamos esse país de pé. Sabe quanto tempo fazia que esse país não crescia acima de 3%? A última vez foi em 2011. Quando eu deixei a Presidência, estava crescendo a 7,5%. Depois, caiu para 3%. Só voltou a crescer acima de 3% agora que eu voltei. Crescemos 3,2% em 2023, crescemos 3,4% em 2024, e vamos continuar crescendo.”

EMPREGO – O presidente ressaltou os avanços históricos obtidos na geração de emprego, o que reforça o momento de crescimento econômico. 

(No final de maio, os dados da PNAD Contínua Mensal, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), demonstraram que a taxa de desemprego no trimestre de fevereiro a abril de 2025 fechou em 6,6%, a menor de toda a série histórica para o período, medida desde 2012. Em abril deste ano, o Brasil gerou 257.528 vagas com carteira assinada. O resultado representa o melhor desempenho para o mês desde o início da série histórica do Novo Caged, iniciada em 2020. Com o resultado, o país superou pela primeira vez na história o marco de 48 milhões de vínculos com carteira assinada no país.) 

“É esse país que eu quero. O que as pessoas pensam é o seguinte: cabe a mim devolver ao povo aquilo que é a confiança que o povo depositou em mim. E eu tenho que devolver aquilo com a mensagem política correta e com os benefícios e as aspirações que o povo quer. É preciso o povo ter dinheiro para poder comprar as coisas, senão as coisas não funcionam.”

SEGURANÇA PÚBLICA – Questionado sobre a questão da segurança pública, Lula lembrou que é preciso que as pessoas entendam que embora a sociedade imagine que a sensação da insegurança está relacionada diretamente às ações do Governo Federal, o Poder Executivo está restrito a campos de atuação rigorosos que o impede de atuar nos estados e município diretamente. Para promover uma maior integração, ele explicou que o Planalto propôs uma PEC, que precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

“O Governo Federal tem menos incidência na segurança pública. Porque a Constituição de 1988 deu o comando da segurança pública para os estados. Quem cuida da polícia estadual é o governo (estadual), quem cuida da Polícia Militar, quem cuida da Polícia Civil é o governo (estadual). O que o Governo Federal cuida? Ele cuida das Forças Armadas, cuida da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal”, explicou Lula.

“O que nós estamos fazendo para que o Governo Federal tenha uma incidência forte na segurança pública, sem interferir na autonomia dos estados? Nós fizemos uma PEC, mandamos uma emenda constitucional definindo o papel do Governo Federal na questão da segurança pública. Nós queremos participar mais ativamente com a Polícia Federal, nós queremos participar mais ativamente com a Polícia Rodoviária Federal, nós queremos participar mais ativamente com a Força Nacional de Segurança Nacional para que a gente possa interceder no combate à violência, mas que a gente possa interceder para evitar, antecipar a existência da violência”, prosseguiu Lula. 

“Nós temos que fiscalizar as nossas fronteiras com muito mais força, por isso estamos mandando um comando da Polícia Federal em Manaus, para que a gente possa cuidar da nossa fronteira, para que a gente possa cuidar da luta contra o garimpo, da luta contra o desmatamento. Mas é preciso aprovar essa PEC. Nós queremos ajudar. É da nossa responsabilidade fazer com que o Governo Federal participe da segurança pública junto com os governadores. Eu espero que esse ano a PEC seja aprovada, para que a gente possa definir o papel do governo no enfrentamento à violência no território brasileiro”.

PÉ-DE-MEIA E ESCOLA EM TEMPO INTEGRAL – Ao falar sobre a juventude brasileira, Lula destacou a importância de um dos principais programas desta gestão, o Pé-de-Meia, criado para frear a evasão escolar no ensino médio. O programa funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino. O presidente, inclusive, fez uma ligação entre a importância dos estudos e a redução da violência no país, ressaltando que o Governo Federal também trabalha em outra frente: a escola em tempo integral.

“Eu quero que a molecada saiba o que é o programa Pé-de-Meia. Eu quero que a meninada saiba o que é a escola de tempo integral. O Pé-de-Meia é um programa educacional que livra a meninada de 14, 15, 16 anos da violência. Ela vai ficar na escola, não vai ficar na rua. A escola de tempo integral é um jeito fantástico de você tirar a meninada da rua e dar tranquilidade aos pais, que vão poder trabalhar sabendo que a molecada está dentro de uma escola, aprendendo humanas, exatas, aprendendo cultura, aprendendo o que quiser. Ao mesmo tempo, nós temos um programa de alfabetização da sociedade brasileira até o segundo ano de escolaridade. Porque o Brasil tem praticamente 68 milhões de pessoas que não conseguiram terminar o ensino fundamental ou que só têm o fundamental.”

DIÁLOGO COM A JUVENTUDE – Ainda se referindo à juventude, Lula fez uma análise sobre o momento do mundo atual e destacou que seu governo está se adequando a esta nova realidade e que trabalha numa forma mais eficiente de comunicação com os mais jovens. “Como falar com a juventude? A juventude precisa ter sempre uma linguagem renovada a cada momento histórico. E nós temos a questão das redes digitais, que mudou o comportamento do ser humano. Mudou radicalmente. Alguns chamam de rede social, eu chamo de rede digital, porque de social tem pouca coisa e de ódio tem muita coisa”, pontuou o presidente.

 “Hoje, cada um é dono de si. Cada um é o seu repórter, cada um é a sua notícia. Ninguém quer mais saber da notícia do outro, ele quer dar a sua notícia. E as pessoas estão vivendo um momento muito grande que eu chamo de dependência digital. As pessoas não conseguem mais largar o celular. As pessoas ficam vendo coisas interessantes e muitas coisas que não são interessantes. Então, as pessoas mudam de comportamento. As pessoas estão se individualizando. Então, é um linguajar novo. Nós estamos trabalhando nisso”, explicou Lula.

Em Salgueiro, prioridades de apoiadores de Raquel Lyra serão cargos e não obras

Enquanto a população clama por obras necessárias, a prioridade dada pelos políticos que apoiaram a candidatura de Raquel Lyra, os empregos para seus apoiadores estão em primeiro plano. Salgueiro necessita de investimentos em infraestrutura, como as promessas feitas pelo PSB e que não foram cumpridas: construção do IML, a melhoria das estradas e a restauração […]

Enquanto a população clama por obras necessárias, a prioridade dada pelos políticos que apoiaram a candidatura de Raquel Lyra, os empregos para seus apoiadores estão em primeiro plano.

Salgueiro necessita de investimentos em infraestrutura, como as promessas feitas pelo PSB e que não foram cumpridas: construção do IML, a melhoria das estradas e a restauração da pista do aeroporto. 

Infelizmente, essas obras parecem cada vez mais distantes, pois os políticos locais estão direcionando seus esforços para garantir pedidos de cargos em vez de atender às necessidades da cidade.

Um exemplo disso é o suplente de deputado Fabinho, que teve duas oportunidades de encontros com a governadora Raquel Lyra. Nestas ocasiões, ele poderia ter solicitado obras essenciais para Salgueiro. No entanto, preferiu focar em seu interesse pessoal ao pedir o cargo de diretor do DER para Hercilio, visando um apoio político. Recentemente, desperdiçou mais um encontro ao pedir o cargo de diretora para Aparecida na GRE.

Outro exemplo, é o outro lado da situação com o vice-prefeito, Dr Edilton Carvalho, que também preferiu focar seu interesses políticos ao apoio da governadora adquirindo o hospital regional Inácio de Sá, indicando seu primo Allain Carvalho para direção do hospital.

Essa postura levanta questionamentos sobre as reais intenções e compromissos desses representantes com a cidade e seus cidadãos. Enquanto obras importantes são deixadas de lado, a prioridade parece ser a busca por cargos e favores pessoais. As informações são do blog do Francisco Brito.

Adelmo Moura diz que momento da gestão determinou triunfo dos seus candidatos em Itapetim

Itapetim está entre os municípios que foram surpreendidos com valores expressivos em conta a título do Fundo Especial de Petróleo (FEP). Eram esperados R$ 20 mil e graças a uma distribuição equivocada em conta a título do Fundo Especial de Petróleo (FEP), Itapetim recebeu R$ 107 mil. A revelação foi feita pelo Prefeito Adelmo Moura […]

Itapetim está entre os municípios que foram surpreendidos com valores expressivos em conta a título do Fundo Especial de Petróleo (FEP). Eram esperados R$ 20 mil e graças a uma distribuição equivocada em conta a título do Fundo Especial de Petróleo (FEP), Itapetim recebeu R$ 107 mil. A revelação foi feita pelo Prefeito Adelmo Moura (PSB) durante entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Adelmo disse que até chegou a iniciar o pagamento de fornecedores de combustível com o recurso, mas logo foi avisado pela CNM e de imediato repôs os valores. O gestor Itapetinense ainda comemorou os números do primeiro turno das eleições onde os seus candidatos a partir do Governador Paulo Câmara receberam excelentes votações.

“Proporcionalmente falando Itapetim deu a maior votação do Pajeú ao Governador Paulo Câmara com 66%, mesmo tendo dois grupos se enfrentando. Quixaba somou 85% com todos os grupos adversários votando juntos. Os deputados Gonzaga Patriota, com 3.818 e Aglailson Júnior com 3.253 votos foram majoritários sobre os adversários Zeca Cavalcante e João Paulo Costa.

“A nossa vitória teve a marca das ações da administração municipal com obras hídricas, ações na Agricultura, na Saúde, Cultura, Assistência Social, na Educação com todas as crianças na escola”, falou o prefeito.

Declarando que cada eleição tem a sua história, Adelmo não se colocou como favorito para uma possível reeleição em 2020. Sobre o segundo turno do próximo domingo o Prefeito de Itapetim reconheceu as dificuldades, mas afirmou que a possibilidade de virada de Haddad sobre Bolsonaro ainda pode ocorrer pelo universo de 30 milhões de indecisos ainda existentes no país.

Adelmo Moura recebe apoio de Romerinho Dantas

O ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura, conquistou mais um apoio político. O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, Romerinho Dantas, oficializou seu apoio durante participação no Congresso Nacional do PSB, em Brasília, evento que consagrou João Campos como presidente nacional do partido. Em publicação nas redes […]

O ex-prefeito de Itapetim e pré-candidato a deputado estadual, Adelmo Moura, conquistou mais um apoio político. O presidente da Câmara de Vereadores de São José do Egito, Romerinho Dantas, oficializou seu apoio durante participação no Congresso Nacional do PSB, em Brasília, evento que consagrou João Campos como presidente nacional do partido.

Em publicação nas redes sociais, Romerinho destacou: “Muito feliz ao lado do meu deputado federal Pedro Campos e do nosso futuro deputado estadual Adelmo Moura. Seguimos juntos, com garra e esperança, na luta por um São José do Egito cada vez melhor!”.

O vereador também comentou a expectativa para o evento: “Daqui a pouco começa o Congresso Nacional do PSB, que tem tudo para ser histórico — rumo à eleição de João Campos como nosso presidente nacional.”

Adelmo Moura segue fortalecendo sua pré-candidatura, ampliando alianças estratégicas no Sertão do Pajeú e no cenário estadual.