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Candidatura de Neryanny é homologada em Arcoverde

Por Nill Júnior

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Com chuva, o grupo comandado pelo deputado federal Zeca Cavalcanti (PTB), de Arcoverde, realizou a convenção que homologou na noite deste domingo o nome da sua esposa e ex-secretária de Ação Social, Nerianny Cavalcanti, popularmente chamada de Nerianny de Zeca. Segundo nota da Assessoria, mais de 8 mil pessoas compareceram ao pátio do Colégio Cardeal para assistir ao lançamento da chapa Nerianny e Erb do Pague Menos.

Presentes ao evento o deputado estadual Júlio Cavalcanti (PTB), o deputado federal Silvio Costa (PTdoB), o senador Armando Monteiro, lideranças regionais, além dos 40 candidatos a vereadores dos partidos PTB, PT, PRB, PSC, PTN, PTdoB, PSL e PMN que formaram duas coligações. Para Erb Lins, o respeito às pessoas, a melhoria da saúde e a geração de empregos serão questões centrais do governo trabalhista na terra do Cardeal.

Silvio Costa criticou o PSB.  “O partido do qual essa prefeita daqui faz parte está sendo investigado pelo recebimento de mais de R$ 600 milhões em propinas e finalizou dizendo que ao invés de cuidar das pessoas, o filho da prefeita prefere cuidar de cavalos”.

Em sua palavras, o deputado Júlio Cavalcanti pregou a retomada do trabalho e do crescimento de Arcoverde. Criticou a administração da atual prefeita a quem classificou de “desgoverno”. O senador Armando Monteiro destacou a força e liderança do ex-prefeito e deputado Zeca e disse que “a experiência dele aliado a determinação e a competência de Nerianny vai alavancar o desenvolvimento de Arcoverde”.

Já o deputado federal Zeca Cavalcanti ressaltou as grandes conquistas de seu governo, fez um balanço das ações da ex-secretária e agora candidata a prefeita Nerianny.

Encerrando a convenção, a petebista Nerianny Cavalcanti relembrou suas ações durante o governo Zeca. Colocou a saúde como a prioridade do seu governo e disse que vai trabalhar 24 horas para que a população tenha uma saúde melhor e mais humana.

Outras Notícias

Operador do PSDB, Paulo Vieira de Souza é condenado a 145 anos de prisão

G1 O ex-diretor da Dersa (estatal paulista de rodovias) Paulo Vieira de Souza foi condenado nesta quarta-feira (6) a 145 anos e oito meses de prisão por peculato (desvio de dinheiro público), associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema público nas obras do Rodoanel Sul, em São Paulo. É a segunda vez que […]

G1

O ex-diretor da Dersa (estatal paulista de rodovias) Paulo Vieira de Souza foi condenado nesta quarta-feira (6) a 145 anos e oito meses de prisão por peculato (desvio de dinheiro público), associação criminosa e inserção de dados falsos em sistema público nas obras do Rodoanel Sul, em São Paulo. É a segunda vez que ele é condenado na Lava Jato em menos de uma semana.

Apontado como operador do PSDB, Paulo Vieira completa 70 anos nesta quinta (7) e, se não tivesse sido condenado, o tempo para os crimes prescreverem reduziria pela metade. O prazo das prescrições é estabelecido pelo artigo 109 do Código Penal.

A sentença foi dada pela juíza da 5ª Vara Criminal Federal Maria Isabel do Prado, que ainda condenou Tatiana Arana, uma das filhas de Paulo Vieira, a 24 anos e três meses de prisão. Um ex-funcionário da Dersa também foi condenado a 145 anos de prisão. Eles podem recorrer da decisão ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF).

Paulo Vieira de Souza foi diretor da Dersa, empresa estatal paulista de construção e manutenção de rodovias, de 2005 a 2010, durante os governos de Geraldo Alckmin e José Serra, do PSDB.

Ele está preso preventivamente desde 19 de fevereiro pela 60ª fase da Operação Lava Jato na sede da Polícia Federal em São Paulo aguardando transferência para Curitiba. A defesa de Paulo Vieira de Souza informou que só vai se posicionar depois de ter acesso à sentença. Ao G1, em agosto de 2018, Paulo Vieira de Souza negou as fraudes.

Sobe para 44 o número de mortos pelas chuvas em Pernambuco

A informação é do ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, em coletiva esta manhã no Recife. A Defesa Civil estadual ainda não confirmou os números.  Subiu para 44 o número de mortes oficialmente registradas em meio às fortes chuvas que atingem Pernambuco, informou o Ministério do Desenvolvimento Regional em coletiva de imprensa, neste domingo (29), conforme […]

A informação é do ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, em coletiva esta manhã no Recife. A Defesa Civil estadual ainda não confirmou os números. 

Subiu para 44 o número de mortes oficialmente registradas em meio às fortes chuvas que atingem Pernambuco, informou o Ministério do Desenvolvimento Regional em coletiva de imprensa, neste domingo (29), conforme o portal G1.

Dessas, ao menos 30 ocorreram somente no sábado. Os dados incluem os óbitos ocorridos desde a quarta-feira (25).

“A informação atualizada que eu tenho é de que a gente registrou 44 óbitos, 56 desaparecidos, 25 feridos, 3.957 desabrigados e 533 desalojados”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira.

A declaração foi dada durante uma entrevista coletiva concedida também pelos ministros Carlos Brito (Turismo), Ronaldo Bento (Cidadania) e Marcelo Queiroga (Saúde), no Recife.

Antes da coletiva, os ministros fizeram um sobrevoo pelas áreas mais atingida, como Jardim Monte Verde, no bairro do Ibura, na Zona Sul da capital pernambucana. Área limítrofe entre o Recife e Jaboatão dos Guararapes, foi a localidade mais afetada. Ao menos 20 mortes aconteceram no local.

“Embora tenha parado de chover agora a gente tá com chuvas fortes previstos para os próximos dias. Então a primeira coisa é manter as medidas de autoproteção”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Regional.

“Eu telefonei para o governador do estado aqui de Pernambuco e para o prefeito de Recife. Porque, mesmo o governo do estado e município tendo as defesas civis muito bem estruturadas, são dessas reconhecida nacionalmente, uma chuva dessa magnitude causa estrago em qualquer município do Brasil”, declarou Ferreira.

Deputado apela para que ministro recue sobre privatização da Chesf

Em apelo ao ministro Fernando Filho (Minas e Energia), o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, Danilo Cabral (PSB), pediu que o governo, assim como aconteceu com a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), reveja a privatização da Eletrobrás, especialmente da Companhia Hidrelétrica do São Francisco. “Que o recuo no […]

Em apelo ao ministro Fernando Filho (Minas e Energia), o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Chesf, Danilo Cabral (PSB), pediu que o governo, assim como aconteceu com a extinção da Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), reveja a privatização da Eletrobrás, especialmente da Companhia Hidrelétrica do São Francisco.

“Que o recuo no caso da Renca, fruto da ausência de diálogo, sirva de exemplo no debate da Chesf. Se não dialogar, a força do povo vai fazer você recuar novamente. Não manche sua biografia colocando sua digital na venda do São Francisco”, declarou Danilo Cabral durante audiência pública realizada nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados, com a presença do ministro.

Para o parlamentar, a revogação do decreto da Renca, publicada no Diário Oficial da União hoje, é a síntese do que pode ocorrer com a proposta de venda do sistema energético do País. “É consenso entre os parlamentares que esse debate precisa ser aprofundado, que o governo precisa dialogar com a sociedade. Não se vende um patrimônio nacional dessa forma, sem a participação dos brasileiros”, criticou.

Danilo Cabral ressaltou que o debate sobre a privatização da Eletrobrás é suprapartidário, inclusive com a posição contrária à proposta de integrantes da base governista. Ele lembrou que a Frente Parlamentar em Defesa da Chesf conta com a participação de mais de 200 deputados, todos buscando atender os interesses do Brasil e lutando pela soberania do País. E destacou que a mobilização popular contra a venda da Companhia está crescendo, com eventos e ações em todos os estados, inclusive com apoio dos nove governadores do Nordeste que já se posicionaram contra o governo.

Saque em dinheiro do auxílio emergencial começa dia 27

Caixa adiou para quinta início do pagamento a inscritos no CadÚnico. Benefício de R$ 600 pagos a trabalhadores de baixa renda afetados pela pandemia de coronavírus, o auxílio emergencial começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27. A Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, anunciou o novo calendário na noite dessa segunda-feira (13). […]

Caixa adiou para quinta início do pagamento a inscritos no CadÚnico.

Benefício de R$ 600 pagos a trabalhadores de baixa renda afetados pela pandemia de coronavírus, o auxílio emergencial começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27. A Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, anunciou o novo calendário na noite dessa segunda-feira (13).

Os saques ocorrerão conforme o mês de nascimento do beneficiário. As retiradas ocorrerão no dia 27 para os nascidos em janeiro e fevereiro, no dia 28 para os nascidos em março e abril, 29 para os nascidos em maio e junho, 30 para os nascidos em julho e agosto. Em maio, será a vez de os nascidos em setembro e outubro sacarem o benefício no dia 4; e os nascidos em novembro e dezembro, no dia 5.

O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão em casas lotéricas, caso elas estejam abertas, e em caixas eletrônicos. A Caixa ressalta que não é necessário retirar o dinheiro porque o dinheiro depositado na poupança digital pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e contas domésticas e para transferências ilimitadas para contas da Caixa, permitindo até transferências mensais gratuitas para outros bancos nos próximos 90 dias.

Adiamento

A Caixa adiou o início do pagamento aos trabalhadores que usaram o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, ou o site auxilio.caixa.gov.br, para atualizarem as informações no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal. Esse grupo só começará a receber o auxílio emergencial na quinta-feira (16), na mesma data em que começa o pagamento dos beneficiários do Bolsa Família.

Na semana passada, a Caixa havia anunciado que o pagamento para quem não estava inscrito no CadÚnico, mas precisou atualizar os dados, começaria nesta segunda-feira para mães solteiras e nesta terça (14) para os demais trabalhadores. Esse contingente é composto principalmente por trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) e contribuintes individuais ou facultativos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Segundo o banco, o adiamento Ocorreu porque a Dataprev só enviará nesta terça-feira pela manhã o lote inicial de informações dos cerca de 34 milhões de brasileiros que se cadastraram ao longo dos últimos dias. A Caixa enviou os dados à Dataprev para verificar se os beneficiários cumpriam os critérios de elegibilidade para receberem os benefícios.

Cadastro Único

Segundo a Caixa, cerca de 2,5 milhões de pessoas receberam o auxílio emergencial na quinta-feira (9) e ontem (13), num total de R$ 1,5 bilhão. Esse grupo reúne trabalhadores informais e mães solteiras que estavam com as informações em dia no CadÚnico em 20 de março e que não fazem parte do Bolsa Família, mas nem todo mundo nessa categoria teve acesso ao dinheiro. O banco divulgou um novo calendário de pagamento da primeira parcela a esse grupo:

Terça-feira (14): crédito para 831.013 pessoas, das quais 273.178 com conta no Banco do Brasil e 557.835 trabalhadores nascidos em janeiro que serão pagos com poupança digital da Caixa a partir do meio-dia;

Quarta-feira (15): crédito pela poupança digital para 1.635.291 pessoas nascidas em fevereiro, março e abril;

Quinta-feira (16): crédito pela poupança digital para 2.282.321 pessoas nascidas em maio, junho, julho e agosto;

Sexta-feira (17): crédito pela 1.958.268 poupança digital para pessoas nascidas em setembro, outubro, novembro e dezembro

A segunda parcela será paga entre 27 e 30 de abril, dependendo do mês de nascimento do beneficiário.

*Agência Brasil

Serra Talhada chega a dez casos de Covid-19

Farol  de Notícias A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da secretária de Saúde, Márcia de Conrado, atualizou – nesta quinta-feira (30) – mais dois casos de coronavírus na cidade. Isso eleva a contagem de casos para 10 pessoas com diagnóstico confirmado da Covid-19 no município. Conforme Márcia Conrado, estes dois novos casos se referem, […]

Imagem de aglomeração na cidade, uma das que viralizaram hoje, preocupou muito diante do aumento nos casos

Farol  de Notícias

A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da secretária de Saúde, Márcia de Conrado, atualizou – nesta quinta-feira (30) – mais dois casos de coronavírus na cidade. Isso eleva a contagem de casos para 10 pessoas com diagnóstico confirmado da Covid-19 no município.

Conforme Márcia Conrado, estes dois novos casos se referem, na verdade, ao marido de uma enfermeira a qual foi detectada como o primeiro quadro da doença na cidade. Ou seja, apesar da suspeita do contágio dele ter sido fora do município, ele só agora foi considerado no balanço do governo como um contágio local.

Já sem sintomas e apresentando anticorpos contra o coronavírus, o paciente deve entrar como mais uma cura clínica na Capital do Xaxado. “Ele vai entrar na nossa estatística como um caso já recuperado, pois o teste dele já demonstra que está em recuperação, além do período de quarentena e ausência de sintomas”, disse a secretária durante live gravada no gabinete de crise.

A outra contaminação, Márcia Conrado detalhou que se refere a uma professora, que também deve entrar como cura clínica. “Esse segundo caso foi de uma professora que tinha feito um teste rápido numa rede privada e que não tinha entrado no sistema do Estado. E aí a gente bota na estatística que já são dois casos recuperados”.

Márcia disse ainda que o governo municipal trabalha agora com um novo sistema de notificações que vai ajudar nas identificações de casos. “Até ontem (29), o Estado só estava trabalhando com um sistema, o Fom-SUS e a partir de hoje já estamos trabalhando também com [o programa] e-SUS VE, que a gente pode notificar os testes rápidos realizados pelo município.”