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Nill Júnior Podcast: candidatos sonegam patrimônio nas declarações de bens

Por Nill Júnior

Em Serra Talhada, assim como em outras cidades da região e do estado, candidatos não declaram ou sonegam declarações de bens.

Mas, isso pode ter alguma implicação jurídica?

Com base em relatos de consultores jurídicos ao blog, ouça uma análise sobre o tema.

Ouça as impressões desse jornalista sobre o tema no Nill Júnior Podcast , analisando os fatos da política pernambucana, regional e do cotidiano. o episódio foi ao ar no Sertão Notícias,  da Cultura FM.

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Outras Notícias

Terceira estação do Eixo Norte da Transposição é acionada

O presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Integração Nacional, Pádua Andrade, acionaram nesta sexta-feira (3) a terceira e última estação de bombeamento do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, localizada em Salgueiro, no sertão. A partir do funcionamento de mais essa estrutura, as águas do ‘Velho Chico’ continuarão […]

O presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Integração Nacional, Pádua Andrade, acionaram nesta sexta-feira (3) a terceira e última estação de bombeamento do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, localizada em Salgueiro, no sertão.

A partir do funcionamento de mais essa estrutura, as águas do ‘Velho Chico’ continuarão o trajeto por gravidade por canais e reservatórios até o Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. A oferta hídrica chegará a mais de 7,1 milhões de habitantes em 223 cidades nesses estados.

A terceira estação (EBI-3) vai bombear o Rio São Francisco a 90 metros de altura – o equivalente a um edifício de 30 andares. Essa era a última etapa de maior complexidade do primeiro trecho (1N) do Eixo Norte.

Com o acionamento da EBI-3, a previsão é que a água já chegue ao túnel Milagres, em Penaforte, no Ceará, em setembro deste ano. De lá, seguirá para atender também a população da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

Para chegar à terceira elevatória (EBI-3), em Salgueiro, as águas do São Francisco percorreram 80 quilômetros da etapa 1N, desde a captação do rio em Cabrobó. Nesta fase de pré-operação são verificados o funcionamento e eficiência de equipamentos hidromecânicos e das estruturas que conduzem as águas.

Ao todo, o trecho 1N possui 140 quilômetros, onde estão distribuídas as três estações de bombeamento (EBI-1, 2 e3). Em fevereiro deste ano, o Governo Federal acionou EBI-2, situada em Terra Nova (PE), município que já conta com o ‘Velho Chico’ para o abastecimento de 9,2 mil moradores. Além disso, outros 3,2 mil agricultores de Cabrobó (PE) também são beneficiados.

Petrolina, Salgueiro e Sertânia na agenda de Raquel

As cidades de Petrolina, Salgueiro e Sertânia devem receber a visita da governadora Raquel Lyra no decorrer desta semana. A gestora cumprirá agenda oficial, se encontrando com os prefeitos, visitando e inaugurando obras, entregando notebooks a professores e fazendo o relançamento de um programa que beneficia agricultores. Raquel vai iniciar a agenda no Sertão quarta-feira, […]

As cidades de Petrolina, Salgueiro e Sertânia devem receber a visita da governadora Raquel Lyra no decorrer desta semana.

A gestora cumprirá agenda oficial, se encontrando com os prefeitos, visitando e inaugurando obras, entregando notebooks a professores e fazendo o relançamento de um programa que beneficia agricultores.

Raquel vai iniciar a agenda no Sertão quarta-feira, 29, em Petrolina, visitando a travessia urbana, uma obra estruturante que facilitará a mobilidade entre Petrolina e Juazeiro-BA. Como a intervenção tem recursos federais, é aguardada a presença do ministro dos Transportes, Renan Filho. A governadora pretende aproveitar o ensejo para discutir a Transnordestina e o metrô de Recife.

Permanecendo na cidade quinta-feira, 30, ela dará entrevistas pela manhã, terá uma reunião fechada e visitará uma subestação da Neoenergia. No turno da tarde, segue para Salgueiro, onde fará a entrega de notebooks a professores da Rede Estadual de Ensino e anunciará, na companhia do prefeito Fabinho Lisandro, a retomada e ampliação do Programa de Aquisição de Alimentos (PPA) Leite. Por fim, inaugura a restauração da PE-483, que dá acesso ao distrito de Umãs. Uma obra recebeu investimento de R$ 21 milhões.

Concluindo a agenda no Sertão, Raquel visitará Sertânia, onde entrega a PE-265, conhecida como Estrada Pernambuquinho, porque liga a cidade ao distrito de Pernambuquinho.

A restauração contemplou um trecho de 46,4 quilômetros, beneficiando mais de 32 mil pessoas da região.

UNIP Fecha parceria com Grupo Soferro

A universidade Paulista – UNIP, fechou mais uma grande parceria com o intuito de oferecer cada vez mais a chance para que pessoas possam realizar o sonho de ter uma formação superior. Em uma reunião entre o representante comercial da instituição, André Santos e o empresário Ivanildo Mascena [Soferro], ficou acertado um convênio onde colaboradores […]

A universidade Paulista – UNIP, fechou mais uma grande parceria com o intuito de oferecer cada vez mais a chance para que pessoas possam realizar o sonho de ter uma formação superior.

Em uma reunião entre o representante comercial da instituição, André Santos e o empresário Ivanildo Mascena [Soferro], ficou acertado um convênio onde colaboradores da empresa, que possui lojas em Afogados da Ingazeira, Tabira e São José do Egito, terão descontos especiais de 30% no valor das mensalidades de qualquer curso disponibilizado pelos polos de Afogados e de São José do Egito.

A UNIP oferece educação a distância nas mais diversas áreas, como Administração, Artes visuais, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas e muito mais. Todas elas com descontos de até 30% nas mensalidades.

Recentemente, a UNIP recebeu autorização do Ministério da Educação – MEC para ofertar mais quatro cursos, sendo eles: enfermagem, farmácia, nutrição, e biomedicina, que em breve estarão sendo disponibilizados no polo de Afogados da Ingazeira.

Para mais informações ligue: UNIP: (87) 383-1763 ou (87) 9.9998-1141 ou (81) 9. 9522-0243 -André Santos – Representante comercial. Site: unip.br/ead

Bolsonaro sanciona a revogação da Lei de Segurança Nacional

Artigo contra disseminação de fake news é vetado O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar.  Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em […]

Artigo contra disseminação de fake news é vetado

O presidente da República, Jair Bolsonaro, sancionou com vetos a Lei 14.197, de 2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170, de 1983), criada durante a ditadura militar. 

Além de revogar a LSN, o texto aprovado pelo Congresso estabelece uma série de tipos penais em defesa do Estado Democrático de Direito. 

Bolsonaro, porém, vetou vários artigos, entre eles o que previa até cinco anos de reclusão para quem cometesse o crime de “comunicação enganosa em massa”. A sanção foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (2).

Segundo Bolsonaro, a tipificação das fake news contraria o interesse público “por não deixar claro qual conduta seria objeto da criminalização”. De acordo com o presidente, “a redação genérica” do artigo não especificava se a punição seria para quem gera ou para quem compartilha a notícia falsa. 

“Enseja dúvida se o crime seria continuado ou permanente, ou mesmo se haveria um ‘tribunal da verdade’ para definir o que viria a ser entendido por inverídico a ponto de constituir um crime punível”, argumenta. 

Para Bolsonaro, que é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito das fake news,  o dispositivo poderia “afastar o eleitor do debate político”, “inibir o debate de ideias” e “limitar a concorrência de opiniões”.

O presidente da República também vetou um dispositivo que permitia aos partidos políticos com representação no Congresso Nacional promover ação privada subsidiária caso o Ministério Público não atuasse no prazo estabelecido em lei. 

A previsão valeria apenas para os chamados crimes contra as instituições democráticas no processo eleitoral (interrupção do processo eleitoral, comunicação enganosa em massa e violência política).

Para Bolsonaro, a medida “não se mostra razoável para o equilíbrio e a pacificação das forças políticas” e poderia “levar o debate da esfera política para a esfera jurídico-penal”. “Não é atribuição de partido político intervir na persecução penal ou na atuação criminal do Estado”, justificou.

O presidente barrou ainda o capítulo que tipificava como crime o atentado a direito de manifestação, com pena que poderia chegar a 12 anos de reclusão. Para Bolsonaro, haveria “dificuldade” para caracterizar “o que viria a ser manifestação pacífica”.

“Isso colocaria em risco a sociedade, uma vez que inviabilizaria uma atuação eficiente na contenção dos excessos em momentos de grave instabilidade, tendo em vista que manifestações inicialmente pacíficas poderiam resultar em ações violentas, que precisariam ser reprimidas pelo Estado”, disse.

Militares

Bolsonaro também vetou o inciso que aumentava a pena para militares envolvidos em crimes contra o Estado Democrático de Direito. Pelo projeto, eles estariam sujeitos a perda do posto, da patente ou da graduação. Para o presidente, o dispositivo “viola o princípio da proporcionalidade”. 

“Coloca o militar em situação mais gravosa que a de outros agentes estatais, além de representar uma tentativa de impedir as manifestações de pensamento emanadas de grupos mais conservadores”, escreveu.

O Palácio do Planalto vetou outras duas hipóteses de aumento de pena nos crimes contra o Estado Democrático de Direito: se cometido com emprego de arma de fogo ou por servidor público. “Não se pode admitir o agravamento pela simples condição de agente público em sentido amplo”, justificou.

O que diz a lei

Algumas regras da extinta Lei de Segurança Nacional foram incorporadas ao Código Penal (Decreto Lei nº 2.848, de 1940) em um título que trata dos crimes contra o Estado Democrático de Direito. Os capítulos punem violações à soberania nacional, às instituições democráticas, ao processo eleitoral, aos serviços essenciais e à cidadania.

A nova lei tipifica o crime de tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, “impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes constitucionais”. Nesse caso, a pena é de prisão de 4 a 8 anos, além da pena correspondente à violência empregada. 

Já o crime de golpe de estado propriamente dito — “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído” — gera prisão de 4 a 12 anos, além da pena correspondente à violência.

Negociar com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar atos típicos de guerra ou invasão pode gerar prisão de 3 a 8 anos — e pena aumentada da metade até o dobro se for declarada guerra em consequência dessa ação. 

Praticar violência ou grave ameaça com a finalidade de desmembrar parte do território nacional para constituir país independente tem pena prevista de 2 a 6 anos, além da pena correspondente à violência.

O texto prevê ainda crimes contra o processo eleitoral (interrupção do processo, violência política e ação penal privada subsidiária) e de sabotagem contra o funcionamento de “serviços essenciais” — os meios de comunicação ao público, estabelecimentos, instalações ou serviços destinados à defesa nacional.

A nova lei também revoga um artigo da Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei 3.688, de 1941) que trata dos crimes referentes à paz pública. O dispositivo revogado previa prisão por seis meses para quem participasse em segredo de associação periódica de mais de cinco pessoas.

A nova lei é resultado do projeto de lei (PL) 2.108/2021, que tramitou por 30 anos no Congresso Nacional. O texto foi aprovado por deputados em maio e pelos senadores em agosto deste ano. 

O relator foi o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Durante a discussão da matéria, Carvalho sublinhou que a Lei de Segurança Nacional foi usada pelo governo para punir opositores do presidente Jair Bolsonaro. O número de inquéritos instaurados com base na lei aumentou a partir de 2019 e chegou a 51 em 2020. As informações são da Agência Senado.

Rubinho diz que retira nome por consenso, mas se Igor fizer o mesmo

O vereador Rubinho do São João (PEN) mandou há pouco nota ao blog se posicionando sobre a manifestação do vereador Raimundo Lima (PSB) que retirou seu nome de qualquer debate e pediu a ele e Igor Mariano (PSD) gesto de unidade, buscando consenso. “Quero me posicionar mediante a nota enviada pelo Vereador e amigo Raimundo […]

rubinhoO vereador Rubinho do São João (PEN) mandou há pouco nota ao blog se posicionando sobre a manifestação do vereador Raimundo Lima (PSB) que retirou seu nome de qualquer debate e pediu a ele e Igor Mariano (PSD) gesto de unidade, buscando consenso.

“Quero me posicionar mediante a nota enviada pelo Vereador e amigo Raimundo Lima e dizer que não tenho dificuldade em atender o pedido do companheiro em retirar meu nome da disputa e apoiar um nome de consenso.

Estou pronto a fazer esse gesto. No entanto, só retiro meu nome se o colega Igor Mariano também retirar o dele. Caso contrário, as posições se mantém”.

Conclui o vereador : “Me posiciono favorável ao companheiro Raimundo, mas esse gesto não pode partir apenas de minha pessoa”.