Candidatos de Afogados fecham série “O Grande Debate”, das Rádios Pajeú e Cidade FM
Patriota, Emídio e Itamar: último embate antes do pleito

O último debate com candidatos a prefeitos da região promovido pela Rádio Pajeú em parceria com a Cidade FM vai acontecer às dez horas desta quinta (29), no Cine Teatro São José e reunirá os candidatos a prefeito de Afogados da Ingazeira.
O Grande Debate convida os candidatos a prefeitura de Afogados da Ingazeira Emídio Vasconcelos, Itamar França e José Patriota. Será o segundo de dois debates agendados pela emissora.
Os candidatos foram convidados no último dia 24, atendendo com sobra a exigência mínima de 72 horas antes da realização do embate.Nenhuma das coligações demonstrou resistência às regras apresentadas. Em relação ao formato anterior, apenas alguns detalhes sofreram alterações: cada candidato poderá ter até cinco assessores, com dois tomando assento à mesa montada no palco do Cine São José.
Ao contrário dos demais houve inversão no primeiro e segundo blocos. O debate começa com os candidatos respondendo perguntas dos ouvintes, com réplica e tréplica entre eles. No segundo bloco, candidato pergunta a candidato, também com réplica e tréplica.
O quarto bloco terá questões temáticas como saúde, educação e infra-estrutura. O último, das considerações finais. As emissoras realizaram também debates com candidatos de Tabira, São José do Egito, Iguaraci, Ingazeira e Tuparetama.



Após repercussão negativa nas redes sociais, o Governo de Raquel Lyra voltou atrás e anunciou que o processo seletivo das Escolas Técnicas Estaduais (ETEs) voltará a ser realizado por meio de prova de admissão. Ou seja, como vinha ocorrendo nos últimos anos.

A não reabertura de agências atingidas por ações criminosas em Pernambuco levou o governo estadual, através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e do Procon-PE, a multar o Banco do Brasil no valor de R$ 4 milhões. A instituição bancária tem o prazo legal de 10 dias para apresentar recurso da decisão, que foi fundamentada em infração gravíssima, devido a defeitos de prestação de serviço coletivo e à cobrança de taxas a consumidores por serviços bancários durante o período de não funcionamento das agências.
















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