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Campanha de Armando realiza caminhada em Caruaru

Por Nill Júnior

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Uma extensa agenda de atividades políticas da coligação Pernambuco Vai Mais Longe marcou o dia em Caruaru, que defende a candidatura de Armando Monteiro (PTB) ao governo do Estado, no populoso bairro do Salgado. A agenda de Armando e João Paulo foi marcada por duas caminhadas, um comício, encontro com lideranças evangélicas e empresariais. Nos atos de rua, os candidatos contaram com a presença maciça da militância do PT de Caruaru.

O principal ato político do dia foi a caminhada seguida de comício no Salgado. Acompanhado dos candidatos a vice, Paulo Rubem (PDT), e a senador, João Paulo (PT) e do senador Douglas Cintra (PTB), Armando foi abordado, incentivado e aclamado por mais de 5 mil pessoas, segundo números da organização. Após andar pelas ruas enladeiradas do bairro, o candidato petebista conclamou todos à vitória em um comício.

Mesmo afônico, Armando fez questão de discursar diante da multidão, no palanque armado na Rua São Salvador. Em sua fala, o candidato salientou o apoio que recebeu do ex-presidente Lula e da presidente Dilma Rousseff, ambos do PT, na véspera. “Se não é a voz potente que tenho, é o meu coração que fala para vocês”, afirmou.

Armando lembrou que o projeto que ele lidera em Pernambuco é comandado por Lula e Dilma desde 2003. “Não é um projeto de Armando, mas um projeto que tem consistência política e que mudou o Estado nos últimos 12 anos.”

Outras Notícias

Advogado sertanejo diz que prisão de Gilson Machado expõe banalização da prisão cautelar

Por Cláudio Soares* Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um alarmante fenômeno de banalização da prisão preventiva, uma prática que, ao invés de garantir a justiça, tem se tornado um instrumento de opressão e arbitrariedade. A prisão cautelar, prevista para ser uma medida excepcional, acaba frequentemente sendo utilizada como uma forma de pressionar investigações, […]

Por Cláudio Soares*

Nos últimos anos, o Brasil tem vivido um alarmante fenômeno de banalização da prisão preventiva, uma prática que, ao invés de garantir a justiça, tem se tornado um instrumento de opressão e arbitrariedade. A prisão cautelar, prevista para ser uma medida excepcional, acaba frequentemente sendo utilizada como uma forma de pressionar investigações, desvirtuando seu verdadeiro propósito e resultando em graves violações de direitos.

O recente caso de Gilson Machado, ex-ministro e artista pernambucano conhecido por sua integridade e caráter indômito, ilustra bem essa preocupante situação.

A detenção de Machado, um homem respeitado e reconhecido por sua competência e honestidade, acende sérias questões sobre a legitimidade das práticas jurídicas em vigor. A prisão preventiva, que deveria ser aplicada apenas em circunstâncias rigorosamente definidas e excepcionais, parece estar se convertendo em uma solução rápida e fácil para questões complexas, onde a presunção de inocência, princípio basilar do estado de direito, é relegada a um segundo plano.

O ato de prender alguém para investigar, na ausência de provas concretas e irrefutáveis, é uma catástrofe para o sistema de justiça e para a sociedade civil.

A banalização da prisão cautelar não apenas expõe cidadãos inocentes aos horrores de um sistema penal falho, mas também gera um impacto devastador em suas vidas. Gilson Machado, ao ser detido sem a comprovação de qualquer ilegalidade, não apenas teve sua reputação maculada, mas também sofreu uma violação inaceitável de seus direitos individuais. A falta de competência e discernimento dos agentes da lei em casos assim é paralisante e provoca uma perda de confiança do público no sistema judiciário.

É necessário ressaltar que a prisão injustificada de indivíduos, como Gilson Machado, pode ter repercussões legais severas. O Estado, ao falhar em proteger os direitos de um cidadão, está suscetível a ações judiciais por danos morais, possibilitando que o indivíduo busque reparação pela dor e sofrimento causados.

Mais do que um debate sobre a eficácia da prisão preventiva, a situação exige uma reflexão profunda sobre a responsabilidade dos operadores do direito e a necessidade de um sistema que priorize a justiça em vez da morosidade investigativa.

Como sociedade, devemos exigir um olhar mais crítico e humanizado sobre as práticas judiciárias. Não podemos permitir que a prisão cautelar se torne um instrumento de banalização da justiça.

O caso de Gilson Machado não é uma ocorrência isolada: é um chamado à ação para que todos — juristas, cidadãos e instituições — se unam em defesa de um sistema que respeite a dignidade humana e a presunção de inocência. A justiça deve ser um caminho de esperança e não uma sombra de penalidades indevidas. É hora de reverter essa tendência e restaurar a credibilidade do nosso sistema judiciário.

Cláudio Soares é advogado e jornalista.

Prefeitura de Itapetim inicia requalificação da Praça Aderbal Rego

A Praça Aderbal Rego, localizada na Rua dos Correios, em Itapetim, está passando por um processo de requalificação promovido pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos. De acordo com a gestão municipal, a intervenção tem como objetivo melhorar a estrutura do espaço público, proporcionando mais conforto, segurança e melhores condições […]

A Praça Aderbal Rego, localizada na Rua dos Correios, em Itapetim, está passando por um processo de requalificação promovido pela Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Obras e Serviços Urbanos.

De acordo com a gestão municipal, a intervenção tem como objetivo melhorar a estrutura do espaço público, proporcionando mais conforto, segurança e melhores condições de uso para a população.

A iniciativa integra o conjunto de ações voltadas à manutenção e valorização dos espaços públicos do município. Após a conclusão dos serviços, o local vai oferecer um ambiente mais adequado para o lazer e o convívio social dos moradores.

Amupe destaca encontro de prefeitos e prefeitas com governadora eleita

Prefeitos e prefeitas de Pernambuco estiveram, nesta quarta-feira (7), reunidos com a governadora eleita, Raquel Lyra, e com a vice-governadora eleita, Priscila Krause, para discutir os rumos do Estado no próximo ano. O presidente da Amupe, José Patriota, participou do encontro. Em seu discurso, Raquel Lyra afirmou que, com o apoio dos gestores municipais, fará […]

Prefeitos e prefeitas de Pernambuco estiveram, nesta quarta-feira (7), reunidos com a governadora eleita, Raquel Lyra, e com a vice-governadora eleita, Priscila Krause, para discutir os rumos do Estado no próximo ano. O presidente da Amupe, José Patriota, participou do encontro.

Em seu discurso, Raquel Lyra afirmou que, com o apoio dos gestores municipais, fará mais com menos e em menos tempo. A governadora eleita também frisou que trabalhará em favor aos mais necessitados e que entregará um calendário de trabalho aos gestores municipais.

O presidente da Amupe, José Patriota classificou o encontro como positivo, ao afirmar que “os prefeitos e prefeitas estarão juntos à governadora para alinhar as principais pautas de desenvolvimento para os municípios, a fim de levar qualidade de vida à população pernambucana”, frisou.

Saúde de Iguaracy realiza mutirão contra Dengue e Chikungunya no Bairro São Sebastião

Continuando as atividades devido ao alto índice de infestação do Aedes Aegypti e o aumento nas notificações das arboviroses (Dengue e Chikungunya) no município de Iguaracy, as equipes de Vigilância e Atenção Básica, na semana passada, fizeram um grande mutirão, desta vez no bairro São Sebastião. Em ação conjunta dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) […]

Continuando as atividades devido ao alto índice de infestação do Aedes Aegypti e o aumento nas notificações das arboviroses (Dengue e Chikungunya) no município de Iguaracy, as equipes de Vigilância e Atenção Básica, na semana passada, fizeram um grande mutirão, desta vez no bairro São Sebastião.

Em ação conjunta dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e os Agentes de Endemias (ACE) realizando orientações preventivas, entrega de material educativo, identificação e eliminação de focos do mosquito na localidade.

Participaram a coordenadora de Endemias (Betania), os ACE (Adilio, Allison, Deoclécio, Marcelo, Maviael, Tiago e Vinícius), os ACS (Maria Aparecida, Silvana e Marcelo), a coordenadora de vigilância em saúde e a equipe de vigilância epidemiologia (Isabel, Avani e Bruno). As informações são do Blog TV Web Sertão.

Ação da PF que teve alvos em Tabira apurou esquema que fraudou R$ 60 milhões do INSS

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16) a Operação Errantes, para desarticular organização criminosa especializada na prática de fraudes à Previdência Social. Mais de 150 policiais federais, com o apoio do Núcleo de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (NUINT), cumprem 24 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão nas cidades de Petrolina/PE, […]

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (16) a Operação Errantes, para desarticular organização criminosa especializada na prática de fraudes à Previdência Social.

Mais de 150 policiais federais, com o apoio do Núcleo de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (NUINT), cumprem 24 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão nas cidades de Petrolina/PE, Tabira/PE e Filadélfia/BA.

De acordo com as investigações, o grupo criminoso é suspeito de ter gerado prejuízo de cerca de R$ 60 milhões ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

O valor se refere aos 420 benefícios fraudulentos constatados pela Polícia Federal.  Estima-se que o prejuízo evitado, levando-se em conta os valores que continuariam sendo pagos aos beneficiários, seja de aproximadamente R$ 100 milhões.

Os investigados são suspeitos de criarem pessoas fictícias para a obtenção indevida do Benefício de Prestação Continuada (BPC), valor de um salário mínimo pago pelo INSS a pessoas com mais de 65 anos e/ou portadoras de deficiência.

A organização criminosa aliciava idosos que poderiam ter direito ao benefício, fornecia documentos de identidades falsos para esses idosos, instruía os processos administrativos de concessão de benefícios com os documentos falsificados e orientava os aliciados a comparecerem nos bancos para efetuarem os saques.

Durante as apurações, foi constatado que uma única idosa arregimentada pelo grupo fez o uso de 31 documentos de identidade falsos e, com base neles, recebeu 31 Benefícios de Prestação Continuada.

Os envolvidos devem responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de estelionato majorado, uso de documento falso, falsidade ideológica, agiotagem e lavagem de dinheiro. Se condenados, as penas podem chegar a 28 anos de reclusão.

Errantes é uma alusão às pessoas que não têm residência fixa, que vivem como nômades.