Notícias

Caminhoneiros falam sobre nova paralisação a partir do dia 29

Por André Luis

Movimento dos caminheiros, porém, ainda apresenta fraca adesão no Nordeste

Da Folha PE

A alta de R$ 0,10 no litro do diesel, que foi autorizado pela Petrobras e entrou em vigor ontem, reacendeu o fantasma de uma nova greve dos caminhoneiros. Líderes da categoria chegaram até a articular uma nova paralisação na noite desta quinta-feira (18). A ideia é que a greve tenha início no próximo dia 29, mas ainda não chegou ao Nordeste. Por isso, lideranças locais não confirmam a adesão ao movimento.

“Não estamos sabendo da paralisação até o momento”, afirmou Tony Oliveira, um dos líderes do Sindicato dos Trabalhadores de Caminhões e Transportes Rodoviários em Pernambuco (Sintracarp-PE). Outros representantes locais da categoria, que participaram da greve do ano passado, também não deram como certa a nova paralisação.

No Sudeste, por sua vez, líderes dos motoristas autonômos confirmaram a greve. Eles disseram ter antecipado a paralisação anteriormente prevista para 21 de maio para o próximo dia 29 devido à mudança no preço do diesel e à possibilidade de novos reajustes nos próximos dias. A categoria ainda argumentou que o aumento de R$ 0,10 no diesel impacta em R$ 1 mil o lucro mensal de um motorista e lembrou que o frete não mudou por conta disso.

Por nota, a Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam) disse que, apesar do grande número de queixas, ainda não é possível afirmar que a categoria está se organizando para uma nova paralisação. A entidade ressaltou, porém, que os motoristas estão “enfurecidos” com o reajuste do diesel. A Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) afirmou que o reajuste “aumentou ainda mais a tensão instalada na categoria”. Segundo a CNTA, os caminhoneiros carregam desde o “ano passado a frustração de não ter a lei do piso mínimo do frete cumprida”.

A confederação disse até ter feito um levantamento com 140 sindicatos, nove federações e uma associação colaborativa para confirmar o posicionamento dos caminhoneiros. “A entidade identificou que o anúncio reacendeu uma insatisfação generalizada na categoria, que está impaciente à espera de uma resposta do Governo”, informou a CNTA.

Guinchos

Além disso, os motoristas de guincho reclamam do não cumprimento do parecer da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que reconhece a atividade da categoria como transporte de carga e não apenas como prestação de serviço.

A Associação das Seguradoras em Pernambuco, por sua vez, afirmou que, até a noite de ontem, não havia sido informada sobre a movimentação. A entidade acredita, portanto, que a paralisação deve ocorrer apenas no Sul e no Sudeste do País. Lideranças dessas regiões, por sua vez, dizem que estão previstos atos em todo o País.

Outras Notícias

MP ingressou com recurso contra deferimento da candidatura de Evandro, diz Coligação

Caro Nill Júnior, A decisão da Justiça Eleitoral que rejeita o Embargo de Declaração apresentado pela assessoria jurídica da Coligação Muda São José não apresenta o “inconformismo” citado na decisão da juíza eleitoral da Comarca de São José do Egito, e sim, a legitimidade de uma ação que recorre à corte judicial pelo entendimento da […]

Caro Nill Júnior,

A decisão da Justiça Eleitoral que rejeita o Embargo de Declaração apresentado pela assessoria jurídica da Coligação Muda São José não apresenta o “inconformismo” citado na decisão da juíza eleitoral da Comarca de São José do Egito, e sim, a legitimidade de uma ação que recorre à corte judicial pelo entendimento da Lei Complementar nº. 135 de 2010, mais conhecida como Lei da Ficha Limpa, que dispõe sobre a inelegibilidade de ordenadores de despesas públicas, quando condenados por decisão de órgão colegiado.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) entrou com recurso na 68ª Zona Eleitoral para pedir a impugnação ao deferimento do Registro de Candidatura do prefeito Evandro Valadares, reiterando os argumentos do Embargo de Declaração apresentado pela Coligação Muda São José.

Na peça apresentada pelo MPPE, o promotor Dr. Aurinilton Leão, reforça a tese que o Tribunal de Contas da União é o órgão competente para julgar as contas dos prefeitos relativas à gestão de recursos federais transferidos aos municípios, nesse caso, referente à infração contra a administração pública no caso dos recursos destinados à realização da “IV FEAPA – Feira Agropecuária do Pajeú́”.

Diante da decisão do TCU em que aponta as principais irregularidades da rejeição de contas e as caracteriza nos termos de “irregularidades insanáveis aptas a caracterizar ato doloso de improbidade administrativa”, tal decisão é irrecorrível no âmbito administrativo e automaticamente enquadra o prefeito na lei da Ficha Limpa, portanto, inelegível. Diante disso, o MPPE solicitou à Justiça Eleitoral indeferir, em caráter de urgência, o registro de candidatura de Evandro Valadares.

Aparentando descontrole emocional, o prefeito Evandro Valadares, novamente ataca a advogada Dra. Hérica Nunes, que no exercício da sua profissão vem sofrendo perseguição de quem deve satisfação ao povo de São José do Egito pelo mal uso do dinheiro público.

Coligação Muda São José

“O importante não é saber quem será, mas como chegar lá”, diz Miguel Coelho sobre 2022

Prefeito de Petrolina concedeu entrevista à Rádio Pajeú nesta terça-feira. Por André Luis Nesta terça-feira (24), o prefeito reeleito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), conversou, por telefone, com o comunicador Nill Júnior, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú. Com 121.300 votos, ou 76,19% dos votos válidos, Miguel foi um dos prefeitos mais bem […]

Prefeito de Petrolina concedeu entrevista à Rádio Pajeú nesta terça-feira.

Por André Luis

Nesta terça-feira (24), o prefeito reeleito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), conversou, por telefone, com o comunicador Nill Júnior, durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú.

Com 121.300 votos, ou 76,19% dos votos válidos, Miguel foi um dos prefeitos mais bem votados de Pernambuco. E com isso, tem seu nome lembrado para uma futura disputa ao governo do Estado em 2022.

Ele falou sobre as perspectivas para o segundo mandato em Petrolina. Confessou que a expressiva votação traz grandes responsabilidades e disse acreditar num segundo governo ainda melhor. “Essa eleição foi de afirmação”, afirmou.

Miguel admitiu a possibilidade de mudanças no governo para o segundo mandato “No segundo governo você precisa corrigir aquelas eventuais falhas. Nada é perfeito é preciso estar sempre aprimorando e acredito que alguma oxigenação deve ser feita. Mas estamos analisando estudando para poder mexer para melhor”.

Sobre as prioridades do governo, Miguel listou: saúde, educação e infraestrutura, nesta última revelou que no fim de novembro e início de dezembro, será realizada a licitação da nova empresa de concessão de água e esgoto que segundo ele, vai universalizar o serviço.

Miguel lamentou o fato do presidente de seu partido, o deputado Raul Henry, ter hipotecado apoio ao candidato a prefeito do Recife, João Campos. “Infelizmente ele tomou uma posição que não concordamos, mas respeitamos. Já demonstramos ser contra, tanto que apoiamos o candidato Mendonça Filho, no primeiro turno, infelizmente não logrou exito, mas agora imaginamos que dessas duas candidaturas que lá estão postas, o nome de Marília seja a melhor opção”, afirmou.

“É claro que o povo do Recife está cansado do que está lá. É só olhar a votação do primeiro turno, 60% votaram em candidatos da oposição, então você não pode deixar de fazer essa leitura, como também se você for olhar as grandes e médias cidades de Pernambuco quase que a totalidade elegeram prefeitos do campo de oposição ao PSB. Isso mostra um sinal muito forte de mudança, de oxigenação e de um novo tempo que a população vem querendo inaugurar”, completou.

Questionado sobre a possibilidade de seu nome ser alçado para disputa do governo do Estado em 2022, Miguel pregou calma. “Penso que o mais importante para o campo da oposição do qual eu faço parte, não é saber quem será. Esta cedo para isso. Precisamos discutir o como vamos chegar lá. Porque não dá pra esperar chegar 2022 e querer discutir todos os problemas de Pernambuco em quatro meses. É um Estado complexo, com desigualdade gritante. Contextos regionais bastante distintos um do outro”.

Miguel destacou que como líderes políticos, chancelados pelo voto popular, não podem se furtar a discutir os problemas do Recife. “Seja com a classe da iniciativa privada, seja com os sindicatos e setores públicos, com as organizações sociais e com a própria população, para possamos entender qual é o sentimento. Está muito claro que o projeto do PSB se esgotou e não consegue fazer nada. O governo PSB é conhecido como perseguidor do trabalhador e da classe empresarial.

Para ele, é importante fazer e aproximar o debate político da população, para que em 2022, possam chegar unidos para a disputa. “E, aí sim! Poder buscar a melhor estratégia para conseguir vencer as eleições”, pontuou.

Felipe Carreras diz que sua punição no PSB foi ‘atitude covarde’

Blog de Jamildo Na primeira declaração pública após ser suspenso por 12 meses de atividades parlamentares pelo Diretório Nacional do PSB, o deputado federal Felipe Carreras disse que a sua punição “foi pior do que uma expulsão”. Em entrevista, nesta segunda-feira (2) ao programa Passando a Limpo, na Rádio Jornal, o parlamentar disse que a […]

Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Blog de Jamildo

Na primeira declaração pública após ser suspenso por 12 meses de atividades parlamentares pelo Diretório Nacional do PSB, o deputado federal Felipe Carreras disse que a sua punição “foi pior do que uma expulsão”.

Em entrevista, nesta segunda-feira (2) ao programa Passando a Limpo, na Rádio Jornal, o parlamentar disse que a suspensão é uma “mordaça” no seu mandato e que estuda uma forma de exercer as atividades alvos de sanção, como a participação em comissões, apesar da decisão da legenda. “Eu não estou no partido para ser amordaçado”, disse. “Ele esta caçando parcialmente nosso mandato”, emendou.

Nessa sexta-feira (30), Diretório do PSB expulsou apenas o deputado Átila Lira (PI), os outros nove deputados que votaram a favor da reforma da Previdência, incluindo Felipe Carreras, sofreram outras punições. À Rádio Jornal, o deputado pernambucano voltou a fazer críticas ao presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira.

“Eu não vou ficar para atender capricho de Carlos Siqueira ou de direção de partido. Não vou me submeter a isso. Agora, com tranquilidade, (vou) estudar junto com os colegas uma forma de nos podermos exercer o nosso mandato pleno, que nós não vamos ficar com uma mordaça, com um mandato parcial”, afirmou.

Carreras disse que sua insatisfação com a legenda atingiu o seu ápice com a punição aplicada e que foi uma “decisão ditatorial”. Para o socialista, o PSB “não parece ser o partido” que foi comandado pelos ex-governadores Miguel Arraes e Eduardo Campos. E voltou a dizer que Carlos Siqueira não tem “estatura política” para comandar a sigla. “Executivo mediano”, classificou.

“A minha insatisfação com o partido, vocês vêm acompanhando, não é de hoje. E agora chegou no grau máximo porque a meu ver o que fizeram comigo e com os colegas deputados foi pior do que uma expulsão. Foi uma atitude mesquinha, foi uma atitude covarde e foi uma atitude que na ponta estão punindo vocês. Porque nossa defesa nas comissões é para defender vocês”, afirmou.

Perguntado se vai deixar o PSB, o parlamentar ressaltou que não vai correr o risco de perder o mandato. “Eu não vou sair do partido de forma estabanada para não correr o risco de perder meu mandato”, disse.

Questionado sobre qual partido seria o seu destino caso saia do ninho socialista, Carreras preferiu não citar nenhum partido específico, mas adiantou que não seria uma legenda da base do governo Jair Bolsonaro (PSL).

“Eu não vou para nenhum partido que seja da base do presidente Bolsonaro. “Eu fui eleito na oposição, estou oposição, e faço oposição ao governo Bolsonaro, mas faço uma oposição com responsabilidade”, ressaltou.

Um novo ministério de velhos nomes

do Diário de Pernambuco Ao anunciar novos ministros às vésperas do Natal, a presidente Dilma Rousseff finalmente pagou a fatura com o PMDB na tentativa de acalmar o principal aliado do Palácio do Planalto. Depois de semanas de impasses e negociações, ela oficializou a elevação de cinco para seis o número de pastas do partido, […]

cats

do Diário de Pernambuco

Ao anunciar novos ministros às vésperas do Natal, a presidente Dilma Rousseff finalmente pagou a fatura com o PMDB na tentativa de acalmar o principal aliado do Palácio do Planalto. Depois de semanas de impasses e negociações, ela oficializou a elevação de cinco para seis o número de pastas do partido, contemplando caciques da legenda e integrantes do baixo clero partidário. Os detalhes da reforma ministerial foram acertados até o último minuto antes do anúncio, em uma novela que se arrastou ao longo do dia e só se concluiu no início da noite de ontem.

O PMDB ficará com as pastas da Agricultura (Kátia Abreu); Pesca (Helder Barbalho); Minas e Energia (Eduardo Braga); Aviação Civil (Eliseu Padilha); Portos (Edinho Araújo) e Turismo (Vinicius Lages) — este último deve ficar, a princípio, até que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), consiga se desvencilhar das acusações de ter participado do esquema de corrupção da Petrobras, investigado pela Operação Lava-Jato. Alves foi um dos citados na delação premiada do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa. Ontem, divulgou nota em que diz ter pedido ao vice-presidente da República, Michel Temer, que não o incluísse na reforma ministerial até que a apuração das denúncias sobre ele seja concluída.

Depois de três semanas de expectativas, finalmente a senadora Kátia Abreu foi confirmada para o Ministério da Agricultura. Nos últimos dias, lideranças indígenas estiveram em Brasília para protestar contra a escolha, e membros do próprio PT criticaram a troca. Na cota pessoal de Michel Temer, o deputado Eliseu Padilha (RS) assume a Aviação Civil na vaga de Moreira Franco. E, em uma prova de força política, o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) convenceu a bancada de senadores do partido a apoiar a indicação do filho Helder.

No troca-troca ministerial, o PCdoB, o Pros e o PSD terão uma pasta cada um. Numa das mais importantes — a Educação —, sai Henrique Paim, que assumiu o lugar de Aloizio Mercadante quando este foi para a Casa Civil, e entra o governador do Ceará, Cid Gomes (Pros). Já o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), vai para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. No lugar de Rebelo, entra o deputado George Hilton (PRB-MG), que deve estar na pasta durante a Olimpíada Rio 2016. Gilberto Kassab (PSD), ex-prefeito de São Paulo, assumirá Cidades.

Peso institucional
A nova leva de ministros também inclui a Defesa, da qual sai Celso Amorim e entra o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), que esteve cotado para diversas pastas e foi convidado na noite de segunda-feira. Segundo aliados do petista, a presidente Dilma quer dar um peso institucional maior ao ministério, sobretudo após o desgaste com os militares por conta da divulgação do relatório final da Comissão Nacional da Verdade.

A Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial também passará por mudanças. Da pasta, sai Luiza Bairros e assume a acadêmica Nilma Lino Gomes. Dilma também anunciou ontem que no lugar de Jorge Hage na Controladoria-Geral da União (CGU), assume Valdir Simão, que está na Secretaria Executiva da Casa Civil. Na nota em que confirma o nome dos ministros, a presidente agradece a dedicação dos titulares que deixam as pastas.

Dilma chegou de manhã no Palácio do Planalto para acertar os pontos da reforma. Por volta das 13h, seguiu para o Palácio da Alvorada, onde participou de uma breve confraternização com ministros, parlamentares e assessores. Ela passou menos de 40 minutos reunida com eles. “Deu beijinhos, serviu queijo com champanhe, disse que 2015 será difícil e que contava com a gente. Mais nada”, decepcionou-se um aliado. Estiveram no encontro o líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha (PMDB- RJ), o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams e o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Mercadante, que será mantido à frente da pasta. O Palácio do Planalto não divulgou a lista dos participantes da confraternização.

Ingazeira: reunião elabora plano de ação contra desastres causados pelas chuvas

O prefeito Luciano Torres (PSB-PE) participou de uma importante reunião com os Coordenadores da Defesa Civil Estadual, onde se discutiu a elaboração de um plano de ação para enfrentar os desastres provocados pelas chuvas. Estiveram presentes na reunião Adriana Veras, Secretária de Agricultura; Antônio Carlos, Secretário Adjunto de Agricultura; Hyago França, Secretário de Administração; Elizandra […]

O prefeito Luciano Torres (PSB-PE) participou de uma importante reunião com os Coordenadores da Defesa Civil Estadual, onde se discutiu a elaboração de um plano de ação para enfrentar os desastres provocados pelas chuvas.

Estiveram presentes na reunião Adriana Veras, Secretária de Agricultura; Antônio Carlos, Secretário Adjunto de Agricultura; Hyago França, Secretário de Administração; Elizandra Veras, Secretária de Educação; Sargento BM Thomazi e Sargento BM Cartier, ambos Técnicos da Defesa Civil.

Com o esforço conjunto entre as secretarias e a Defesa Civil, estamos traçando estratégias eficazes para mitigar os impactos das chuvas e proteger nossa população. É fundamental que trabalhemos unidos para garantir a segurança e o bem-estar dos nossos cidadãos em situações adversas.

O prefeito Luciano Torres, agradeceu a todos os participantes pelo compromisso e dedicação a essa causa tão urgente. “Juntos, podemos fazer a diferença e preparar Ingazeira para enfrentar qualquer desafio que as intempéries possam trazer”, disse.