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Câmara de Tabira vota em primeiro turno contas de Nicinha Melo de 2022

Por Nill Júnior

TCE recomendou aprovação em parecer.  Votação ocorre em dois turnos

A Câmara de Vereadores de Tabira vota hoje em primeiro turno as contas da ex-prefeita Nicinha Melo referentes ao ano de 2022.

Segundo a vereadora Nelly Sampaio, em nome da oposição, a expectativa é de que o legislativo tabirense aja tecnicamente e mantenha o parecer. “O ambiente é de que seja respeitado o parecer do Tribunal”.

Isso porque, mesmo com as ressalvas, o TCE-PE considerou que não houve irregularidades graves que comprometessem a legalidade da gestão fiscal. A Corte destacou a responsabilidade da ex-prefeita na condução administrativa e financeira do município durante o referido exercício.

Esse mês,  o TCE-PE emitiu o parecer favorável, com ressalvas, à aprovação das contas do exercício.

Com o recebimento oficial dos autos, a Câmara de Vereadores de Tabira agendou duas sessões exclusivas para deliberação sobre o parecer.

“O parecer pela aprovação, mesmo com ressalvas, é reflexo do nosso esforço constante em conduzir o município com responsabilidade e zelo pelo dinheiro público. Estamos de consciência tranquila e confiantes na análise justa da Câmara”, afirmou Nicinha na oportunidade.

Outras Notícias

Diógenes Patriota participa de almoço com Raquel Lyra no Palácio do Governo

Desde ontem (10) no Recife, onde acompanhou a filiação de Raquel Lyra ao PSD, nesta terça-feira (11), o prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, esteve no Palácio do Governo para participar de um almoço promovido pela governadora e seus apoiadores.  O evento reuniu prefeitos de diversos municípios pernambucanos em um momento de confraternização e diálogo sobre […]

Desde ontem (10) no Recife, onde acompanhou a filiação de Raquel Lyra ao PSD, nesta terça-feira (11), o prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, esteve no Palácio do Governo para participar de um almoço promovido pela governadora e seus apoiadores. 

O evento reuniu prefeitos de diversos municípios pernambucanos em um momento de confraternização e diálogo sobre o futuro do estado.

Durante o encontro, Diógenes Patriota, ao lado de Raquel e da vice-governadora Priscila Krause, debateu pautas estratégicas para 2025, reforçando as demandas e necessidades de Tuparetama. 

O prefeito destacou a importância do alinhamento com o Governo do Estado para viabilizar ações e investimentos que beneficiem a população do município.

“A reunião marcou mais um passo no fortalecimento da parceria entre as gestões municipais e estadual, visando o desenvolvimento de políticas públicas eficientes e inovadoras para Pernambuco”, destacou a assessoria de comunicação do prefeito.

Márcia Conrado e Fernando Monteiro assinaram ordem de serviço para reforma do Pereirão

A Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ao lado do deputado federal Fernando Monteiro, assinou, nesta quinta-feira (26/06) a ordem de serviço para a reforma do Estádio Municipal Nildo Pereira de Menezes, o Pereirão. A obra representa um investimento de mais de R$ 1,6 milhão e tem como objetivo modernizar a estrutura do equipamento esportivo, […]

A Prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, ao lado do deputado federal Fernando Monteiro, assinou, nesta quinta-feira (26/06) a ordem de serviço para a reforma do Estádio Municipal Nildo Pereira de Menezes, o Pereirão. A obra representa um investimento de mais de R$ 1,6 milhão e tem como objetivo modernizar a estrutura do equipamento esportivo, que há anos aguardava por melhorias. A solenidade contou com a presença de lideranças políticas, desportistas e representantes da comunidade.

Durante o ato, a prefeita Márcia Conrado destacou a importância da reforma para a valorização do esporte local e agradeceu ao deputado federal Fernando Monteiro, responsável pela destinação dos recursos. “Hoje é um dia importante para todos que amam o esporte em nossa cidade. Essa é uma conquista que só foi possível graças ao compromisso do deputado Fernando Monteiro com Serra Talhada”, afirmou a gestora.

O projeto prevê a reestruturação completa do estádio, com melhorias no gramado, vestiários, arquibancadas e demais áreas de uso coletivo, tornando o espaço mais adequado para receber campeonatos, eventos esportivos e atividades comunitárias. A iniciativa busca garantir mais conforto e segurança para atletas, torcedores e demais usuários.

Parceiro da gestão municipal, o deputado Fernando Monteiro ressaltou seu empenho em garantir investimentos para o município em diversas áreas. “Serra Talhada é uma prioridade no nosso mandato. Temos trabalhado lado a lado com a prefeita Márcia para garantir que obras como essa saiam do papel e cheguem até o povo”, afirmou o parlamentar.

Tabira: Durante coletiva prefeito anuncia mudanças em Secretarias

por Anchieta Santos Em uma coletiva onde boa parte do tempo foi perdido com o governo se explicando porque não convidou toda a imprensa, o Prefeito Sebastião Dias apresentou ontem o balanço das ações de 2014. De três Rádios e oito Blogs existentes na cidade apenas compareceram uma rádio (Cidade FM), e os Blogs Tabira em Debate […]

Sebastião Dias 01

por Anchieta Santos

Em uma coletiva onde boa parte do tempo foi perdido com o governo se explicando porque não convidou toda a imprensa, o Prefeito Sebastião Dias apresentou ontem o balanço das ações de 2014. De três Rádios e oito Blogs existentes na cidade apenas compareceram uma rádio (Cidade FM), e os Blogs Tabira em Debate e Radar do Sertão.

A criação do Conselho Político, a Reforma administrativa, e a troca de cadeiras de algumas secretarias marcou a coletiva. Secretarias tiveram suas ações esquecidas, outras socorridas pela intervenção do próprio secretário como na pasta de saúde.

O Prefeito Sebastião Dias ladeado pelos secretários Flávio Marques e Tadeu Sampaio anunciou os nomes de Djalma Bezerra para a Secretaria de Transportes; passando Dinho Amaral para cuidar da frota da saúde; Adeval Soares saiu do Planejamento e foi para a Secretaria de Imprensa; Rubens Espindola (Rubinho), passou da Tesouraria para Planejamento, sendo substituído por Jandson Barbosa.

Respondendo perguntas dos repórteres, o Poeta admitiu que a mudança prometida finalmente começou em 2014 com a reforma do hospital, ampliação do números de UBS, reforma de todas as escolas, e o calçamento de ruas com a cidade ganhando a partir de agora mais 22 vias pavimentadas.

Sobre o débito ao final do segundo ano de governo, o Prefeito admitiu que hoje soma R$ 800 mil reais.

TCE-PE rejeita cautelar e mantém contratos de R$ 13,5 milhões para o Festival de Inverno de Garanhuns

Do Causos e Causas O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) indeferiu o pedido de medida cautelar que buscava suspender os pagamentos e as contratações por inexigibilidade de licitação para o 34º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2026). A decisão monocrática, proferida pelo conselheiro relator Valdecir Pascoal na terça-feira (2) de junho de 2026, […]

Do Causos e Causas

O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) indeferiu o pedido de medida cautelar que buscava suspender os pagamentos e as contratações por inexigibilidade de licitação para o 34º Festival de Inverno de Garanhuns (FIG 2026). A decisão monocrática, proferida pelo conselheiro relator Valdecir Pascoal na terça-feira (2) de junho de 2026, mantém o planejamento financeiro estimado em R$ 13.535.000,00 para os cachês artísticos do evento. O extrato da deliberação interlocutória foi publicado no Diário Oficial do Tribunal de Contas do Estado nesta quarta-feira (3).

O processo, tombado sob o nº 26100785-3, originou-se de uma representação formulada por Rayssa Godoy Régis e Silva contra a Prefeitura de Garanhuns, sob a alegação de supostas distorções estatísticas e sobrepreço nos valores anunciados.

A representação questionava os valores de grandes atrações nacionais contratadas para o festival. Contudo, a análise técnica realizada pela Inspetoria Regional de Garanhuns (IRGA), emitida em 28 de maio de 2026, cruzou os dados locais com os registros de outros entes públicos e descartou irregularidades.

Os principais cachês analisados foram:

  • Thiaguinho: R$ 750.000,00
  • Matheus e Kauan: R$ 725.000,00
  • Capital Inicial: R$ 620.000,00
  • Henry Freitas: R$ 600.000,00
  • Alexandre Pires: R$ 600.000,00

De acordo com o relator, a auditoria baseada no sistema Tome Conta do TCE-PE revelou que os valores pactuados pela gestão do prefeito Sivaldo Rodrigues Albino são idênticos ou até inferiores à média praticada pelos mesmos artistas no mercado governamental. Além disso, a corte constatou que as cifras contratuais já englobam os custos operacionais e indiretos (como passagens aéreas, logística de equipamentos, alimentação, impostos e equipes técnicas), atendendo às exigências da Resolução TC nº 319/2026.

Risco de dano reverso ao comércio e ao turismo

Ao fundamentar o indeferimento da liminar — que passará por referendo da Segunda Câmara do TCE-PE —, Valdecir Pascoal alertou para o perigo de “dano reverso desproporcional” caso o evento fosse paralisado às vésperas de sua execução. O festival está agendado para começar no dia 9 de julho de 2026.

“A suspensão cautelar de pagamentos e de novas contratações artísticas acarretaria risco de penalidades contratuais por inadimplência, no comprometimento da programação do evento, e no impacto econômico negativo sobre a rede hoteleira, o comércio local e a cadeia produtiva turística que depende sazonalmente do FIG.” — Conselheiro Valdecir Pascoal, relator.

Embora a municipalidade e o prefeito não tenham apresentado resposta formal à notificação de audiência prévia (Ofício nº 309875/2026) dentro do prazo, a manifestação técnica da inspetoria foi suficiente para esvaziar a plausibilidade jurídica do pedido da acusação. Na defesa dos interessados atua o corpo jurídico composto pelos advogados Cayo Cesar do Amaral Galvão (OAB/PE 39698) e Henrique Figueira Vidon (OAB/PE 32773).

Setor elétrico quer Paulo Pedrosa no Ministério de Minas e Energia

Fernando Coelho fica até março Privatização de estatal preocupa Do Poder 360 Em meio às discussões da reforma do setor elétrico e da privatização da Eletrobras, as associações do setor aguardam o nome do novo ministro de Minas e Energia até o fim de 2018. O mais cogitado é o atual secretário-executivo, Paulo Pedrosa. Para […]

Foto: Sérgio Lima/PODER 360

Fernando Coelho fica até março

Privatização de estatal preocupa

Do Poder 360

Em meio às discussões da reforma do setor elétrico e da privatização da Eletrobras, as associações do setor aguardam o nome do novo ministro de Minas e Energia até o fim de 2018. O mais cogitado é o atual secretário-executivo, Paulo Pedrosa.

Para os representantes do setor ouvidos pelo Poder360, o ideal é que o novo chefe tenha perfil técnico, tenha participado da elaboração das propostas que estão em andamento e  que esteja alinhado com o atual ministro Fernando Coelho Filho. Ele deixará o cargo em março para disputar o governo de Pernambuco ou a reeleição a deputado federal.

Com a saída de Coelho Filho há duas possibilidades. O sucessor ser 1 dos secretários do MME, ou o cargo ser moeda de troca por apoio político.

Os atuais secretários são Paulo Pedrosa (executivo), Márcio Félix (Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) ou Fábio Alves (Energia Elétrica). Entre eles, Pedrosa leva vantagem.

Para Alexei Vivan, diretor-presidente da ABCE (Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica), “a intenção é que Paulo Pedrosa fique”. “Se fôssemos votar, votaríamos para que ele permanecesse. Se houver uma preocupação do governo com o setor elétrico, como acreditamos que haverá, a manutenção dele é essencial“, afirmou.

O presidente da comercializadora Focus Energia, Alan Zelazo, confirmou a expectativa de Pedrosa ser o escolhido. “Tecnicamente, ele teria toda capacidade.” Zelazo defende a permanência da equipe atual do ministério e de Luiz Augusto Barroso no comando da EPE (Empresa de Pesquisa Energética).

Para Reginaldo Medeiros, presidente da Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia Elétrica), o atual secretário-executivo é a opção mais “graduada em termos técnicos”. “Seria natural, por ele ser o secretário-executivo e ter estado em muitas decisões.”

Indicação política

A possibilidade de uma indicação política preocupa o setor. A avaliação é de que ela ameaçaria o andamento das pautas prioritárias. A poucos dias, o MME encaminhou a proposta de reforma do setor elétrico, que estipula a abertura do mercado livre de energia para todos os consumidores, de forma gradual. O projeto também inclui uma solução para o impasse bilionário do risco hidrológico, quando as usinas hidrelétricas produzem energia abaixo do que estava previsto em contrato.

Edvaldo Santana, presidente da Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres), acredita que a entrada de alguém que não dê continuidade às pautas propostas por Coelho Filho seria “jogar uma ducha de água fria no mercado”. “Não pode ser alguém novo, que queira refazer tudo. Isso é perder tempo e vai esculhambar o setor elétrico”, afirmou.

Além de conhecimento técnico, o presidente da Abragel (Associação Brasileira de Geração de Energia Limpa), Luiz Otávio Koblitz, aponta que é necessário que o ministro tenha uma boa articulação no Congresso Nacional. “As coisas não se resolvem no técnico, temos barreiras a cruzar. Não pode ser 1 alienígena no Congresso.”

Por ser ano eleitoral, há dificuldade na busca de 1 político para chefiar o órgão. Deputados ligados ao setor devem concorrer às eleições e precisariam sair de cargos no Executivo até 7 de abril. A presidente da ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica), Élbia Gannoum, aponta que o nome poderá sair do Senado Federal, já que 1 terço não terá mandato renovado.

Paulo pedrosa, o técnico

Pedrosa é conhecido no setor elétrico. Antes de integrar a atual equipe do MME, o secretário estava na presidência da Abrace. Coelho Filho o escolheu pela “excelente capacidade de diálogo com os diversos segmentos do setor energético”.

Entre 2001 e 2005, Pedrosa esteve na direção da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Também trabalhou na Eletronorte e na Chesf, subsidiárias da Eletrobras. Engenheiro mecânico formado pela UnB (Universidade de Brasília), foi conselheiro do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), da Equatorial Energia, da Cemar e da Light.